Max Weber acredita que a educação numa sociedade capitalista está condicionada ao processo de burocratização e dominação. A educação prepara os indivíduos para a burocratização e reproduz a ordem social, em vez de promover o desenvolvimento intelectual. Pierre Bourdieu acredita que a escola legitima a desigualdade social ao oferecer esperança de mobilidade de classes, mas excluindo aqueles sem "capital cultural". Ambos os autores veem a educação como meio de reprodução das estruturas sociais, não como meio libertador.