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Exame-tipo 11.º ano de escolaridade
História da Cultura e das Artes
© 2019, Raiz Editora
EXAME-TIPO 11. O ANO DE ESCOLARIDADE
História da Cultura e das Artes Duração da prova: 120 + 30 minutos
GRUPO I
1. Leia o Texto A e observe as Figuras 1 e 2.
Texto A
«Xerxes – Ai de mim, vítima infeliz dum destino odioso, de todo imprevisível! Com que crueldade os
deuses se abateram sobre a raça dos Persas! Que vai ser de mim, desgraçado? Desfaz-se a força dos meus
membros à vista dos anciãos da minha cidade. Ó Zeus, porque é que o destino da morte não me sepultou
juntamente com os meus guerreiros que partiram para sempre?»
Ésquilo, Os Persas. Lisboa: Edições 70, 2014, p. 199.
Figura 1 – Máscara de teatro grego. Figura 2 – Máscara de teatro grego.
1.1 Selecione a opção correta que se refere à peça Os Persas.
(A) Trata-se de uma tragédia sobre a epopeia de Aquiles, herói das Guerras Médicas.
(B) É uma peça de teatro sobre a Batalha de Salamina, sob a forma de uma comédia,
ridicularizando os vencidos, os Persas, e enaltecendo os vencedores, os Gregos.
(C) Trata-se de uma tragédia cujo tema é a Batalha de Salamina, apresentada na perspetiva
dos vencidos, os Persas.
(D) É uma tragédia inspirada na Guerra de Troia, retratando a derrota dos Persas diante
dos Gregos.
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Exame-tipo 11.º ano de escolaridade
História da Cultura e das Artes
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1.2 Selecione a opção que indica o culto religioso que esteve na origem do teatro grego.
(A) Culto à deusa Atena, praticado nas festividades das Grandes Panateneias.
(B) Culto ao deus Dioniso, praticado na sua consagração durante as Dionisíacas.
(C) Culto a Zeus, senhor supremo do Olimpo.
(D) Culto a Apolo, deus das artes, da beleza, da harmonia e da perfeição.
1.3 Explicite três aspetos que evidenciam o caráter religioso e cívico do teatro grego.
2. Leia o Texto B e observe a Figura 3.
Texto B
«Muros, pilares e colunas, arcadas e abóbadas, contrafortes e sistemas de portais e de aberturas de
iluminação são os elementos da construção e da sua estática que serão objeto da presente análise.
Os muros românicos, longos e compactos, habitualmente com pouca animação, são elementos
construtivos fundamentais não só na formação e vedação dos espaços como também na função de
suporte. Na arquitetura da época, este último aspeto é uma característica essencial. São os muros que
aguentam e permitem a solução das pesadas abóbadas de pedra que os templos românicos
redescobrem e divulgam.»
Carlos Alberto Ferreira de Almeida, «O Românico», in História da Arte em Portugal, vol. 3.
Lisboa: Publicações Alfa, 1986, p. 39.
Figura 3 – Igreja de S. Pedro de Rates, Póvoa de Varzim, c. 1100.
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Exame-tipo 11.º ano de escolaridade
História da Cultura e das Artes
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2.1 Uma das características da arquitetura românica portuguesa de caráter religioso é o seu
aspeto robusto e austero, assemelhando-se a fortalezas militares. Selecione a opção que
justifica essa característica nas igrejas românicas portuguesas.
(A) As limitações de recursos técnicos e a escassez de materiais.
(B) A influência do modelo das igrejas cluniacenses.
(C) A preferência por construções sólidas e robustas.
(D) A função de abrigo e proteção face aos eventuais ataques de invasores.
2.2 Selecione a alternativa que apresenta características da Igreja de S. Pedro de Rates.
(A) Inscrição da igreja em zona rural, fachada assimétrica e portal com arquivoltas.
(B) Inscrição da igreja em zona urbana, fachada assimétrica e portal sem arquivoltas.
(C) Inscrição da igreja em zona rural, fachada simétrica e portal com arquivoltas.
(D) Inscrição da igreja em zona urbana, fachada simétrica e portal com arquivoltas.
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Exame-tipo 11.º ano de escolaridade
História da Cultura e das Artes
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GRUPO II
1. Observe a Figura 4.
Figura 4 – A Morte da Virgem, tímpano do Portal Sul, Catedral de Estrasburgo, França, c. 1230.
Complete o Texto C, escolhendo a opção adequada a cada espaço.
Transcreva para a folha de respostas apenas as letras e os números que correspondem à opção
selecionada.
Texto C
A Morte da Virgem é um ______(A)______ escultórico, pertencente ao período ______(B)______,
representando um episódio da vida da Virgem Maria. A composição apresenta as figuras
______(C)______, submetendo-as a um tratamento plástico ______(D)______.
(A) (B) (C) (D)
1. Vulto redondo
2. Baixo-relevo
3. Alto-relevo
1. Gótico
2. Maneirista
3. Românico
1. Inexpressivas
2. Humanizadas
3. Esquematizadas
1. Conceptual
2. Abstrato
3. Naturalista
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2. Observe o conjunto documental seguinte.
Martírio de S. Sebastião,
Peter Paul Rubens, c. 1608.
Homem com Enxada,
Jean-François Millet, 1862.
Pequena Madona Cowper,
Rafael Sanzio, 1505.
Associe cada obra na coluna A a uma das correntes artísticas constantes na coluna B.
Escreva na folha de respostas as letras e os números correspondentes. Utiliza cada letra e cada
número apenas uma vez.
COLUNA A COLUNA B
(A) Martírio de S. Sebastião
(B) Homem com Enxada
(C) Pequena Madona Cowper
(1) Renascimento
(2) Impressionismo
(3) Barroco
(4) Realismo
(5) Maneirismo
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História da Cultura e das Artes
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3. Leia o Texto D e observe a Figura 5.
Texto D
«Os artistas do Renascimento aderiram firmemente à conceção pitagórica de que “tudo é número”:
guiados por Platão e pelos neoplatónicos e com o suporte de uma larga cadeia de teólogos, a partir de
Santo Agostinho, alimentaram a convicção de que o Universo, e toda a Criação, respondiam a uma
estrutura matemática e harmónica. Se as leis dos números harmónicos regiam tudo, desde as esferas
celestes até às formas mais humildes da vida terrena, então as nossas almas também deviam ser
conformes a essa harmonia.»
Rudolf Wittkower, Architectural Principles in the Age of Humanism (ed. castelhana).
Buenos Aires: Nueva Visión, 1958, p. 34 (adaptado).
Figura 5 – O Pagamento do Tributo, Masaccio, Igreja de Santa Maria del Carmine, Florença, c. 1427.
Evidencie três das características da pintura renascentista italiana do século XV, recorrendo à
leitura do texto e à observação da figura.
4. Leia o Texto E e observe a Figura 6.
Texto E
«O barroco não reconcilia a estática com a plástica, mas confere à plástica uma função simbólica. As
grandes ordens barrocas evidenciam a autoridade, a estabilidade, as glórias terrestres ou celestes, etc.,
utilizando o conteúdo simbólico adquirido pelos elementos construtivos desde a Antiguidade. A coluna
evoca a estabilidade. A forma perfeita da cúpula faz pensar na abóbada celestial e no céu místico. [...] A
fachada tem uma importância considerável neste contexto. Ela já não é concebida como desenho mas
sim como espaço, avança e recua, opõe nichos e saliências, curvas e contracurvas, modela-se de maneira
polifónica equilibrando forças internas e externas, multiplica as comunicações, os eixos e incita ao
movimento.»
Hervé Loilier, Histoire de l’Art. Paris: Ellipses École Polytechnique, 1995, pp. 256-257 (adaptado).
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Exame-tipo 11.º ano de escolaridade
História da Cultura e das Artes
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Figura 6 – Igreja de S. Carlos das Quatro Fontes,
Francesco Borromini, Roma, 1634-1680.
Explicite três das características da arquitetura barroca, recorrendo à leitura do texto e à
observação da figura.
5. Selecione a opção que refere o ambiente científico vivido na sociedade europeia do século XVII.
(A) Os novos métodos científicos não foram aceites porque rejeitavam a investigação assente
no modo experimental.
(B) O século XVII assistiu ao nascimento da ciência moderna, experimental e quantitativa.
(C) Os cientistas foram incapazes de explicar os grandes problemas que se colocavam ao
Homem no século XVII.
(D) Muitas das descobertas científicas já eram conhecidas desde o Renascimento.
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GRUPO III
1. Leia o Texto F e observe a Figura 7.
Texto F
«Os filósofos da ilustração atribuíam à natureza primitiva uma importância quase sagrada, daí que na
arte e na arquitetura procurassem a pureza, as qualidades do primitivo. [...] No que se refere à
arquitetura, isto equivalia a dizer que a arquitetura mais pura, a mais idónea para as necessidades
humanas fundamentais, fosse a que se desenvolveu nos alvores da civilização. Mas, foi então que se
constatou, com esse sentido obsessivo pela observação direta inerente aos filósofos da ilustração, que
se sabia muito pouco ou nada acerca da arquitetura da Antiguidade. [...] Sem dúvida, a partir dos escritos
de Vitrúvio deduziu-se que a coluna, e não o muro, foi a base da estrutura arquitetónica na Antiguidade,
[sendo daí que] deriva todo o sistema de proporções das ordens arquitetónicas.»
Leland Roth, Entender la arquitectura. Barcelona: Ed. Gustavo Gili, 1993, p. 433 (adaptado).
Figura 7 – Igreja de Santa Genoveva ou Panteão, Jacques-Germain Soufflot, Paris, c. 1755-1761.
Estabeleça a relação entre o Iluminismo e a arquitetura neoclássica na segunda metade do
século XVIII. Na sua resposta deve abordar os seguintes tópicos:
 Os meios e os locais de difusão das ideias iluministas.
 As influências clássicas presentes na estrutura arquitetónica neoclássica.
Fundamente a sua resposta em quatro aspetos da obra, recorrendo ao Texto F e à Figura 7.
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2. Observe a Figura 8 e responda à questão seguinte.
Figura 8 – Planta para a reconstrução de Lisboa, Eugénio dos Santos, 1756.
Evidencie três características do plano de reconstrução e urbanização da cidade de Lisboa
após o terramoto de 1755, recorrendo à observação da Figura 8.
3. Observe as Figuras 9 e 10.
Figura 9 – As Três Graças,
Antonio Canova, 1814-1817.
Figura 10 – Os Burgueses de Calais,
Auguste Rodin, 1885-1889.
Compare as obras escultóricas reproduzidas nas Figuras 9 e 10. Na sua resposta, apresente de
modo fundamentado duas diferenças formais e plásticas entre as duas obras.
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4. Leia o Texto G e observe a Figura 11.
Texto G
«A paisagem tornou-se um recurso de expressão de pensamento e sentimento pessoais, dependendo,
portanto, do sujeito que a pinta. Ela perdeu a sua objetividade, a sua existência e vida reais. Os objetos
não possuem uma forma plástica e material forte, nem uma superfície agitada ou vivamente colorida.
Basta apenas pensar em qualquer paisagem do século XVII para que se perceba como a Natureza
desapareceu enquanto organismo que respira e se tornou um símbolo de vivência mística e filosófica
saturada de sentimentos.»
Fritz Baumgart, Breve História da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 1994, p. 305.
Figura 11 – O Caminhante sobre um Mar de Névoa, Caspar David Friedrich, 1818.
Refira três características da pintura romântica, recorrendo à leitura do texto e à observação
da Figura 11.
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História da Cultura e das Artes
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5. Observe as Figuras 12 e 13, e responda às questões seguintes.
Figura 12 – Homenagem a Picasso, Juan Gris, 1912. Figura 13 – Mulher à Janela (Simultaneidade), Carlo
Carrà, 1912.
5.1 Selecione a opção que refere características da obra reproduzida na Figura 12.
(A) Valorização absoluta da cor, entendida como veículo de expressão de emoções do
artista.
(B) Acentuação da forma e da cor, sob influência do Expressionismo.
(C) Geometrização das formas e multiplicação de pontos de vista, pela sobreposição e
interseção de planos.
(D) Composição plástica dinâmica, exprimindo a captação do movimento e da velocidade.
5.2 Selecione a opção que refere características da obra reproduzida na Figura 13.
(A) Exaltação da máquina e da velocidade, produzindo «sensações dinâmicas» e efeitos de
vibração.
(B) A obra é marcada pela agressividade e pela distorção das formas, e pela autonomia da
cor, aplicada em tons fortes e puros.
(C) A obra é entendida como veículo do universo subjetivo do artista, tornando-a
expressiva, sensível e comunicativa.
(D) Integração da obra numa corrente de experimentação de novas técnicas e processos
criativos, como a colagem e a assemblagem.
FIM
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COTAÇÕES
Grupo
Item
Cotação (em pontos)
I
1.1
10
1.2
10
1.3
15
2.1
10
2.2
10
55
II
1.
10
2.
10
3.
15
4.
15
5.
10
60
III
1.
20
2.
15
3.
15
4.
15
5.1
10
5.2
10
85
TOTAL 200

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  • 1. Página 1 |12 Exame-tipo 11.º ano de escolaridade História da Cultura e das Artes © 2019, Raiz Editora EXAME-TIPO 11. O ANO DE ESCOLARIDADE História da Cultura e das Artes Duração da prova: 120 + 30 minutos GRUPO I 1. Leia o Texto A e observe as Figuras 1 e 2. Texto A «Xerxes – Ai de mim, vítima infeliz dum destino odioso, de todo imprevisível! Com que crueldade os deuses se abateram sobre a raça dos Persas! Que vai ser de mim, desgraçado? Desfaz-se a força dos meus membros à vista dos anciãos da minha cidade. Ó Zeus, porque é que o destino da morte não me sepultou juntamente com os meus guerreiros que partiram para sempre?» Ésquilo, Os Persas. Lisboa: Edições 70, 2014, p. 199. Figura 1 – Máscara de teatro grego. Figura 2 – Máscara de teatro grego. 1.1 Selecione a opção correta que se refere à peça Os Persas. (A) Trata-se de uma tragédia sobre a epopeia de Aquiles, herói das Guerras Médicas. (B) É uma peça de teatro sobre a Batalha de Salamina, sob a forma de uma comédia, ridicularizando os vencidos, os Persas, e enaltecendo os vencedores, os Gregos. (C) Trata-se de uma tragédia cujo tema é a Batalha de Salamina, apresentada na perspetiva dos vencidos, os Persas. (D) É uma tragédia inspirada na Guerra de Troia, retratando a derrota dos Persas diante dos Gregos.
  • 2. Página 2 |12 Exame-tipo 11.º ano de escolaridade História da Cultura e das Artes © 2019, Raiz Editora 1.2 Selecione a opção que indica o culto religioso que esteve na origem do teatro grego. (A) Culto à deusa Atena, praticado nas festividades das Grandes Panateneias. (B) Culto ao deus Dioniso, praticado na sua consagração durante as Dionisíacas. (C) Culto a Zeus, senhor supremo do Olimpo. (D) Culto a Apolo, deus das artes, da beleza, da harmonia e da perfeição. 1.3 Explicite três aspetos que evidenciam o caráter religioso e cívico do teatro grego. 2. Leia o Texto B e observe a Figura 3. Texto B «Muros, pilares e colunas, arcadas e abóbadas, contrafortes e sistemas de portais e de aberturas de iluminação são os elementos da construção e da sua estática que serão objeto da presente análise. Os muros românicos, longos e compactos, habitualmente com pouca animação, são elementos construtivos fundamentais não só na formação e vedação dos espaços como também na função de suporte. Na arquitetura da época, este último aspeto é uma característica essencial. São os muros que aguentam e permitem a solução das pesadas abóbadas de pedra que os templos românicos redescobrem e divulgam.» Carlos Alberto Ferreira de Almeida, «O Românico», in História da Arte em Portugal, vol. 3. Lisboa: Publicações Alfa, 1986, p. 39. Figura 3 – Igreja de S. Pedro de Rates, Póvoa de Varzim, c. 1100.
  • 3. Página 3 |12 Exame-tipo 11.º ano de escolaridade História da Cultura e das Artes © 2019, Raiz Editora 2.1 Uma das características da arquitetura românica portuguesa de caráter religioso é o seu aspeto robusto e austero, assemelhando-se a fortalezas militares. Selecione a opção que justifica essa característica nas igrejas românicas portuguesas. (A) As limitações de recursos técnicos e a escassez de materiais. (B) A influência do modelo das igrejas cluniacenses. (C) A preferência por construções sólidas e robustas. (D) A função de abrigo e proteção face aos eventuais ataques de invasores. 2.2 Selecione a alternativa que apresenta características da Igreja de S. Pedro de Rates. (A) Inscrição da igreja em zona rural, fachada assimétrica e portal com arquivoltas. (B) Inscrição da igreja em zona urbana, fachada assimétrica e portal sem arquivoltas. (C) Inscrição da igreja em zona rural, fachada simétrica e portal com arquivoltas. (D) Inscrição da igreja em zona urbana, fachada simétrica e portal com arquivoltas.
  • 4. Página 4 |12 Exame-tipo 11.º ano de escolaridade História da Cultura e das Artes © 2019, Raiz Editora GRUPO II 1. Observe a Figura 4. Figura 4 – A Morte da Virgem, tímpano do Portal Sul, Catedral de Estrasburgo, França, c. 1230. Complete o Texto C, escolhendo a opção adequada a cada espaço. Transcreva para a folha de respostas apenas as letras e os números que correspondem à opção selecionada. Texto C A Morte da Virgem é um ______(A)______ escultórico, pertencente ao período ______(B)______, representando um episódio da vida da Virgem Maria. A composição apresenta as figuras ______(C)______, submetendo-as a um tratamento plástico ______(D)______. (A) (B) (C) (D) 1. Vulto redondo 2. Baixo-relevo 3. Alto-relevo 1. Gótico 2. Maneirista 3. Românico 1. Inexpressivas 2. Humanizadas 3. Esquematizadas 1. Conceptual 2. Abstrato 3. Naturalista
  • 5. Página 5 |12 Exame-tipo 11.º ano de escolaridade História da Cultura e das Artes © 2019, Raiz Editora 2. Observe o conjunto documental seguinte. Martírio de S. Sebastião, Peter Paul Rubens, c. 1608. Homem com Enxada, Jean-François Millet, 1862. Pequena Madona Cowper, Rafael Sanzio, 1505. Associe cada obra na coluna A a uma das correntes artísticas constantes na coluna B. Escreva na folha de respostas as letras e os números correspondentes. Utiliza cada letra e cada número apenas uma vez. COLUNA A COLUNA B (A) Martírio de S. Sebastião (B) Homem com Enxada (C) Pequena Madona Cowper (1) Renascimento (2) Impressionismo (3) Barroco (4) Realismo (5) Maneirismo
  • 6. Página 6 |12 Exame-tipo 11.º ano de escolaridade História da Cultura e das Artes © 2019, Raiz Editora 3. Leia o Texto D e observe a Figura 5. Texto D «Os artistas do Renascimento aderiram firmemente à conceção pitagórica de que “tudo é número”: guiados por Platão e pelos neoplatónicos e com o suporte de uma larga cadeia de teólogos, a partir de Santo Agostinho, alimentaram a convicção de que o Universo, e toda a Criação, respondiam a uma estrutura matemática e harmónica. Se as leis dos números harmónicos regiam tudo, desde as esferas celestes até às formas mais humildes da vida terrena, então as nossas almas também deviam ser conformes a essa harmonia.» Rudolf Wittkower, Architectural Principles in the Age of Humanism (ed. castelhana). Buenos Aires: Nueva Visión, 1958, p. 34 (adaptado). Figura 5 – O Pagamento do Tributo, Masaccio, Igreja de Santa Maria del Carmine, Florença, c. 1427. Evidencie três das características da pintura renascentista italiana do século XV, recorrendo à leitura do texto e à observação da figura. 4. Leia o Texto E e observe a Figura 6. Texto E «O barroco não reconcilia a estática com a plástica, mas confere à plástica uma função simbólica. As grandes ordens barrocas evidenciam a autoridade, a estabilidade, as glórias terrestres ou celestes, etc., utilizando o conteúdo simbólico adquirido pelos elementos construtivos desde a Antiguidade. A coluna evoca a estabilidade. A forma perfeita da cúpula faz pensar na abóbada celestial e no céu místico. [...] A fachada tem uma importância considerável neste contexto. Ela já não é concebida como desenho mas sim como espaço, avança e recua, opõe nichos e saliências, curvas e contracurvas, modela-se de maneira polifónica equilibrando forças internas e externas, multiplica as comunicações, os eixos e incita ao movimento.» Hervé Loilier, Histoire de l’Art. Paris: Ellipses École Polytechnique, 1995, pp. 256-257 (adaptado).
  • 7. Página 7 |12 Exame-tipo 11.º ano de escolaridade História da Cultura e das Artes © 2019, Raiz Editora Figura 6 – Igreja de S. Carlos das Quatro Fontes, Francesco Borromini, Roma, 1634-1680. Explicite três das características da arquitetura barroca, recorrendo à leitura do texto e à observação da figura. 5. Selecione a opção que refere o ambiente científico vivido na sociedade europeia do século XVII. (A) Os novos métodos científicos não foram aceites porque rejeitavam a investigação assente no modo experimental. (B) O século XVII assistiu ao nascimento da ciência moderna, experimental e quantitativa. (C) Os cientistas foram incapazes de explicar os grandes problemas que se colocavam ao Homem no século XVII. (D) Muitas das descobertas científicas já eram conhecidas desde o Renascimento.
  • 8. Página 8 |12 Exame-tipo 11.º ano de escolaridade História da Cultura e das Artes © 2019, Raiz Editora GRUPO III 1. Leia o Texto F e observe a Figura 7. Texto F «Os filósofos da ilustração atribuíam à natureza primitiva uma importância quase sagrada, daí que na arte e na arquitetura procurassem a pureza, as qualidades do primitivo. [...] No que se refere à arquitetura, isto equivalia a dizer que a arquitetura mais pura, a mais idónea para as necessidades humanas fundamentais, fosse a que se desenvolveu nos alvores da civilização. Mas, foi então que se constatou, com esse sentido obsessivo pela observação direta inerente aos filósofos da ilustração, que se sabia muito pouco ou nada acerca da arquitetura da Antiguidade. [...] Sem dúvida, a partir dos escritos de Vitrúvio deduziu-se que a coluna, e não o muro, foi a base da estrutura arquitetónica na Antiguidade, [sendo daí que] deriva todo o sistema de proporções das ordens arquitetónicas.» Leland Roth, Entender la arquitectura. Barcelona: Ed. Gustavo Gili, 1993, p. 433 (adaptado). Figura 7 – Igreja de Santa Genoveva ou Panteão, Jacques-Germain Soufflot, Paris, c. 1755-1761. Estabeleça a relação entre o Iluminismo e a arquitetura neoclássica na segunda metade do século XVIII. Na sua resposta deve abordar os seguintes tópicos:  Os meios e os locais de difusão das ideias iluministas.  As influências clássicas presentes na estrutura arquitetónica neoclássica. Fundamente a sua resposta em quatro aspetos da obra, recorrendo ao Texto F e à Figura 7.
  • 9. Página 9 |12 Exame-tipo 11.º ano de escolaridade História da Cultura e das Artes © 2019, Raiz Editora 2. Observe a Figura 8 e responda à questão seguinte. Figura 8 – Planta para a reconstrução de Lisboa, Eugénio dos Santos, 1756. Evidencie três características do plano de reconstrução e urbanização da cidade de Lisboa após o terramoto de 1755, recorrendo à observação da Figura 8. 3. Observe as Figuras 9 e 10. Figura 9 – As Três Graças, Antonio Canova, 1814-1817. Figura 10 – Os Burgueses de Calais, Auguste Rodin, 1885-1889. Compare as obras escultóricas reproduzidas nas Figuras 9 e 10. Na sua resposta, apresente de modo fundamentado duas diferenças formais e plásticas entre as duas obras.
  • 10. Página 10 |12 Exame-tipo 11.º ano de escolaridade História da Cultura e das Artes © 2019, Raiz Editora 4. Leia o Texto G e observe a Figura 11. Texto G «A paisagem tornou-se um recurso de expressão de pensamento e sentimento pessoais, dependendo, portanto, do sujeito que a pinta. Ela perdeu a sua objetividade, a sua existência e vida reais. Os objetos não possuem uma forma plástica e material forte, nem uma superfície agitada ou vivamente colorida. Basta apenas pensar em qualquer paisagem do século XVII para que se perceba como a Natureza desapareceu enquanto organismo que respira e se tornou um símbolo de vivência mística e filosófica saturada de sentimentos.» Fritz Baumgart, Breve História da Arte. São Paulo: Martins Fontes, 1994, p. 305. Figura 11 – O Caminhante sobre um Mar de Névoa, Caspar David Friedrich, 1818. Refira três características da pintura romântica, recorrendo à leitura do texto e à observação da Figura 11.
  • 11. Página 11 |12 Exame-tipo 11.º ano de escolaridade História da Cultura e das Artes © 2019, Raiz Editora 5. Observe as Figuras 12 e 13, e responda às questões seguintes. Figura 12 – Homenagem a Picasso, Juan Gris, 1912. Figura 13 – Mulher à Janela (Simultaneidade), Carlo Carrà, 1912. 5.1 Selecione a opção que refere características da obra reproduzida na Figura 12. (A) Valorização absoluta da cor, entendida como veículo de expressão de emoções do artista. (B) Acentuação da forma e da cor, sob influência do Expressionismo. (C) Geometrização das formas e multiplicação de pontos de vista, pela sobreposição e interseção de planos. (D) Composição plástica dinâmica, exprimindo a captação do movimento e da velocidade. 5.2 Selecione a opção que refere características da obra reproduzida na Figura 13. (A) Exaltação da máquina e da velocidade, produzindo «sensações dinâmicas» e efeitos de vibração. (B) A obra é marcada pela agressividade e pela distorção das formas, e pela autonomia da cor, aplicada em tons fortes e puros. (C) A obra é entendida como veículo do universo subjetivo do artista, tornando-a expressiva, sensível e comunicativa. (D) Integração da obra numa corrente de experimentação de novas técnicas e processos criativos, como a colagem e a assemblagem. FIM
  • 12. Página 12 |12 Exame-tipo 11.º ano de escolaridade História da Cultura e das Artes © 2019, Raiz Editora COTAÇÕES Grupo Item Cotação (em pontos) I 1.1 10 1.2 10 1.3 15 2.1 10 2.2 10 55 II 1. 10 2. 10 3. 15 4. 15 5. 10 60 III 1. 20 2. 15 3. 15 4. 15 5.1 10 5.2 10 85 TOTAL 200