Relevo do Brasil
Classificações do Relevo Brasileiro
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Classificações do Relevo Brasileiro
Classificações do Relevo Brasileiro 
Aroldo de Azevedo 
• Levava em 
consideração as 
altitudes; 
– Planalto: terreno 
acidentado com mais 
de 200 metros; 
– Planície: áreas planas 
com menos de 200 
metros. 
Aziz Ab’ Saber 
• Modifica a 
classificação anterior; 
– Planalto: erosão 
supera os processos de 
sedimentação; 
– Planície: área + ou – 
plana em que os 
processos de 
sedimentação são 
mais comuns.
Classificações do Relevo Brasileiro 
• Jurandir Ross 
• Considera a altitude; 
– Planalto: Superfície irregular acima de 300 metros com 
predominância da erosão; 
– Planície: Superfície plana com altitude igual ou inferior a 
100 metros com acúmulos recentes de sedimentos; 
– Depressão: É um pedaço de relevo mais plano que o 
Planalto, no qual predomina a erosão, com altitude entre 
100 e 500 metros.
Classificações do Relevo Brasileiro 
• Ao estudar o nosso relevo também encontramos: 
• Escarpas: Declive acentuado que aparece em 
bordas de planaltos; 
• Cuestas: Relevo que possui um lado com escarpa 
e outro com declive suave; 
• Chapadas: Tipo de planalto cujo topo é aplainado 
e as encostas são escarpadas.
Classificações do Relevo Brasileiro 
• Ao estudar o nosso relevo também encontramos: 
• Morros: Pequenas elevações em um terreno; 
• Montanhas: No Brasil existem cadeias de 
montanhas antigas – e fazem partes dos atuais 
planaltos; 
• Serras: Áreas irregulares em um planalto. Me 
lembram dentinhos de um serrote.
Como montar o nome de um “pedaço” 
do relevo Brasileiro? 
PRIMEIRO NÍVEL: forma do relevo (planaltos, 
depressões e planícies). 
SEGUNDO NÍVEL: classifica os planaltos em função de 
caráter estrutural (geológico) que apresentam. 
TERCEIRO NÍVEL: define nominalmente as unidades 
morfoesculturais, tanto as de planalto como as de 
planície ou de depressão ( Planalto da Borborema, 
Depressão do Araguaia e Planícies do rio Amazonas).

Relevo brasil fundamental

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    Classificações do RelevoBrasileiro Aroldo de Azevedo • Levava em consideração as altitudes; – Planalto: terreno acidentado com mais de 200 metros; – Planície: áreas planas com menos de 200 metros. Aziz Ab’ Saber • Modifica a classificação anterior; – Planalto: erosão supera os processos de sedimentação; – Planície: área + ou – plana em que os processos de sedimentação são mais comuns.
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    Classificações do RelevoBrasileiro • Jurandir Ross • Considera a altitude; – Planalto: Superfície irregular acima de 300 metros com predominância da erosão; – Planície: Superfície plana com altitude igual ou inferior a 100 metros com acúmulos recentes de sedimentos; – Depressão: É um pedaço de relevo mais plano que o Planalto, no qual predomina a erosão, com altitude entre 100 e 500 metros.
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    Classificações do RelevoBrasileiro • Ao estudar o nosso relevo também encontramos: • Escarpas: Declive acentuado que aparece em bordas de planaltos; • Cuestas: Relevo que possui um lado com escarpa e outro com declive suave; • Chapadas: Tipo de planalto cujo topo é aplainado e as encostas são escarpadas.
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    Classificações do RelevoBrasileiro • Ao estudar o nosso relevo também encontramos: • Morros: Pequenas elevações em um terreno; • Montanhas: No Brasil existem cadeias de montanhas antigas – e fazem partes dos atuais planaltos; • Serras: Áreas irregulares em um planalto. Me lembram dentinhos de um serrote.
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    Como montar onome de um “pedaço” do relevo Brasileiro? PRIMEIRO NÍVEL: forma do relevo (planaltos, depressões e planícies). SEGUNDO NÍVEL: classifica os planaltos em função de caráter estrutural (geológico) que apresentam. TERCEIRO NÍVEL: define nominalmente as unidades morfoesculturais, tanto as de planalto como as de planície ou de depressão ( Planalto da Borborema, Depressão do Araguaia e Planícies do rio Amazonas).