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O projeto Práticas de Leitura e Escrita tem o propósito de motivar os alunos nesse processo,
contribuindo para a formação de cidadãos críticos e participativos, que adquiram
competência para opinar e expressar suas ideias, obtendo melhor interação na sociedade. O
ato de ler tem grande importância e deve ser apresentado desde a infância; a leitura
contribui na formação, no desenvolvimento de comportamentos e capacidades de perceber
e assimilar o universo da escrita, melhorando seu conhecimento e superando as dificuldades
na própria vida.
A escola preocupa-se em desenvolver um ensino de qualidade. A realização desse projeto
propõe estratégias que possam melhorar o desempenho dos alunos em áreas do
conhecimento interdisciplinares.
Solé (1998) afirma que as crianças constroem conhecimentos relevantes a respeito da
leitura e da escrita e, se tiverem oportunidade, se alguém for capaz de se situar no nível
desses conhecimentos para apresentar-lhes desafios ajustados, poderão ir construindo
outros novos.
Objetivos
Este projeto tem os seguintes focos: despertar o prazer da leitura e estimular o
conhecimento cognitivo e criativo do aluno; possibilitar a leitura e compreensão dos
diversos gêneros de textos; promover estratégias para o desenvolvimento do vocabulário da
língua escrita, favorecendo as formas ortográficas; possibilitar o acesso aos mais diversos
tipos de leitura na escola, tornando prático o exercício de alfabetização e o letramento;
mobilizar a inteligência e imaginação dos alunos através de processos lúdicos; estimular o
desejo de novas leituras e produções orais e escritas; desenvolver o hábito e a apreciação
pela leitura; proporcionar aos alunos, através da leitura, a oportunidade de ampliar seus
conhecimentos em relação a si próprios e sua vivência na sociedade, promovendo
pensamentos críticos pessoais e culturais.
Conteúdos
 Leitura silenciosa;
 Leitura oral com ritmo e entonação;
 Leitura de trava-línguas e parlendas;
 Socialização dos textos lidos;
 Identificação do uso dos sinais de pontuação na produção de sentidos;
 Produção de textos escritos expressando opiniões, sentimentos e experiências;
 Identificação dos temas dos textos;
 Narrativa de histórias;
 Exibição de vídeos educativos sobre o tema;
 Rodas de conversa;
 Produção de relato com ilustrações e exposição aos colegas.
Fundamentação teórica
A escola necessita envolver os alunos cada vez mais no universo da leitura e da escrita, de
forma diferenciada, despertando o interesse deles para participar das atividades
desenvolvidas. Isso requer muito empreendimento e compromisso daqueles que desejam
construir uma sociedade mais justa e humana. Despertar alguém para ler e escrever exige
esforço, sendo necessário que haja parcerias e compromisso sério por parte de todos os
envolvidos nos métodos educacionais. Nesse sentido, o projeto determina o compromisso
de professores, alunos e pais, com o objetivo de formar alunos na condição de cidadãos
conscientes, leitores, críticos e participativos.
A criança, em um caso e no outro, formula hipóteses e predições sobre a natureza da leitura
ou sobre a natureza da escrita, que constituem o mecanismo fundamental da sua
compreensão dos processos e relações em jogos no sistema de representação que está
adquirindo.
A leitura e a escrita são ferramentas mentais que possibilitam o desenvolvimento da criança
em todas as outras áreas do conhecimento.
Freire (2006) define leitura como o ato de perceber e atribuir significados por meio de uma
conjunção de fatores pessoais com o momento e o lugar, com as circunstâncias. Ler é
interpretar uma percepção sob as influências de determinado contexto. Esse processo leva
o indivíduo a uma compreensão particular da realidade (Freire, 2006, p. 22).
Podemos afirmar que a leitura, na perspectiva de Freire, ultrapassa os códigos linguísticos; é
necessário compreendê-los em seu real significado. O ato de ler é entender, interpretar e
comparar o que o escritor apresenta pela escrita. A prática cotidiana da leitura em sala de
aula de textos diversos, envolvendo atividades lúdicas, estimula o hábito e o prazer da
leitura e é de fundamental importância para a formação do aluno leitor, bem como para o
desenvolvimento de outras competências fundamentais.
Conforme os PCN (1997), “ao longo dos oito anos do Ensino Fundamental, espera-se que os
alunos adquiram progressivamente uma competência em relação à linguagem que lhes
possibilite resolver problemas da vida cotidiana, ter acesso aos bens culturais e alcançar a
participação plena no mundo letrado” (Brasil, 1997, p. 41).
Metodologia
As atividades do projeto foram desenvolvidas semanalmente em dias específicos na aula de
linguagem, nas turmas do 2º e do 3º anos, utilizando alguns gêneros: fábulas, contos,
crônicas, poemas etc.
As atividades tinham a seguinte sequência:
 Apresentação do projeto aos alunos na sala de aula;
 Assistência a vídeos sobre o tema;
 Seleção de livros de literatura infantil e textos;
 Realização de rodas de conversa e leitura com os alunos;
 Discussão sobre o conteúdo dos textos lido;
 Momento cívico, com a leitura de palavras, fabulas, poemas, contos, crônicas, etc.
tendo a participação dos próprios alunos com domínio da leitura, professores,
funcionários e convidados da comunidade externa;
 Leitura e releitura das diversas expressões artísticas;
 Rotina de rodízio na sala de leitura;
 Produção individual e coletiva de textos orais e escritos;
 Pesquisa no dicionário;
 Revisão dos textos escritos;
 Ilustrações de textos;
 Exposição e apresentação dos trabalhos em sala de aula;
 Escolha das apresentações para expor aos demais alunos e professores da escola;
 Socialização dos trabalhos selecionados em cada turma com a participação de todos
os membros da escola.
Avaliação
A avaliação será realizada no decorrer do desenvolvimento da aprendizagem, levando em
consideração a participação e o interesse dos alunos nas atividades propostas tanto
individuais quanto coletivas.
Considerações finais
As crianças que tinham dificuldades em aprender ficaram ainda mais prejudicadas com a
pandemia. Com o retorno das aulas híbridas, a escola deverá ter variados incentivos e é
necessário que o lúdico esteja presente.
Por fim, acredita-se que o projeto promoverá uma contribuição significativa para a
superação das dificuldades de aprendizagem apresentadas pelos alunos que não conseguem
dominar as habilidades necessárias para o domínio da leitura, escrita.
Referências
BRASIL. MEC. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais:
Língua Portuguesa. v. 2. Brasília, MEC, 1997.
FERREIRO, E; TEBEROSKY, A. Psicogênese da língua escrita. Trad. Diana Myriam
Liechtenstein, Liana Di Marco e Márcio Corso. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999.
FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 46ª ed. São
Paulo: Cortez, 2006.
SOLÉ, Isabel.Estratégias de leitura. 6ª ed. Porto Alegre: Artmed, 1998
APRESENTAÇÃO O projeto de leitura intitulado “LER É UMA AVENTURA” tem a pretensão de
contribuir para a formação de alunos leitores críticos e participativos, capazes de interagirem em sua
realidade na condição de cidadãos conscientes. Baseado num exemplo de educação integral, tal
projeto busca desenvolver a INDIVIDUALIDADE – faculdade essa de pensar e agir – sob o comando
de que a obra da verdadeira educação é preparar os educandos para que sejam pensantes e não
meros transmissores de ideias de outras pessoas. A implementação desse projeto vem favorecer
significativamente o processo ensino-aprendizagem, visto que propõe a colaboração para o estímulo
da leitura e escrita (ao responder as perguntas das fichas propostas no material) e,
consequentemente, melhorar o desempenho (rendimento) dos alunos em outras disciplinas, já que
a leitura está inserida em todo o processo de ensino e no dia a dia dos educandos. Envolver os
alunos cada vez mais no universo da leitura, de uma forma prazerosa, requer muita disposição e
compromisso por parte daqueles que desejam construir uma sociedade mais justa e humana,
enquanto aqui estamos. Estimular alguém a ler exige esforço, requer parcerias e compromisso sério
por parte de todos os envolvidos no processo educacional. Por isso, tal projeto exigirá engajamento
profundo de professores, alunos e pais. 2. JUSTIFICATIVA Infelizmente a atualidade vem afastando
cada vez mais os nossos alunos do ato de ler. Aspectos relacionados à tecnologia, ao acesso restrito
à leitura no núcleo familiar e à falta de incentivo em diversas situações ocasionam pouco interesse
pela leitura. A consequência de tudo isso é sentido na escola: vocabulário precário, erros
ortográficos, dificuldade de compreensão, poucas produções significativas dos alunos e
conhecimentos restritos aos conteúdos escolares e/ou de experiência de mundo. Ao olharmos para
algumas de nossas escolas, podemos observar que muitos de nossos alunos leem pouco ou quase
nada. Há grande queixa por parte dos professores sobre o desinteresse que os alunos expressam
quando a atividade envolve a leitura. Muitos estudantes decodificam as palavras sem a preocupação
de entender o que estão lendo. Isso reflete negativamente no baixo rendimento do aluno e,
consequentemente, na qualidade do ensino. Logo, o projeto “LER É UMA AVENTURA” justifica-se
pela intenção de proporcionar aos nossos educandos condições reais de interação com o mundo
letrado, e que esses descubram o prazer e a emoção da leitura. Além disso, a leitura é um requisito
para emancipação social, desenvolvimento do pensamento crítico e promoção da cidadania. Nesse
sentido, pensamos ser dever de nossas instituições de ensino juntamente com pais, professores e
equipe pedagógica propiciar aos nossos educandos momentos que possam despertar neles a
consciência da importância de se adquirir o hábito de ler. O aluno deve perceber que a leitura é o
instrumento chave para alcançar as competências necessárias a uma vida de qualidade, produtiva e
com realizações. Do hábito de leitura dependem outros elos no processo de educação. Sem ler, será
quase impossível pesquisar, resumir, resgatar a ideia principal do texto, analisar, criticar, julgar e
posicionar-se. Daí a nossa certeza de que o projeto “LER É UMA AVENTURA” contará com o apoio de
todos os que estão envolvidos no contexto educacional. 3. PÚBLICO –ALVO Alunos do 1º ao 5º ano
do Ensino Fundamental. 4. MATERIAL • Livros literários e informativos, de qualidade, que se
enquadrem em uma filosofia de educação cristã. • Caixa ou armário para a organização do acervo
em sala de aula. • Cartela de adesivos (anexa à apostila) que contém imagens das capas dos livros
paradidáticos da Casa Publicadora Brasileira. • Adesivos (cartela anexa à apostila) com frases e
ilustrações de estímulo à leitura para serem utilizados em outros paradidáticos. 5. OBJETIVOS 5.1
Geral Desenvolver habilidades relacionadas à leitura, interpretação e produção de texto estimulando
no educando o gosto pela leitura e escrita, ampliando o conhecimento linguístico e cultural dos
mesmos, no intuito de proporcionar aos nossos alunos uma visão crítica e contextualizada dos
assuntos adquiridos dentro e fora da sala de aula. 5.2 Específicos 1- Despertar o interesse e o gosto
pela leitura e escrita estimulando o hábito diário da leitura. 2- Ampliar o repertório dos alunos (tanto
literário como não literário) por meio da leitura diária. 3- Conhecer e identificar gêneros textuais e
literários diversos, possibilitando ao alunado a aquisição de competências leitoras. 4- Relacionar a
leitura com aspectos da realidade. 5- Possibilitar maior contato entre a criança e o livro. 6-
Desenvolver atividades interdisciplinares, dialogando com as mais diversas áreas do conhecimento.
7- Divulgar e criar campanhas para estimular a doação de livros. 8- Relacionar textos e ilustrações,
manifestando sentimentos, experiências, ideias e opiniões. Definir preferência e construir critérios
próprios para selecionar o que será lido. 9- Desenvolver o senso crítico a partir dos livros lidos e
relidos. 10- Realizar atividades baseadas na análise linguística de textos e/ou livros escolhidos com o
preenchimento das fichas propostas. 11- Melhorar a escrita e a leitura dos alunos. 6. TEMPO O
projeto deverá ser desenvolvido durante todo o ano letivo, até consumar as fichas do material “LER
É UMA AVENTURA”. 7. CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS – LER É UMA AVENTURA A leitura como
objeto de estudo nunca foi tão discutida como está sendo nos últimos anos. Freire (2006, p. 22)
define: “Leitura é, basicamente, o ato de perceber e atribuir significados através de uma conjunção
de fatores pessoais com o momento e o lugar, com as circunstâncias. Ler é interpretar uma
percepção sob as influências de um determinado contexto. Esse processo leva o indivíduo a uma
compreensão particular da realidade. ” Diante dessa afirmação, compreende-se o verdadeiro
significado de leitura e percebe-se que ler não é meramente decifrar os códigos linguísticos, mas
também compreendê-los de forma com que os mesmos formem um significante. O ato de ler é bem
mais que a definição da palavra propriamente dita, é entender, é interpretar, é debater, é comparar,
é influenciar e ser influenciado, é propagar e é sentir o que o escritor tenta, através da escrita,
demonstrar o que quer, o que sabe, o que pensa, o que imagina. O conhecimento linguístico não
acontece somente no ato de ler ou escrever. Desde cedo os pais devem desenvolver a linguagem
dos filhos através de diversas formas de comunicação possível. A escola é o espaço privilegiado para
o desenvolvimento cognitivo do educando. E, nesse espaço, privilegia-se a leitura, pois de maneira
mais abrangente ela estimula o exercício da mente; a percepção do real em suas múltiplas
significações; a consciência do eu em relação ao outro; a leitura do mundo em seus vários níveis e,
principalmente, dinamização do estudo e conhecimento da língua, da expressão verbal significativa e
consciente (AZEVEDO, 2011). “É durante os primeiros anos da vida da criança que sua mente é mais
suscetível a impressões, sejam boas ou más. Durante esses anos, faz-se decidido progresso, quer na
direção certa, quer na errada. De um lado, muita informação inútil pode ser adquirida; do outro,
conhecimento muito sólido e valioso. A força do intelecto, o saber substancial, são riquezas que o
ouro de Ofir não pode comprar. Seu preço está acima do ouro ou da prata. ” CONSELHOS AOS PAIS,
PROFESSORES E ESTUDANTES – PÁGINA 113. O ato de ler é um processo abrangente e complexo; é
um processo de compreensão, de entender o mundo a partir de uma característica particular ao
homem: sua capacidade de interação com o outro através das palavras, que por sua vez estão
sempre submetidas a um contexto. Dessa forma, a interação leitor-texto se faz presente desde o
início do desenvolvimento das ações do Projeto “LER É UMA AVENTURA” até o término do mesmo.
Nas trilhas do mesmo entendimento, Souza (1992, p.22) afirma: “Leitura é, basicamente, o ato de
perceber e atribuir significados através de uma conjunção de fatores pessoais com o momento e o
lugar, com as circunstâncias. Ler é interpretar uma percepção sob as influências de um determinado
contexto. Esse processo leva o indivíduo a uma compreensão particular da realidade. ” Aprender a
ler é um desafio a ser superado desde o momento em que o aluno começa a frequentar a escola. O
que se percebe na educação atual é que são poucos os alunos com o hábito da leitura. Ao pedir que
leiam um texto em sala de aula, são inúmeras as reclamações dos alunos. Os estudantes analisam o
tamanho do texto e quando o professor pergunta o que entenderam, alguns falam que não
entenderam nada, pois realizaram apenas uma primeira leitura e acharam que era o bastante. Há
alguns que até leem, mas não compreendem. Na concepção de Kleiman (2004, p. 151) ensinar a ler,
é criar uma atitude de expectativa prévia em relação ao conteúdo referencial do texto, isto é,
mostrar ao aluno que quanto mais ele provir o conteúdo, maior será sua compreensão; é ensinar o
aluno a se auto avaliar constantemente durante o processo para detectar quando perdeu o fio; é
ensinar a utilização de múltiplas fontes de conhecimento – linguísticas, discursivas, enciclopédias (...)
é ensinar, antes de tudo, que texto é significativo. E assim criar uma atitude. Segundo Regina
Zilberman em seu livro “Leitura em crise na escola: as alternativas do professor”, 1993, afirma que
“de acordo com o amadurecimento do leitor, verifica-se uma diferente motivação e interesse pela
leitura”. Logo, a leitura em sala de aula é de fundamental importância para a formação do
educando, uma vez que é a partir do domínio da leitura que o aluno passa a ter competência de
entender os conteúdos impostos para cada série, e foi pensando nisso que o projeto “LER É UMA
AVENTURA” preparou uma apostila para cada série do Ensino Fundamental I. PROCEDIMENTOS
METODOLÓGICOS O projeto “LER É UMA AVENTURA” pode ser desdobrado em um leque de
atividades, desde que o professor tenha boa vontade de trabalhar a leitura de maneira enfática em
sala de aula e fora dela. Daremos sugestões viáveis para que tal projeto se concretize nas escolas.
EQUIPE PEDAGÓGICA Muito importante o engajamento da equipe pedagógica com as seguintes
atividades: 1. Reunião com os professores para apresentação do projeto e explicação detalhada; 2.
Aquisição do acervo necessário para que todos os alunos se envolvam no projeto. Para cada classe
ter 10% a mais que o número de alunos; 3. Preparo de ambientes estimuladores à leitura; 4.
Estabelecimento do “Dia da Leitura” que deverá acontecer toda semana. Nesse dia, poderá ser lido e
debatido com os alunos textos de revistas, jornais, notícias, textos do livro didático de Língua
Portuguesa, trechos da Bíblia Sagrada, etc. É um exercício para as leituras que serão feitas
individualmente e estimulação para as ideias que serão colocadas nas fichas de leitura; 5. Confecção
de murais sobre o projeto; 6. Organização de oficinas de leitura; 7. Organização de uma feira literária
kids ou outro evento em que se concretize a leitura dos alunos; 8. Separação do acervo na biblioteca
da escola e organização dos livros, por série (que poderá ser até na sala de aula, em caixas
organizadoras). 9. Realizar o “Lançamento do Projeto” convidando um contador de histórias, um
autor de livro ou preparando um teatro de um bom livro na capela. 10. No final do ano, após todos
lerem os 40 livros, juntamente com a equipe pedagógica, entregar o certificado (podendo convidar
os pais para esta cerimônia) e oferecer uma comemoração (sorvetada, noite do leitor e autor, um
filme com pipocas, uma festa das letras, alugar brinquedos ou outro tipo de recreação para
premiação de todos os que participaram da gincana). Fica a critério de cada unidade escolar escolher
o desfecho do projeto. PROFESSOR O professor que estará mais próximo do aluno no decorrer do
ano letivo terá uma grande responsabilidade ao planejar atividades que estimulem a leitura e
apresentação dos livros lidos. Antes, é necessário que o material seja estudado e as estratégias para
utilização das fichas sejam organizadas. Aqui estão algumas atividades que deverão ser colocadas
em prática para estímulo das leituras: 1. Apresentar vídeos sobre a importância da leitura; 2. Ajudar
os alunos na seleção dos livros; 3. Fazer uma leitura, com boa entonação de voz, de um dos livros
utilizados pelos alunos; 4. Ler um livro infantil em voz alta, dramatizando o mais possível as vozes
das personagens, a fim de que o aluno perceba que há variações nas vozes quando se faz uma
pergunta, quando se exclama, quando há raiva, amor, inveja, etc. 5. Fazer debates sobre algumas
histórias ou informações apresentadas em alguns livros. Seria uma forma de instigar a leitura; 6.
Expor, na sala, algumas produções textuais baseadas nas leituras; 7. Preencher três a cinco fichas do
material coletivamente, até o 3º ano. Após esse período, estimular os alunos a realizarem tais
atividades individualmente. 8. Trabalhar os livros de maneira coletiva através de teatros, fantoches,
leitura oral, jogral, mímicas, recitais, feiras literárias, etc. 9. Elogiar ou comentar algumas fichas
preenchidas pelos alunos, demonstrar valorização pelo trabalho deles. 10. Elaborar uma gincana
com o objetivo de estimular o espírito de cooperação entre os alunos. Um painel (cartaz) deverá ser
colocado em sala de aula, seguindo a sequência das fichas de leitura até o número 40. Nele, o
professor colocará o nome de cada aluno para dar ritmo ao projeto e cumprir o número de fichas
por bimestre. Além de ser uma forma de o aluno se auto avaliar, servirá de reflexão e ação para o
professor diante da leitura de 40 livros paradidáticos, atingido por aluno, durante o ano letivo. 11.
Finalizar o projeto com a produção individual conforme projeto por série. ALUNO O aluno, que é o
alvo de todo o projeto, deverá ser estimulado constantemente. Ao perceber que também terá
obrigações, a leitura será levada a sério. 1. Cada aluno, do 1º ao 5º ano, deve receber uma apostila
do projeto “LER É UMA AVENTURA”, assim que lançar o projeto. Quanto mais cedo for lançado,
melhor para um bom feedback. 2. O aluno deve escolher um livro para ler durante a semana (o ideal
é que ele se agrade da capa, dê uma folheada ou se agrade do livro). Tem que ser da caixa de livros
da sala de aula ou do acervo selecionado na biblioteca. 3. Para conservar os livros emprestados, cada
aluno receberá uma pasta para levar o Projeto e o livro paradidático para casa. O professor deverá
explicar que os livros passarão por várias crianças e deverão ser bem cuidados. 4. O aluno deverá
participar da gincana que o professor lançará na partida do projeto “LER É UMA AVENTURA”. Sua
atuação será um desafio e pode ser uma forma de motivação para as leituras, o que será de grande
valia para a vida. Também será uma maneira de se auto avaliar. REFERÊNCIAS AZEVEDO, Ricardo.
Literatura infantil: origens, visões da infância e certos traços populares. Disponível
http://www.ricardoazevedo.com.br/Artigo07.htm, acesso em 15/07/2016. FREIRE, P. A importância
do ato de ler. 41ª ed, São Paulo: Cortez, 2006. FREIRE, P. A importância do ato de ler. 41ª ed, São
Paulo: Cortez, 2001. GADOTTI, M. Educação e Poder: Introdução à pedagogia do conflito. São Paulo:
Cortez, 1980. GERALDI, J. W. O texto na sala de aula: prática da leitura de textos na escola. 2 ª ed.
Cascavel: Assoeste, 1984. KLEIMAN, Ângela B. & MORAIS, Silvia E. Leitura e interdisciplinaridade:
tecendo redes nos projetos da escola. Campinas, SP: Mercado das Letras, 2004. SOARES, Magda.
Linguagem e Escola: uma perspectiva social. São Paulo, Ática, 1986. Revista Nova Escola. Ed. Abril.
Dez/2005. SOUZA, Renata Junqueira de. Narrativas Infantis: a literatura que as crianças gostam.
Bauru: USC, 1992. WHITE, Ellen G. - Educação. 6ª. ed. Tatuí-SP: Casa Publicadora Brasileira, 1996.
WHITE, Ellen G. – Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes. 7ª. ed. Tatuí-SP: Casa Publicadora
Brasileira, 1998. ZILBERMAN, Regina (org). Leitura em crise na escola: as alternativas do professor.
Porto Alegre: Mercado Aberto, 1993, p. 10.
PROJETO DE LEITURA “Livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas. Os livros
só mudam as pessoas”.(Mario Quintana) Profª Ivone Aparecida Magalhães Grupo 8 – Período
Integral 2016 1. JUSTIFICATIVA: O Colégio Metodista Piracicabano oferece atendimento em período
integral para os alunos do Nível 1 da Educação Infantil até os 5os anos do Fundamental, com o
objetivo de proporcionar um aumento qualitativo no currículo escolar. Levando em consideração a
qualidade do ensino que queremos oferecer e levando em conta a necessidade e a importância da
leitura, pensamos em um projeto que nos auxilie no estímulo a leitura, proporcionando um
diferencial no currículo escolar dos nossos alunos. Sabemos que a realidade atual vem afastando
cada vez mais nossos alunos do ato de ler. O uso de celulares, computadores, videogames, TV e
principalmente a falta de incentivo têm levado nossos alunos a perderem o interesse pela leitura e,
como consequência, aparecem dificuldades marcantes quando solicitamos que realizem uma
produção de texto ou expressem sua opinião relacionada a determinado assunto. Notamos indícios
como vocabulário precário, reduzido, informal, dificuldade de compreensão, erros ortográficos, de
concordância e outras dificuldades. Diante dessa realidade e da oportunidade que temos de
trabalhar no período integral, pensamos em implantar um projeto para resgatar o valor da leitura,
levando os alunos a vivenciarem experiências que proporcionem e solidifiquem os conhecimentos
significativos de seu processo de aprendizagem, proporcionando aos alunos momentos que possam
despertar neles o gosto e o amor aos livros e estimular o hábito de leitura. Essa atividade é
fundamental, pois é através dela que pesquisamos, retiramos a ideia principal do texto, aprendemos
a utilizar a criticidade em nossas respostas e argumentos, aprendemos a nos posicionar diante as
situações cotidianas. Acreditamos que através desse projeto, estaremos estimulando nossos alunos
e alunas a buscarem, nos livros, momentos divertidos, prazerosos e muito conhecimento através da
leitura, levando nossos alunos, compreenderem melhor o que estão aprendendo na escola, e o que
acontece
Possibilitar a vivência de
“Livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas”
(Mario Quintana). De acordo com o quadro de rotina, toda quarta-feira, vamos à Biblioteca, fazer
profe
professora sempre está enfatizando a importância da leitura visando uma maior conscientização
rtilhar o que leu e
Artes ilustrações de frases para divulgar o projeto de leitura pelas dependências da Escola,
as quartas-feiras de março, abril e maio os alunos
fantasiaram-se e sentaram-se no pátio do colégio, transformando-se em “contadores de histórias” e
Na segunda fase do projeto, os alunos estarão se preparando, conhecendo, lendo poesias para
declamá-
o grupo
sendo uma aula de leitura por semana. 6. REFERÊNCIAS: FREIRE, P. A importância do ato de ler. 41ª
ed., São Paulo: Cortez, 2001. GADOTTI, M. Educação e Poder: introdução à pedagogia do conflito.
São Paulo: Cortez, 1980. GERALDI, J. W. O texto na sala de aula: prática da leitura de textos na
escola. 2a ed., Cascavel: Assoeste, 1984.
PROJETO DE EXTENSÃO: ALFABETIZAR E LETRAR - POSSIBILIDADES E DESAFIOS Área Temática:
Educação Coordenadora da ação: Deusmaura Vieira Leão1 Autoras: Deusmaura Vieira Leão2 ,
Renata de Freitas Teixeira Andrez3 RESUMO: Neste trabalho compartilham-se alguns dados obtidos
durante a realização do projeto de extensão “Alfabetizar e Letrar: Possibilidades e Desafios” que tem
como objetivo desenvolver uma maior aprendizagem na alfabetização e no letramento de maneira
significativa e lúdica. A proposta constitui-se numa intervenção interdisciplinar, entre as áreas de
Pedagogia, Educação Física e de Fonoaudiologia, oferecendo subsídios teóricometodológicos para os
acadêmicos atuarem na prática, articulando os conhecimentos adquiridos no decorrer do curso com
o fazer pedagógico, enfocando a aquisição da leitura e escrita. O projeto propõe metodologia
voltada para sanar e/ou minimizar as dificuldades iniciais na alfabetização, apresentando um estudo
sobre a dicotomia na aprendizagem da leitura e escrita, por meio da organização dos assuntos:
planejamento de atividades significativas que envolvem a leitura e escrita; espaço e tempo
pedagógico; práticas avaliativas do processo em ensino-aprendizagem; ludicidade: jogos didáticos,
cooperativos, lúdicos e vivenciais; oralidade e escrita; produção textual; fatos fonéticos e
fonológicos; variação linguística. A análise dos dados coletados por meio de observação,
participação, regência e relatórios reflexivos dos momentos vivenciados com as crianças
participantes da proposta e reunião com a coordenação da instituição, os acadêmicos refletiram
sobre as diferentes práticas de alfabetização e de letramento. O projeto de extensão tem o intuito
de contribuir para a superação das dificuldades de leitura e escrita, interpretação e produção de
texto detectadas nas crianças assistidas pela Instituição Beneficente e, também, corroborar para o
sucesso e qualidade do processo de aprendizagem destes alunos. Palavras- Chave: Alfabetização.
Letramento. Leitura. Escrita. INTRODUÇÃO A leitura e escrita, numa sociedade letrada, são
ferramentas mentais que possibilitam o desenvolvimento da criança em todas as outras áreas do
conhecimento. Desde muito pequenas as crianças estão imersas no mundo da escrita e é
inconcebível a ideia de alfabetizá-las da mesma forma que se ensina 1Coordenadora do Projeto:
Mestre em Educação pela Universidade Federal de Goiás, Professora da Faculdade de Pedagogia da
Universidade de Rio Verde – UniRV, deusmaura@uol.com.br 2Mestre em Educação pela
Universidade Federal de Goiás, Professora da Faculdade de Pedagogia da Universidade de Rio Verde
– UniRV, deusmaura@uol.com.br 3Acadêmica do 7° Período de Pedagogia da Universidade de Rio
Verde – UniRV uma língua estrangeira; de forma descontextualizada, sem levar em consideração o
meio sócio- histórico- cultural no qual estão inseridas, tornando o processo de alfabetização num ato
mecânico e repetitivo. Isso justifica o alto índice de educando que estão cursando o Ensino
Fundamental e não conseguem obter sucesso no processo de alfabetização. Tal processo conduz a
criança, meramente, a codificação e decodificação do código linguístico, sem desenvolver as
estruturas cognitivas indispensáveis para identificar as funções sociais da leitura e escrita.
Percebem-se muitas práticas iniciais de aprendizagem baseadas apenas na junção de sílabas, na
memorização de sons, na incansável prática de fazer cópias, tornando a criança um indivíduo
receptor e passivo que não participa de forma ativa e construtiva da aprendizagem. Essa perspectiva
presente no processo de aquisição da leitura e escrita deve ser superada, por isso sugere-se, como
embasamento teórico desta proposta a psicogênese da língua escrita proposta por Emília Ferreiro e
nos fundamentos conceituais de Piaget - construtivismo, os quais contribuíram para a mudança no
contexto da alfabetização. Dessa forma, o construtivismo passa a ser visto como uma teoria
fundamental da aprendizagem em que as crianças têm papel ativo no seu aprendizado, ou seja, elas
constroem seu próprio conhecimento a partir da sua interação com a leitura e escrita, da valorização
de seus conhecimentos prévios e da importância que exerce na obtenção de seu aprendizado. O
projeto de extensão Alfabetizar e Letrar: Possibilidades e Desafios surgiu do contato estabelecido
entre a coordenação do Posto de Assistência Espírita Primavera, vinculado à Associação Beneficente
André Luís com a direção do curso de Pedagogia para realização de parceria entre a instituição e
universidade para a implementação de uma proposta de intervenção nas práticas de leitura e escrita
com crianças que não obtiveram sucesso na alfabetização, nos anos iniciais do Ensino Fundamental,
participantes do Projeto Crianças de Luz, com idades entre 08 a 14 anos e que estão regularmente
matriculadas nas redes de ensino municipal e estadual. Foram realizadas várias reuniões nas quais, a
coordenadora apresentou e discutiu sobre os desafios enfrentados pelos professores voluntários
que atuam na Associação quanto à tarefa de alfabetizar os alunos que estão em defasagem de idade
série. Conforme o diagnóstico e acompanhamento que docentes e acadêmicos realizaram com as
crianças e adolescentes, demonstravam a necessidade de diversificar e intensificar as atividades
didáticas de modo a trabalhar os diferentes níveis de aprendizagem e oferecer atendimento
individualizado aos alunos com dificuldades mais acentuadas na leitura e escrita. A partir do
resultado do diagnóstico e visando intervir positivamente nessa realidade ficou estabelecido que os
acadêmicos ministrariam aulas três vezes por semana na Associação e um dia da semana os
acadêmicos do curso de Educação Física trabalhariam atividades específicas para auxiliar os alunos
no desenvolvimento de suas potencialidades e defasagens psicomotoras na Academia Escola da
UniRV. Por isso, são planejados e executados procedimentos didáticos diversificados com os
educandos, os quais valorizam os conhecimentos prévios dos mesmos, suas experiências e o
contexto em que estão inseridos. Nesta perspectiva, a alfabetização dar-se-á por meio de uma
profunda imersão das crianças nas práticas sociais de leitura e escrita, descartando-se qualquer tipo
de atividade didática que não estiver vinculada a essas práticas. DESENVOLVIMENTO É comum
deparar com crianças que não dominam o código da língua, ou seja, não alfabetizadas ao final dos
anos iniciais do ensino fundamental nas escolas públicas do país; é uma triste realidade e retrata
uma incógnita para muitos educadores e especialistas na área da educação. As dificuldades de
leitura e escrita encontradas por esses educandos se deve ao fato de não terem construído
hipóteses significativas para que cheguem a dominar a leitura e escrita de forma convencional.
Portanto, o projeto de extensão a que se propõe busca contribuir, de forma significativa, no
processo de ensino e aprendizagem de alunos que apresentam dificuldades e/ou não dominam a
leitura e escrita, participantes do Projeto Crianças de Luz; que é um projeto sem fins lucrativos
fundado em fevereiro de 2012, no município de Rio Verde – Goiás, tem sede no Posto de Assistência
Espírita Primavera, localizado na Rua Padre Mariano, Qd 31, Lt 16, Bairro Primavera, vinculado à
Associação Beneficente André Luís e atende crianças e adolescentes com idades entre 08 a 14 anos.
A condição básica para que as crianças integrem ao projeto é que estejam regularmente
matriculadas na rede de ensino e comprovem sua frequência na escola. Um dos objetivos do Projeto
Crianças de Luz é “Desenvolver atividades voltadas ao reforço escolar, trazendo as disciplinas
escolares às atividades lúdicas”, como forma de auxiliar aquelas crianças e adolescentes que
necessitam melhorar o rendimento escolar, mas nem sempre isso acontece, uma vez que a
instituição conta apenas com o trabalho voluntário para realização dessas atividades e, muitas vezes,
não é realizado por pessoas com formação na área educacional, não têm uma frequência contínua,
nem sistematização de um trabalho pedagógico, fatores que impedem de alcançarem resultados
satisfatórios. Diante do exposto, entende-se que a superação de dificuldades de aprendizagem é
requisito para emancipação social e promoção da cidadania de crianças e jovens, pois é por meio do
conhecimento que se interpreta o mundo e vivencia experiências que proporcionam e solidificam os
conhecimentos significativos no processo de aprendizagem. Por isso, faz-se necessário a elaboração
desta proposta extensionista que visa desenvolver uma maior aprendizagem na alfabetização e no
letramento de maneira significativa e lúdica dessa clientela; além de constituir-se numa grande
oportunidade para os acadêmicos das diferentes licenciaturas em desenvolver suas habilidades
docente em uma população com características desafiadoras. As crianças e adolescentes que serão
atendidas se encontram em contexto de vulnerabilidade social, moram em um bairro localizado na
periferia da cidade onde se concentra grande parte da população de baixa renda, tem diversos tipos
de problemas sociais e econômicos, assim como a criminalidade. Desta forma, muitas crianças que
moram neste bairro e que participarão do projeto se encontram em situações de risco e são
expostas a todo tipo de violência e criminalidade, o que reflete, também, nas dificuldades de
aprendizagem apresentadas por elas. Como forma de reverter e/ou minimizar os problemas de
aprendizagem dessas crianças são pesquisadas e planejadas ações de acompanhamento pedagógico
por meio de atividades específicas, diversificadas e significativas que contemplem a leitura e escrita,
numa abordagem construtivista, aos educandos. O projeto de extensão é desenvolvido por uma
equipe de docentes, acadêmicos dos cursos de Pedagogia e Educação Física da Universidade de Rio
Verde – UniRV em parceria com a fonoaudióloga Fernanda Castelfranchi Barros e a Associação
Beneficente André Luís e atende, aproximadamente, 37 crianças que se encontram com déficit com
relação à leitura, escrita, interpretação e produção de textos, conforme levantamento realizado pela
coordenadora do projeto. A meta essencial da ação deste projeto é trabalhar com a língua,
complementando com as questões lúdicas e metodológicas do ensino. Assim, a oralidade, a escrita,
a produção textual, as realidades fonéticas e as fonológicas, a variação linguística, além da
organização pedagógica de planejamento, de espaço, de tempo e de práticas avaliativas e de jogos
didáticos, lúdicos, cooperativos e vivenciais são planejadas e executadas pelos acadêmicos sob a
orientação dos professores envolvidos, os quais utilizarão materiais pedagógicos confeccionados
pelos acadêmicos e os disponíveis na Faculdade de Pedagogia. Propõe-se operacionalizar uma
prática pedagógica que reflita coletivamente sobre a proposta pedagógica desenvolvidas no
contexto de sala de aula, sobre o planejamento das atividades educativas, sobre as estratégias e
recursos de ensino-aprendizagem e de avaliação com um enfoque ao ensinoaprendizagem e
avaliação visando garantir que os alunos aprendam a ler e escrever de acordo com perspectiva
construtivista, na qual o sujeito tem um papel ativo no processo de aprendizagem. Neste contexto
enfatiza-se que alfabetização e o letramento são práticas indissociáveis, resultantes das relações
humanas, sendo fundamentais, que perpassam todo o período escolar, presentes em toda a vida do
indivíduo e que deve permear o conceito de escrita na proposta de todas as atividades que são
desenvolvidas neste projeto. Até o presente momento não foi diagnosticado nenhuma criança e/ou
adolescente com problema de fala para serem atendidos pela fonoaudióloga. ANÁLISE E DISCUSSÃO
Pretende-se levantar dados qualitativos e quantitativos em relação aos aspectos relevantes sobre os
fatores que interferem e prejudicam na alfabetização, bem como os procedimentos didáticos
favoráveis para alfabetizar e letrar as crianças, fornecendo elementos de análise para subsidiar
futuras intervenções. A descrição das atividades e o levantamento de dados obtidos permitirão
publicações em revistas específicas, divulgação e publicações em eventos de extensão. Por meio da
escrita de relatórios reflexivos dos momentos vivenciados pelos acadêmicos possibilitam
compartilhamento dos resultados das atividades aplicadas na sala de aula: acompanhamento dos
alunos com maior dificuldade na execução das atividades; atendimento individualizado no processo
de aquisição da leitura e da escrita e o replanejamento das próximas atividades. Nesta dimensão,
analisa-se o modelo prático – reflexivo do desenvolvimento da formação profissional, buscando
referência na concepção reflexiva através do desenvolvimento de procedimentos, tais como,
pesquisas, narrativas autobiográficas, análise de casos, regência de sala, investigação – ação e
organização do ensino pela metodologia de projetos de trabalho. Será feita análise dos resultados,
focalizando a experiência como uma alternativa de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e
extensão. CONSIDERAÇÕES FINAIS O presente trabalho visa à construção e reconstrução de saberes
pedagógicos por meio do desenvolvimento de atividades que permitam a articulação teoria/prática
e a extensão universitária. O desafio desta proposta, a atuação na comunidade, é de suma
importância para os acadêmicos buscarem alternativas criativas no desenvolvimento de práticas
profissionais, constituindo em uma grande oportunidade para os acadêmicos das diferentes
licenciaturas desenvolverem suas habilidades docentes em uma população com características
desafiadoras; acredita-se, também, na contribuição significativa para a superação das dificuldades
de aprendizagem apresentadas por crianças que não conseguiram apreender as habilidades
necessárias para o domínio da leitura, escrita. O grupo de trabalho visa, em seus resultados finais,
oportunizar aos acadêmicos um olhar mais atento e cauteloso nas questões pertinentes à
alfabetização e ao letramento, dentro de uma dimensão diferenciada: alfabetização e letramento de
forma continuada do Ensino Fundamental. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: FERREIRO, E; TEBEROSKY,
A. Psicogênese da língua escrita. Trad. Diana Myriam Lichtenstein, Liana Di Marco e Márcio Corso.
Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999. FERREIRO, Emília. Alfabetização em Processo. São Paulo:
Cortez, 1996. FERREIRO, Emília. Com Todas as Letras. São Paulo: Cortez, 1999. vol. 2. LEÃO,
Deusmaura Vieira. Aquisição da Língua Escrita: efeitos de singnificantes. Goiânia: Ed. da PUC Goiás,
2011. SOARES, Magda. Alfabetização e Letramento. São Paulo: Contexto, 2008
ROJETO ALFABETIZAR EM TEMPO – 6 ANOS
Educar em três tempos: PRESENTE, PASSADO E FUTURO.
(…) Eu educo HOJE com valores que recebi ONTEM, para pessoas que são o AMANHÃ. Os valores de
ONTEM, os conheço. Os de HOJE, percebo alguns. Dos de AMANHÃ, não sei. Se só uso os de HOJE, não
educo: COMPLICO. Se só uso os de ONTEM, não educo: CONDICIONO. Se só uso os de AMANHÃ, não
educo: FAÇO EXPERIÊNCIAS à custa das crianças. SE USO OS TRÊS, SOFRO, MAS EDUCO (…)
Artur da Távola
I – INTRODUÇÃO
O ato de ler e escrever é uma prática muito exigida no cotidiano das pessoas. No entanto, nem
todos os educando obtêm êxito na leitura e na escrita em tempo hábil e isso justifica a busca de
novos caminhos na escola. Talvez, a necessidade desta busca jamais tenha sido tão urgente.
Pesquisas mostram que as habilidades cognitivas, emocionais e sociais básicas da criança e do
adolescente estão deficientes. Por isso, o projeto Alfabetizar em Tempo – 6 anos vem como
proposta de atuação no presente, preparando o futuro. Pretende-se com esta proposta oferecer
suporte material, metodológico e de formação permanente aos professores das turmas de seis
anos da rede municipal de Ensino, para garantir as competências básicas aos alunos, inclusive
a construção inicial da base alfabética, ou seja, que efetivem, sistematicamente, o processo da
codificação e decodificação, imprescindível para que os mesmos se tornem leitores e escritores,
habilidades necessárias ao seu processo de desenvolvimento integral.
II – JUSTIFICATIVA
Embasado nos resultados da pesquisa realizada pela SME – Ipatinga no ano de 2010, uma
parte significativa dos nossos alunos ainda chegam ao 2º ano sem construírem as capacidades
básicas de leitura e escrita. Buscando alternativas para alterar esses dados propõe-se o Projeto
Alfabetizar em Tempo – 6 anos, tempo hábil, para garantir o sucesso escolar dos educandos.
III- PROPOSTA
Atuação no presente, preparando o futuro; oferecer suporte material, metodológico e de
formação permanente aos professores das turmas de seis anos da Rede Municipal de Ensino;
garantir as competências básicas aos alunos, inclusive a construção inicial da base alfabética,
ou seja, que efetivem, sistematicamente, o processo da codificação e decodificação,
imprescindível para que os mesmos se tornem leitores e escritores, habilidades necessárias ao
seu processo de desenvolvimento integral.
IV – O QUE SE PRETENDE
Iniciar um trabalho sistematizado nas turmas de 6 anos, garantindo a participação de todos os
professores oportunizando troca de experiências e construção de conhecimentos.
Avaliaremos todo o processo de ensino e aprendizagem da nossa realidade, construindo,
paralelamente o nosso próprio material, para ser utilizado em 2012. Faremos esse mesmo
trabalho em 2012 com as turmas de 7 anos e em 2013 com as turmas de 8 anos.
Pretendemos que em2013 aRede Municipal de Ipatinga tenha uma estrutura pedagógica –
material e metodológica para o primeiro ciclo, garantindo aos nossos alunos o sucesso escolar
e, por conseguinte, o social.
V- OBJETIVO GERAL
Assegurar aos alunos de 6 anos o sucesso escolar, através da construção conceitual,
sistematização e aplicabilidade dos conhecimentos trabalhados, utilizando intervenções
pedagógicas, contidas em uma estrutura que respeite o desenvolvimento e as diferenças das
crianças, propiciando mais proficiência no desempenho das mesmas.
VI- OBJETIVOS ESPECÍFICOS
-Possibilitar a aquisição das habilidades e/ou competências essenciais para o desenvolvimento
integral das crianças;
-Possibilitar a aquisição das habilidades e/ou competências essenciais à construção inicial do
processo de leitura/escrita, conhecimento lógico-matemático;
-Propiciar alternativas pedagógicas de intervenção individualizada aos alunos para a construção
inicial da base alfabética;
-Oferecer formação continuada aos professores alfabetizadores;
-Sistematizar a proposta junto aos profissionais envolvidos;
–Construir, com os professores e coordenadores a estrutura pedagógica – material e
metodologia que respeite o desenvolvimento humano, as diferenças das crianças e que
garanta a ludicidade para ser utilizada no ano de 2011.
VII- PONTOS ESSENCIAIS
a) Sistematização através da agenda e registros;
b) Acompanhamento através da assessoria Ed. Infantil e Ens. Fundamental 1 com intervenção
imediata;
c) Formação através da construção do planejamento e avaliação.
VIII- INTEGRAÇÃO NO PROJETO
Através de parcerias com Biblioteca, Inclusão Digital, Educação Física, Ensino Religioso, Artes.
IX- METODOLOGIA
O processo da alfabetização engloba o desenvolvimento de um conjunto de competências que
farão fluir o ler e escrever, obedecendo a uma sequência pré-estabelecida por um currículo de
alfabetização, que direcionará o aprender a aprender (metacognição). Os educadores detêm o
conhecimento, sendo preciso usar diferentes estratégias (metodologias) para alcançar os
objetivos propostos, pois os educandos ao serem alfabetizados se diferenciam na largada no
que se refere ao tempo e espaço. Na etapa inicial da escolarização o aluno está aprendendo a
ler: a prioridade, a atenção e o esforço se concentram em quebrar, decifrar o código alfabético,
entender o que significam os sinais gráficos, e que palavras querem representar, esta é a etapa
do aprender a ler. Na segunda etapa o aluno já decodifica as palavras sem esforço e é capaz de
lê-las com fluência, ele vai ler para aprender: aprender o significado das palavras, os conceitos
transmitidos num determinado texto, descobrindo novos horizontes. Para Vygotsky (1988), o
professor possui papel ativo, sendo capaz de desafiar o aluno para que este se sinta cada vez
mais hábil ao realizar uma tarefa considerada difícil.
X- AVALIAÇÃO
Nas turmas de 6 anos a avaliação terá o mesmo objetivo previsto nos demais anos,
funcionando como um termômetro, que permite determinar se cada etapa do processo ensino –
aprendizagem é eficaz, e, se não for, que mudanças devem ser tomadas para assegurar sua
eficácia (prevenção / intervenção). As avaliações descritivas serão elaboradas pelos professores
e assessoria em encontros de planejamento e serão aplicadas simultaneamente em todas as
escolas.
XI- AÇÕES JÁ REALIZADAS
– ENCONTRO COM COORDENADORES E PROFESSORES DAS TURMAS DE 6 ANOS
O objetivo desse encontro foi apresentar o consolidado das instituições de origem dos alunos
do 1º ano e 2º ano do 1º ciclo recebidos pelas escolas da rede municipal de Ipatinga em 2010
bem como apresentar o Projeto PAT 6 anos.

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  • 1. O projeto Práticas de Leitura e Escrita tem o propósito de motivar os alunos nesse processo, contribuindo para a formação de cidadãos críticos e participativos, que adquiram competência para opinar e expressar suas ideias, obtendo melhor interação na sociedade. O ato de ler tem grande importância e deve ser apresentado desde a infância; a leitura contribui na formação, no desenvolvimento de comportamentos e capacidades de perceber e assimilar o universo da escrita, melhorando seu conhecimento e superando as dificuldades na própria vida. A escola preocupa-se em desenvolver um ensino de qualidade. A realização desse projeto propõe estratégias que possam melhorar o desempenho dos alunos em áreas do conhecimento interdisciplinares. Solé (1998) afirma que as crianças constroem conhecimentos relevantes a respeito da leitura e da escrita e, se tiverem oportunidade, se alguém for capaz de se situar no nível desses conhecimentos para apresentar-lhes desafios ajustados, poderão ir construindo outros novos. Objetivos Este projeto tem os seguintes focos: despertar o prazer da leitura e estimular o conhecimento cognitivo e criativo do aluno; possibilitar a leitura e compreensão dos diversos gêneros de textos; promover estratégias para o desenvolvimento do vocabulário da língua escrita, favorecendo as formas ortográficas; possibilitar o acesso aos mais diversos tipos de leitura na escola, tornando prático o exercício de alfabetização e o letramento; mobilizar a inteligência e imaginação dos alunos através de processos lúdicos; estimular o desejo de novas leituras e produções orais e escritas; desenvolver o hábito e a apreciação pela leitura; proporcionar aos alunos, através da leitura, a oportunidade de ampliar seus conhecimentos em relação a si próprios e sua vivência na sociedade, promovendo pensamentos críticos pessoais e culturais. Conteúdos  Leitura silenciosa;  Leitura oral com ritmo e entonação;  Leitura de trava-línguas e parlendas;  Socialização dos textos lidos;  Identificação do uso dos sinais de pontuação na produção de sentidos;  Produção de textos escritos expressando opiniões, sentimentos e experiências;  Identificação dos temas dos textos;  Narrativa de histórias;  Exibição de vídeos educativos sobre o tema;  Rodas de conversa;  Produção de relato com ilustrações e exposição aos colegas. Fundamentação teórica A escola necessita envolver os alunos cada vez mais no universo da leitura e da escrita, de forma diferenciada, despertando o interesse deles para participar das atividades desenvolvidas. Isso requer muito empreendimento e compromisso daqueles que desejam
  • 2. construir uma sociedade mais justa e humana. Despertar alguém para ler e escrever exige esforço, sendo necessário que haja parcerias e compromisso sério por parte de todos os envolvidos nos métodos educacionais. Nesse sentido, o projeto determina o compromisso de professores, alunos e pais, com o objetivo de formar alunos na condição de cidadãos conscientes, leitores, críticos e participativos. A criança, em um caso e no outro, formula hipóteses e predições sobre a natureza da leitura ou sobre a natureza da escrita, que constituem o mecanismo fundamental da sua compreensão dos processos e relações em jogos no sistema de representação que está adquirindo. A leitura e a escrita são ferramentas mentais que possibilitam o desenvolvimento da criança em todas as outras áreas do conhecimento. Freire (2006) define leitura como o ato de perceber e atribuir significados por meio de uma conjunção de fatores pessoais com o momento e o lugar, com as circunstâncias. Ler é interpretar uma percepção sob as influências de determinado contexto. Esse processo leva o indivíduo a uma compreensão particular da realidade (Freire, 2006, p. 22). Podemos afirmar que a leitura, na perspectiva de Freire, ultrapassa os códigos linguísticos; é necessário compreendê-los em seu real significado. O ato de ler é entender, interpretar e comparar o que o escritor apresenta pela escrita. A prática cotidiana da leitura em sala de aula de textos diversos, envolvendo atividades lúdicas, estimula o hábito e o prazer da leitura e é de fundamental importância para a formação do aluno leitor, bem como para o desenvolvimento de outras competências fundamentais. Conforme os PCN (1997), “ao longo dos oito anos do Ensino Fundamental, espera-se que os alunos adquiram progressivamente uma competência em relação à linguagem que lhes possibilite resolver problemas da vida cotidiana, ter acesso aos bens culturais e alcançar a participação plena no mundo letrado” (Brasil, 1997, p. 41). Metodologia As atividades do projeto foram desenvolvidas semanalmente em dias específicos na aula de linguagem, nas turmas do 2º e do 3º anos, utilizando alguns gêneros: fábulas, contos, crônicas, poemas etc. As atividades tinham a seguinte sequência:  Apresentação do projeto aos alunos na sala de aula;  Assistência a vídeos sobre o tema;  Seleção de livros de literatura infantil e textos;  Realização de rodas de conversa e leitura com os alunos;  Discussão sobre o conteúdo dos textos lido;  Momento cívico, com a leitura de palavras, fabulas, poemas, contos, crônicas, etc. tendo a participação dos próprios alunos com domínio da leitura, professores, funcionários e convidados da comunidade externa;  Leitura e releitura das diversas expressões artísticas;
  • 3.  Rotina de rodízio na sala de leitura;  Produção individual e coletiva de textos orais e escritos;  Pesquisa no dicionário;  Revisão dos textos escritos;  Ilustrações de textos;  Exposição e apresentação dos trabalhos em sala de aula;  Escolha das apresentações para expor aos demais alunos e professores da escola;  Socialização dos trabalhos selecionados em cada turma com a participação de todos os membros da escola. Avaliação A avaliação será realizada no decorrer do desenvolvimento da aprendizagem, levando em consideração a participação e o interesse dos alunos nas atividades propostas tanto individuais quanto coletivas. Considerações finais As crianças que tinham dificuldades em aprender ficaram ainda mais prejudicadas com a pandemia. Com o retorno das aulas híbridas, a escola deverá ter variados incentivos e é necessário que o lúdico esteja presente. Por fim, acredita-se que o projeto promoverá uma contribuição significativa para a superação das dificuldades de aprendizagem apresentadas pelos alunos que não conseguem dominar as habilidades necessárias para o domínio da leitura, escrita. Referências BRASIL. MEC. Secretaria de Educação Fundamental. Parâmetros Curriculares Nacionais: Língua Portuguesa. v. 2. Brasília, MEC, 1997. FERREIRO, E; TEBEROSKY, A. Psicogênese da língua escrita. Trad. Diana Myriam Liechtenstein, Liana Di Marco e Márcio Corso. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999. FREIRE, Paulo. A importância do ato de ler: em três artigos que se completam. 46ª ed. São Paulo: Cortez, 2006. SOLÉ, Isabel.Estratégias de leitura. 6ª ed. Porto Alegre: Artmed, 1998 APRESENTAÇÃO O projeto de leitura intitulado “LER É UMA AVENTURA” tem a pretensão de contribuir para a formação de alunos leitores críticos e participativos, capazes de interagirem em sua realidade na condição de cidadãos conscientes. Baseado num exemplo de educação integral, tal projeto busca desenvolver a INDIVIDUALIDADE – faculdade essa de pensar e agir – sob o comando de que a obra da verdadeira educação é preparar os educandos para que sejam pensantes e não meros transmissores de ideias de outras pessoas. A implementação desse projeto vem favorecer significativamente o processo ensino-aprendizagem, visto que propõe a colaboração para o estímulo da leitura e escrita (ao responder as perguntas das fichas propostas no material) e, consequentemente, melhorar o desempenho (rendimento) dos alunos em outras disciplinas, já que a leitura está inserida em todo o processo de ensino e no dia a dia dos educandos. Envolver os alunos cada vez mais no universo da leitura, de uma forma prazerosa, requer muita disposição e
  • 4. compromisso por parte daqueles que desejam construir uma sociedade mais justa e humana, enquanto aqui estamos. Estimular alguém a ler exige esforço, requer parcerias e compromisso sério por parte de todos os envolvidos no processo educacional. Por isso, tal projeto exigirá engajamento profundo de professores, alunos e pais. 2. JUSTIFICATIVA Infelizmente a atualidade vem afastando cada vez mais os nossos alunos do ato de ler. Aspectos relacionados à tecnologia, ao acesso restrito à leitura no núcleo familiar e à falta de incentivo em diversas situações ocasionam pouco interesse pela leitura. A consequência de tudo isso é sentido na escola: vocabulário precário, erros ortográficos, dificuldade de compreensão, poucas produções significativas dos alunos e conhecimentos restritos aos conteúdos escolares e/ou de experiência de mundo. Ao olharmos para algumas de nossas escolas, podemos observar que muitos de nossos alunos leem pouco ou quase nada. Há grande queixa por parte dos professores sobre o desinteresse que os alunos expressam quando a atividade envolve a leitura. Muitos estudantes decodificam as palavras sem a preocupação de entender o que estão lendo. Isso reflete negativamente no baixo rendimento do aluno e, consequentemente, na qualidade do ensino. Logo, o projeto “LER É UMA AVENTURA” justifica-se pela intenção de proporcionar aos nossos educandos condições reais de interação com o mundo letrado, e que esses descubram o prazer e a emoção da leitura. Além disso, a leitura é um requisito para emancipação social, desenvolvimento do pensamento crítico e promoção da cidadania. Nesse sentido, pensamos ser dever de nossas instituições de ensino juntamente com pais, professores e equipe pedagógica propiciar aos nossos educandos momentos que possam despertar neles a consciência da importância de se adquirir o hábito de ler. O aluno deve perceber que a leitura é o instrumento chave para alcançar as competências necessárias a uma vida de qualidade, produtiva e com realizações. Do hábito de leitura dependem outros elos no processo de educação. Sem ler, será quase impossível pesquisar, resumir, resgatar a ideia principal do texto, analisar, criticar, julgar e posicionar-se. Daí a nossa certeza de que o projeto “LER É UMA AVENTURA” contará com o apoio de todos os que estão envolvidos no contexto educacional. 3. PÚBLICO –ALVO Alunos do 1º ao 5º ano do Ensino Fundamental. 4. MATERIAL • Livros literários e informativos, de qualidade, que se enquadrem em uma filosofia de educação cristã. • Caixa ou armário para a organização do acervo em sala de aula. • Cartela de adesivos (anexa à apostila) que contém imagens das capas dos livros paradidáticos da Casa Publicadora Brasileira. • Adesivos (cartela anexa à apostila) com frases e ilustrações de estímulo à leitura para serem utilizados em outros paradidáticos. 5. OBJETIVOS 5.1 Geral Desenvolver habilidades relacionadas à leitura, interpretação e produção de texto estimulando no educando o gosto pela leitura e escrita, ampliando o conhecimento linguístico e cultural dos mesmos, no intuito de proporcionar aos nossos alunos uma visão crítica e contextualizada dos assuntos adquiridos dentro e fora da sala de aula. 5.2 Específicos 1- Despertar o interesse e o gosto pela leitura e escrita estimulando o hábito diário da leitura. 2- Ampliar o repertório dos alunos (tanto literário como não literário) por meio da leitura diária. 3- Conhecer e identificar gêneros textuais e literários diversos, possibilitando ao alunado a aquisição de competências leitoras. 4- Relacionar a leitura com aspectos da realidade. 5- Possibilitar maior contato entre a criança e o livro. 6- Desenvolver atividades interdisciplinares, dialogando com as mais diversas áreas do conhecimento. 7- Divulgar e criar campanhas para estimular a doação de livros. 8- Relacionar textos e ilustrações, manifestando sentimentos, experiências, ideias e opiniões. Definir preferência e construir critérios próprios para selecionar o que será lido. 9- Desenvolver o senso crítico a partir dos livros lidos e relidos. 10- Realizar atividades baseadas na análise linguística de textos e/ou livros escolhidos com o preenchimento das fichas propostas. 11- Melhorar a escrita e a leitura dos alunos. 6. TEMPO O projeto deverá ser desenvolvido durante todo o ano letivo, até consumar as fichas do material “LER É UMA AVENTURA”. 7. CONSIDERAÇÕES METODOLÓGICAS – LER É UMA AVENTURA A leitura como objeto de estudo nunca foi tão discutida como está sendo nos últimos anos. Freire (2006, p. 22) define: “Leitura é, basicamente, o ato de perceber e atribuir significados através de uma conjunção
  • 5. de fatores pessoais com o momento e o lugar, com as circunstâncias. Ler é interpretar uma percepção sob as influências de um determinado contexto. Esse processo leva o indivíduo a uma compreensão particular da realidade. ” Diante dessa afirmação, compreende-se o verdadeiro significado de leitura e percebe-se que ler não é meramente decifrar os códigos linguísticos, mas também compreendê-los de forma com que os mesmos formem um significante. O ato de ler é bem mais que a definição da palavra propriamente dita, é entender, é interpretar, é debater, é comparar, é influenciar e ser influenciado, é propagar e é sentir o que o escritor tenta, através da escrita, demonstrar o que quer, o que sabe, o que pensa, o que imagina. O conhecimento linguístico não acontece somente no ato de ler ou escrever. Desde cedo os pais devem desenvolver a linguagem dos filhos através de diversas formas de comunicação possível. A escola é o espaço privilegiado para o desenvolvimento cognitivo do educando. E, nesse espaço, privilegia-se a leitura, pois de maneira mais abrangente ela estimula o exercício da mente; a percepção do real em suas múltiplas significações; a consciência do eu em relação ao outro; a leitura do mundo em seus vários níveis e, principalmente, dinamização do estudo e conhecimento da língua, da expressão verbal significativa e consciente (AZEVEDO, 2011). “É durante os primeiros anos da vida da criança que sua mente é mais suscetível a impressões, sejam boas ou más. Durante esses anos, faz-se decidido progresso, quer na direção certa, quer na errada. De um lado, muita informação inútil pode ser adquirida; do outro, conhecimento muito sólido e valioso. A força do intelecto, o saber substancial, são riquezas que o ouro de Ofir não pode comprar. Seu preço está acima do ouro ou da prata. ” CONSELHOS AOS PAIS, PROFESSORES E ESTUDANTES – PÁGINA 113. O ato de ler é um processo abrangente e complexo; é um processo de compreensão, de entender o mundo a partir de uma característica particular ao homem: sua capacidade de interação com o outro através das palavras, que por sua vez estão sempre submetidas a um contexto. Dessa forma, a interação leitor-texto se faz presente desde o início do desenvolvimento das ações do Projeto “LER É UMA AVENTURA” até o término do mesmo. Nas trilhas do mesmo entendimento, Souza (1992, p.22) afirma: “Leitura é, basicamente, o ato de perceber e atribuir significados através de uma conjunção de fatores pessoais com o momento e o lugar, com as circunstâncias. Ler é interpretar uma percepção sob as influências de um determinado contexto. Esse processo leva o indivíduo a uma compreensão particular da realidade. ” Aprender a ler é um desafio a ser superado desde o momento em que o aluno começa a frequentar a escola. O que se percebe na educação atual é que são poucos os alunos com o hábito da leitura. Ao pedir que leiam um texto em sala de aula, são inúmeras as reclamações dos alunos. Os estudantes analisam o tamanho do texto e quando o professor pergunta o que entenderam, alguns falam que não entenderam nada, pois realizaram apenas uma primeira leitura e acharam que era o bastante. Há alguns que até leem, mas não compreendem. Na concepção de Kleiman (2004, p. 151) ensinar a ler, é criar uma atitude de expectativa prévia em relação ao conteúdo referencial do texto, isto é, mostrar ao aluno que quanto mais ele provir o conteúdo, maior será sua compreensão; é ensinar o aluno a se auto avaliar constantemente durante o processo para detectar quando perdeu o fio; é ensinar a utilização de múltiplas fontes de conhecimento – linguísticas, discursivas, enciclopédias (...) é ensinar, antes de tudo, que texto é significativo. E assim criar uma atitude. Segundo Regina Zilberman em seu livro “Leitura em crise na escola: as alternativas do professor”, 1993, afirma que “de acordo com o amadurecimento do leitor, verifica-se uma diferente motivação e interesse pela leitura”. Logo, a leitura em sala de aula é de fundamental importância para a formação do educando, uma vez que é a partir do domínio da leitura que o aluno passa a ter competência de entender os conteúdos impostos para cada série, e foi pensando nisso que o projeto “LER É UMA AVENTURA” preparou uma apostila para cada série do Ensino Fundamental I. PROCEDIMENTOS METODOLÓGICOS O projeto “LER É UMA AVENTURA” pode ser desdobrado em um leque de atividades, desde que o professor tenha boa vontade de trabalhar a leitura de maneira enfática em sala de aula e fora dela. Daremos sugestões viáveis para que tal projeto se concretize nas escolas.
  • 6. EQUIPE PEDAGÓGICA Muito importante o engajamento da equipe pedagógica com as seguintes atividades: 1. Reunião com os professores para apresentação do projeto e explicação detalhada; 2. Aquisição do acervo necessário para que todos os alunos se envolvam no projeto. Para cada classe ter 10% a mais que o número de alunos; 3. Preparo de ambientes estimuladores à leitura; 4. Estabelecimento do “Dia da Leitura” que deverá acontecer toda semana. Nesse dia, poderá ser lido e debatido com os alunos textos de revistas, jornais, notícias, textos do livro didático de Língua Portuguesa, trechos da Bíblia Sagrada, etc. É um exercício para as leituras que serão feitas individualmente e estimulação para as ideias que serão colocadas nas fichas de leitura; 5. Confecção de murais sobre o projeto; 6. Organização de oficinas de leitura; 7. Organização de uma feira literária kids ou outro evento em que se concretize a leitura dos alunos; 8. Separação do acervo na biblioteca da escola e organização dos livros, por série (que poderá ser até na sala de aula, em caixas organizadoras). 9. Realizar o “Lançamento do Projeto” convidando um contador de histórias, um autor de livro ou preparando um teatro de um bom livro na capela. 10. No final do ano, após todos lerem os 40 livros, juntamente com a equipe pedagógica, entregar o certificado (podendo convidar os pais para esta cerimônia) e oferecer uma comemoração (sorvetada, noite do leitor e autor, um filme com pipocas, uma festa das letras, alugar brinquedos ou outro tipo de recreação para premiação de todos os que participaram da gincana). Fica a critério de cada unidade escolar escolher o desfecho do projeto. PROFESSOR O professor que estará mais próximo do aluno no decorrer do ano letivo terá uma grande responsabilidade ao planejar atividades que estimulem a leitura e apresentação dos livros lidos. Antes, é necessário que o material seja estudado e as estratégias para utilização das fichas sejam organizadas. Aqui estão algumas atividades que deverão ser colocadas em prática para estímulo das leituras: 1. Apresentar vídeos sobre a importância da leitura; 2. Ajudar os alunos na seleção dos livros; 3. Fazer uma leitura, com boa entonação de voz, de um dos livros utilizados pelos alunos; 4. Ler um livro infantil em voz alta, dramatizando o mais possível as vozes das personagens, a fim de que o aluno perceba que há variações nas vozes quando se faz uma pergunta, quando se exclama, quando há raiva, amor, inveja, etc. 5. Fazer debates sobre algumas histórias ou informações apresentadas em alguns livros. Seria uma forma de instigar a leitura; 6. Expor, na sala, algumas produções textuais baseadas nas leituras; 7. Preencher três a cinco fichas do material coletivamente, até o 3º ano. Após esse período, estimular os alunos a realizarem tais atividades individualmente. 8. Trabalhar os livros de maneira coletiva através de teatros, fantoches, leitura oral, jogral, mímicas, recitais, feiras literárias, etc. 9. Elogiar ou comentar algumas fichas preenchidas pelos alunos, demonstrar valorização pelo trabalho deles. 10. Elaborar uma gincana com o objetivo de estimular o espírito de cooperação entre os alunos. Um painel (cartaz) deverá ser colocado em sala de aula, seguindo a sequência das fichas de leitura até o número 40. Nele, o professor colocará o nome de cada aluno para dar ritmo ao projeto e cumprir o número de fichas por bimestre. Além de ser uma forma de o aluno se auto avaliar, servirá de reflexão e ação para o professor diante da leitura de 40 livros paradidáticos, atingido por aluno, durante o ano letivo. 11. Finalizar o projeto com a produção individual conforme projeto por série. ALUNO O aluno, que é o alvo de todo o projeto, deverá ser estimulado constantemente. Ao perceber que também terá obrigações, a leitura será levada a sério. 1. Cada aluno, do 1º ao 5º ano, deve receber uma apostila do projeto “LER É UMA AVENTURA”, assim que lançar o projeto. Quanto mais cedo for lançado, melhor para um bom feedback. 2. O aluno deve escolher um livro para ler durante a semana (o ideal é que ele se agrade da capa, dê uma folheada ou se agrade do livro). Tem que ser da caixa de livros da sala de aula ou do acervo selecionado na biblioteca. 3. Para conservar os livros emprestados, cada aluno receberá uma pasta para levar o Projeto e o livro paradidático para casa. O professor deverá explicar que os livros passarão por várias crianças e deverão ser bem cuidados. 4. O aluno deverá participar da gincana que o professor lançará na partida do projeto “LER É UMA AVENTURA”. Sua atuação será um desafio e pode ser uma forma de motivação para as leituras, o que será de grande
  • 7. valia para a vida. Também será uma maneira de se auto avaliar. REFERÊNCIAS AZEVEDO, Ricardo. Literatura infantil: origens, visões da infância e certos traços populares. Disponível http://www.ricardoazevedo.com.br/Artigo07.htm, acesso em 15/07/2016. FREIRE, P. A importância do ato de ler. 41ª ed, São Paulo: Cortez, 2006. FREIRE, P. A importância do ato de ler. 41ª ed, São Paulo: Cortez, 2001. GADOTTI, M. Educação e Poder: Introdução à pedagogia do conflito. São Paulo: Cortez, 1980. GERALDI, J. W. O texto na sala de aula: prática da leitura de textos na escola. 2 ª ed. Cascavel: Assoeste, 1984. KLEIMAN, Ângela B. & MORAIS, Silvia E. Leitura e interdisciplinaridade: tecendo redes nos projetos da escola. Campinas, SP: Mercado das Letras, 2004. SOARES, Magda. Linguagem e Escola: uma perspectiva social. São Paulo, Ática, 1986. Revista Nova Escola. Ed. Abril. Dez/2005. SOUZA, Renata Junqueira de. Narrativas Infantis: a literatura que as crianças gostam. Bauru: USC, 1992. WHITE, Ellen G. - Educação. 6ª. ed. Tatuí-SP: Casa Publicadora Brasileira, 1996. WHITE, Ellen G. – Conselhos aos Pais, Professores e Estudantes. 7ª. ed. Tatuí-SP: Casa Publicadora Brasileira, 1998. ZILBERMAN, Regina (org). Leitura em crise na escola: as alternativas do professor. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1993, p. 10. PROJETO DE LEITURA “Livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas”.(Mario Quintana) Profª Ivone Aparecida Magalhães Grupo 8 – Período Integral 2016 1. JUSTIFICATIVA: O Colégio Metodista Piracicabano oferece atendimento em período integral para os alunos do Nível 1 da Educação Infantil até os 5os anos do Fundamental, com o objetivo de proporcionar um aumento qualitativo no currículo escolar. Levando em consideração a qualidade do ensino que queremos oferecer e levando em conta a necessidade e a importância da leitura, pensamos em um projeto que nos auxilie no estímulo a leitura, proporcionando um diferencial no currículo escolar dos nossos alunos. Sabemos que a realidade atual vem afastando cada vez mais nossos alunos do ato de ler. O uso de celulares, computadores, videogames, TV e principalmente a falta de incentivo têm levado nossos alunos a perderem o interesse pela leitura e, como consequência, aparecem dificuldades marcantes quando solicitamos que realizem uma produção de texto ou expressem sua opinião relacionada a determinado assunto. Notamos indícios como vocabulário precário, reduzido, informal, dificuldade de compreensão, erros ortográficos, de concordância e outras dificuldades. Diante dessa realidade e da oportunidade que temos de trabalhar no período integral, pensamos em implantar um projeto para resgatar o valor da leitura, levando os alunos a vivenciarem experiências que proporcionem e solidifiquem os conhecimentos significativos de seu processo de aprendizagem, proporcionando aos alunos momentos que possam despertar neles o gosto e o amor aos livros e estimular o hábito de leitura. Essa atividade é fundamental, pois é através dela que pesquisamos, retiramos a ideia principal do texto, aprendemos a utilizar a criticidade em nossas respostas e argumentos, aprendemos a nos posicionar diante as situações cotidianas. Acreditamos que através desse projeto, estaremos estimulando nossos alunos e alunas a buscarem, nos livros, momentos divertidos, prazerosos e muito conhecimento através da leitura, levando nossos alunos, compreenderem melhor o que estão aprendendo na escola, e o que acontece Possibilitar a vivência de “Livros não mudam o mundo, quem muda o mundo são as pessoas. Os livros só mudam as pessoas” (Mario Quintana). De acordo com o quadro de rotina, toda quarta-feira, vamos à Biblioteca, fazer profe
  • 8. professora sempre está enfatizando a importância da leitura visando uma maior conscientização rtilhar o que leu e Artes ilustrações de frases para divulgar o projeto de leitura pelas dependências da Escola, as quartas-feiras de março, abril e maio os alunos fantasiaram-se e sentaram-se no pátio do colégio, transformando-se em “contadores de histórias” e Na segunda fase do projeto, os alunos estarão se preparando, conhecendo, lendo poesias para declamá- o grupo sendo uma aula de leitura por semana. 6. REFERÊNCIAS: FREIRE, P. A importância do ato de ler. 41ª ed., São Paulo: Cortez, 2001. GADOTTI, M. Educação e Poder: introdução à pedagogia do conflito. São Paulo: Cortez, 1980. GERALDI, J. W. O texto na sala de aula: prática da leitura de textos na escola. 2a ed., Cascavel: Assoeste, 1984. PROJETO DE EXTENSÃO: ALFABETIZAR E LETRAR - POSSIBILIDADES E DESAFIOS Área Temática: Educação Coordenadora da ação: Deusmaura Vieira Leão1 Autoras: Deusmaura Vieira Leão2 , Renata de Freitas Teixeira Andrez3 RESUMO: Neste trabalho compartilham-se alguns dados obtidos durante a realização do projeto de extensão “Alfabetizar e Letrar: Possibilidades e Desafios” que tem como objetivo desenvolver uma maior aprendizagem na alfabetização e no letramento de maneira significativa e lúdica. A proposta constitui-se numa intervenção interdisciplinar, entre as áreas de Pedagogia, Educação Física e de Fonoaudiologia, oferecendo subsídios teóricometodológicos para os acadêmicos atuarem na prática, articulando os conhecimentos adquiridos no decorrer do curso com o fazer pedagógico, enfocando a aquisição da leitura e escrita. O projeto propõe metodologia voltada para sanar e/ou minimizar as dificuldades iniciais na alfabetização, apresentando um estudo sobre a dicotomia na aprendizagem da leitura e escrita, por meio da organização dos assuntos: planejamento de atividades significativas que envolvem a leitura e escrita; espaço e tempo pedagógico; práticas avaliativas do processo em ensino-aprendizagem; ludicidade: jogos didáticos, cooperativos, lúdicos e vivenciais; oralidade e escrita; produção textual; fatos fonéticos e fonológicos; variação linguística. A análise dos dados coletados por meio de observação, participação, regência e relatórios reflexivos dos momentos vivenciados com as crianças participantes da proposta e reunião com a coordenação da instituição, os acadêmicos refletiram sobre as diferentes práticas de alfabetização e de letramento. O projeto de extensão tem o intuito de contribuir para a superação das dificuldades de leitura e escrita, interpretação e produção de texto detectadas nas crianças assistidas pela Instituição Beneficente e, também, corroborar para o sucesso e qualidade do processo de aprendizagem destes alunos. Palavras- Chave: Alfabetização. Letramento. Leitura. Escrita. INTRODUÇÃO A leitura e escrita, numa sociedade letrada, são ferramentas mentais que possibilitam o desenvolvimento da criança em todas as outras áreas do conhecimento. Desde muito pequenas as crianças estão imersas no mundo da escrita e é inconcebível a ideia de alfabetizá-las da mesma forma que se ensina 1Coordenadora do Projeto: Mestre em Educação pela Universidade Federal de Goiás, Professora da Faculdade de Pedagogia da Universidade de Rio Verde – UniRV, deusmaura@uol.com.br 2Mestre em Educação pela Universidade Federal de Goiás, Professora da Faculdade de Pedagogia da Universidade de Rio Verde – UniRV, deusmaura@uol.com.br 3Acadêmica do 7° Período de Pedagogia da Universidade de Rio Verde – UniRV uma língua estrangeira; de forma descontextualizada, sem levar em consideração o meio sócio- histórico- cultural no qual estão inseridas, tornando o processo de alfabetização num ato
  • 9. mecânico e repetitivo. Isso justifica o alto índice de educando que estão cursando o Ensino Fundamental e não conseguem obter sucesso no processo de alfabetização. Tal processo conduz a criança, meramente, a codificação e decodificação do código linguístico, sem desenvolver as estruturas cognitivas indispensáveis para identificar as funções sociais da leitura e escrita. Percebem-se muitas práticas iniciais de aprendizagem baseadas apenas na junção de sílabas, na memorização de sons, na incansável prática de fazer cópias, tornando a criança um indivíduo receptor e passivo que não participa de forma ativa e construtiva da aprendizagem. Essa perspectiva presente no processo de aquisição da leitura e escrita deve ser superada, por isso sugere-se, como embasamento teórico desta proposta a psicogênese da língua escrita proposta por Emília Ferreiro e nos fundamentos conceituais de Piaget - construtivismo, os quais contribuíram para a mudança no contexto da alfabetização. Dessa forma, o construtivismo passa a ser visto como uma teoria fundamental da aprendizagem em que as crianças têm papel ativo no seu aprendizado, ou seja, elas constroem seu próprio conhecimento a partir da sua interação com a leitura e escrita, da valorização de seus conhecimentos prévios e da importância que exerce na obtenção de seu aprendizado. O projeto de extensão Alfabetizar e Letrar: Possibilidades e Desafios surgiu do contato estabelecido entre a coordenação do Posto de Assistência Espírita Primavera, vinculado à Associação Beneficente André Luís com a direção do curso de Pedagogia para realização de parceria entre a instituição e universidade para a implementação de uma proposta de intervenção nas práticas de leitura e escrita com crianças que não obtiveram sucesso na alfabetização, nos anos iniciais do Ensino Fundamental, participantes do Projeto Crianças de Luz, com idades entre 08 a 14 anos e que estão regularmente matriculadas nas redes de ensino municipal e estadual. Foram realizadas várias reuniões nas quais, a coordenadora apresentou e discutiu sobre os desafios enfrentados pelos professores voluntários que atuam na Associação quanto à tarefa de alfabetizar os alunos que estão em defasagem de idade série. Conforme o diagnóstico e acompanhamento que docentes e acadêmicos realizaram com as crianças e adolescentes, demonstravam a necessidade de diversificar e intensificar as atividades didáticas de modo a trabalhar os diferentes níveis de aprendizagem e oferecer atendimento individualizado aos alunos com dificuldades mais acentuadas na leitura e escrita. A partir do resultado do diagnóstico e visando intervir positivamente nessa realidade ficou estabelecido que os acadêmicos ministrariam aulas três vezes por semana na Associação e um dia da semana os acadêmicos do curso de Educação Física trabalhariam atividades específicas para auxiliar os alunos no desenvolvimento de suas potencialidades e defasagens psicomotoras na Academia Escola da UniRV. Por isso, são planejados e executados procedimentos didáticos diversificados com os educandos, os quais valorizam os conhecimentos prévios dos mesmos, suas experiências e o contexto em que estão inseridos. Nesta perspectiva, a alfabetização dar-se-á por meio de uma profunda imersão das crianças nas práticas sociais de leitura e escrita, descartando-se qualquer tipo de atividade didática que não estiver vinculada a essas práticas. DESENVOLVIMENTO É comum deparar com crianças que não dominam o código da língua, ou seja, não alfabetizadas ao final dos anos iniciais do ensino fundamental nas escolas públicas do país; é uma triste realidade e retrata uma incógnita para muitos educadores e especialistas na área da educação. As dificuldades de leitura e escrita encontradas por esses educandos se deve ao fato de não terem construído hipóteses significativas para que cheguem a dominar a leitura e escrita de forma convencional. Portanto, o projeto de extensão a que se propõe busca contribuir, de forma significativa, no processo de ensino e aprendizagem de alunos que apresentam dificuldades e/ou não dominam a leitura e escrita, participantes do Projeto Crianças de Luz; que é um projeto sem fins lucrativos fundado em fevereiro de 2012, no município de Rio Verde – Goiás, tem sede no Posto de Assistência Espírita Primavera, localizado na Rua Padre Mariano, Qd 31, Lt 16, Bairro Primavera, vinculado à Associação Beneficente André Luís e atende crianças e adolescentes com idades entre 08 a 14 anos. A condição básica para que as crianças integrem ao projeto é que estejam regularmente
  • 10. matriculadas na rede de ensino e comprovem sua frequência na escola. Um dos objetivos do Projeto Crianças de Luz é “Desenvolver atividades voltadas ao reforço escolar, trazendo as disciplinas escolares às atividades lúdicas”, como forma de auxiliar aquelas crianças e adolescentes que necessitam melhorar o rendimento escolar, mas nem sempre isso acontece, uma vez que a instituição conta apenas com o trabalho voluntário para realização dessas atividades e, muitas vezes, não é realizado por pessoas com formação na área educacional, não têm uma frequência contínua, nem sistematização de um trabalho pedagógico, fatores que impedem de alcançarem resultados satisfatórios. Diante do exposto, entende-se que a superação de dificuldades de aprendizagem é requisito para emancipação social e promoção da cidadania de crianças e jovens, pois é por meio do conhecimento que se interpreta o mundo e vivencia experiências que proporcionam e solidificam os conhecimentos significativos no processo de aprendizagem. Por isso, faz-se necessário a elaboração desta proposta extensionista que visa desenvolver uma maior aprendizagem na alfabetização e no letramento de maneira significativa e lúdica dessa clientela; além de constituir-se numa grande oportunidade para os acadêmicos das diferentes licenciaturas em desenvolver suas habilidades docente em uma população com características desafiadoras. As crianças e adolescentes que serão atendidas se encontram em contexto de vulnerabilidade social, moram em um bairro localizado na periferia da cidade onde se concentra grande parte da população de baixa renda, tem diversos tipos de problemas sociais e econômicos, assim como a criminalidade. Desta forma, muitas crianças que moram neste bairro e que participarão do projeto se encontram em situações de risco e são expostas a todo tipo de violência e criminalidade, o que reflete, também, nas dificuldades de aprendizagem apresentadas por elas. Como forma de reverter e/ou minimizar os problemas de aprendizagem dessas crianças são pesquisadas e planejadas ações de acompanhamento pedagógico por meio de atividades específicas, diversificadas e significativas que contemplem a leitura e escrita, numa abordagem construtivista, aos educandos. O projeto de extensão é desenvolvido por uma equipe de docentes, acadêmicos dos cursos de Pedagogia e Educação Física da Universidade de Rio Verde – UniRV em parceria com a fonoaudióloga Fernanda Castelfranchi Barros e a Associação Beneficente André Luís e atende, aproximadamente, 37 crianças que se encontram com déficit com relação à leitura, escrita, interpretação e produção de textos, conforme levantamento realizado pela coordenadora do projeto. A meta essencial da ação deste projeto é trabalhar com a língua, complementando com as questões lúdicas e metodológicas do ensino. Assim, a oralidade, a escrita, a produção textual, as realidades fonéticas e as fonológicas, a variação linguística, além da organização pedagógica de planejamento, de espaço, de tempo e de práticas avaliativas e de jogos didáticos, lúdicos, cooperativos e vivenciais são planejadas e executadas pelos acadêmicos sob a orientação dos professores envolvidos, os quais utilizarão materiais pedagógicos confeccionados pelos acadêmicos e os disponíveis na Faculdade de Pedagogia. Propõe-se operacionalizar uma prática pedagógica que reflita coletivamente sobre a proposta pedagógica desenvolvidas no contexto de sala de aula, sobre o planejamento das atividades educativas, sobre as estratégias e recursos de ensino-aprendizagem e de avaliação com um enfoque ao ensinoaprendizagem e avaliação visando garantir que os alunos aprendam a ler e escrever de acordo com perspectiva construtivista, na qual o sujeito tem um papel ativo no processo de aprendizagem. Neste contexto enfatiza-se que alfabetização e o letramento são práticas indissociáveis, resultantes das relações humanas, sendo fundamentais, que perpassam todo o período escolar, presentes em toda a vida do indivíduo e que deve permear o conceito de escrita na proposta de todas as atividades que são desenvolvidas neste projeto. Até o presente momento não foi diagnosticado nenhuma criança e/ou adolescente com problema de fala para serem atendidos pela fonoaudióloga. ANÁLISE E DISCUSSÃO Pretende-se levantar dados qualitativos e quantitativos em relação aos aspectos relevantes sobre os fatores que interferem e prejudicam na alfabetização, bem como os procedimentos didáticos favoráveis para alfabetizar e letrar as crianças, fornecendo elementos de análise para subsidiar
  • 11. futuras intervenções. A descrição das atividades e o levantamento de dados obtidos permitirão publicações em revistas específicas, divulgação e publicações em eventos de extensão. Por meio da escrita de relatórios reflexivos dos momentos vivenciados pelos acadêmicos possibilitam compartilhamento dos resultados das atividades aplicadas na sala de aula: acompanhamento dos alunos com maior dificuldade na execução das atividades; atendimento individualizado no processo de aquisição da leitura e da escrita e o replanejamento das próximas atividades. Nesta dimensão, analisa-se o modelo prático – reflexivo do desenvolvimento da formação profissional, buscando referência na concepção reflexiva através do desenvolvimento de procedimentos, tais como, pesquisas, narrativas autobiográficas, análise de casos, regência de sala, investigação – ação e organização do ensino pela metodologia de projetos de trabalho. Será feita análise dos resultados, focalizando a experiência como uma alternativa de indissociabilidade entre ensino, pesquisa e extensão. CONSIDERAÇÕES FINAIS O presente trabalho visa à construção e reconstrução de saberes pedagógicos por meio do desenvolvimento de atividades que permitam a articulação teoria/prática e a extensão universitária. O desafio desta proposta, a atuação na comunidade, é de suma importância para os acadêmicos buscarem alternativas criativas no desenvolvimento de práticas profissionais, constituindo em uma grande oportunidade para os acadêmicos das diferentes licenciaturas desenvolverem suas habilidades docentes em uma população com características desafiadoras; acredita-se, também, na contribuição significativa para a superação das dificuldades de aprendizagem apresentadas por crianças que não conseguiram apreender as habilidades necessárias para o domínio da leitura, escrita. O grupo de trabalho visa, em seus resultados finais, oportunizar aos acadêmicos um olhar mais atento e cauteloso nas questões pertinentes à alfabetização e ao letramento, dentro de uma dimensão diferenciada: alfabetização e letramento de forma continuada do Ensino Fundamental. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS: FERREIRO, E; TEBEROSKY, A. Psicogênese da língua escrita. Trad. Diana Myriam Lichtenstein, Liana Di Marco e Márcio Corso. Porto Alegre: Artes Médicas Sul, 1999. FERREIRO, Emília. Alfabetização em Processo. São Paulo: Cortez, 1996. FERREIRO, Emília. Com Todas as Letras. São Paulo: Cortez, 1999. vol. 2. LEÃO, Deusmaura Vieira. Aquisição da Língua Escrita: efeitos de singnificantes. Goiânia: Ed. da PUC Goiás, 2011. SOARES, Magda. Alfabetização e Letramento. São Paulo: Contexto, 2008 ROJETO ALFABETIZAR EM TEMPO – 6 ANOS Educar em três tempos: PRESENTE, PASSADO E FUTURO. (…) Eu educo HOJE com valores que recebi ONTEM, para pessoas que são o AMANHÃ. Os valores de ONTEM, os conheço. Os de HOJE, percebo alguns. Dos de AMANHÃ, não sei. Se só uso os de HOJE, não educo: COMPLICO. Se só uso os de ONTEM, não educo: CONDICIONO. Se só uso os de AMANHÃ, não educo: FAÇO EXPERIÊNCIAS à custa das crianças. SE USO OS TRÊS, SOFRO, MAS EDUCO (…) Artur da Távola
  • 12. I – INTRODUÇÃO O ato de ler e escrever é uma prática muito exigida no cotidiano das pessoas. No entanto, nem todos os educando obtêm êxito na leitura e na escrita em tempo hábil e isso justifica a busca de novos caminhos na escola. Talvez, a necessidade desta busca jamais tenha sido tão urgente. Pesquisas mostram que as habilidades cognitivas, emocionais e sociais básicas da criança e do adolescente estão deficientes. Por isso, o projeto Alfabetizar em Tempo – 6 anos vem como proposta de atuação no presente, preparando o futuro. Pretende-se com esta proposta oferecer suporte material, metodológico e de formação permanente aos professores das turmas de seis anos da rede municipal de Ensino, para garantir as competências básicas aos alunos, inclusive a construção inicial da base alfabética, ou seja, que efetivem, sistematicamente, o processo da codificação e decodificação, imprescindível para que os mesmos se tornem leitores e escritores, habilidades necessárias ao seu processo de desenvolvimento integral. II – JUSTIFICATIVA Embasado nos resultados da pesquisa realizada pela SME – Ipatinga no ano de 2010, uma parte significativa dos nossos alunos ainda chegam ao 2º ano sem construírem as capacidades básicas de leitura e escrita. Buscando alternativas para alterar esses dados propõe-se o Projeto Alfabetizar em Tempo – 6 anos, tempo hábil, para garantir o sucesso escolar dos educandos. III- PROPOSTA Atuação no presente, preparando o futuro; oferecer suporte material, metodológico e de formação permanente aos professores das turmas de seis anos da Rede Municipal de Ensino; garantir as competências básicas aos alunos, inclusive a construção inicial da base alfabética, ou seja, que efetivem, sistematicamente, o processo da codificação e decodificação, imprescindível para que os mesmos se tornem leitores e escritores, habilidades necessárias ao seu processo de desenvolvimento integral. IV – O QUE SE PRETENDE Iniciar um trabalho sistematizado nas turmas de 6 anos, garantindo a participação de todos os professores oportunizando troca de experiências e construção de conhecimentos. Avaliaremos todo o processo de ensino e aprendizagem da nossa realidade, construindo, paralelamente o nosso próprio material, para ser utilizado em 2012. Faremos esse mesmo trabalho em 2012 com as turmas de 7 anos e em 2013 com as turmas de 8 anos. Pretendemos que em2013 aRede Municipal de Ipatinga tenha uma estrutura pedagógica – material e metodológica para o primeiro ciclo, garantindo aos nossos alunos o sucesso escolar e, por conseguinte, o social. V- OBJETIVO GERAL Assegurar aos alunos de 6 anos o sucesso escolar, através da construção conceitual, sistematização e aplicabilidade dos conhecimentos trabalhados, utilizando intervenções pedagógicas, contidas em uma estrutura que respeite o desenvolvimento e as diferenças das crianças, propiciando mais proficiência no desempenho das mesmas. VI- OBJETIVOS ESPECÍFICOS -Possibilitar a aquisição das habilidades e/ou competências essenciais para o desenvolvimento integral das crianças; -Possibilitar a aquisição das habilidades e/ou competências essenciais à construção inicial do processo de leitura/escrita, conhecimento lógico-matemático; -Propiciar alternativas pedagógicas de intervenção individualizada aos alunos para a construção inicial da base alfabética; -Oferecer formação continuada aos professores alfabetizadores; -Sistematizar a proposta junto aos profissionais envolvidos; –Construir, com os professores e coordenadores a estrutura pedagógica – material e metodologia que respeite o desenvolvimento humano, as diferenças das crianças e que garanta a ludicidade para ser utilizada no ano de 2011.
  • 13. VII- PONTOS ESSENCIAIS a) Sistematização através da agenda e registros; b) Acompanhamento através da assessoria Ed. Infantil e Ens. Fundamental 1 com intervenção imediata; c) Formação através da construção do planejamento e avaliação. VIII- INTEGRAÇÃO NO PROJETO Através de parcerias com Biblioteca, Inclusão Digital, Educação Física, Ensino Religioso, Artes. IX- METODOLOGIA O processo da alfabetização engloba o desenvolvimento de um conjunto de competências que farão fluir o ler e escrever, obedecendo a uma sequência pré-estabelecida por um currículo de alfabetização, que direcionará o aprender a aprender (metacognição). Os educadores detêm o conhecimento, sendo preciso usar diferentes estratégias (metodologias) para alcançar os objetivos propostos, pois os educandos ao serem alfabetizados se diferenciam na largada no que se refere ao tempo e espaço. Na etapa inicial da escolarização o aluno está aprendendo a ler: a prioridade, a atenção e o esforço se concentram em quebrar, decifrar o código alfabético, entender o que significam os sinais gráficos, e que palavras querem representar, esta é a etapa do aprender a ler. Na segunda etapa o aluno já decodifica as palavras sem esforço e é capaz de lê-las com fluência, ele vai ler para aprender: aprender o significado das palavras, os conceitos transmitidos num determinado texto, descobrindo novos horizontes. Para Vygotsky (1988), o professor possui papel ativo, sendo capaz de desafiar o aluno para que este se sinta cada vez mais hábil ao realizar uma tarefa considerada difícil. X- AVALIAÇÃO Nas turmas de 6 anos a avaliação terá o mesmo objetivo previsto nos demais anos, funcionando como um termômetro, que permite determinar se cada etapa do processo ensino – aprendizagem é eficaz, e, se não for, que mudanças devem ser tomadas para assegurar sua eficácia (prevenção / intervenção). As avaliações descritivas serão elaboradas pelos professores e assessoria em encontros de planejamento e serão aplicadas simultaneamente em todas as escolas. XI- AÇÕES JÁ REALIZADAS – ENCONTRO COM COORDENADORES E PROFESSORES DAS TURMAS DE 6 ANOS O objetivo desse encontro foi apresentar o consolidado das instituições de origem dos alunos do 1º ano e 2º ano do 1º ciclo recebidos pelas escolas da rede municipal de Ipatinga em 2010 bem como apresentar o Projeto PAT 6 anos.