SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 19
CLASSIFICAÇÃO DO
RELEVO BRASILEIRO
Professor Henrique Pontes
Estruturas geológicas antigas
Com exceção das bacias de
sedimentação recente, como a do
Pantanal Mato-Grossense, parte
ocidental da bacia Amazônica e
trechos do litoral nordeste e sul,
Grande diversidade de formas e
estruturas de relevo
Serras, escarpas, planaltos, planícies,
depressões, chapadas, tabuleiros,
cuestas e muitas outras.
As formações são antigas, mas as formas do relevo são recentes.
Primeira
classificação
– 1940
Aroldo de Azevedo (1910-1974)
Planaltos → terrenos levemente acidentados,
com mais de 200 metros de altitude, e
Planícies → superfícies planas, com altitudes
inferiores a 200 metros.
Essa classificação divide o Brasil em sete
unidades de relevo
Segunda
classificação
– 1958
Aziz Ab’Sáber (1924-2012)
A partir de então, foram consideradas as seguintes
definições:
PLANALTO: área em que os processos de erosão
superam os de sedimentação.
PLANÍCIE: área mais ou menos plana em que os
processos de sedimentação superam os de erosão,
independentemente das cotas altimétricas.
O Brasil passa a ter dez compartimentos de relevo
Terceira classificação – 1989
Jurandyr Ross
Baseada nos estudos de Aziz Ab’Sáber e na análise de imagens de
radar do Projeto Radambrasil
• Mapeamento completo e minucioso do país durante o período militar
Foi detalhado mais um tipo de compartimento:
Depressão: relevo aplainado, rebaixado em relação ao seu entorno;
nele predominam processos erosivos
É importante destacar que cada nova classificação não substitui
completamente a anterior
ATENÇÃO!
Planície x Bacia
sedimentar: Não
devemos confundir
uma com a outra!
A planície é uma
FORMA DE
RELEVO
A bacia sedimentar
é uma
ESTRUTURA
GEOLÓGICA
OUTRAS FORMAS
DE RELEVO
ESCARPA
Declive acentuado que
aparece em bordas de
planalto.
Pode ser gerada por um
movimento tectônico ou
pelos agentes externos
CUESTA
Possui um lado com escarpa abrupta e outro
com declive suave.
Ocorre porque os agentes externos atuaram
sobre rochas com resistências diferentes.
CHAPADA
Tipo de planalto cujo
topo é aplainado e as
encostas são escarpadas.
Também é conhecido
como planalto tabular.
MORROS
Em sua acepção mais comum é
uma pequena elevação de
terreno, uma colina.
Em sua classificação dos
domínios morfoclimáticos,
Ab’Sáber destacou os
“MARES DE MORROS”
MONTANHA
Cadeia orogênica, como a Cordilheira dos Andes.
No Brasil existiram, há milhões de anos, montanhas que ao longo do tempo
geológico foram modeladas pelos processos exógenos
No dia a dia, costuma-se chamar de montanha qualquer grande elevação do
relevo.
PROCESSOS EXÓGENOS = EXTERNOS
PROCESSOS ENDÓGENOS = INTERNOS
• movimento tectônico horizontal
• pode ser convergente ou divergente.
• movimentos rápidos
OROGÊNESE
EPIROGÊNESE
• caso esse movimento seja para cima, recebe o nome de soerguimento e para baixo,
subsidência.
• movimentos lentos
→ movimentos tectônicos verticais
SERRA
Esse nome é utilizado para designar
um conjunto de formas variadas
de relevo, como dobramentos
antigos e recentes, escarpas de
planalto e cuestas.
Sua definição e uso não são rígidos,
sofrendo variação de uma região
para outra do país.
INSELBERG (‘monte
ilha’, em alemão)
Saliência no relevo encontrada
em regiões de clima árido e
semiárido.
Sua estrutura rochosa foi mais
resistente à erosão que o material
que estava em seu entorno.

Mais conteúdo relacionado

Semelhante a CLASSIFICAÇÃO DO RELEVO BRASILEIRO.pdf

Semelhante a CLASSIFICAÇÃO DO RELEVO BRASILEIRO.pdf (20)

Relevo2
Relevo2Relevo2
Relevo2
 
Pdf geografia
Pdf geografiaPdf geografia
Pdf geografia
 
Apostila Geografia
Apostila GeografiaApostila Geografia
Apostila Geografia
 
Relevos brasileiros - RESUMO FÁCIL
Relevos brasileiros - RESUMO FÁCILRelevos brasileiros - RESUMO FÁCIL
Relevos brasileiros - RESUMO FÁCIL
 
Relevodobrasil 2006[1]
Relevodobrasil 2006[1]Relevodobrasil 2006[1]
Relevodobrasil 2006[1]
 
Relevo brasileiro-e-sua-classificacao
Relevo brasileiro-e-sua-classificacaoRelevo brasileiro-e-sua-classificacao
Relevo brasileiro-e-sua-classificacao
 
Relevo brasileiro-e-sua-classificacao
Relevo brasileiro-e-sua-classificacaoRelevo brasileiro-e-sua-classificacao
Relevo brasileiro-e-sua-classificacao
 
Relevo brasileiro
Relevo brasileiroRelevo brasileiro
Relevo brasileiro
 
Relevo e Solos.pptx
Relevo e Solos.pptxRelevo e Solos.pptx
Relevo e Solos.pptx
 
Relevo Do brasil
Relevo Do brasilRelevo Do brasil
Relevo Do brasil
 
Geomorfologia
GeomorfologiaGeomorfologia
Geomorfologia
 
Relevo brasileiro
Relevo brasileiroRelevo brasileiro
Relevo brasileiro
 
Cap9,10,11
Cap9,10,11Cap9,10,11
Cap9,10,11
 
Trabalho sobre relevo - Rafaelle
Trabalho sobre relevo - RafaelleTrabalho sobre relevo - Rafaelle
Trabalho sobre relevo - Rafaelle
 
Geologia e morfologia do relevo brasileiro
Geologia e morfologia do relevo brasileiroGeologia e morfologia do relevo brasileiro
Geologia e morfologia do relevo brasileiro
 
Relevo brasil fundamental
Relevo brasil fundamentalRelevo brasil fundamental
Relevo brasil fundamental
 
Aula 03 relevo do brasil
Aula 03   relevo do brasilAula 03   relevo do brasil
Aula 03 relevo do brasil
 
LITOSFERA: AS FORMAS DE RELEVO E SEUS AGENTES TRANSFORMADORES
LITOSFERA:  AS FORMAS DE RELEVO E SEUS AGENTES TRANSFORMADORES LITOSFERA:  AS FORMAS DE RELEVO E SEUS AGENTES TRANSFORMADORES
LITOSFERA: AS FORMAS DE RELEVO E SEUS AGENTES TRANSFORMADORES
 
RELEVO CONTINENTAL
RELEVO CONTINENTALRELEVO CONTINENTAL
RELEVO CONTINENTAL
 
Processo de formação do relevo
Processo de formação do relevoProcesso de formação do relevo
Processo de formação do relevo
 

Mais de Henrique Pontes

BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfBRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfHenrique Pontes
 
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOMNOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOMHenrique Pontes
 
CONCEITOS BÁSICOS DA GEOGRAFIAGEOGRAFIAGEOGRAFIA
CONCEITOS BÁSICOS DA GEOGRAFIAGEOGRAFIAGEOGRAFIACONCEITOS BÁSICOS DA GEOGRAFIAGEOGRAFIAGEOGRAFIA
CONCEITOS BÁSICOS DA GEOGRAFIAGEOGRAFIAGEOGRAFIAHenrique Pontes
 
SUL - Aspectos Físicos e Sociais.pdf
SUL - Aspectos Físicos e Sociais.pdfSUL - Aspectos Físicos e Sociais.pdf
SUL - Aspectos Físicos e Sociais.pdfHenrique Pontes
 
PRINCIPAIS TENSÕES REGIONAIS - Europa e CEI.pdf
PRINCIPAIS TENSÕES REGIONAIS - Europa e CEI.pdfPRINCIPAIS TENSÕES REGIONAIS - Europa e CEI.pdf
PRINCIPAIS TENSÕES REGIONAIS - Europa e CEI.pdfHenrique Pontes
 
As Conferencias em Defesa do Meio Ambiente.pdf
As Conferencias em Defesa do Meio Ambiente.pdfAs Conferencias em Defesa do Meio Ambiente.pdf
As Conferencias em Defesa do Meio Ambiente.pdfHenrique Pontes
 
A GUERRA DO PARAGUAI.pdf
A GUERRA DO PARAGUAI.pdfA GUERRA DO PARAGUAI.pdf
A GUERRA DO PARAGUAI.pdfHenrique Pontes
 
DO ARTESANATO À INDÚSTRIA.pdf
DO ARTESANATO À INDÚSTRIA.pdfDO ARTESANATO À INDÚSTRIA.pdf
DO ARTESANATO À INDÚSTRIA.pdfHenrique Pontes
 
RECURSOS HÍDRICOS - terminologia.pdf
RECURSOS HÍDRICOS - terminologia.pdfRECURSOS HÍDRICOS - terminologia.pdf
RECURSOS HÍDRICOS - terminologia.pdfHenrique Pontes
 
PAÍSES DO NORTE X PAÍSES DO SUL.pdf
PAÍSES DO NORTE X PAÍSES DO SUL.pdfPAÍSES DO NORTE X PAÍSES DO SUL.pdf
PAÍSES DO NORTE X PAÍSES DO SUL.pdfHenrique Pontes
 
PRINCIPAIS FORMAÇÕES VEGETAIS.pdf
PRINCIPAIS FORMAÇÕES VEGETAIS.pdfPRINCIPAIS FORMAÇÕES VEGETAIS.pdf
PRINCIPAIS FORMAÇÕES VEGETAIS.pdfHenrique Pontes
 
ESTRUTURA GEOLÓGICA DA TERRA - 3oANO.pdf
ESTRUTURA GEOLÓGICA DA TERRA - 3oANO.pdfESTRUTURA GEOLÓGICA DA TERRA - 3oANO.pdf
ESTRUTURA GEOLÓGICA DA TERRA - 3oANO.pdfHenrique Pontes
 
EUROPA - Quadro Natural.pdf
EUROPA - Quadro Natural.pdfEUROPA - Quadro Natural.pdf
EUROPA - Quadro Natural.pdfHenrique Pontes
 
EUROPA - Pós-Guerra.pdf
EUROPA - Pós-Guerra.pdfEUROPA - Pós-Guerra.pdf
EUROPA - Pós-Guerra.pdfHenrique Pontes
 
UNIÃO EUROPEIA 3oANO.pdf
UNIÃO EUROPEIA 3oANO.pdfUNIÃO EUROPEIA 3oANO.pdf
UNIÃO EUROPEIA 3oANO.pdfHenrique Pontes
 
URBANIZAÇÃO BRASILEIRA.pdf
URBANIZAÇÃO BRASILEIRA.pdfURBANIZAÇÃO BRASILEIRA.pdf
URBANIZAÇÃO BRASILEIRA.pdfHenrique Pontes
 

Mais de Henrique Pontes (20)

BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdfBRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
BRASIL - DOMÍNIOS MORFOCLIMÁTICOS - Fund 2.pdf
 
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOMNOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
NOVA ORDEM MUNDIAL - Conceitos básicos na NOM
 
CONCEITOS BÁSICOS DA GEOGRAFIAGEOGRAFIAGEOGRAFIA
CONCEITOS BÁSICOS DA GEOGRAFIAGEOGRAFIAGEOGRAFIACONCEITOS BÁSICOS DA GEOGRAFIAGEOGRAFIAGEOGRAFIA
CONCEITOS BÁSICOS DA GEOGRAFIAGEOGRAFIAGEOGRAFIA
 
SUL - Aspectos Físicos e Sociais.pdf
SUL - Aspectos Físicos e Sociais.pdfSUL - Aspectos Físicos e Sociais.pdf
SUL - Aspectos Físicos e Sociais.pdf
 
PRINCIPAIS TENSÕES REGIONAIS - Europa e CEI.pdf
PRINCIPAIS TENSÕES REGIONAIS - Europa e CEI.pdfPRINCIPAIS TENSÕES REGIONAIS - Europa e CEI.pdf
PRINCIPAIS TENSÕES REGIONAIS - Europa e CEI.pdf
 
As Conferencias em Defesa do Meio Ambiente.pdf
As Conferencias em Defesa do Meio Ambiente.pdfAs Conferencias em Defesa do Meio Ambiente.pdf
As Conferencias em Defesa do Meio Ambiente.pdf
 
MINAS GERAIS.pdf
MINAS GERAIS.pdfMINAS GERAIS.pdf
MINAS GERAIS.pdf
 
A GUERRA DO PARAGUAI.pdf
A GUERRA DO PARAGUAI.pdfA GUERRA DO PARAGUAI.pdf
A GUERRA DO PARAGUAI.pdf
 
OCEANIA.pdf
OCEANIA.pdfOCEANIA.pdf
OCEANIA.pdf
 
DO ARTESANATO À INDÚSTRIA.pdf
DO ARTESANATO À INDÚSTRIA.pdfDO ARTESANATO À INDÚSTRIA.pdf
DO ARTESANATO À INDÚSTRIA.pdf
 
RECURSOS HÍDRICOS - terminologia.pdf
RECURSOS HÍDRICOS - terminologia.pdfRECURSOS HÍDRICOS - terminologia.pdf
RECURSOS HÍDRICOS - terminologia.pdf
 
OCEANOS e MARES.pdf
OCEANOS e MARES.pdfOCEANOS e MARES.pdf
OCEANOS e MARES.pdf
 
PAÍSES DO NORTE X PAÍSES DO SUL.pdf
PAÍSES DO NORTE X PAÍSES DO SUL.pdfPAÍSES DO NORTE X PAÍSES DO SUL.pdf
PAÍSES DO NORTE X PAÍSES DO SUL.pdf
 
PRINCIPAIS FORMAÇÕES VEGETAIS.pdf
PRINCIPAIS FORMAÇÕES VEGETAIS.pdfPRINCIPAIS FORMAÇÕES VEGETAIS.pdf
PRINCIPAIS FORMAÇÕES VEGETAIS.pdf
 
ESTRUTURA GEOLÓGICA DA TERRA - 3oANO.pdf
ESTRUTURA GEOLÓGICA DA TERRA - 3oANO.pdfESTRUTURA GEOLÓGICA DA TERRA - 3oANO.pdf
ESTRUTURA GEOLÓGICA DA TERRA - 3oANO.pdf
 
EUROPA - Quadro Natural.pdf
EUROPA - Quadro Natural.pdfEUROPA - Quadro Natural.pdf
EUROPA - Quadro Natural.pdf
 
EUROPA - Pós-Guerra.pdf
EUROPA - Pós-Guerra.pdfEUROPA - Pós-Guerra.pdf
EUROPA - Pós-Guerra.pdf
 
UNIÃO EUROPEIA 3oANO.pdf
UNIÃO EUROPEIA 3oANO.pdfUNIÃO EUROPEIA 3oANO.pdf
UNIÃO EUROPEIA 3oANO.pdf
 
CARTOGRAFIA.pdf
CARTOGRAFIA.pdfCARTOGRAFIA.pdf
CARTOGRAFIA.pdf
 
URBANIZAÇÃO BRASILEIRA.pdf
URBANIZAÇÃO BRASILEIRA.pdfURBANIZAÇÃO BRASILEIRA.pdf
URBANIZAÇÃO BRASILEIRA.pdf
 

Último

Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática 38 a 62.pdf
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática  38 a 62.pdfPlanejamento 2024 - 1º ano - Matemática  38 a 62.pdf
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática 38 a 62.pdfdanielagracia9
 
Poema - Reciclar é preciso
Poema            -        Reciclar é precisoPoema            -        Reciclar é preciso
Poema - Reciclar é precisoMary Alvarenga
 
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docxUnidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docxRaquelMartins389880
 
Produção de poemas - Reciclar é preciso
Produção  de  poemas  -  Reciclar é precisoProdução  de  poemas  -  Reciclar é preciso
Produção de poemas - Reciclar é precisoMary Alvarenga
 
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdfARIANAMENDES11
 
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdfAtividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdfmaria794949
 
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...Manuais Formação
 
PLANO DE ESTUDO TUTORADO COMPLEMENTAR 1 ANO 1 BIMESTRE.pdf
PLANO DE ESTUDO TUTORADO COMPLEMENTAR 1 ANO 1 BIMESTRE.pdfPLANO DE ESTUDO TUTORADO COMPLEMENTAR 1 ANO 1 BIMESTRE.pdf
PLANO DE ESTUDO TUTORADO COMPLEMENTAR 1 ANO 1 BIMESTRE.pdfLUCASAUGUSTONASCENTE
 
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024Rosana Andrea Miranda
 
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfManuais Formação
 
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdfRespostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdfssuser06ee57
 
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditivaO que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditivaCludiaRodrigues693635
 
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...LuizHenriquedeAlmeid6
 
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdfAs Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdfcarloseduardogonalve36
 
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhosoO Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhosoVALMIRARIBEIRO1
 
bem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalbem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalcarlamgalves5
 
Os Padres de Assaré - CE. Prof. Francisco Leite
Os Padres de Assaré - CE. Prof. Francisco LeiteOs Padres de Assaré - CE. Prof. Francisco Leite
Os Padres de Assaré - CE. Prof. Francisco Leiteprofesfrancleite
 
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdfManual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdfPastor Robson Colaço
 
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de.    Maio laranja dds.pptxCampanha 18 de.    Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptxlucioalmeida2702
 
Diálogo Crátilo de Platão sócrates daspdf
Diálogo Crátilo de Platão sócrates daspdfDiálogo Crátilo de Platão sócrates daspdf
Diálogo Crátilo de Platão sócrates daspdfEversonFerreira20
 

Último (20)

Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática 38 a 62.pdf
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática  38 a 62.pdfPlanejamento 2024 - 1º ano - Matemática  38 a 62.pdf
Planejamento 2024 - 1º ano - Matemática 38 a 62.pdf
 
Poema - Reciclar é preciso
Poema            -        Reciclar é precisoPoema            -        Reciclar é preciso
Poema - Reciclar é preciso
 
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docxUnidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
Unidade 4 (Texto poético) (Teste sem correção) (2).docx
 
Produção de poemas - Reciclar é preciso
Produção  de  poemas  -  Reciclar é precisoProdução  de  poemas  -  Reciclar é preciso
Produção de poemas - Reciclar é preciso
 
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
04_GuiaDoCurso_Neurociência, Psicologia Positiva e Mindfulness.pdf
 
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdfAtividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
Atividade do poema sobre mãe de mário quintana.pdf
 
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
UFCD_9184_Saúde, nutrição, higiene, segurança, repouso e conforto da criança ...
 
PLANO DE ESTUDO TUTORADO COMPLEMENTAR 1 ANO 1 BIMESTRE.pdf
PLANO DE ESTUDO TUTORADO COMPLEMENTAR 1 ANO 1 BIMESTRE.pdfPLANO DE ESTUDO TUTORADO COMPLEMENTAR 1 ANO 1 BIMESTRE.pdf
PLANO DE ESTUDO TUTORADO COMPLEMENTAR 1 ANO 1 BIMESTRE.pdf
 
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
Semana Interna de Prevenção de Acidentes SIPAT/2024
 
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdfufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
ufcd_9649_Educação Inclusiva e Necessidades Educativas Especificas_índice.pdf
 
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdfRespostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
Respostas prova do exame nacional Port. 2008 - 1ª fase - Criterios.pdf
 
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditivaO que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
O que é uma Revolução Solar. tecnica preditiva
 
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
Slides Lição 8, Betel, Ordenança para confessar os pecados e perdoar as ofens...
 
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdfAs Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
As Mil Palavras Mais Usadas No Inglês (Robert de Aquino) (Z-Library).pdf
 
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhosoO Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
O Reizinho Autista.pdf - livro maravilhoso
 
bem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animalbem estar animal em proteção integrada componente animal
bem estar animal em proteção integrada componente animal
 
Os Padres de Assaré - CE. Prof. Francisco Leite
Os Padres de Assaré - CE. Prof. Francisco LeiteOs Padres de Assaré - CE. Prof. Francisco Leite
Os Padres de Assaré - CE. Prof. Francisco Leite
 
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdfManual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
Manual dos Principio básicos do Relacionamento e sexologia humana .pdf
 
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de.    Maio laranja dds.pptxCampanha 18 de.    Maio laranja dds.pptx
Campanha 18 de. Maio laranja dds.pptx
 
Diálogo Crátilo de Platão sócrates daspdf
Diálogo Crátilo de Platão sócrates daspdfDiálogo Crátilo de Platão sócrates daspdf
Diálogo Crátilo de Platão sócrates daspdf
 

CLASSIFICAÇÃO DO RELEVO BRASILEIRO.pdf

  • 2. Estruturas geológicas antigas Com exceção das bacias de sedimentação recente, como a do Pantanal Mato-Grossense, parte ocidental da bacia Amazônica e trechos do litoral nordeste e sul, Grande diversidade de formas e estruturas de relevo Serras, escarpas, planaltos, planícies, depressões, chapadas, tabuleiros, cuestas e muitas outras. As formações são antigas, mas as formas do relevo são recentes.
  • 3. Primeira classificação – 1940 Aroldo de Azevedo (1910-1974) Planaltos → terrenos levemente acidentados, com mais de 200 metros de altitude, e Planícies → superfícies planas, com altitudes inferiores a 200 metros. Essa classificação divide o Brasil em sete unidades de relevo
  • 4.
  • 5. Segunda classificação – 1958 Aziz Ab’Sáber (1924-2012) A partir de então, foram consideradas as seguintes definições: PLANALTO: área em que os processos de erosão superam os de sedimentação. PLANÍCIE: área mais ou menos plana em que os processos de sedimentação superam os de erosão, independentemente das cotas altimétricas. O Brasil passa a ter dez compartimentos de relevo
  • 6.
  • 7. Terceira classificação – 1989 Jurandyr Ross Baseada nos estudos de Aziz Ab’Sáber e na análise de imagens de radar do Projeto Radambrasil • Mapeamento completo e minucioso do país durante o período militar Foi detalhado mais um tipo de compartimento: Depressão: relevo aplainado, rebaixado em relação ao seu entorno; nele predominam processos erosivos É importante destacar que cada nova classificação não substitui completamente a anterior
  • 8.
  • 9.
  • 10. ATENÇÃO! Planície x Bacia sedimentar: Não devemos confundir uma com a outra! A planície é uma FORMA DE RELEVO A bacia sedimentar é uma ESTRUTURA GEOLÓGICA
  • 12. ESCARPA Declive acentuado que aparece em bordas de planalto. Pode ser gerada por um movimento tectônico ou pelos agentes externos
  • 13. CUESTA Possui um lado com escarpa abrupta e outro com declive suave. Ocorre porque os agentes externos atuaram sobre rochas com resistências diferentes.
  • 14. CHAPADA Tipo de planalto cujo topo é aplainado e as encostas são escarpadas. Também é conhecido como planalto tabular.
  • 15. MORROS Em sua acepção mais comum é uma pequena elevação de terreno, uma colina. Em sua classificação dos domínios morfoclimáticos, Ab’Sáber destacou os “MARES DE MORROS”
  • 16. MONTANHA Cadeia orogênica, como a Cordilheira dos Andes. No Brasil existiram, há milhões de anos, montanhas que ao longo do tempo geológico foram modeladas pelos processos exógenos No dia a dia, costuma-se chamar de montanha qualquer grande elevação do relevo. PROCESSOS EXÓGENOS = EXTERNOS PROCESSOS ENDÓGENOS = INTERNOS
  • 17. • movimento tectônico horizontal • pode ser convergente ou divergente. • movimentos rápidos OROGÊNESE EPIROGÊNESE • caso esse movimento seja para cima, recebe o nome de soerguimento e para baixo, subsidência. • movimentos lentos → movimentos tectônicos verticais
  • 18. SERRA Esse nome é utilizado para designar um conjunto de formas variadas de relevo, como dobramentos antigos e recentes, escarpas de planalto e cuestas. Sua definição e uso não são rígidos, sofrendo variação de uma região para outra do país.
  • 19. INSELBERG (‘monte ilha’, em alemão) Saliência no relevo encontrada em regiões de clima árido e semiárido. Sua estrutura rochosa foi mais resistente à erosão que o material que estava em seu entorno.