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RCP–AtitudequeSalvaVida
D i ret ri z es e R ec o mend a ç õ es segund o a A HA
Reneclei de Sousa
A única chance que uma vítima em PCR
possui para sobreviver, consiste em ter
alguém ao lado capaz de:
1. Reconhecer a PCR,
2. Pedir ajuda, iniciar a RCP,
3. e usar o DEA sempre que
disponível.
Menos de 30% das vítimas
de PCR recebem RCP fora
do Hospital.
O pânico e o medo
impedem as pessoas de fazer
RCP quando necessário.
Qualquer um pode ajudar,
porém seu sucesso dependerá de
Conhecimento, Habilidade e Atitude.
1. Identificar PCR - Parada Cardiorrespiratória;
2. Executar as Manobras de Reanimação/Ressuscitação
Cardiopulmonar - RCP;
3. Conhecer os procedimentos de uso do Desfibrilador
Externos Automático – DEA; e
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OBJETIVO
SUPORTE BÁSICO DE VIDA
É o conjunto de medidas e procedimentos
técnicos que objetivam o suporte de vida à
vítima. O SBV é vital até a chegada do SME.
O OBJETIVO PRINCIPAL é não agravar
lesões já existentes ou gerar novas lesões
(iatrogenias).
Manual de Suporte de Vida (INEM)
Quais os tipos de SBV?
SBV em Cardiologia: relacionado basicamente com as
mortes súbitas. Ex: IAM, AVC
C-A-B-D-E
SBV no Trauma: não necessariamente esteja em PCR.
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SBV no Afogamento: tipo de trauma, porém com
diretrizes particulares.
SOBRASA
•
No tocante à sua orientação, o
coração encontra-se 1/3 localizado a
direita do plano mediano e 2/3
localizados a esquerda.
FiO2 – Fração Inspirada de Oxigênio
21% de O2
na Inspiração
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Retém 4%
Cálculo: Literatura – ACLS
?L × 4% = __+ 20(ar ambiente) = ?%
Ex: 2L x 4 = 8 + 20 = 28%
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É um evento desencadeado por
uma disfunção elétrica que faz
com que o coração bata
irregularmente (ou seja, sofra
uma arritmia).
Com a atividade interrompida,
o coração não bombeia sangue
para o cérebro e outras parte
do corpo.
DADOS EPIDEMIOLÓGICOS
35% das mortes no Brasil são
por causas cardiovasculares,
resultando em 300 mil
óbitos/ano (DataSUS);
• Nenhuma situação clínica
supera a prioridade de
atendimento da parada
cardiorrespiratória (PCR), em
que a rapidez e a eficácia das
intervenções adotadas são
cruciais para melhor resultado
do atendimento.
Para cada MINUTO de parada
cardíaca, as chances de
sobrevivência diminui cerca de
10%. Depois de 10 minutos a
sobrevivência é improvável.
Importância do tempo
BENEFÍCIOS
A RCP imediata de alta qualidade e desfibrilação precoce com o DEA
podem dobrar ou mesmo triplicar a probabilidade de sobrevivência.
A maioria das paradas cardíacas ocorre em casa.
RCP - PRECISO LEMBRAR
Utilizada para descrever a melhor abordagem para o tratamento
da parada cardíaca, criou se a cadeia de sobrevivência.
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CADEIA DE SOBREVIVÊNCIA
CADEIA DE SOBREVIVÊNCIA
CADEIA DE SOBREVIVÊNCIA
IMPORTÂNCIA DA CADEIA DE SOBREVIVÊNCIA
1. Cada ligação na cadeia é essencial para uma
pessoa sobreviver.
2. Se uma única ligação é fraca ou está
faltando, as possibilidades para a
sobrevivência são reduzidas drasticamente.
3. As chances de sobrevivência são maiores
quando todos os elos são fortes.
DEFINIÇÃO E AVALIAÇÃO
PCR - Cessação abrupta das funções
cardíaca e respiratória.
São sinais clínicos da PCR:
1. Inconsciência;
2. Ausência de pulso e
3. Ausência de movimentos ventilatórios ou
respiração anormal agônica (gasping).
COMPONENTES DE UMA RCP DE ALTA QUALIDADE
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Mão acima do centro
Do tórax
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para a esquerda
RCP EM SITUAÇÕES ESPECIAIS
DEA – Desfibrilador Externo Automático
O Desfibrilador Externo Automático (DEA) é
um aparelho fantástico, desenvolvido para
que qualquer pessoa, mesmo não sendo
profissional de saúde, pudesse administrar
uma desfibrilação em um paciente vítima de
PCR sempre que houver indicação.
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PORTADOR DE MARCAPASSO CARDÍACO EXTERNO
Dispositivo médico
utilizado para controle
de arritmias cardíacas.
POSIÇÃO ESQUERDA NÃO COINCIDE
COM ELETRODOS
Aparência de um tórax com marcapasso cardíaco implantado
PORTADOR DE MARCAPASSO CARDÍACO
Risco de danos ao equipamento e queimaduras na
pele se o eletrodo for aplicado sobre o marcapasso.
O marcapasso está sendo implantado no lado direito do paciente.
PORTADOR DE MARCAPASSO CARDÍACO
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PORTADOR DE MARCAPASSO CARDÍACO
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Superfícies molhadas
Transporte a vítima para local seco, seque o corpo da vítima
antes de aderir os eletrodos e aplicar o choque.
OXIGÊNIO
> Comburente + calor - risco de incêndio.
> Desligue ou afaste fontes de oxigênio durante o uso do DEA.
Metais atraem eletricidade da desfibrilação podendo provocar desvio de
corrente elétrica ao coração e mesmo lesões ao paciente.
METAIS EM CONTATO COM O PACIENTE
o Remova metais das proximidades dos eletrodos, em especial ao redor do
pescoço e tórax.
o Não permita contato de partes do corpo com metais da maca.
EXPLOSÃO / INCÊNDIO
Ambiente com vazamento de gás ou derramamento de líquido inflamável.
o Risco de explosão ambiental ou incêndio pela
emissão de calor do choque de desfibrilação.
É necessário pelo menos 15 segundos sem movimentação do paciente para a
leitura adequada do ritmo cardíaco.
MOVIMENTAÇÃO
Movimentação de piso ou da vítima.
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o Não devem ser usados durante a análise do ritmo cardíaco numa distância inferior a 2
metros.
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cardíacae iniciar a RCP
ELETRICIDADE
Dispersão de energia no piso sobre o corpo da vítima.
Pode interferir na leitura do DEA, inclusive a eletricidade estática produzidas por
corpos ou fluidos em movimentos.
Quando
parar a
RCP?
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QUANDO NÃO REALIZAR RCP?
1. Evisceração extensa
2. Carbonização
3. Decapitação
4. Rigor mortis
5. Decomposição
Contatos:
Reneclei de Sousa
(99) 99649-9225 Whatsapp
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“Ninguém é nada sozinho. Se queremos fazer algo
grande, importante e que nos traga orgulho,
precisamos fazer em equipe.
Alcançar o sucesso com um esforço coletivo é muito
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  • 1. RCP–AtitudequeSalvaVida D i ret ri z es e R ec o mend a ç õ es segund o a A HA Reneclei de Sousa
  • 2.
  • 3. A única chance que uma vítima em PCR possui para sobreviver, consiste em ter alguém ao lado capaz de: 1. Reconhecer a PCR, 2. Pedir ajuda, iniciar a RCP, 3. e usar o DEA sempre que disponível.
  • 4. Menos de 30% das vítimas de PCR recebem RCP fora do Hospital.
  • 5. O pânico e o medo impedem as pessoas de fazer RCP quando necessário.
  • 6. Qualquer um pode ajudar, porém seu sucesso dependerá de Conhecimento, Habilidade e Atitude.
  • 7.
  • 8.
  • 9. 1. Identificar PCR - Parada Cardiorrespiratória; 2. Executar as Manobras de Reanimação/Ressuscitação Cardiopulmonar - RCP; 3. Conhecer os procedimentos de uso do Desfibrilador Externos Automático – DEA; e 4. Conhecer os procedimentos para OVACE. OBJETIVO
  • 10. SUPORTE BÁSICO DE VIDA É o conjunto de medidas e procedimentos técnicos que objetivam o suporte de vida à vítima. O SBV é vital até a chegada do SME. O OBJETIVO PRINCIPAL é não agravar lesões já existentes ou gerar novas lesões (iatrogenias). Manual de Suporte de Vida (INEM)
  • 11. Quais os tipos de SBV? SBV em Cardiologia: relacionado basicamente com as mortes súbitas. Ex: IAM, AVC C-A-B-D-E SBV no Trauma: não necessariamente esteja em PCR. A-B-C-D-E SBV no Afogamento: tipo de trauma, porém com diretrizes particulares. SOBRASA
  • 12. • No tocante à sua orientação, o coração encontra-se 1/3 localizado a direita do plano mediano e 2/3 localizados a esquerda.
  • 13. FiO2 – Fração Inspirada de Oxigênio 21% de O2 na Inspiração 17% de O2 na Expiração Retém 4% Cálculo: Literatura – ACLS ?L × 4% = __+ 20(ar ambiente) = ?% Ex: 2L x 4 = 8 + 20 = 28% 78% NITROGÊNIO 21% OXIGÊNIO 1% OUTROS GASES
  • 14.
  • 15.
  • 16.
  • 17.
  • 18. É um evento desencadeado por uma disfunção elétrica que faz com que o coração bata irregularmente (ou seja, sofra uma arritmia). Com a atividade interrompida, o coração não bombeia sangue para o cérebro e outras parte do corpo.
  • 19.
  • 20. DADOS EPIDEMIOLÓGICOS 35% das mortes no Brasil são por causas cardiovasculares, resultando em 300 mil óbitos/ano (DataSUS);
  • 21.
  • 22. • Nenhuma situação clínica supera a prioridade de atendimento da parada cardiorrespiratória (PCR), em que a rapidez e a eficácia das intervenções adotadas são cruciais para melhor resultado do atendimento.
  • 23. Para cada MINUTO de parada cardíaca, as chances de sobrevivência diminui cerca de 10%. Depois de 10 minutos a sobrevivência é improvável. Importância do tempo
  • 24.
  • 25. BENEFÍCIOS A RCP imediata de alta qualidade e desfibrilação precoce com o DEA podem dobrar ou mesmo triplicar a probabilidade de sobrevivência. A maioria das paradas cardíacas ocorre em casa.
  • 26. RCP - PRECISO LEMBRAR Utilizada para descrever a melhor abordagem para o tratamento da parada cardíaca, criou se a cadeia de sobrevivência. 1 2 3
  • 30. IMPORTÂNCIA DA CADEIA DE SOBREVIVÊNCIA 1. Cada ligação na cadeia é essencial para uma pessoa sobreviver. 2. Se uma única ligação é fraca ou está faltando, as possibilidades para a sobrevivência são reduzidas drasticamente. 3. As chances de sobrevivência são maiores quando todos os elos são fortes.
  • 31. DEFINIÇÃO E AVALIAÇÃO PCR - Cessação abrupta das funções cardíaca e respiratória. São sinais clínicos da PCR: 1. Inconsciência; 2. Ausência de pulso e 3. Ausência de movimentos ventilatórios ou respiração anormal agônica (gasping).
  • 32.
  • 33.
  • 34.
  • 35. COMPONENTES DE UMA RCP DE ALTA QUALIDADE
  • 41. Mão acima do centro Do tórax Desloque o útero para a esquerda RCP EM SITUAÇÕES ESPECIAIS
  • 42.
  • 43. DEA – Desfibrilador Externo Automático O Desfibrilador Externo Automático (DEA) é um aparelho fantástico, desenvolvido para que qualquer pessoa, mesmo não sendo profissional de saúde, pudesse administrar uma desfibrilação em um paciente vítima de PCR sempre que houver indicação.
  • 44.
  • 46.
  • 48. PORTADOR DE MARCAPASSO CARDÍACO EXTERNO Dispositivo médico utilizado para controle de arritmias cardíacas. POSIÇÃO ESQUERDA NÃO COINCIDE COM ELETRODOS
  • 49. Aparência de um tórax com marcapasso cardíaco implantado PORTADOR DE MARCAPASSO CARDÍACO
  • 50. Risco de danos ao equipamento e queimaduras na pele se o eletrodo for aplicado sobre o marcapasso. O marcapasso está sendo implantado no lado direito do paciente. PORTADOR DE MARCAPASSO CARDÍACO
  • 51. Posição anteroposterior dos eletrodos PORTADOR DE MARCAPASSO CARDÍACO
  • 52. RISCOS E INTERFERÊNCIAS NO EMPREGO DO DEA
  • 53. LOCAL MOLHADO Superfícies molhadas Transporte a vítima para local seco, seque o corpo da vítima antes de aderir os eletrodos e aplicar o choque.
  • 54. OXIGÊNIO > Comburente + calor - risco de incêndio. > Desligue ou afaste fontes de oxigênio durante o uso do DEA.
  • 55. Metais atraem eletricidade da desfibrilação podendo provocar desvio de corrente elétrica ao coração e mesmo lesões ao paciente. METAIS EM CONTATO COM O PACIENTE o Remova metais das proximidades dos eletrodos, em especial ao redor do pescoço e tórax. o Não permita contato de partes do corpo com metais da maca.
  • 56. EXPLOSÃO / INCÊNDIO Ambiente com vazamento de gás ou derramamento de líquido inflamável. o Risco de explosão ambiental ou incêndio pela emissão de calor do choque de desfibrilação.
  • 57. É necessário pelo menos 15 segundos sem movimentação do paciente para a leitura adequada do ritmo cardíaco. MOVIMENTAÇÃO Movimentação de piso ou da vítima.
  • 58. EMISSÕES DE ONDAS Rádios comunicadores (HT) e celulares o Não devem ser usados durante a análise do ritmo cardíaco numa distância inferior a 2 metros.
  • 59. Contatar a parada cardíacae iniciar a RCP ELETRICIDADE Dispersão de energia no piso sobre o corpo da vítima. Pode interferir na leitura do DEA, inclusive a eletricidade estática produzidas por corpos ou fluidos em movimentos.
  • 60.
  • 62. 1. Exaustão 2. Chegada de equipe especializada 3. Quando a cena se torna insegura 4. TRM (tosse; respira; movimenta) 5. Mudança de prioridade
  • 63. QUANDO NÃO REALIZAR RCP? 1. Evisceração extensa 2. Carbonização 3. Decapitação 4. Rigor mortis 5. Decomposição
  • 64.
  • 65.
  • 66.
  • 67.
  • 68. Contatos: Reneclei de Sousa (99) 99649-9225 Whatsapp www.emergencia1.com.br “Ninguém é nada sozinho. Se queremos fazer algo grande, importante e que nos traga orgulho, precisamos fazer em equipe. Alcançar o sucesso com um esforço coletivo é muito mais prazeroso.”