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Preparo Classe II de Amálgama
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Evolução e Princípios Biomecânicos
FORMA DE CONTORNO
 Para Vestibular e Lingual
 Deve englobar toda lesão de cárie;
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da caixa proximal deve estar afastada
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Melo-Silva 2007
Evolução e Princípios Biomecânicos
FORMA DE CONTORNO
 Para Vestibular e Lingual
0,2 à 0,5 mm
Melo-Silva 2007
Evolução e Princípios Biomecânicos
FORMA DE RESISTÊNCIA
• Istmo localizado o mais próximo possível da parede axial da caixa proximal
• Fratura em 35% das restaurações- aumento da largura do istmo de ¼ para 1/3
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• Maior estrangulamento da cavidade
• Entre as vertentes cuspídeas V e L
• Limite de união entre o segmento proximal e oclusal
Melo-Silva 2007
Cavidade de Classe II Composta
2° Pré-Molares inferiores-DO
Melo-Silva 2007
Cavidade de Classe II Composta
2° Pré-Molares inferiores-DO
Forma de Contorno
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• Crista marginal
• Vertentes de cúspide
Melo-Silva 2007
Cavidade de Classe II Composta
2° Pré-Molar inferiores DO
Abertura
• Broca n° 245, 556, 170, 331
• Fossa central inclinada para lingual
acompanhando o plano que
passa pelo vértice das cúspides V e
L
• Movimentos para M e D
• Profundidade- metade da ponta
ativa da broca
• Região do istmo- ¼ da distância
intercuspídea
Melo-Silva 2007
Cavidade de Classe II Composta
2° Pré-Molares inferiores-DO
Caixa Oclusal
• Paredes VLMD paralelas ou convergentes para oclusal
245- convergentes
556- paralelas entre si
• Parede pulpar- paralela ao plano que passa pelos vértices
das cúspides V e L - inclinada
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Melo-Silva 2007
Cavidade de Classe II Composta
2° Pré-Molares inferiores-DO
Caixa Proximal
• Canal de penetração a caixa proximal a partir da junção da parede pulpar e
do remanescente da crista marginal
• Movimentos pendulares para V e L, confeccionado as paredes
axial- gengival- vestibular e lingual
• Pressiona-se a broca na direção proximal e perfura-se a face
distal abaixo do ponto de contato
Melo-Silva 2007
Cavidade de Classe II Composta
2° Pré-Molares inferiores-DO
Caixa Proximal
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• Perfuração do esmalte proximal abaixo do ponto de contato
;)
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Cavidade de Classe II Composta
2° Pré-Molares inferiores-DOCaixa Proximal
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;)
Melo-Silva 2007
Cavidade de Classe II Composta
2° Pré-Molares inferiores-DOCaixa Proximal
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Parede V da caixa proximal tenha um contorno côncavo no sentido da
superfície V do dente
Curva feita para permitir uma margem de amálgama em 90° em relação a
superfície externa proximal.
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;)
Melo-Silva 2007
Cavidade de Classe II Composta
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Caixa Proximal
• Parede gengival- plana e perpendicular ao eixo longitudinal
• Largura da parede gengival- 1 ½ o diâmetro da ponta ativa da broca
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Melo-Silva 2007
Cavidade de Classe II Composta
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restauração
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Melo-Silva 2007
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Melo-Silva 2007
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Melo-Silva 2007
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Melo-Silva 2007
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Técnica deTécnica de
restauraçãorestauração
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Preparo classe ii amálgama 2011-2

  • 1. Preparo Classe II de Amálgama Melo-Silva 2009
  • 2. Melo-Silva 2007 Evolução e Princípios Biomecânicos FORMA DE CONTORNO  Para Vestibular e Lingual  Deve englobar toda lesão de cárie;  A parede cervical, vestibular e lingual da caixa proximal deve estar afastada do contato com o dente vizinho numa distância de 0,2 à 0,5 mm.
  • 3. Melo-Silva 2007 Evolução e Princípios Biomecânicos FORMA DE CONTORNO  Para Vestibular e Lingual 0,2 à 0,5 mm
  • 4. Melo-Silva 2007 Evolução e Princípios Biomecânicos FORMA DE RESISTÊNCIA • Istmo localizado o mais próximo possível da parede axial da caixa proximal • Fratura em 35% das restaurações- aumento da largura do istmo de ¼ para 1/3 Istmo da cavidade • Maior estrangulamento da cavidade • Entre as vertentes cuspídeas V e L • Limite de união entre o segmento proximal e oclusal
  • 5. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Composta 2° Pré-Molares inferiores-DO
  • 6. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Composta 2° Pré-Molares inferiores-DO Forma de Contorno Àreas de maior suscetibilidade á cárie Preservar estruturas de reforço • Crista marginal • Vertentes de cúspide
  • 7. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Composta 2° Pré-Molar inferiores DO Abertura • Broca n° 245, 556, 170, 331 • Fossa central inclinada para lingual acompanhando o plano que passa pelo vértice das cúspides V e L • Movimentos para M e D • Profundidade- metade da ponta ativa da broca • Região do istmo- ¼ da distância intercuspídea
  • 8. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Composta 2° Pré-Molares inferiores-DO Caixa Oclusal • Paredes VLMD paralelas ou convergentes para oclusal 245- convergentes 556- paralelas entre si • Parede pulpar- paralela ao plano que passa pelos vértices das cúspides V e L - inclinada • Broca posicionada perpendicular ao plano
  • 9. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Composta 2° Pré-Molares inferiores-DO Caixa Proximal • Canal de penetração a caixa proximal a partir da junção da parede pulpar e do remanescente da crista marginal • Movimentos pendulares para V e L, confeccionado as paredes axial- gengival- vestibular e lingual • Pressiona-se a broca na direção proximal e perfura-se a face distal abaixo do ponto de contato
  • 10. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Composta 2° Pré-Molares inferiores-DO Caixa Proximal • Caixa distal sem a remoção do esmalte proximal • Perfuração do esmalte proximal abaixo do ponto de contato ;)
  • 11. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Composta 2° Pré-Molares inferiores-DOCaixa Proximal Paredes V e L- convergentes para oclusal Auto-retentividade ao preparo Preserva a crista marginal Resistência á fratura ;)
  • 12. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Composta 2° Pré-Molares inferiores-DOCaixa Proximal Curva reversa de Holemback- George Hollenback Parede V da caixa proximal tenha um contorno côncavo no sentido da superfície V do dente Curva feita para permitir uma margem de amálgama em 90° em relação a superfície externa proximal. Borda fina da restauração sujeita a fratura ;)
  • 13. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Composta 2° Pré-Molares inferiores-DO Caixa Proximal • Parede gengival- plana e perpendicular ao eixo longitudinal • Largura da parede gengival- 1 ½ o diâmetro da ponta ativa da broca • Parede axial- plana VL e expulsiva no sentido GO • Ângulo cavo superficial nítido , sem bisel e prismas fragilizados • Ângulo áxio-pulpar- arredondado Diminuir concentração de esforços Espessura de material restaurador Diminuir o risco de fratura
  • 14. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Composta 2° Pré-Molares inferiores-DO Extensão de Conveniência Paredes circundantes da caixa proximal- 0,25 a 0,50mm do dente vizinho • Extensão de conveniência conservadora • Fácil acabamento das margens de preparo e bordas da restauração • Facilita higienização • Acomodação da papila gengival
  • 15. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Composta 2° Pré-Molares inferiores-DO Forma de Conveniência Biológica Parede pulpar inclinada de V para L- evita a exposição do corno pulpar V Parede axial expulsiva- forma de resistência e conveniência • Acabamento da cavidade • Condensação do material restaurador na região gengival
  • 16. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Composta 2° Pré-Molares inferiores-DO Forma de retenção Caixa oclusal
  • 17. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Composta 2° Pré-Molares inferiores-DO Forma de retenção Caixa proximal Paredes V e L- nos ângulos diedros VA e LA sulcos verticais com a broca 669 • Aumentar a resistência a fratura • Evitar o deslocamento da restauração
  • 18. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Composta 2° Pré-Molares inferiores-DO Acabamento da cavidade Broca 556- broca 56 Caixa proximal • Aplanamento das paredes V e L com movimentos ocluso-gengivais Parede gengival- movimentos V L Arredondamento dos ângulos nas paredes de esmalte- gengivo- vestibulo-oclusal e gengivo-lingual-oclusal CO CP CP
  • 19. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Composta 2° Pré-Molares inferiores-DO Característica Final do Preparo
  • 20. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Complexa-MOD- 46
  • 21. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Complexa-MOD- 46 Forma de Contorno
  • 22. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Complexa-MOD- 46 Caixa Oclusal
  • 23. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Complexa-MOD- 46 Desgaste da crista marginal
  • 24. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Complexa-MOD- 46 Perfuração da parede de esmalte
  • 25. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Complexa-MOD- 46 Paredes da caixa proximal VLGA
  • 26. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Complexa-MOD- 46 Paredes da caixa proximal VLGA Acabamento inicial e final
  • 27. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Complexa-MOD- 46 Retenções VA e LA
  • 28. Melo-Silva 2007 Cavidade de Classe II Complexa-MOD- 46 Características Finais do Preparo
  • 29. Melo-Silva 2007 Técnica de Restauração de Cavidade Classe II
  • 30. Melo-Silva 2007 Materiais e instrumentais necessários • Isolamento absoluto • Porta –matriz • Tiras para matriz 5 e 7mm • Matriz individual • Tesoura para ouro • Alicates n° 121 e 141 • Cunhas de madeira • Godiva de baixa fusão • Instrumental para amálgama
  • 33. Matriz soldada com as cunhas deMatriz soldada com as cunhas de madeira em posição.madeira em posição.
  • 34. Deposição da primeira porção deDeposição da primeira porção de amálgama na caixa proximal.amálgama na caixa proximal.
  • 35. Início da condensação na caixaInício da condensação na caixa proximal com condensador nº 1 deproximal com condensador nº 1 de Ward e...Ward e...
  • 36. ...remoção de excessos de...remoção de excessos de mercúrio.mercúrio.
  • 37. Material restauradorMaterial restaurador condensado até o nívelcondensado até o nível da parede pulpar.da parede pulpar.
  • 38. Início da condensação daInício da condensação da caixa oclusal e...caixa oclusal e...
  • 39. ...condensação de encontro ao...condensação de encontro ao ângulo formado pela matriz e aângulo formado pela matriz e a parede cavitária e...parede cavitária e...
  • 40. ...de encontro às margens da...de encontro às margens da cavidade.cavidade.
  • 41. Condensação realizada comCondensação realizada com excesso sobre as margens.excesso sobre as margens.
  • 42. Remoção dos excessos eRemoção dos excessos e esboço das cristas marginaisesboço das cristas marginais com sonda exploradora nº 5.com sonda exploradora nº 5.
  • 43. Escultura oclusal sendoEscultura oclusal sendo realizada com instrumento derealizada com instrumento de Hollenback nº 3S e/ou...Hollenback nº 3S e/ou...
  • 44. ...de Frahn com lâmina reta nº...de Frahn com lâmina reta nº 2...2...
  • 45. ...com lâmina curvada para o...com lâmina curvada para o lado direito nº 10 e...lado direito nº 10 e...
  • 46. ...para o lado esquerdo nº 6....para o lado esquerdo nº 6.
  • 47. Remoção da matriz por lingual.Remoção da matriz por lingual.
  • 48. Remoção dos possíveisRemoção dos possíveis excessos proximais comexcessos proximais com sonda exploradora.sonda exploradora.
  • 49. Refinamento da esculturaRefinamento da escultura oclusal com instrumento deoclusal com instrumento de Hollenback nº 3S e/ou...Hollenback nº 3S e/ou...
  • 52. Vista oclusal da restauraçãoVista oclusal da restauração após a escultura.após a escultura.
  • 53. Brunidura sendo realizada comBrunidura sendo realizada com condensador nº 6 de Hollenbackcondensador nº 6 de Hollenback e/ou...e/ou...
  • 54. ...brunidor nº 33 de Bennett....brunidor nº 33 de Bennett.
  • 55. Aspecto final da restauraçãoAspecto final da restauração após a brunidura.após a brunidura.
  • 56. ?