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IV SEMINÁRIO INTERFACES PEDAGÓGICAS:
LICENCIATURAS EM DIÁLOGO
Escola & Universidade: Utopias, Tempos e Experiências
Projeto Interdisciplinar sobre o Balneário Cassino: História, Arte e
Literatura resgatando a memória local.
Verônica Canteiro Silveira– E.M.E.F. Wanda Rocha Martins
E-mail: ve_silveira@yahoo.com.br
Lizete Azevedo – E.M.E.F. Wanda Rocha Martins
E-mail: lizeteazevedo.bol.br
Cláudia Moraes – E.M.E.F. Wanda Rocha Martins
E-mail: claudiamoraes81@gmail.com
Resumo (150 palavras)
Com a ideia de interação entre as disciplinas de Português, Artes e História, e
compreendendo a atividade interdisciplinar como troca mútua de informações entre as
mesmas, busca-se facilitar o desenvolvimento dos conteúdos, assim como o processo de
aprendizagem dos alunos.
O projeto em questão busca realizar um trabalho de pesquisa interdisciplinar entre as
áreas de História, Português e Arte, na EMEF Wanda Rocha Martins, situada no Balneário
Cassino. O projeto tem como foco, promover e incentivar os educandos a refletirem sobre o
lugar ao qual pertencem, contribuindo para a construção da identidade dos sujeitos. Trata-se
de um projeto que ainda não foi executado, mas que poderá trazer significativas contribuições
para os estudos concernentes à área da Educação.
Palavras chave: Memória, História, Identidade, literatura, interdisciplinaridade.
Visto a necessidade de fomentar o interesse e o conhecimento do aluno para com o
lugar a que pertence, assim como o processo de apropriação do mesmo, privilegiando o local
como base na construção da identidade do sujeito, o projeto pretende contribuir com
experiências de caráter cognitivo, afetivo e social.
Neste sentido, o estudo histórico desempenha um papel importante, na medida em que
contempla pesquisa e reflexão da relação construída socialmente e da relação estabelecida
entre indivíduo, grupo e o mundo social. O ensino de História poderá fazer escolha
pedagógica capaz de possibilitar ao aluno refletir sobre seus valores e suas práticas cotidianas
Rio Grande, 22, 23 e 24 de agosto de 2016. Universidade Federal do Rio Grande – FURG
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Escola & Universidade: Utopias, Tempos e Experiências ISSN:
IV SEMINÁRIO INTERFACES PEDAGÓGICAS:
LICENCIATURAS EM DIÁLOGO
Escola & Universidade: Utopias, Tempos e Experiências
e relacioná-los com a problemática histórica inerente ao seu grupo de convívio, à sua
localidade, à sua região e à sociedade nacional e mundial.
Os autores que se ocupam da História do Cotidiano, mesmo com posturas diversas em
seus fundamentos teóricos, buscam recuperar as relações mais complexas entre os diversos
grupos socais, estabelecendo conexões entre conflitos diários que se inserem em uma forma
de política contestatória e identificar as lutas de resistência a mudanças, o apego a tradições.
É importante destacar que os Parâmetros Curriculares Nacionais de História,
demonstram alternativas que favorecem a compreensão dos alunos em relação ao estudo da
memória na construção do conhecimento histórico. Entre os conceitos presentes no PCN em
relação ao ensino de História, destaca-se a importância da construção da identidade individual
e social, conceito este fundamental, já que a identidade e a memória têm uma estreita relação,
conforme os estudos de M. Pollak.
O estudo sobre a memória se universalizou no momento em que, como nunca, o
passado está distante do presente, quando as pessoas não mais identificam sua herança pela
perda dos antigos padrões de relacionamento social e a desintegração dos antigos laços entre
as gerações.
Para Gaddis (2003), “o estabelecimento da identidade requer o reconhecimento de
nossa relativa insignificância no grande esquema das coisas”. Esse seria, no seu entender, um
dos significados da maturidade nas relações humanas e mais, do próprio valor do uso da
consciência histórica.
A construção de identidades pessoais e sociais está relacionada à memória, já que
tanto no plano individual quanto no coletivo ela permite que cada geração estabeleça vínculos
com as gerações anteriores.
Os indivíduos, assim como as sociedades, procuram preservar o passado como um
guia que serve de orientação para enfrentar as incertezas do presente e do futuro.
O ensino de história local apresenta-se como um ponto de partida para a aprendizagem
histórica, pela possibilidade de trabalhar com a realidade mais próxima das relações sociais
que se estabelecem entre educador / educando / sociedade e o meio em que vivem e atuam.
Rio Grande, 22, 23 e 24 de agosto de 2016. Universidade Federal do Rio Grande – FURG
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Escola & Universidade: Utopias, Tempos e Experiências
A História Local possibilita a compreensão do entorno do aluno, identificando
passado e presente nos vários espaços de convivência. Essa temática permite que o professor
parta das histórias individuais e dos grupos, inserindo o aluno em contextos mais amplos.
A História, se concebida como processo, busca aprimorar o exercício da
problematização da vida social como ponto de partida para a investigação produtiva e criativa,
buscando identificar as relações sociais de grupos locais, regionais, nacionais e de outros
povos; perceber as diferenças e semelhanças, os conflitos, as contradições e as solidariedades,
igualdades e desigualdades existentes nas sociedades; comparar problemáticas atuais e de
outros momentos; posicionar-se de forma crítica no seu presente e buscar as relações
possíveis com o passado.
Zamboni (1993, pág.7) em artigo publicado sobre o papel da História na construção
da identidade, afirma que:
[...] o objetivo fundamental da História no ensino fundamental, é situar o
aluno no momento histórico em que vive [...]. O processo de construção da
história de vida do aluno, de suas relações sociais, situado em contextos mais
amplos, contribui para situá-lo historicamente em sua formação social, a fim
de que seu crescimento social e afetivo desenvolva-lhe o sentido de
pertencer.
Como elemento constitutivo da transposição didática do saber histórico para o saber
escolar, a História Local pode ser vista como estratégia pedagógica. Trata-se de uma forma de
abordar a aprendizagem, a construção e a compreensão do conhecimento histórico com
proposições que podem ser articuladas com os interesses do aluno, suas aproximações
cognitivas, suas experiências culturais e com a possibilidade de desenvolver atividades
diretamente vinculadas à vida cotidiana.
De acordo com Neves (1997, pág.7),
“[...] a construção do conhecimento a partir da vivência, portanto, do local e
do presente, é a melhor forma de superar a falsa dicotomia entre a produção
e a transmissão, entre pesquisa e o ensino/divulgação, enfim, entre o saber e
o fazer”.
Rio Grande, 22, 23 e 24 de agosto de 2016. Universidade Federal do Rio Grande – FURG
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Desta forma é que as disciplinas de HISTÓRIA, ARTES E PORTUGUÊS buscaraõ
através deste projeto resgatar a memória do Balneário Cassino com os alunos do 8º e 9º anos
do turno vespertino, organizando as informações da pesquisa histórica e visual e a produção
escrita na impressão de um livro.
Formulação do problema:
1. O que sabemos sobre a cultura do nosso bairro?
2. O que conhecemos da história do Balneário Cassino?
Objetivos:
1. Conhecer o processo de formação histórica do Balneário Cassino;
2. Reconhecer os prédios históricos e o ambiente natural do Cassino;
3. Ressignificar os conhecimentos e memórias familiares;
4. Valorizar o patrimônio artístico e cultural do lugar (material e imaterial);
5. Fomentar o olhar sensível ao ambiente natural, social e cultural;
6. Estimular o processo de criação artística a partir das vivências locais.
Procedimentos metodológicos:
7. Pesquisa de campo nas mediações da escola;
8. Entrevistas com moradores antigos do bairro;
9. Pesquisa ao acervo fotográfico;
10. Resgate dos costumes e tradições do bairro;
11. Criação de poesia e contos;
12. Criação da ilustração para os contos;
13. Elaboração de um livreto da produção escrita e visual dos alunos.
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL/MEC/SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais, 1997. BRASIL, Parâmetros
Curriculares Nacionais: Ensino Fundamental 1º e 2º Ciclos – História. Brasília: MEC/SEF,
1997.
BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Fundamental 3º e 4º Ciclos –
História. Brasília: MEC/SEF, 1998.
BRASIL, Lei nº 9.394/96 – Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: Ministério
da Educação, 20 dez. 1996, Artigo 22.
GADDIS, John Lewis. Paisagens da História. Como os Historiadores Mapeiam o Passado.
Rio de Janeiro: Campus, 2003.
NEVES, Joana. História Local e Construção da Identidade Social. Saeculum – Revista de
História. João Pessoa: Departamento de História da Universidade Federal da Paraíba, n. 3,
jan./dez. 1997.
ZAMBONI, Ernesta. O Ensino de História e a Construção da Identidade. História Série
Argumento. São Paulo: SEE/Cenp, 1993.
Rio Grande, 22, 23 e 24 de agosto de 2016. Universidade Federal do Rio Grande – FURG
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REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
BRASIL/MEC/SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais, 1997. BRASIL, Parâmetros
Curriculares Nacionais: Ensino Fundamental 1º e 2º Ciclos – História. Brasília: MEC/SEF,
1997.
BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Fundamental 3º e 4º Ciclos –
História. Brasília: MEC/SEF, 1998.
BRASIL, Lei nº 9.394/96 – Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: Ministério
da Educação, 20 dez. 1996, Artigo 22.
GADDIS, John Lewis. Paisagens da História. Como os Historiadores Mapeiam o Passado.
Rio de Janeiro: Campus, 2003.
NEVES, Joana. História Local e Construção da Identidade Social. Saeculum – Revista de
História. João Pessoa: Departamento de História da Universidade Federal da Paraíba, n. 3,
jan./dez. 1997.
ZAMBONI, Ernesta. O Ensino de História e a Construção da Identidade. História Série
Argumento. São Paulo: SEE/Cenp, 1993.
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Projeto Interdisciplinar sobre o Balneário Cassino: História, Arte e Literatura resgatando a memória local.

  • 1. IV SEMINÁRIO INTERFACES PEDAGÓGICAS: LICENCIATURAS EM DIÁLOGO Escola & Universidade: Utopias, Tempos e Experiências Projeto Interdisciplinar sobre o Balneário Cassino: História, Arte e Literatura resgatando a memória local. Verônica Canteiro Silveira– E.M.E.F. Wanda Rocha Martins E-mail: ve_silveira@yahoo.com.br Lizete Azevedo – E.M.E.F. Wanda Rocha Martins E-mail: lizeteazevedo.bol.br Cláudia Moraes – E.M.E.F. Wanda Rocha Martins E-mail: claudiamoraes81@gmail.com Resumo (150 palavras) Com a ideia de interação entre as disciplinas de Português, Artes e História, e compreendendo a atividade interdisciplinar como troca mútua de informações entre as mesmas, busca-se facilitar o desenvolvimento dos conteúdos, assim como o processo de aprendizagem dos alunos. O projeto em questão busca realizar um trabalho de pesquisa interdisciplinar entre as áreas de História, Português e Arte, na EMEF Wanda Rocha Martins, situada no Balneário Cassino. O projeto tem como foco, promover e incentivar os educandos a refletirem sobre o lugar ao qual pertencem, contribuindo para a construção da identidade dos sujeitos. Trata-se de um projeto que ainda não foi executado, mas que poderá trazer significativas contribuições para os estudos concernentes à área da Educação. Palavras chave: Memória, História, Identidade, literatura, interdisciplinaridade. Visto a necessidade de fomentar o interesse e o conhecimento do aluno para com o lugar a que pertence, assim como o processo de apropriação do mesmo, privilegiando o local como base na construção da identidade do sujeito, o projeto pretende contribuir com experiências de caráter cognitivo, afetivo e social. Neste sentido, o estudo histórico desempenha um papel importante, na medida em que contempla pesquisa e reflexão da relação construída socialmente e da relação estabelecida entre indivíduo, grupo e o mundo social. O ensino de História poderá fazer escolha pedagógica capaz de possibilitar ao aluno refletir sobre seus valores e suas práticas cotidianas Rio Grande, 22, 23 e 24 de agosto de 2016. Universidade Federal do Rio Grande – FURG ANAIS DO IV SEMINÁRIO INTERFACES PEDAGÓGICAS: LICENCIATURAS EM DIÁLAGO: Escola & Universidade: Utopias, Tempos e Experiências ISSN:
  • 2. IV SEMINÁRIO INTERFACES PEDAGÓGICAS: LICENCIATURAS EM DIÁLOGO Escola & Universidade: Utopias, Tempos e Experiências e relacioná-los com a problemática histórica inerente ao seu grupo de convívio, à sua localidade, à sua região e à sociedade nacional e mundial. Os autores que se ocupam da História do Cotidiano, mesmo com posturas diversas em seus fundamentos teóricos, buscam recuperar as relações mais complexas entre os diversos grupos socais, estabelecendo conexões entre conflitos diários que se inserem em uma forma de política contestatória e identificar as lutas de resistência a mudanças, o apego a tradições. É importante destacar que os Parâmetros Curriculares Nacionais de História, demonstram alternativas que favorecem a compreensão dos alunos em relação ao estudo da memória na construção do conhecimento histórico. Entre os conceitos presentes no PCN em relação ao ensino de História, destaca-se a importância da construção da identidade individual e social, conceito este fundamental, já que a identidade e a memória têm uma estreita relação, conforme os estudos de M. Pollak. O estudo sobre a memória se universalizou no momento em que, como nunca, o passado está distante do presente, quando as pessoas não mais identificam sua herança pela perda dos antigos padrões de relacionamento social e a desintegração dos antigos laços entre as gerações. Para Gaddis (2003), “o estabelecimento da identidade requer o reconhecimento de nossa relativa insignificância no grande esquema das coisas”. Esse seria, no seu entender, um dos significados da maturidade nas relações humanas e mais, do próprio valor do uso da consciência histórica. A construção de identidades pessoais e sociais está relacionada à memória, já que tanto no plano individual quanto no coletivo ela permite que cada geração estabeleça vínculos com as gerações anteriores. Os indivíduos, assim como as sociedades, procuram preservar o passado como um guia que serve de orientação para enfrentar as incertezas do presente e do futuro. O ensino de história local apresenta-se como um ponto de partida para a aprendizagem histórica, pela possibilidade de trabalhar com a realidade mais próxima das relações sociais que se estabelecem entre educador / educando / sociedade e o meio em que vivem e atuam. Rio Grande, 22, 23 e 24 de agosto de 2016. Universidade Federal do Rio Grande – FURG ANAIS DO IV SEMINÁRIO INTERFACES PEDAGÓGICAS: LICENCIATURAS EM DIÁLAGO: Escola & Universidade: Utopias, Tempos e Experiências ISSN:
  • 3. IV SEMINÁRIO INTERFACES PEDAGÓGICAS: LICENCIATURAS EM DIÁLOGO Escola & Universidade: Utopias, Tempos e Experiências A História Local possibilita a compreensão do entorno do aluno, identificando passado e presente nos vários espaços de convivência. Essa temática permite que o professor parta das histórias individuais e dos grupos, inserindo o aluno em contextos mais amplos. A História, se concebida como processo, busca aprimorar o exercício da problematização da vida social como ponto de partida para a investigação produtiva e criativa, buscando identificar as relações sociais de grupos locais, regionais, nacionais e de outros povos; perceber as diferenças e semelhanças, os conflitos, as contradições e as solidariedades, igualdades e desigualdades existentes nas sociedades; comparar problemáticas atuais e de outros momentos; posicionar-se de forma crítica no seu presente e buscar as relações possíveis com o passado. Zamboni (1993, pág.7) em artigo publicado sobre o papel da História na construção da identidade, afirma que: [...] o objetivo fundamental da História no ensino fundamental, é situar o aluno no momento histórico em que vive [...]. O processo de construção da história de vida do aluno, de suas relações sociais, situado em contextos mais amplos, contribui para situá-lo historicamente em sua formação social, a fim de que seu crescimento social e afetivo desenvolva-lhe o sentido de pertencer. Como elemento constitutivo da transposição didática do saber histórico para o saber escolar, a História Local pode ser vista como estratégia pedagógica. Trata-se de uma forma de abordar a aprendizagem, a construção e a compreensão do conhecimento histórico com proposições que podem ser articuladas com os interesses do aluno, suas aproximações cognitivas, suas experiências culturais e com a possibilidade de desenvolver atividades diretamente vinculadas à vida cotidiana. De acordo com Neves (1997, pág.7), “[...] a construção do conhecimento a partir da vivência, portanto, do local e do presente, é a melhor forma de superar a falsa dicotomia entre a produção e a transmissão, entre pesquisa e o ensino/divulgação, enfim, entre o saber e o fazer”. Rio Grande, 22, 23 e 24 de agosto de 2016. Universidade Federal do Rio Grande – FURG ANAIS DO IV SEMINÁRIO INTERFACES PEDAGÓGICAS: LICENCIATURAS EM DIÁLAGO: Escola & Universidade: Utopias, Tempos e Experiências ISSN:
  • 4. IV SEMINÁRIO INTERFACES PEDAGÓGICAS: LICENCIATURAS EM DIÁLOGO Escola & Universidade: Utopias, Tempos e Experiências Desta forma é que as disciplinas de HISTÓRIA, ARTES E PORTUGUÊS buscaraõ através deste projeto resgatar a memória do Balneário Cassino com os alunos do 8º e 9º anos do turno vespertino, organizando as informações da pesquisa histórica e visual e a produção escrita na impressão de um livro. Formulação do problema: 1. O que sabemos sobre a cultura do nosso bairro? 2. O que conhecemos da história do Balneário Cassino? Objetivos: 1. Conhecer o processo de formação histórica do Balneário Cassino; 2. Reconhecer os prédios históricos e o ambiente natural do Cassino; 3. Ressignificar os conhecimentos e memórias familiares; 4. Valorizar o patrimônio artístico e cultural do lugar (material e imaterial); 5. Fomentar o olhar sensível ao ambiente natural, social e cultural; 6. Estimular o processo de criação artística a partir das vivências locais. Procedimentos metodológicos: 7. Pesquisa de campo nas mediações da escola; 8. Entrevistas com moradores antigos do bairro; 9. Pesquisa ao acervo fotográfico; 10. Resgate dos costumes e tradições do bairro; 11. Criação de poesia e contos; 12. Criação da ilustração para os contos; 13. Elaboração de um livreto da produção escrita e visual dos alunos. Rio Grande, 22, 23 e 24 de agosto de 2016. Universidade Federal do Rio Grande – FURG ANAIS DO IV SEMINÁRIO INTERFACES PEDAGÓGICAS: LICENCIATURAS EM DIÁLAGO: Escola & Universidade: Utopias, Tempos e Experiências ISSN:
  • 5. IV SEMINÁRIO INTERFACES PEDAGÓGICAS: LICENCIATURAS EM DIÁLOGO Escola & Universidade: Utopias, Tempos e Experiências REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL/MEC/SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais, 1997. BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Fundamental 1º e 2º Ciclos – História. Brasília: MEC/SEF, 1997. BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Fundamental 3º e 4º Ciclos – História. Brasília: MEC/SEF, 1998. BRASIL, Lei nº 9.394/96 – Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: Ministério da Educação, 20 dez. 1996, Artigo 22. GADDIS, John Lewis. Paisagens da História. Como os Historiadores Mapeiam o Passado. Rio de Janeiro: Campus, 2003. NEVES, Joana. História Local e Construção da Identidade Social. Saeculum – Revista de História. João Pessoa: Departamento de História da Universidade Federal da Paraíba, n. 3, jan./dez. 1997. ZAMBONI, Ernesta. O Ensino de História e a Construção da Identidade. História Série Argumento. São Paulo: SEE/Cenp, 1993. Rio Grande, 22, 23 e 24 de agosto de 2016. Universidade Federal do Rio Grande – FURG ANAIS DO IV SEMINÁRIO INTERFACES PEDAGÓGICAS: LICENCIATURAS EM DIÁLAGO: Escola & Universidade: Utopias, Tempos e Experiências ISSN:
  • 6. IV SEMINÁRIO INTERFACES PEDAGÓGICAS: LICENCIATURAS EM DIÁLOGO Escola & Universidade: Utopias, Tempos e Experiências REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BRASIL/MEC/SEF. Parâmetros Curriculares Nacionais, 1997. BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Fundamental 1º e 2º Ciclos – História. Brasília: MEC/SEF, 1997. BRASIL, Parâmetros Curriculares Nacionais: Ensino Fundamental 3º e 4º Ciclos – História. Brasília: MEC/SEF, 1998. BRASIL, Lei nº 9.394/96 – Diretrizes e Bases da Educação Nacional. Brasília: Ministério da Educação, 20 dez. 1996, Artigo 22. GADDIS, John Lewis. Paisagens da História. Como os Historiadores Mapeiam o Passado. Rio de Janeiro: Campus, 2003. NEVES, Joana. História Local e Construção da Identidade Social. Saeculum – Revista de História. João Pessoa: Departamento de História da Universidade Federal da Paraíba, n. 3, jan./dez. 1997. ZAMBONI, Ernesta. O Ensino de História e a Construção da Identidade. História Série Argumento. São Paulo: SEE/Cenp, 1993. Rio Grande, 22, 23 e 24 de agosto de 2016. Universidade Federal do Rio Grande – FURG ANAIS DO IV SEMINÁRIO INTERFACES PEDAGÓGICAS: LICENCIATURAS EM DIÁLAGO: Escola & Universidade: Utopias, Tempos e Experiências ISSN: