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Geografia do Brasil
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Fatores Climáticos e Vegetação
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Geografia
Circulação Geral da Atmosfera
3
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Geografia
Percebe-se que com a corrente na costa brasileira há maior precipitação
Correntes Marítimas e Precipitações
4
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Geografia
Brasil: correntes marítimas e regiões climáticas
As correntes oceânicas
têm influência direta na
determinação climática
do Brasil.
A Corrente quente do
Brasil traz chuvas
abundantes para o litoral,
o que permitiu a
formação do Clima
tropical litorâneo
5
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Quadro sintético com localidades climáticas do Brasil.
Brasil: Climogramas
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Tromba d’água
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Circulação das massas de ar
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Brasil: mapas do tempo e chuvas frontais
1/10/2019
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Frente fria
Ar seco
Alta pressão
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Brasil: tipos de chuva convectivas e brisa
Diferença de pressão atmosférica entre o continente e
o oceano
Chuvas convectivas ocorrem pela diferença de
calor entre o ar frio com o ar quente.
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Geografia
Massa
Equatorial
Continental
(mEc)
Massa
Equatorial
Atlântica
(mEa)
Circulação das massas de ar
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Geografia
• Origina-se na porção oeste da Amazônia. Influenciada pela
proximidade da linha do equador (baixa latitude), apresenta elevadas
temperaturas.
• Sua grande umidade deve-se ao fato de se originar sobre uma área
com muitos rios caudalosos e em que há a evapotranspiração da
Floresta Amazônica.
Massa
Equatorial
Continental
(mEc)
Massa
Equatorial
Atlântica
(mEa)
Circulação das massas de ar
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Geografia
• Origina-se na porção oeste da Amazônia. Influenciada pela
proximidade da linha do equador (baixa latitude), apresenta elevadas
temperaturas.
• Sua grande umidade deve-se ao fato de se originar sobre uma área
com muitos rios caudalosos e em que há a evapotranspiração da
Floresta Amazônica.
Massa
Equatorial
Continental
(mEc)
• Atinge praticamente todas as regiões brasileiras, ocasionando chuvas.
No inverno, sua ação restringe-se à região amazônica.
• Essa massa se origina no oceano Atlântico, adquirindo a característica
quente e úmida. Ao se deslocar para o interior do país, vai perdendo a
umidade, reduzindo o volume de chuvas na porção interior da região
nordestina.
Massa
Equatorial
Atlântica
(mEa)
Circulação das massas de ar
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Geografia
Massa
Tropical
Continental
(mTc)
Massa
Tropical
Atlântica
(mTa)
Massa Polar
Atlântica
(mPa)
Circulação das massas de ar
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Geografia
• Tem sua origem na depressão do Chaco (área que abrange o Pantanal
Mato-Grossense e parte do Paraguai e da Argentina), área de
temperaturas elevadas e baixa umidade, o que justifica o fato de ela
ser quente e seca.
Massa
Tropical
Continental
(mTc)
Massa
Tropical
Atlântica
(mTa)
Massa Polar
Atlântica
(mPa)
Circulação das massas de ar
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Geografia
• Tem sua origem na depressão do Chaco (área que abrange o Pantanal
Mato-Grossense e parte do Paraguai e da Argentina), área de
temperaturas elevadas e baixa umidade, o que justifica o fato de ela
ser quente e seca.
Massa
Tropical
Continental
(mTc)
• Origina-se nas áreas situadas próximo ao trópico de Capricórnio, no
oceano Atlântico, e atua, constantemente, na faixa litorânea do Brasil.
Massa
Tropical
Atlântica
(mTa)
Massa Polar
Atlântica
(mPa)
Circulação das massas de ar
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Geografia
• Tem sua origem na depressão do Chaco (área que abrange o Pantanal
Mato-Grossense e parte do Paraguai e da Argentina), área de
temperaturas elevadas e baixa umidade, o que justifica o fato de ela
ser quente e seca.
Massa
Tropical
Continental
(mTc)
• Origina-se nas áreas situadas próximo ao trópico de Capricórnio, no
oceano Atlântico, e atua, constantemente, na faixa litorânea do Brasil.
Massa
Tropical
Atlântica
(mTa)
• Origina-se no oceano Atlântico, em uma zona de alta latitude,
caracterizando-se pelo ar frio e úmido. No Brasil, atua principalmente
no inverno, quando segue três direções distintas, em razão da influência
exercida pelo relevo.
Massa Polar
Atlântica
(mPa)
Circulação das massas de ar
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Geografia
Rios voadores
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Geografia
Rios voadores
https://www.youtube.com/watch?v=F6NYhdZwXr8&t=56s
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Geografia
Rios voadores
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Geografia
Rodrigo
Bellizzi/Shutterstock
Influência do relevo
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Geografia
Rodrigo
Bellizzi/Shutterstock
Morro da Igreja, no município de Urubici, em Santa Catarina,
que apresenta as menores temperaturas brasileiras por reunir fatores
como altitude de 1 882 m, latitude e atuação da Massa Polar Atlântica.
A temperatura mais baixa registrada no Brasil ocorreu em 1996, em
Urubici: -17,8 °C.
Influência do relevo
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Geografia
Relevo na distribuição das chuvas
Chuvas orográficas
Além de ser um divisor de águas o relevo pode dificultar a entrada de massas oceânicas no continente.
Cria assim um sistema de chuvas local mais concentrado em determinadas altitudes.
Monte Blanc com 4810 m, França
Monte Everest com 8848m Nepal
Monte Elbrus com 5642 m, Rússia
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Geografia
Relevo na distribuição das chuvas
A depender das altitudes do relevo a
dinâmica das massa de ar e,
consequentemente, das chuvas é
afetada:
Relevo está fator da altitude,
que determinará a distribuição
vegetação
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Geografia
Ilustração sobre o Big Bang
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Geografia
Ilustração sobre o Big Bang
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Geografia
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Geografia
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Geografia
Altitude como fator climático
Nas grandes
altitudes a
pressão
atmosférica
diminui, fazendo
o mesmo com a
temperatura.
A precipitação
predominante é
a neve.
Monções são ventos que, durante uma época do ano, sopram num sentido e, em outra época, no sentido inverso. Esses ventos são
produzidos por diferenças de pressão atmosférica entre o oceano Índico e o Sul do Sudeste da Ásia. As monções chegam às
regiões asiáticas no verão, provocando fortes chuvas e inundações.
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Geografia
A inclinação de 23º e 27’ do eixo de rotação da Terra
em relação ao movimento de translação determina
uma distribuição diferenciada dos raios solares sobre o
globo terrestre.
Latitudes e as zona climáticas
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Geografia
Encontrado no Centro-Oeste e em parte
das regiões Norte, Sudeste e Nordeste,
é caracterizado por verões quentes e
chuvosos e invernos amenos e secos.
Predomínio das massas de ar Tropical
Atlântica e Equatorial Continental
durante o verão. Como essas massas são
quentes e úmidas, o verão acaba sendo
chuvoso em grande parte do Brasil.
Durante o inverno, entra em ação a
massa de ar Polar Atlântica, deixando a
região com temperaturas mais amenas e
com períodos de estiagem.
Clima Tropical ou Tropical continental
33
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Geografia
Apresenta grande umidade e altas
temperaturas durante o ano todo.
As chuvas convectivas são resultantes da
evaporação provocada pelas altas
temperaturas ao incidirem nas massas
líquidas, como os grandes rios e
igarapés.
Após a evaporação, as nuvens formam-
se, sobem, entram em contato com
camadas de ar frio, atingem o ponto de
saturação, e a umidade retorna à terra
em forma de chuva ao fim do dia.
Clima Equatorial
34
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-
Geografia
Típico de regiões litorâneas do
Nordeste e do Sudeste.
A massa de ar que exerce maior
influência nesse clima é a Tropical
Atlântica.
Nota-se, nesse clima, inverno menos
chuvoso (exceto no Nordeste) e verão
mais chuvoso.
Clima tropical litorâneo ou Tropical úmido
35
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-
Geografia
A região do Sertão nordestino
apresenta características de
semiaridez, ou seja, nela ocorre
baixa pluviosidade, em razão da
configuração do relevo e da
trajetória das massas de ar.
Há uma porção do Sertão nordestino
denominada Polígono das Secas,
porque, nessa área, a escassez
hídrica é mais acentuada, havendo,
em alguns períodos, secas
prolongadas.
Clima tropical semiárido
36
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Geografia
Sujeito à ação de duas massas de
ar: a Tropical Atlântica, principalmente
no verão, e a Polar Atlântica, de forma
mais acentuada no inverno.
Esse clima apresenta umidade
praticamente constante ao longo do
ano, ocasionado pelas chuvas frontais.
É quente durante o verão, e frio no
inverno. Durante o inverno, ocorrem as
chamadas frentes frias, correspondendo
à chegada de massas de ar frio vindas
do Sul. Nesse caso, o tempo tende a
mudar rapidamente.
Clima subtropical úmido
37
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-
Geografia
A região Nordeste do Brasil apresenta
características climáticas bem distintas do litoral
para o interior.
No litoral, há o clima tropical úmido, com chuvas
de inverno, e, no interior, ocorre o tropical
semiárido, que impõe rigorosa escassez hídrica.
Polígono das secas
38
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Geografia
Vegetação: síntese climática
39
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Geografia
Segundo critérios do geógrafo
Aziz Ab’Saber (1924-2012) o país
possui seis grandes domínios
morfoclimáticas e há ainda as
áreas de transição ou
complexos, pois apresentam
características de mais de um
domínio.
Domínios Morfoclimáticos
40
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Geografia
Os rios e a vegetação caracterizam
esse domínio natural
Meandros de rios da bacia Amazônica
Amazônia Legal: satélite
demonstra o avanço do
desmatamento
Domínio Amazônico
41
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Geografia
Floresta Amazônica: estratos
Mata de Igapó na
Floresta
Amazônica
(Santarém, PA)
42
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Melo
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Geografia
Atividades como a pecuária extensiva, e a agricultura
comercial de algodão, milho e soja promoveram forte
desmatamento neste domínio.
Localização do Cerrado
Aspecto geral do Cerrado, com formação
arbóreo-arbustiva, e um extenso relevo
planáltico
Cerrado arbóreo com o
pequizeiro, IBGE-2012
Campo Cerrado
Cerrado de campo limpo
Cerrado
43
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Melo
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Geografia
Desenvolvimento de facheiro em diaclase do granito.
Neste domínio predomina o intemperismo físico, com vegetação xerófila, adaptada aos
longos períodos de estiagem.
Ainda assim, a biodiversidade da formação é incrível.
Paisagem típica da Caatinga, com
plantas cactáceas (xiquexique), solos
arenosos e mal desenvolvidos
Caatinga
44
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-
Geografia
A araucária é uma espécie de pinheiro,
que originalmente cobria as terras
subtropiciais do Brasil.
A imigração europeia e a indústria de
papel e celulose reduziram sua área para
as porções mais elevadas do planalto
Meridional
Pinhão da Araucária – amêndoa
Pinha da Araucária
Parque Nacional de Aparados da Serra - RS
Floresta de Araucária ou Mata de Pinhais
45
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Geografia
Pampas ou Campanha Gaúcha
O pampa gaúcho ocorre no extremo Sul do País. Uma formação herbácea, que tradicionalmente foi
ocupada com pecuária leiteira e de corte.
Acima fazenda eólica em Rosário-RS,
com cerca de 80 geradores.
Típica paisagem dos pampas, com coxilhas
ao fundo.
46
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-
Geografia
A região dos Mares de Morros tem sua área de concentração nas terras elevadas do Sudeste
brasileiro, constituindo grande parte do Planalto Paulista, com cobertura de Mata Atlântica
Acima paisagem típica desse domínio, com relevo ondulado, bastante desgastado ao longo dos ciclos de
erosão e intemperismo.
Pode-se observar as formações suaves do Planalto Paulista
Mares de Morros
47
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-
Geografia
São áreas, ou regiões naturais, que apresentam
elementos de diferentes domínios.
São paisagens heterogêneas, que compartilham
diversas espécies em um mesmo bioma, como no
caso do Pantanal e da Mata de Cocais.
Faixas de Transição
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Geografia
É uma vasta depressão
aluvional, que periodicamente
recebe águas de várias parte
do Brasil, Paraguai e Bolívia.
A biodiversidade do Pantanal, maior superfície alagável do planeta, está ligada ao regime das inundações da região. A fauna e a
flora são impactadas diretamente por esse período que proporciona a renovação e sobrevivência das espécies. As inundações
variam entre 6 e 12 meses.
Fonte: https://g1.globo.com/
Entre os meses de maio a setembro
(estiagem de outono-inverno) o
pantanal tem baixa nas águas dos
rios.
Entre os meses de outubro a
maio (umidade elevada de
primavera-verão) o pantanal
tem baixa elevação das águas
dos rios.
Pantanal
49
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Geografia
https://www.youtube.com/watch?v=c1he2py6paI&t=853s
Pantanal: importância nacional
50
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Geografia
Mata de Cocais
Faixa de transição entre os domínios da Caatinga, Amazônia e Cerrado.
Constituída principalmente por palmáceas, como o babaçu, buriti e carnaúba.
Buriti
Babaçu
Carnaúba.
O babaçu é muito comum na porção
Amazônica, o buriti é típico do cerrado e
a carnaúba na Caatinga.
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Geografia
Região Nordeste
Agreste
Caatinga em Araruna-PB
Caatinga em Monteiro-PB
Caatinga arbórea
e arbustiva em
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Professor Demétrio Melo
Graduado e Licenciado pela Universidade Federal da Paraíba
Mestre em Geografia pela UFPB – Linha Urbano e Rural
Pós-Graduação em Geografia e Gestão Ambiental – Universidade
Integrada de Patos
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