O documento aborda a transição de sistemas de monocultura para sistemas silvipastoris e agrossilvipastoris, destacando os benefícios socioeconômicos e ecológicos da diversificação. Também apresenta critérios para seleção de componentes arbóreos e herbáceos, enfatizando a adaptação ao clima e às práticas de manejo. Além disso, discute diferentes modelos de integração lavoura-pecuária e a importância da compatibilidade entre culturas e pastagens.