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PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA
1 – DADOS DA EMPRESA:
Razão Social Usina de Açucar Santa Terezinha Ltda
CNPJ 75.717.355/0001-29
Inscrição Estadual 901.71238-71
Endereço Lote 246 – Gleba Chapecó - Iguatemí
Município Maringá
Telefone (44) 276-8000
Número de
Funcionários
299 (Indústria); 538 (Agrícola - Mecanizado) e 1442 (Lavoura)
CNAE 15.61-0 (Usinas de Açúcar); 01.13-9 (Cultivo de cana de açúcar)
Responsável pela Empresa na Implantação
do PPRA
Sidney Meneguetti – Diretor
Sinobilino Zanusso – Gerente Industrial
Marcelino Seiji Takaoka – Gerente Agrícola
Pedro L. Caldas–Eng. Segurança do Trabalho
Sidnei Barbosa – Supervisor de R. Humanos
2 – RESPONSÁVEIS PELA ELABORAÇÃO:
Nome Pedro Lopes Caldas
Profissão Eng. Segurança do Trabalho
Endereço Lote 246 – Gleba Chapecó - Iguatemí
Município Maringá
Telefone (44) 276 - 8000
E-mail Caldas@usacucar.com.br Caldasp@uol.com.br
Registro CREA-PR 4.299/V
3 - RESPONSABILIDADE TÉCNICA:
A RESPONSABILIDADE DO PRESENTE PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS -
PPRA, RESTRINGE-SE, EXCLUSIVAMENTE, ÀS AVALIAÇÕES, RECOMENDAÇÕES E PARECER
REALIZADOS PELOS PERITOS, FICANDO SOB INTEIRA RESPONSABILIDADE DA EMPRESA A
IMPLANTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DAS MEDIDAS PROPOSTAS.
4 – DOCUMENTO BASE:
4.1 – Introdução
O PPRA tem por objetivos a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através
da antecipação, reconhecimento, avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos
ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em
consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais renováveis.
O PPRA é um programa instituído pela Portaria 25 de 2/12/94, do Ministério do Trabalho e
Emprego.
4.2 – Política de Segurança da Empresa
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Os diversos aspectos da Segurança e Saúde do Trabalhador, incluindo-se a Higiene do
Trabalho, são inerentes às atividades ocupacionais, ficando a empresa obrigada a fornecer
todos os meios e recursos para que todas as atividades sejam executadas com o máximo de
segurança, tanto ao trabalhador, quanto ao meio ambiente, cabendo à direção da empresa
proporcionar os recursos necessários para este fim.
A Política de Segurança e Saúde do Trabalhador, fazem parte de uma política mas ampla da
empresa, uma vez que o PPRA visa a melhoria contínua do ambiente de trabalho.
4.3 - Pessoal Envolvido
As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito da empresa, sob a responsabilidade do
empregador, com a participação dos trabalhadores, sendo sua abrangência e profundidade
dependentes das características dos riscos identificados em cada setor, bem como das
necessidades de controle.
4.4 - Abrangência
O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da
preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, estando, portanto articulado com o
disposto nas normas regulamentadoras, da Portaria 3.214, de 8 de junho de 1.978, em especial
servindo de base para elaboração do PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde
Ocupacional (NR-7) e do Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho. Todos estes
programas servirão de base para elaboração do PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário
(Instrução Normativa 84, de 22/12/02, do Ministério da Previdência Social).
4.5 - Responsabilidades
Cabe ao empregador estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA, como
atividade permanente da empresa.
Para isso a empresa nomeia formalmente os responsáveis pela Coordenação e Implementação.
Aos trabalhadores cabe colaborar e participar na implantação e execução do programa,
seguindo as orientações e colaborando no atendimento às recomendações constantes do
mesmo. Cabe também informar todas as ocorrências que, a seu julgamento, possam implicar
riscos à sua saúde.
4.6 – Base
O presente PPRA foi elaborado com base na avaliação dos riscos existentes, ou que venham a
existir. Nele estão detalhados e especificados os riscos detectados, os possíveis danos à saúde,
a gravidade dos riscos. Os dados contidos deverão ser analisados e discutidos pelos
responsáveis pela implementação de os membros da CIPA, ou na ausência desta, o indicado
pela empresa para coordenar as ações atinentes à segurança e saúde dos trabalhadores.
4.7 – Considerações Finais
O PPRA tem caráter permanente, devendo ser avaliado periodicamente ou revisto anualmente.
O desenvolvimento do programa (medidas a serem implementadas, cursos, treinamentos,
monitoramento ambiental, etc), deverá ser registrado de forma a permitir o acompanhamento
ao longo do período e servir de base para o planejamento das ações da empresa, em matéria
de segurança e saúde dos trabalhadores.
5 – METAS E OBJETIVOS
5.1 – Metas
• Proporcionar meio ambientes salubres de trabalho;
• Assegurar aos trabalhadores condições de saúde e bem estar no ambiente de trabalho;
• Preservar a saúde e a integridade física dos trabalhadores;
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• Controlar os riscos ambientais capazes de causar danos à saúde do trabalhador;
• Prevenir os riscos ocupacionais capazes de provocar doenças e acidentes;
• Eliminar os riscos ocupacionais capazes de provocar doenças e acidentes;
• Reduzir ou neutralizar os agentes ambientais a valores compatíveis com a segurança
do trabalhador;
• Controlar os resíduos sólidos, líquidos e gasosos produzido pela empresa;
• Monitorar e controlar os agentes poluidores, resultantes do processo industrial.
5.2 – Objetivos
• Informar aos trabalhadores os riscos aos quais estão expostos na execução de suas
atividades;
• Atender aos critérios de avaliação biológica estabelecida no Programa de Controle
Médico de Saúde Ocupacional;
• Atender aos critérios de avaliação de qualidade, quanto aos aspectos de melhoria do
ambiente de trabalho, qualidade total, social e meio ambiente natural.
6 – ESTRATÉGIA E ESTRUTURA
A implantação e acompanhamento do PPRA dever ser feito por uma equipe, especialmente
constituído pela direção da empresa, para este fim. Terá representante da direção da empresa e
dos trabalhadores, coordenação e pessoas especialmente indicadas.
Os membros indicados para participarem desta equipe devem ter capacidade para buscar o
envolvimento e comprometimento das pessoas, fazendo a ligação entre as diversas hierarquias
da empresa e os trabalhadores.Deverão ter trânsito e poder de decisão para desenvolver o
programa e buscar materiais necessários para atingir as metas e os objetivos propostos.
7 – METODOLOGIA DE AÇÃO
7.1 – Fase de Antecipação
A equipe ou comitê deve formar um grupo para análise prévia de novos projetos ou
alterações, em processo ou ambientes de trabalhos já existentes.
A análise tem por objetivo reconhecer e identificar, ainda na fase de estudos dos novos
projetos, eventuais riscos ao trabalhador (antecipação) visando a participação da equipe ou
comitê, na elaboração de projetos que contemplem medidas de proteção e controle, evitando-
se assim futuros riscos de acidentes ao trabalhador, quando da entrada em operação de novas
instalações, maquinários, processos, etc.
7.2 – Fase de Reconhecimento e Identificação dos Riscos
Nesta fase, realizar o reconhecimento e identificação dos riscos presentes na empresa, através
da inspeção de todos os setores. Estes dados servirão de base para elaborar o Mapa de Riscos,
Descrição de Cargos e Funções, elaboração do PCMSO, LTCAT, Ordem de Serviço, com
vistas ao estabelecimento de Prioridades e o Planejamento das Ações.
O Reconhecimento e Identificação dos Riscos definirão a fase seguinte que é a fase de
Avaliação dos Riscos. Permite localizar os riscos, suas fontes geradoras, a abrangência e vias
de propagação, em função do espaço físico, de setores, seções e postos de trabalho. Permite
compreender o processo industrial, identificando e constando a existência de medidas de
controle implementadas, equipamentos e máquinas em uso.
7.3 – Fase de Avaliação dos Riscos
A Fase de Avaliação visa medir a concentração e ou intensidade da exposição aos riscos
identificados na Fase de Reconhecimento.
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Estas avaliações fornecem dados para o estabelecimento das prioridades, das medidas de
controle e das ações relacionadas ao controle médico.
7.4 – Medidas de Controle
Em decorrência dos resultados obtidos nas fases anteriores e estabelecidas as prioridades,
devem ser adotadas e implementadas as medidas de controle dos riscos. Podem ser de caráter
coletivo, administrativa e individual.
As medidas de controle visam:
• Prevenir a liberação ou disseminação dos agentes no ambiente de trabalho;
• Reduzir os níveis ou concentração desses agentes no ambiente de trabalho;
• Recomendação dos equipamentos de proteção individual.
8 – DESENVOLVIMENTO DO PPRA – DIVISÃO INDUSTRIAL
8.1 - Levantamento dos Riscos Ambientais
8.1.1- Pessoal
8.1.1.1 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.
FONTE: processo de trabalho e atividades em geral.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13
DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, lesões por esforços repetitivos, fraqueza,
tensão e ansiedade.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Pausas durante a jornada;
• Móveis adequados.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Implantar programas de ginástica laboral;
• Treinamento sobre os riscos da atividade
8.1.1.2- RISCO DE INCÊNDIO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de acidentes por
incêndio podendo causar graves conseqüências.
FONTE: curto-circuito.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
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N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13.
DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios, intoxicação, inalação.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Sinalizações;
• Extintores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamentos sobre combates a incêndio;
• Melhorar a sinalização dos riscos existentes;
8.1.1.3 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.
FONTE: Máquinas e Equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: Quedas, lesões e contusões.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos;
• Respeitar sinalizações.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Exame de audiometria;
• Uso obrigatório dos equipamentos de proteção individual e coletiva;
• Manutenção preventiva de máquinas e equipamentos.
8.1.2- Balança
8.1.2.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.
FONTE: Processos de trabalho e atividades em geral.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 05.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: Quedas, lesões e contusões.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
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• Exames Periódicos;
• Sinalizações.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Exame de audiometria;
• Uso obrigatório dos equipamentos de proteção individual e coletiva;
• Sinalizar o setor.
8.1.2.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.
FONTE: processo de trabalho e atividades em geral.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 05.
DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, lesões por esforços repetitivos, tensão e
ansiedade.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Pausas durante a jornada;
• Móveis adequados.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Implantar programas de ginástica laboral;
• Treinamento sobre os riscos da atividade
8.1.3 – Sesmt (Medicina do Trabalho)
8.1.3.1 - BIOLÓGICOS: os funcionários estão expostos a contato com microorganismos que
podem causar danos a saúde. Por isso, necessitam de adoção de medidas para atenuar os
efeitos causados aos trabalhadores.
FONTE: Fungos, vírus, bactérias e parasitas .
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato,.
DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oftálmicas, intoxicação e
acidentes.
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MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Luvas de procedimento;
• Calçados de segurança;
• Uniformes;
• Limpar as instalações e instrumentos.
• Treinamentos sobre os riscos existentes.
• Exame médico de acordo com o PCMSO
8.1.3.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho as características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.
FONTE: Processo de trabalho e atividade em geral
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03.
DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, lesões por esforços repetitivos, fraqueza,
tensão e ansiedade.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Pausas durante a jornada;
• Móveis adequados.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Adotar normas de biosegurança.
8.1.3.3 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão expostos a acidentes.
FONTE: Instrumentos de trabalho, quedas, etc;
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: Quedas, lesões e contusões.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos;
• Uso de equipamentos de proteção individual.
MEDIDAS A IMPLANTAR
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• Treinamento sobre os riscos da atividade.
8.1.4 – Sesmt (Segurança do Trabalho)
8.1.4.1 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.
FONTE: processo de trabalho e atividades em geral.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 08.
DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, tensão e ansiedade.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Pausas durante a jornada;
• Móveis adequados.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamento sobre levantamento sobre os riscos da atividade.
8.1.4.2 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão expostos a acidentes.
FONTE: Instrumentos de trabalho, quedas, etc;
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 08.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: Quedas, lesões e contusões.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos;
• Uso de equipamentos de proteção individual.
MEDIDAS A IMPLANTAR
• Treinamento sobre os riscos da atividade.
8.1.6 – Laboratório
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8.1.6.1 - QUÍMICO: os funcionários estão expostos a contato com produtos químicos. Por
isso, necessitam de adoção de medidas para atenuar os efeitos causados aos trabalhadores.
FONTE: Produtos químicos utilizados nas atividades como Ácido clorídrico, ácido acético,
hidróxido de sódio, etc.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 33.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.
DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e
acidentes.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Uso de respirador purificador de ar;
• Luvas de borracha;
• Óculos de Segurança.
• Exame médico de acordo com o PCMSO
• Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• os riscos de acidentes;
• Instalar exaustor.
• Adotar normas de biosegurança.
8.1.6.2 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.
FONTE: Vidrarias.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 33.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões e contusões.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos;
• Uso de equipamentos de proteção individual;
• Treinamento sobre os riscos de acidentes.
• Óculos de Segurança.
• Sinalizar todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
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• Adotar normas de biosegurança.
8.1.6.3 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.
FONTE: Processo de trabalho.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 33.
DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Pausas durante a jornada;
• Móveis adequados.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamento sobre os riscos da atividade.
8.1.6.4 - RISCO DE INCÊNDIO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de acidentes por
incêndio e explosão, podendo causar graves conseqüências.
FONTE: curto-circuito e produtos químicos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 33.
DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Treinamento e sinalizações;
• Extintores.
• EPC (Equipamento de Proteção Coletivo)
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamentos sobre combates a incêndio.
8.1.6.5 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído acima
dos limites permitidos por lei..
FONTE: Triturador.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 04 horas por dia.
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MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e intermitente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 33.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos;
• Uso de protetores auditivos;
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• EPC (Equipamento de Protção Coletivo)
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Normas de procedimentos opercionais.
8.1.7 - Moenda
8.1.7.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.
FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 44.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos.
• Uso de equipamentos de proteção individual.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes.
• Sinalisação de todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR
• Manutenção do programa 5S
8.1.7.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.
FONTE: Processo de trabalho.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
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MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 44.
DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Pausas durante a jornada.
• Treinamento sobre os riscos da atividade.
• Sinalisação de todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1.7.3 - POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de
acidentes por incêndio e explosão, podendo causar graves conseqüências.
FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos, óleos e graxas .
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 44.
DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Extintores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamentos sobre combates a incêndio.
8.1.7.4 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído acima
dos limites permitidos por lei..
FONTE: Máquinas e equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 44.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: trauma acustico, tonturas.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos.
• Uso de protetores auditivos.
• Treinamento sobre o uso dos EPIs. ( protetores auditivos)
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MEDIDAS A IMPLANTAR:
8.1.7.5 – RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a contato com produtos
químicos. Por isso, necessitam de adoção de medidas para atenuar os efeitos causados aos
trabalhadores.
FONTE: Graxas, óleos e lubrificantes
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 22.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.
DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e
acidentes.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Uso de respirador purificador de ar;
• Luvas de borracha ou protetor químico.
• Creme de proteção para a pele.
• Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual.
• Exame médico de acordo com o PCMSO.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
8.1.7.6 – RISCOS FÍSICO RADIAÇÃO NÃO IONIZANTE: Os trabalhadores estão expostos
a acidentes com processos de solda gerando radiação não ionizante.
FONTE: Chapisco, enchimento de peças metálicas com eletrodos ( Ver composição do
eletrodo).
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 05.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: Queimaduras e doenças respiratórias.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos;
• Uso de equipamentos de proteção individual;
• Máscara respiratória e óculos de tonalidade escura.
• Sinalizar todos os setores;
• Treinamento de prevenção de acidentes
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MEDIDAS A IMPLANTAR:
8.1.7.7 – RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a fumos metálicos proveniente
do processo de soldagem.
FONTE: Solda com eletrodos a base de manganês.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 05.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.
DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e
acidentes.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Uso de respirador purificador de ar.
• Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual.
• Exame médico de acordo com o PCMSO.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Melhoria no posto de trabalho.
8.1.8 Destilaria
8.1.8.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.
FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos;
• Uso de equipamentos de proteção individual;
• Treinamento sobre os riscos de acidentes.
• Sinalizar todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
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8.1.8.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.
FONTE: Processo de trabalho.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13.
DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Pausas durante a jornada.
• Treinamento sobre os riscos da atividade.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
8.1.8.3 - POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO/EXPLOSÃO: Os trabalhadores ficam expostos
ao risco de acidentes por incêndio e explosão, podendo causar graves conseqüências.
FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos, vapores de álcool .
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13.
DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Extintores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamentos sobre combates a incêndio.
8.1.8.4 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído acima
dos limites permitidos por lei..
FONTE: Máquinas e equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
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DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos;
• Uso de protetores auditivos;
• Treinamento sobre os riscos de acidentes.
• Treinamento e uso de EPIs (Protetor auditivo)
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção dos equipamentos.
8.1.8.5 – RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos.
FONTE: Álcool, Ácido Sulfurico, Soda Caustica, Ciclo Hexano, Dispersante, Anti-
espumante, Bactericita.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 15.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.
DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e
acidentes.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Uso de respirador purificador de ar.
• Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual;
• Exame médico de acordo com o PCMSO;
• Treinamento sobre os riscos de acidentes.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Adotar normas de biosegurança.
8.1.9 ARMAZEM DE ACÚCAR
8.1.9.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.
FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 16.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
17
DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de equipamentos de proteção individual.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Sinalizaçào de todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Melhorar a iluminação
8.1.9.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.
FONTE: Processo de trabalho.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13.
DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Pausas durante a jornada..
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamento sobre os riscos da atividade.
8.1.9.3 - POSSIBILIDADE DE EXPLOSÃO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de
acidentes por explosão, podendo causar graves conseqüências.
FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos e poeiras de açúcar em suspensão.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13.
DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Extintores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamentos sobre combates a incêndio.
18
• Abafador ant-chamas para escapamento de veiculos e equipamentos.
8.1.9.4 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído acima
dos limites permitidos por lei..
FONTE: Máquinas e equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos;
• Uso de protetores auditivos;
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S
8.1.10 - FABRICAÇÃO DE AÇÚCAR
8.1.10.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.
FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 26
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de equipamentos de proteção individual.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Sinalizaçao de todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
8.1.10.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
19
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos movimentos.
FONTE: Processo de trabalho.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 26.
DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Pausas durante a jornada..
• Treinamento sobre os riscos da atividade e uso de EPIs.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1.10.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído acima
dos limites permitidos por lei..
FONTE: Máquinas e equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 26
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de protetores auditivos.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1.11 – TRATAMENTO DE ÁGUA
8.1.11.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.
FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
20
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 1.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de equipamentos de proteção individual.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Sinalização de todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
• Programa de biosegurança.
8.1.11.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.
FONTE: Processo de trabalho.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 1.
DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Pausas durante a jornada..
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamento sobre os riscos da atividade.
8.1.11.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído acima
dos limites permitidos por lei..
FONTE: Máquinas e equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 1.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
21
DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de protetores auditivos.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1.11.4 – RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos.
FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 1.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.
DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e
acidentes.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Uso de respirador purificador de ar;
• Luva de proteção.
• Exame médico de acordo com o PCMSO.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1.12 – TRANSPORTE
8.1.11.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.
FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 04.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões, quedas, contusões e acidentes de trânsito.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
22
• Uso de equipamentos de proteção individual.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
• Treinamento de direção defenciva.
• Sinalizar todos os setores.
8.1.12.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.
FONTE: Processo de trabalho.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 04.
DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Pausas durante a jornada.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamento sobre posturas corretas os riscos da atividade.
8.1.12.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.
FONTE: Máquinas e equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 04.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas e fadiga.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de protetores auditivos;
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
23
8.1.13 – ADMINISTRAÇÃO INDUSTRIAL
8.1.13.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.
FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 06 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões, quedas, contusões e acidentes de transito.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de equipamentos de proteção individual.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Sinalização de todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamento de direção defenciva.
• Manutenção do programa 5S.
8.1.13.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.
FONTE: Processo de trabalho.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10.
DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Pausas durante a jornada..
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamento sobre os riscos da atividade.
• Equipamento ergonômicos.
8.1.13.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.
24
FONTE: Máquinas e equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e intermitente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 08.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de protetores auditivos.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Sinalização de todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1.13.4 -RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos.
FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio, etc.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual
MODO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.
DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e
acidentes.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Uso de respirador purificador de ar.
• Luva de proteção.
• Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual EPIs.
• Exame médico de acordo com o PCMSO.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1.14 – ALMOXARIFADO INDUSTRIAL
8.1.14.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.
FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.
25
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 08.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de equipamentos de proteção individual.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes uso de EPIs.
• Sinalização todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1.14.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.
FONTE: Processo de trabalho.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 08.
DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Pausas durante a jornada..
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamento sobre os riscos da atividade.
8.1.14.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.
FONTE: Máquinas e equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 08.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
26
DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de protetores auditivos.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Sinalização de todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1.14.4 -RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos.
FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio, etc.verificar
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual.
MODO DE EXPOSIÇÃO: contato.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 08.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.
DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e
acidentes.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Uso de respirador purificador de ar.
• Luva de proteção.
• Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual;
• Exame médico de acordo com o PCMSO.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1.15 – MANUTENÇÃO MECÂNICA INDUSTRIAL
8.1.15.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.
FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 14.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
27
DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de equipamentos de proteção individual.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Sinalização de todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1.15.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.
FONTE: Processo de trabalho.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 14.
DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Pausas durante a jornada..
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamento sobre os riscos da atividade.
8.1.15.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.
FONTE: Máquinas e equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 14.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de protetores auditivos.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
28
• Sinalização de todos os setores.
• Manutenção dos equipamentos.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1.15.4 -RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos.
FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio, etc.verificar
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: eventual.
MODO DE EXPOSIÇÃO: contato.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 14.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.
DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e
acidentes.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Uso de respirador purificador de ar.
• Luva de proteção.
• Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual;
• Exame médico de acordo com o PCMSO;
• Treinamento sobre os riscos de acidentes.
• Sinalização de todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S
8.1.15.5 - POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de
acidentes por incêndio, podendo causar graves conseqüências.
FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Intermitente.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 14.
DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Extintores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamentos sobre combates a incêndio.
• Brigada de incêndio.
29
8.1.16 – MANUTENÇÃO ELÉTRICA INDUSTRIAL
8.1.16.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.
FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 12.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos.
• Uso de equipamentos de proteção individual.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Sinalização de todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1.16.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.
FONTE: Processo de trabalho.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 12.
DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Pausas durante a jornada.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamento sobre os riscos da atividade.
8.1.16.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.
FONTE: Máquinas e equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
30
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 12.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos.
• Uso de protetores auditivos.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Manutenção dos equipamento.
• Sinalização dos setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Abafador do ruidos para as saidas de vapor.
8.1.16.4 -RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos.
FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio, etc.verificar
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: intermitente.
MODO DE EXPOSIÇÃO: eventual.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 12.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.
DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e
acidentes.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Uso de respirador purificador de ar.
• Luva de proteção.
• Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual.
• Exame médico de acordo com o PCMSO.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1.16.5 - POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de
acidentes por incêndio, podendo causar graves conseqüências.
FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
31
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 15.
DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Extintores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamentos sobre combates a incêndio.
8.1.17 – INSTRUMENTAÇÃO
8.1.17.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.
FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de equipamentos de proteção individual.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Sinalização de todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1.17.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.
FONTE: Processo de trabalho.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03.
DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
32
• Pausas durante a jornada..
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamento sobre os riscos da atividade.
8.1.17.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.
FONTE: Máquinas e equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de protetores auditivos.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Manutenção dos equipamentos.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Abafador de ruidos para as saidas de vapor.
• Manutenção do programa 5S.
8.1.17.4 – RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos.
FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio, etc.verificar
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: intermitente.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.
DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e
acidentes.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Uso de respirador purificador de ar.
• Luva de proteção.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes uso de EPIs.
• Exame médico de acordo com o PCMSO.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
33
• Manutenção do programa 5S.
8.1.17.5 - POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de
acidentes por incêndio, podendo causar graves conseqüências.
FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Intermitente.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03.
DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Extintores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamentos sobre combates a incêndio.
8.1.18 – MONTAGEM INDUSTRIAL
8.1.18.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.
FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de equipamentos de proteção individual;
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Sinalização de todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutençao do programa 5S.
8.1.18.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.
FONTE: Processo de trabalho.
34
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10.
DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Pausas durante a jornada..
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamento sobre os riscos da atividade.
8.1.18.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.
FONTE: Máquinas e equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de protetores auditivos.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Manutenção dos equipamentos.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutençao do programa 5S.
8.1.18.4 -RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos.
FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio, etc.verificar
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual.
MODO DE EXPOSIÇÃO: contato.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.
35
DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e
acidentes.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Uso de respirador purificador de ar;
• Luva de proteção.
• Exame médico de acordo com o PCMSO.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Manutenção dos equipamentos.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutençao do programa 5S.
8.1.18.5 - POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO/EXPLOSÃO: Os trabalhadores ficam expostos
ao risco de acidentes por incêndio, podendo causar graves conseqüências.
FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10.
DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Extintores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamentos sobre combates a incêndio.
8.1.19 – CALDEIRA
8.1.19.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.
FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões, quedas, queimaduras e contusões.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de equipamentos de proteção individual.
36
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Sinalizar todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1.19.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.
FONTE: Processo de trabalho.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17.
DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Pausas durante a jornada..
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamento sobre os riscos da atividade.
8.1.19.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.
FONTE: Máquinas e equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de protetores auditivos;
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Sinalização de todos os setores.
• Manutenção dos equipamentos.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
37
8.1.19.4 -RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos.
FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio, etc.verificar
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual.
MODO DE EXPOSIÇÃO: contato.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.
DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e
acidentes.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Uso de respirador purificador de ar.
• Luva de proteção.
• Exame médico de acordo com o PCMSO.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Sinalização de todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1.19.5 - POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de
acidentes por incêndio, podendo causar graves conseqüências.
FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17.
DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Extintores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamentos sobre combates a incêndio.
8.1. 20 – RECEPÇÃO DE CANA
8.1.20.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.
FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
38
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 44.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de equipamentos de proteção individual;
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Sinalização de todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1.20.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.
FONTE: Processo de trabalho.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 44.
DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Pausas durante a jornada..
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamento sobre os riscos da atividade.
8.1.20.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.
FONTE: Máquinas e equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 44.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
39
DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de protetores auditivos.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes euso de EPIs.
• Manutenção dos equipamentos.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1. 21 – CONSTRUÇÃOCIVIL
8.1.21.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.
FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de equipamentos de proteção individual;
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Sinalizar todos os setores.
• Manutenção dos equipamentos.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1.21.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.
FONTE: Processo de trabalho.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17.
DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.
40
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Pausas durante a jornada..
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Treinamento sobre os riscos da atividade.
8.1.21.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.
FONTE: Máquinas e equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de protetores auditivos.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Manutenção dos equipamentos.
• Sinalização de todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
• Implantar abafadores de ruido nas saidas de vapor.
8.1.19.4 -RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos.
FONTE: cimento e cal (virgem e hidratado)
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual.
MODO DE EXPOSIÇÃO: contato.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.
DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação,
queimaduras e acidentes.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Uso de respirador purificador de ar.
• Luva de proteção.
• Exame médico de acordo com o PCMSO.
41
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Sinalização de todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1. 22 – TRATAMENTO DE CALDO
8.1.22.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes.
FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 23.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de equipamentos de proteção individual.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Sinalização de todos os setores.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
8.1.22.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura
inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular,
fadiga, repetitividade dos mesmos membros.
FONTE: Processo de trabalho.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 23.
DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Pausas durante a jornada..
MEDIDAS A IMPLANTAR:
42
• Treinamento sobre os riscos da atividade.
8.1.22.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.
FONTE: Máquinas e equipamentos.
TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 23.
TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas.
MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
• Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
• Uso de protetores auditivos.
• Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
• Sinalização de todos os setores.
• Manutenção dos equipamentos.
MEDIDAS A IMPLANTAR:
• Manutenção do programa 5S.
DIVISÃO AGRÍCOLA
9 – RECONHECIMENTO DOS RISCOS
9.1 - APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS (Manual, motorizada e Aérea)
9.1.1 - Riscos:
- Contato com animais peçonhentos e insetos;
- Exposição a produtos químicos (Inseticidas, Herbicidas e Adjuvantes);
- Rede de energia elétrica;
- Ruido (operador de trator)
9.1. 2 - Recomendações:
- Não aplicar o produto contra o vento;
- Antes de aplicar qualquer produto, ler com atenção as instruções no rótulo;
- Evite contato com o produto na pele e olhos;
- Não fume, não beba e não coma durante a aplicação;
- Não utilizar equipamentos com vazamento;
- Não tentar desentupir os bicos , orifícios, válvulas com a boca;
- Procure imediatamente o médico em casos ou suspeita de intoxicação levando o rótulodo
produto;
43
- Utilizar os equipamentos de segurança;
- Sinalizar a rede de energia elétrica (bandeiras).
- Sempre sob supervisão do técnico de segurança ou o engenheiro de segurança ou meio de
comunicação disponível
9.1. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Óculos de segurança;
- Conjunto p/aplicação de herbicida;
- Luvas e botas de borrachas;
- Respirador descartável e ou Respirador com filtro químico;
- Botinas de segurança;
- Chapéu de palha ou boné tipo touca árabe;
- Protetor auditivo auricular (quando operar máquinas).
9.1. 4 - Máquinas e Equipamentos:
- Pulverizador costal;
- Pulverizador hidráulico, mais trator agrícola;
- Avião (serviços de terceiros);
- Trator agrícola.
9.1 - APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS (Manual)
9.1.1 - Riscos:
- Contato com animais peçonhentos e insetos;
- Exposição a produtos químicos (Inseticidas, Herbicidas e Adjuvantes);
- Rede de energia elétrica;
9.1. 2 – Recomendações:
- Não aplicar o produto contra o vento;
- Antes de aplicar qualquer produto, ler com atenção as instruções no rótulo;
- Evite contato com o produto na pele e olhos;
- Não fume, não beba e não coma durante a aplicação;
- Não utilizar equipamentos com vazamento;
- Não tentar desentupir os bicos , orifícios, válvulas com a boca;
- Procure imediatamente o médico em casos ou suspeita de intoxicação levando o rótulodo
produto;
- Utilizar os equipamentos de segurança;
- Sempre sob supervisão do técnico de segurança ou o engenheiro de segurança ou meio de
comunicação disponível
9.1. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Óculos de segurança;
- Conjunto p/aplicação de herbicida;
- Luvas e botas de borrachas;
- Respirador descartável e ou Respirador com filtro químico;
- Botinas de segurança;
- Chapéu de palha ou boné tipo touca árabe;
9.1. 4 - Máquinas e Equipamentos:
- Pulverizador costal;
- Pulverizador hidráulico, mais camnhão
- Avião (serviços de terceiros);
44
9. 2 - PREPARO DE SOLO (Aplicação de calcário, gradagem, aração, manutenção de
estradas)
9.2.1 - Riscos:
– Poeiras;
– Ruido (tratores e equipamentos)
- Tombamentos de tratores em terrenos ondulados e esburacados;
- Exposição a acidentes com máquinas e equipamentos;
- Colisão com postes, estirantes e troncos balisadores;
- Tombamentos de caminhões basculantes ao descarregar o calcário;
- Verificar todos os dispositivos de segurança das máquinas e tratores antes de iniciar;
- Contato com animais peçonhentos e insetos.
9.2.2 - Recomendações ao trabalhador:
- Usar respirador descartável, quando em alta concentração;
- Usar botinas segurança;
- Balizamento nos postes de energia e seus estirantes.
– Usar cinto de segurança.
– Usar protetores auditivos.
9.2. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Luvas de raspa ( quando necessário);
- Botinas de segurança;
- Protetor auditivo auricular.
9. 2. 4 - Máquinas e Equipamentos:
- Tratores e Equipamentos agrícola;
- Implementos agrícola.
9. 3 - PREPARO DO SOLO (Queima de palha de cana, destocas, fechamento de erosões,
catação de tocos e raízes, topografia, terraços e carreadores).
9. 3.1 - Riscos:
- Exposição a poeiras e fumaça;
- Contato com animais peçonhentos e insetos;
- Ruídos dos tratores;
- Acidentes por quedas de árvores;
- Levantamento de troncos e raízes;
- Descarga elétricas atmosféricas;
- Queda lateral dos tratores.
9. 3. 2 - Recomendações:
- Fazer o aceiramento e verificar a posição do vento, fazer queimada por etapas;
- Cuidado com troncos, buracos e animais peçonhentos ao transitar na área;
- Cuidado ao operar os tratores;
- Verificar manutenção das máquinas e dispositivos de segurança(cabina de proteção);
- Usar equipamentos de proteção individual e coletiva;
- Fazer uso do cinto de segurança veicular.
9. 3. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Luvas de raspa de couro e nitrlica, quando necessário;
45
- Protetor auditivo(operadores de trator)
9. 4 - PLANTIO DE CANA-DE-AÇÚCAR
( Sulcação com adubação e distribuição e repicar cana-de-açúcar nos sulcos, cobrição e
adubação, recobrição com enxadas).
9. 4.1 - Riscos:
- Ruído dos tratores(operadores de trator)
- Ferimentos com ferramentas cortantes manuais(facão);
- Queda de bag’s;
- Exposição a poeiras;
- Quedas de pessoas da carga de cana-de-açúcar do caminhão;
– Contato com animais peçonhentos e insetos;
– Tombamento de tratores e equipamentos.
9. 4. 2 - Recomendações:
- Usar protetor auditivo(tratoristas e operadores de equipamentos);
- Uso de EPI’s;
- Não deixar bags suspensos após carregar as adubadeiras para evitar quedas;
- Usar ferramenta adequada para retirar o resto do pino;
– Não fazer cargas acima dos fueiros;
– Tomar os devidos cuidados ao utilizar os caminhões munck.
- Verificar manutenção das máquinas e implementos e dispositivos de segurança, cabina de
proteção;
9. 4. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Protetor auricular;
- Luvas de raspa cano curto;
- Perneiras, luvas, toca árabe (repicador de cana no sulco);
- Botinas de segurança.
- Trabalhar em fila indiana;
- Máscara respiratória (adubação);
- Luvas nitrílica.
- Luvas em grafatex pigmentada para plantio.
9. 4. 4 - Equipamentos Utilizados:
- Sulcador + trator;
- Caminhão guindaste(munck);
- Bag’s (sistema sacolão);
- Enxadas e facões;
- Cobridor + trator.
9. 5 - CAPINA MANUAL
9. 5. 1 - Riscos:
- Corte ao deslocar com a enxadas e facões ao amolar os mesmos;
- Contato com animais peçonhentos e insetos;
- Lesões nos olhos pela folha da cana-de-açúcar.
9. 5. 2 - Recomendações:
- Olhar com atenção para os lugares onde caminha, a fim de evitar acidentes com animais
peçonhentos;
- Usar EPI’s;
46
- Trabalhar em fila indiana;
9. 5. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Usar camisas de mangas compridas;
- Usar chapéu de palha ou boné tipo touca árabe;
- Usar luvas de segurança;
- Usar botinas de segurança;
- Usar óculos de proteção;
– Usar perneira.
– Cabo de proteção para lima.
9. 5. 4 - Equipamentos Utilizados:
- Enxadas;
- Lima para amolar.
9. 6 – QUEIMA DA CANA-DE-AÇÚCAR
9. 6. 1 - Riscos:
- Exposição a gases (fumaça);
- Probabilidade de incêndio, em áreas vizinhas;
- Contato com animais peçonhentos e insetos;
- Cortes causados pelas folhas da cana-de-açúcar;
- Queimaduras.
9. 6. 2 - Recomendações:
- Não ficar próximo do fogo;
- Antes de iniciar a queimada, verificar a posição do vento;
- Aceirar toda área;
- Realizar a queimada por etapas;
- Olhar com atenção para os lugares onde caminha, a fim de evitar acidentes e picadas por
animais peçonhentos;
- Utilizar o caminhão pipa como prevenção;
- Usar os EPI’s.
- Não entrar no canavial a ser queimado.
9. 6. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Camisa de mangas compridas;
- Boné tipo touca arabe;
- Luva de raspa de couro;
- Óculos de segurança ampla visão;
- Botinas de segurança.
- Utilizar roupa especial para a queima.
9. 6. 4 - Equipamentos Utilizados:
- Trator + aceirador;
- Caminhão pipa;
- Facões;
9.7 - CORTE DE CANA-DE-AÇÚCAR PARA INDÚSTRIA, PLANTIO E ANÁLISE
LABORATORIAL
9.7.1 - Riscos:
47
- Ferramentas manuais cortantes;
- Contato com animais peçonhentos e insetos;
- Lesões nos olhos, provocados pelas folhas da cana-de-açúcar;
- Lombalgias.
9. 7. 2 - Recomendações:
- Treinamento quanto ao uso das ferramentas;
- Durante o corte da cana-de-açúcar, executar os movimentos com a ferramenta, o mais longe
possível do corpo, principalmente das mãos e pernas;
- Durante o trabalho, permanecer em fila indiana e manter uma distância de pelo menos duas
ruas de cana-de-açúcar dos demais trabalhadores;
- Durante a amolação do facão, não deixe o lado cortante virado para a mão;
- Usar suporte de proteção para lima;
- Usar os equipamentos de proteção individual.
9. 7. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Camisas com mangas compridas;
- Perneiras;
- Luva na mão esquerda(que segura a cana- uso obrigatório) e luva na mão direita(que segura
o facão);
- Chapéu de palha ou boné tipo toca árabe;
- Óculos de segurança lente tela;
- Botina de segurança;
- Suporte de proteção para lima;
9. 8 - CATAÇÃO DE BITUCA (cana-de-açúcar da sobra do carregamento)
9. 8. 1 - Riscos:
- Contato com animais peçonhentos e insetos;
- Riscos de Acidentes.
9. 8. 2 - Recomendações:
- Usar EPI’s;
- Olhar com atenção para lugares onde caminha.
9. 8. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Luvas de segurança;
- Botinas de segurança;
- Boné tipo toca árabe.
9. 8. 4 - Equipamentos Utilizados:
- Carregadeira;
- Caminhão.
- Trator.
9. 9 - ENGATE E DESENGATE DE CARRETA SEMI-REBOQUE (JULIETAS)
9. 9. 1 - Riscos:
- Prensar as mãos e outras partes do corpo;
- Iluminamento inadequado;
- Ser atropelado pelo reboque;
- Contato com animais peçonhentos e insetos.
9. 9. 2 - Recomendações:
- Uso de EPI’s;
48
- Usar farol do caminhão e iluminação artificial ao atrelar as julietas ;
- Não deixar membros inferiores próximo ao engate/desengate da carreta;
- Só movimentar o caminhão/trator quando o engatador sinalizar para o motorista.
9. 9. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Luvas de segurança;
- Botina de Segurança;
- Colete refletivo;
- Capacete de segurança (quando necessário).
- Usar dispositivos auxiliares para engate e desengate de carretas.
9. 9. 4 - Equipamentos Utilizados:
- Trator;
- Carreta;
- Caminhão.
9.10 - CARREGAMENTO E TRANSPORTE DE CANA-DE-AÇÚCAR PARA
INDÚSTRIA E PARA PLANTIO
9.10. 1 - Riscos:
- Ruído;
- Rede de energia elétrica;
- Tombamento de tratores e caminhões;
- Queda de cana-de-açúcar das carrocerias;
- Catracas quebradas ou gastas;
- Queda da calha;
– Acidentes de trânsito.
– Descarga elétrica atmosférica
9.10. 2 - Recomendações:
- Utilizar o cinto de segurança nos veículos.
- Sinalizar postes e estirantes e comunicar as áreas por onde passam as redes de energia
elétrica;
- Verificar todos os dispositivos de segurança das máquinas e veículos;
- Usar EPI’s;
- Ao realizar manobras de marcha-a-ré, solicitar ajuda de terceiro;
- Não efetuar operações de manutenção e ajuste quando o motor estiver em funcionamento;
- Ao sair dos talhões verificar se o terreno apresenta condições de tráfego, a fim de se evitar
tombamentos;
– Ao engatar as julietas, observar se a sinalização está correta.
– Usar dispositivos auxiliares para engate e desengate de carretas.
9.10. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Protetor auditivo (operador de carregadeira e trator agrícola)
- Botinas de Segurança;
- Luva de raspa.
9.10. 4 - Equipamentos Utilizados:
- Carregadeira;
- Trator;
- Caminhão.
9.11 - TRANSPORTE DE COMBUSTÍVEL (CAMINHÃO COMBOIO)
9.11. 1 - Riscos:
- Descarga elétrica atmosférica;
- Óleos lubrificantes, graxas e óleo diesel;
49
- Probabilidade de incêndio e explosão;
- Acidentes de trânsito;
- Permanecer próximo à redes de energia elétrica.
9.11. 2 - Recomendações:
- Instalar kit para transporte de produtos perigosos;
- Usar EPI’s;
- Verificar todos os dispositivos de segurança;
- Procurar transitar em rodovias e estradas com menor fluxo de veículos;
- Não permanecer próximo as redes de energia elétricas;
- Instalar e usar cabo terra;
- Não fumar;
- Ao realizar manobras de marcha-a-ré, solicitar ajuda de terceiro;
- No processo de abastecimento não utilizar rádios comunicadores e celular;
- Trafegar em velocidade compatível com a estrada.
9.11. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Botinas de segurança;
- Luvas de borracha e creme protetor;
- Protetor auditivo quando na operação de abastecimento.
9.11. 4 - Equipamentos utilizados:
- Caminhão comboio;
- Bomba de combustível (óleo diesel);
- Equipamentos de lubrificação (óleos lubrificantes e graxas).
9.12 - TRANSPORTE DE PESSOAL
9.12. 1 - Riscos:
- Acidente de trânsito;
- Conversa paralela com o motorista;
- Falha mecânica e operacional;
- Falta de sinalização.
9.12. 2 - Recomendações:
- Não permitir pessoas com braço e cabeça para fora das janelas;
- Não permitir pessoas nos degraus da escada e sentados no motor;
- Ultrapassar somente em momento oportuno e seguro;
- Dirigir de forma defensiva;
- Respeitar as sinalizações de trânsito;
- Não dirigir sob efeito de bebidas alcoólicas e ou drogas;
- Quando estiver dirigindo não conversar com os outros ocupantes do veículo;
- Verificar os dispositivos de segurança do veículo;
- Utilizar cinto de segurança;
- Ao realizar manobras de marcha-a-ré, solicitar ajuda de terceiro;
- Antes de deslocar-se com o veículo, fechar as portas;
- Não trafegar com excesso de pessoas;
- Verificar as condições do veículo, principalmente os dispositivos de segurança;
- Trafegar com faróis acesos em rodovias;
- Treinamento constantes para motoristas (curso direção defensiva);
- Usar EPI’s.
9.12. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Usar botinas de segurança;
- Usar cinto de segurança.
50
9.12. 4 - Equipamentos Utilizados:
- Ônibus coletivo;
- Automóveis.
9.13 - ADMINISTRATIVO E BALANÇA
9.13. 1 - Riscos:
- Postura inadequada e acidentes;
- Lesões por esforços repetitivos;
- Ruído;
9.13. 2 - Recomendações:
- Utilizar cadeiras adequadas para o trabalho de digitação;
- Fazer exercícios e alongamentos antes de iniciar, durante e após o término das atividades;
- Obedecer as sinalizações para evitar acidentes.
9.13. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Usar botinas de segurança.
9.13. 4 - Equipamentos Utilizados:
- Balança;
- Computadores;
- Impressora;
- Calculadoras.
3.14 - ARMAZENAMENTO DE ADUBO E HERBICIDAS E DISTRIBUIÇÃO
9.14. 1 - Riscos:
- Exposição a produtos químicos;
- Armazenamento;
- Transporte;
- Carregamento manual e mecânico;
- Quebra das alças dos bag’s.
9.14. 2 - Recomendações:
- Armazenar os produtos químicos em local ventilado e isento de umidade;
- Não armazenar ou transportar produtos químicos junto com outros produtos;
- Sinalizar os locais de armazenamento de produtos químicos ( placas );
- Ler com atenção as instruções do rótulo antes de manuseá-las;
- Usar EPI’s;
- Não permanecer debaixo dos bag’s.
- Instalar kit para transporte de produtos perigosos;
- Realizar a tríplice nas embalagens e encaminhá-las para depósito;
- Não utilizar embalagens de agrotóxicos para outros fins.
9.14. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Botina de segurança;
- Luva nitrilica;
- Máscara descartável;
9.14. 4 - Equipamentos Utilizados:
- Adubo;
- Herbicidas, inseticidas e coadjuvantes;
- Caminhão;
- Bag.
51
9.15 - PÁTIO - ESTACIONAMENTO, ESTRADAS INTERNAS, PORTARIA E
VIGILÂNCIA
9.15. 1 - Riscos:
- Excesso de velocidade;
- Estacionar em local inadequado;
- Colisão com outros veículos;
- Acidentes de trânsito.
9.15. 2 - Recomendações:
- Respeitar as sinalizações internas (excesso de velocidade);
- Olhar com atenção para os lugares onde caminha, para evitar acidentes;
- Para amenizar a poeira, utilizar o caminhão pipa para molhar todo o trajeto por onde passam
os veículos (quando necessário);
- Ao realizar manobras de marcha-a-ré, solicitar ajuda de terceiro;
9.15. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Botinas de segurança;
- Capacete de segurança (área industrial);
- Protetor auditivo (área industrial).
9.15. 4 - Equipamentos Utilizados:
- Caminhão;
- Ônibus;
- Automóveis.
9.16 - POSTO DE ABASTECIMENTO
9.16. 1 - Riscos:
- Incêndio e explosão;
- Descarga elétrica atmosférica;
- Excesso de velocidade;
- Manobra inadequada com veículos (colisão com as bombas);
- Exposição aos combustíveis e lubrificantes;
- Lubrificar os veículos.
9.16. 2 - Recomendações:
- Não fumar próximo ao posto;
- Não fazer uso de aparelhos celulares e radio amador;
- Reduzir a velocidade;
- Não fazer manobras bruscas e em marcha ré sem sinalizar;
- Obedecer as placas de sinalização;
- Usar o cabo terra e sinalização(ao descarregar líquidos inflamáveis);
- Usar os EPI’s;
- Utilizar calços quando da lubrificação dos veículos;
- Ao realizar manobras de marcha-a-ré, solicitar ajuda de terceiro;
9.16. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
-Luva em pvc cano longo;
-Botinas de segurança;
-Creme de proteção para pele.
9.16. 4 - Equipamentos Utilizados:
- Bombas de combustível.
-Mangueiras de pressão para lubrificação.
52
9.17 - MANUTENÇÃO MECÂNICA E BORRACHARIA
9.17. 1 - Riscos:
- Limalha, cavacos e fagulhas nos olhos;
- Prender a roupa, luva, cabelos em partes giratórias das máquinas (torno, furadeira).
- Queda de objetos pesados;
- Rompimento de pedra de esmeril e policorte, discos de lixadeiras;
- Cortes nas mãos e no corpo;
- Lançamento de objetos pelo torno;
- Queimaduras por objetos quentes e solda elétrica maçarico;
- Incêndio e explosão ( cilindros de acetileno, botijões com GLP, combustíveis, tintas e
solventes);
- Gases e névoa ( funilaria e pintura );
- Estouro de pneus e câmaras;
- Ruído.
- Exposição a lubrificantes.
9.17. 2 - Recomendações:
- Não usar roupas largas, cabelos soltos, anéis, pulseiras e relógios, quando trabalhar próximo
a partes giratórias das máquinas;
- Usar um gancho para remover os cavacos do torno;
- Colocar um barreira(aparato) na frente do torno;
- Não realizar manutenção ou limpeza com a máquina ligada;
- Fixar bem a peça a ser perfurada na mesa da furadeira;
- Não trabalhar com luvas próximo a partes giratórias das máquinas;
- Não realizar manutenção nos veículos sem antes colocar cavaletes, calços e suportes para
evitar quedas e deslocamentos inexperados;
- Nunca deixe cilindros de acetileno, botijões com GLP, O2, graxas, óleos, tintas e solventes,
próximos a trabalhos com solda elétrica, maçarico, lixadeiras, esmeril;
- Usar EPI’s.
- Treinamento periódico sobre riscos nas diversas atividades;
- Emitir e ler a Ordem de Serviço;
-Não realizar lavagem de peças sem luva de segurança e creme protetor para pele.
9.17. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Óculos de segurança (na realização de tarefas que exijam proteção visual);
- Protetor facial (no uso de lixadeiras e esmeril);
- Protetor auricular;
- Avental de raspa de couro com mangas longas (soldadores);
- Máscara de solda (soldadores);
- Perneiras de raspa (soldadores);
- Respirador descartável (soldadores).
- Oculos de proteção no uso de maçarico.
9.17. 4 – Equipamentos Utilizados
- Equipamentos e acessórios diversos.
9.18 - LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM DE MÁQUINAS E VEÍCULOS
9.18. 1 - Riscos:
- Exposição aos produtos químicos ( Intercap, Solopan, Shampoo, Graxas, Óleos );
- Umidade;
- Queda de objetos e peças das máquinas e veículos;
- Deslocamento inesperado da máquina ou veículo;
- Incêndio;
- Ruído.
53
9.18. 2 - Recomendações:
- Antes de entrar em baixo das máquinas ou veículos, verificar se há peças e objetos soltos;
- Ao parar máquina ou veículo para lubrificação ou lavagem, travar os freios e colocar calços
nos pneus para evitar deslocamento inesperado;
- Usar os EPI’s;
- Cuidados com fontes de ignição (faíscas, fogo).
9.18. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Calça e blusão impermeável ( conjunto trevira);
- Bota de borracha;
– Luvas de pvc cano longo;
– Respirador facial com filtro químico ou máscara descartável, quando da aplicação de
produtos para lavagem(Intercap, Solopan);
- Botina de segurança;
- Protetor auricular;
– Creme de protção para a pele.
9.18. 4 – Equipamentos Utilizados
- Máquinas e equipamentos diversos.
9.19 – ANALISTA DE LABORATÓRIO DE ÓLEOS
9.19. 1 - Resumo das atividades:
- Verificar aparência do óleo;
- Verificar odor e viscosidade;
- Água captação (chapa quente);
- Destilação (presença de água e óleo);
- Determinação do ponto de fulgor, inflamação e fuligem;
- Análises diversas.
9.19. 2 - Riscos:
- Contato de óleos lubrificantes e solventes;
- Queimaduras nas mãos e rosto;
- Gases e vapores produtos derivados de petróleo;
- Risco de acidente (incêndio ou explosão);
- Exposição a lubrificantes e solventes.
9.19. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Luvas de pvc/nitrílica ou luvas de procedimento;
- Máscara descartável;
- Respirador com filtro químico;
- Protetor facial;
- Botinas de segurança, capela, exaustor; ar refrigerado.
– Creme de proteção para a pele.
9.20 – VINHAÇA
9. 20. 1 - Riscos:
- Contato com vinhaça;
- Biológico (Fungos e bactérias);
- Químicos;
- Acidentes;
54
- Intempéries;
- Contato com animais peçonhentos e insetos;
- Ruído.
9. 20. 2 - Recomendações:
- Usar EPI’s;
- Não permanecer próximos ou embaixo da névoa ao ser aplicado a vinhaça;
- Verificar os equipamentos necessários ao manuseio e funcionamento das bombas de sucção;
- Cuidados ao transportar os equipamentos de uma área para outra;
9. 20. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Luvas de pvc/nitrílica e raspa;
- Máscara descartável;
- Botinas de segurança;
- Bota de borracha;
– Calça e capa ipermeavel(conjuto em trevira);
– Protetor auricular tipo concha.
9. 21 – TRANSPORTE DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS
9. 21. 1 - Riscos:
- Rede de energia elétrica;
- Tombamento de tratores e caminhões;
- Catracas quebradas ou gastas;
– Acidentes de trânsito;
– Exesso lateral.
9. 21. 2 - Recomendações:
- Utilizar o cinto de segurança nos veículos;
- Seguir as regulamentações do Código de Trânsito Brasileiro para transporte de máquinas e
equipamentos;
- Sinalizar postes e estirantes e comunicar as áreas por onde passam as redes de energia
elétrica;
- Verificar todos os dispositivos de segurança das máquinas e equipamentos e se as mesmos
estão bem fixados;
- Usar EPI’s;
- Ao realizar manobras de marcha-a-ré, solicitar ajuda de terceiro;
- Ao sair da lavoura verificar se o terreno apresenta condições de tráfego, a fim de se evitar
tombamentos.
9.21. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva:
- Botinas de Segurança;
- Luva de raspa.
9.21. 4 - Equipamentos Utilizados:
- Carregadeira;
- Trator;
- Implementos agrícolas.
- Maquinas e equipamentos.
10.0 – Reconhecimento dos Riscos Ambientais
DIVISÃO INDUSTRIAL
55
Riscos
Fonte
Causa
Tipo de
Exposição
Duraçã
o
N. de
Exposto
s
Danos à
Saúde
Medidas de Controle /
Implantar.
Setor Pessoal
Ergonômico
s
Processo
de
Trabalho e
atividade
em geral
Contato 8 horas 13
Cansaço,
Dores
musculares,
lesões por
esforços
repetitivos,
fraqueza,
tensão e
ansiedade
Pausa durante o
trabalho;
Móveis adequados.
Implantar programa de
ginástica laboral.
Treinamento.
Incêndio
Curto
circuito
Contato 8 horas 13
Incêndio,
intoxicação,
inalação e
Queimaduras
Extintores e
Sinalizações.
Treinamento de
combate à incêndio.
Sinalização dos riscos
existentes
Acidentes
Máquinas
e
equipamen
tos
Contato 8 horas 13
Quedas,
lesões e
contusões
Exames periódicos de
acordo com PCMSO,
respeitar sinalizações
Setor Balança
Acidentes
Processo
de trabalho
e
atividades
em geral
Contato 8 horas 04
Lesões,
Contusões e
quedas
Exames periódicos de
acordo com PCMSO, e
sinalizações.
Utilizar EPIs e EPCs.
Ergonômico
s
Processo
de trabalho
e atividade
em geral
Contato 8 horas 04
Lesões por
esforço
repetitivo
Cansaço e
dores
musculares
Pausa durante jornada
de trabalho, móveis
adequados
Ginástica Laboral
Treinamento
Setor Sesmt (medicina do trabalho)
Biológicos
Microorga
nismos
que podem
causar
danos a
saúde
Contato
(fungos,
vírus,
bacilos,
bactérias,
protosoário
s e
parasitas)
8 horas 4
Alergia,
irritação das
vias
respiratórias e
oftálmicas,
intoxicação e
acidentes
Uso de EPI´s;
uniformes, limpeza das
instalações.
Treinamentos.
Normas de
Biosegurança.
Exames Periódicos de
acordo com PCMSO.
Ergonômico
s
Processo
de trabalho
e atividade
em geral
Contato 8 horas 4
Cansaço.
Dor muscular
Lesão por
esforço
repetitivo.
Fadiga
Pausa durante o
trabalho;
Móveis adequados.
Acidentes
Instrument
os de
trabalho,
quedas
Contato 8 horas 4
Quedas
Lesões
Contusões
Treinamento;
Uso de EPI;
Exames periódicos de
acordo com PCMSO.
56
Setor Sesmt (segurança do trabalho)
Ergonômico
s
Processo
de trabalho
e atividade
em geral
Contato 8 horas 5
Cansaço
Dor muscular
Fadiga
Pausa durante o
trabalho;
Móveis adequados.
Treinamento.
Acidentes
Instrument
os de
trabalho,
quedas
Contato 8 horas 5
Lesões
Contusões
Uso de EPI;
Exames periódicos de
acordo com PCMSO.
Treinamento.
Setor Laboratório
Ergonômico
s
Processo
de
Trabalho
Contato 8 horas 33
Cansaço,
Dores
musculares,
fraqueza,
tensão e
ansiedade.
Pausa durante o
trabalho.
Mobiliário adequado.
Treinamento.
Químicos
Produtos
químicos
utilizados
no
laboratório
Contato 8 horas 33
Alergias,
queimaduras,
irritação das
vias
respiratórias e
oculares,
intoxicação e
acidentes
Uso de máscara e luvas
de borracha, óculos de
segurança e protetor
facial.
Treinamento.
Exames periódicos de
acordo com PCMSO.
Instalar programa de
biosegurança.
Instalar exaustor.
Acidentes
Vidrarias
Quedas
Contato 8 horas 33
Lesões e
contusões
Exames periódicos de
acordo com PCMSO,
uso dos EPI’s,
treinamento sobre o
riscos de acidentes e
sinalização.
Ruídos
Triturador
e prensa
Contato 4 horas 33
Perda
auditiva,
fadiga
Exames periódicos, uso
dos EPI’s, treinamento e
manutenção dos
equipamentos.
Incêndios
Curto
circuito,
produtos
químicos
Contato 8 horas 33
Queimaduras
e lesões
Extintores, sinalizações
e treinamentos.
Setor de Moenda
Químicos
Graxas e
Óleos
Lubrificant
es
Contato e
inalação
8 horas 26
Alergias,
irritação das
vias
respiratórias e
oculares,
intoxicação e
acidentes
Treinamento e uso
correto dos EPI’s,
exame médico de
acordo com o PCMSO,
treinamento sobre riscos
de acidentes.
Ergonômico
s
Processo
de
Trabalho
Contato 8 horas 44
Cansaço
Dor muscular
Fraqueza,
tensão e
ansiedade
Pausas no trabalho.
Treinamento sobre
riscos da atividade
57
Incêndios
Curto-
circuito,
máquinas
e
equipamen
tos, óleos e
graxas
Contato 8 horas 44
Queimaduras
e lesões
Treinamento de
combate a incêndio;
extintores.
Acidentes
Máquinas
e
equipamen
tos e
instalações
em geral
Contato 8 horas 44
Lesões
Contusões
Quedas
Uso de EPI;
Treinamento;
Sinalização; exames
periódicos de acordo
com PCMSO.
Ruídos
Máquinas
e
equipamen
tos
Contato 8 horas 44
Lesões do
aparelho
auditivo,
tonturas,
fadiga.
Exames periódicos; uso
de protetor auditivo;
treinamento sobre riscos
de acidentes;
manutenção dos
equipamentos
Radiações
não
ionizantes
Chapisco,
enchiment
o de peças
metálicas
com
eletrodos
Contato 8 horas 05
Queimaduras
e doenças
respiratórias.
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ;
Uso dos EPI’s;
Treinamento de
prevenção de acidentes.
Químicos
Solda com
eletrodos a
base de
manganês
Contato e
inalação
8 horas 05
Alergias,
irritação das
vias
respiratórias e
oculares,
intoxicação e
acidentes
Uso de respirador;
Treinamento sobre o
uso correto dos EPI’s;
exames médico de
acordo com o PCMSO;
Treinamento sobre os
riscos de acidentes;
melhoria no posto de
trabalho.
Setor Destilaria
Químicos
Álcool;
ácido
sulfúrico;
soda
caustica;
ciclo
hexano;
dispersante
; anti-
espumante
;
bactericita
Contato 8 horas 13
Alergias;
irritação das
vias
respiratórias e
oculares;
intoxicação e
acidentes
Uso de EPI;
Treinamentos;
Sinalização; exame
médico de acordo com o
PCMSO.
Normas de
biosegurança.
Acidentes
Máquinas
e
equipamen
tos e
instalações
em geral
Contato 8 horas 13
Lesões;
Contusões e
quedas
Uso de EPI;
Treinamento;
Sinalização; exames
periódicos de acordo
com PCMSO.
58
Ergonômico
s
Processo
de trabalho
Contato 8 horas 13
Cansaço,
dores
musculares,
fraqueza,
tensão e
ansiedade
Pausas durante a
jornada; treinamento
sobre os riscos da
atividade.
Incêndios/ex
plosões
Curto-
circuito,
máquinas
e
equipamen
tos,
vapores de
inflamávei
s
Contato 8 horas 13
Queimaduras;
lesões
Extintores e
treinamentos sobre
combates a incêndio
Ruídos
Máquinas
e
equipamen
tos
Contato 8 horas 13
Lesões do
aparelho
auditivo,
tonturas
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ;
uso de protetores
auditivos; treinamento;
manutenção dos
equipamentos.
Setor Armazém de Açúcar
Acidentes
Máquinas
e
equipamen
tos e
instalações
em geral
Contato 8 horas 16
Lesões,
quedas e
contusões
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ,
Uso dos EPI’s;
Treinamento;
Sinalização
Ergonômico
s
Processo
de trabalho
Contato 8 horas 16
Cansaço,
dores
musculares,
fraqueza,
tensão e
ansiedade
Pausas durante a
jornada; treinamentos
Explosões
Curto-
circuíto,
máquinas
e
equipamen
tos e
poeiras de
açúcar em
suspensão
Contato 8 horas 16
Queimaduras,
lesões
Extintores; treinamento
combate a incêndio
Ruídos
Máquinas
e
equipamen
tos
Contato 8 horas 16
Lesões do
aparelho
auditivo,
tonturas
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ;
uso de protetores
auditivos; treinamento;
manutenção dos
equipamentos
59
Setor Fabricação de Açúcar
Acidentes
Máquinas
e
equipamen
tos e
instalações
em geral
Contato 8 horas 26
Lesões,
quedas e
contusões
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ;
Uso de EPI’s;
treinamento; sinalização
Ergonômico
s
Processo
de trabalho
Contato 8 horas 26
Cansaço,
dores
musculares,
fraqueza,
tensão e
ansiedade
Pausas durante a
jornada; treinamentos
Ruídos
Máquinas
e
equipamen
tos
Contato 8 horas 26
Lesões do
aparelho
auditivo,
tonturas
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ;
uso de protetores
auditivos; treinamento;
manutenção dos
equipamentos
Setor Tratamento de Água
Acidentes
Máquinas
e
equipamen
tos e
instalações
em geral
Contato 8 horas 01
Lesões,
quedas e
contusões
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ,
uso de EPI’s,
Treinamentos;
Sinalização.
Ergonômico
s
Processo
de
Trabalho
Contato 8 horas 01
Cansaço,
dores
musculares,
fraqueza,
tensão e
ansiedade
Pausas durante a
jornada; Treinamento.
Ruídos
Máquinas
e
equipamen
tos
Contato 8 horas 01
Lesões do
aparelho
auditivo,
tonturas
Exames periódicos; Uso
de protetores auditivos;
Treinamento;
manutenção dos
equipamentos
Químicos
Soda
caustica,
Sulfato de
alumínio,
Cloreto de
Sódio
Contato,
Inalação
8 horas 01
Alergias,
irritação das
vias
respiratórias e
oculares,
intoxicação e
acidentes
Uso de máscara; luva de
proteção; Treinamento;
exames médico de
acordo com o PCMSO.
Setor Transporte
Acidentes
Máquinas
e
equipamen
tos e
instalações
em geral
Contato 8 horas 4
Lesões,
quedas e
contusões e
acidente de
trânsito
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ,
uso de EPI’s,
Treinamentos;
Sinalização.
60
Ergonômico
s
Processo
de
Trabalho
Contato 8 horas 4
Cansaço,
dores
musculares,
fraqueza,
tensão e
ansiedade
Pausas durante a
jornada; Treinamento.
Ruídos
Máquinas
e
equipamen
tos
Contato 8 horas 02
Lesões do
aparelho
auditivo,
tonturas e
fadiga
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ;
Uso de protetores
auditivos; Treinamento;
manutenção dos
equipamentos
Setor Administração Industrial
Acidentes
Máquinas
e
equipamen
tos e
instalações
em geral
Contato 6 horas 8
Lesões,
quedas e
contusões e
acidente de
trânsito
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ,
uso de EPI’s,
Treinamentos;
Sinalização.
Ergonômico
s
Processo
de
Trabalho
Contato 8 horas 8
Cansaço,
dores
musculares,
fraqueza,
tensão e
ansiedade
Pausas durante a
jornada; Treinamento.
Ruídos
Máquinas
e
equipamen
tos
Contato 8 horas 8
Lesões do
aparelho
auditivo,
tonturas e
fadiga
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ;
Uso de protetores
auditivos; Treinamento;
manutenção dos
equipamentos
Químicos
Soda
caustica,
Sulfato de
alumínio,
Cloreto de
Sódio
Contato,
Inalação
Eventu
al
07
Alergias,
irritação das
vias
respiratórias e
oculares,
intoxicação e
acidentes
Uso de máscara; luva de
proteção; Treinamento;
exames médico de
acordo com o PCMSO.
Setor Almoxarifado Industrial
Acidentes
Máquinas
e
equipamen
tos e
instalações
em geral
Contato 8 horas 08
Lesões,
quedas e
contusões e
acidente de
trânsito
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ,
uso de EPI’s,
Treinamentos;
Sinalização.
Ergonômico
s
Processo
de
Trabalho
Contato 8 horas 08
Cansaço,
dores
musculares,
fraqueza,
tensão e
ansiedade
Pausas durante a
jornada; Treinamento.
61
Ruídos
Máquinas
e
equipamen
tos
Contato 8 horas 08
Lesões do
aparelho
auditivo,
tonturas e
fadiga
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ;
Uso de protetores
auditivos; Treinamento;
manutenção dos
equipamentos
Químicos
Soda
caustica,
Sulfato de
alumínio,
Cloreto de
Sódio
Contato,
Inalação
Eventu
al
08
Alergias,
irritação das
vias
respiratórias e
oculares,
intoxicação e
acidentes
Uso de máscara; luva de
proteção; Treinamento;
exames médico de
acordo com o PCMSO.
Setor Mecânica Industrial
Acidentes
Máquinas
e
equipamen
tos e
instalações
em geral
Contato 8 horas 14
Lesões,
quedas e
contusões
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ,
uso de EPI’s,
Treinamentos;
Sinalização.
Ergonômico
s
Processo
de
Trabalho
Contato 8 horas 14
Cansaço,
dores
musculares,
fraqueza,
tensão e
ansiedade
Pausas durante a
jornada; Treinamento.
Ruídos
Máquinas
e
equipamen
tos
Contato 8 horas 14
Lesões do
aparelho
auditivo,
tonturas e
fadiga
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ;
Uso de protetores
auditivos; Treinamento;
manutenção dos
equipamentos
Químicos
Soda
caustica,
Sulfato de
alumínio,
Cloreto de
Sódio
Contato,
Inalação
Eventu
al
14
Alergias,
irritação das
vias
respiratórias e
oculares,
intoxicação e
acidentes
Uso de máscara; luva de
proteção; Treinamento;
exames médico de
acordo com o PCMSO.
Incêndios
Curto-
circuito,
máquinas
e
equipamen
tos
Contato
Intermi
tente
14
Queimaduras;
lesões
Extintores e
treinamentos sobre
combates a incêndio
Setor Manutenção Elétrica Industrial
Acidentes
Máquinas
e
equipamen
tos e
instalações
em geral
Contato 8 horas 12
Lesões,
quedas e
contusões
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ,
uso de EPI’s,
Treinamentos;
Sinalização.
62
Ergonômico
s
Processo
de
Trabalho
Contato 8 horas 12
Cansaço,
dores
musculares,
fraqueza,
tensão e
ansiedade
Pausas durante a
jornada; Treinamento.
Ruídos
Máquinas
e
equipamen
tos
Contato 8 horas 12
Lesões do
aparelho
auditivo,
tonturas e
fadiga
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ;
Uso de protetores
auditivos; Treinamento;
manutenção dos
equipamentos
Químicos
Soda
caustica,
Sulfato de
alumínio,
Cloreto de
Sódio
Contato,
Inalação
Intermi
tente
12
Alergias,
irritação das
vias
respiratórias e
oculares,
intoxicação e
acidentes
Uso de máscara; luva de
proteção; Treinamento;
exames médico de
acordo com o PCMSO.
Incêndios
Curto-
circuito,
máquinas
e
equipamen
tos
Contato
Eventu
al
12
Queimaduras;
lesões
Extintores e
treinamentos sobre
combates a incêndio
Setor Instrumentação
Acidentes
Máquinas
e
equipamen
tos e
instalações
em geral
Contato 8 horas 3
Lesões,
quedas e
contusões
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ,
uso de EPI’s,
Treinamentos;
Sinalização.
Ergonômico
s
Processo
de
Trabalho
Contato 8 horas 3
Cansaço,
dores
musculares,
fraqueza,
tensão e
ansiedade
Pausas durante a
jornada; Treinamento.
Ruídos
Máquinas
e
equipamen
tos
Contato 8 horas 3
Lesões do
aparelho
auditivo,
tonturas e
fadiga
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ;
Uso de protetores
auditivos; Treinamento;
manutenção dos
equipamentos
Químicos
Soda
caustica,
Sulfato de
alumínio,
Cloreto de
Sódio
Contato,
Inalação
Intermi
tente
3
Alergias,
irritação das
vias
respiratórias e
oculares,
intoxicação e
acidentes
Uso de máscara; luva de
proteção; Treinamento;
exames médico de
acordo com o PCMSO.
Setor Montagem Industrial
63
Acidentes
Máquinas
e
equipamen
tos e
instalações
em geral
Contato 8 horas 10
Lesões,
quedas e
contusões
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ,
uso de EPI’s,
Treinamentos;
Sinalização.
Ergonômico
s
Processo
de
Trabalho
Contato 8 horas 10
Cansaço,
dores
musculares,
fraqueza,
tensão e
ansiedade
Pausas durante a
jornada; Treinamento.
Ruídos
Máquinas
e
equipamen
tos
Contato 8 horas 10
Lesões do
aparelho
auditivo,
tonturas e
fadiga
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ;
Uso de protetores
auditivos; Treinamento;
manutenção dos
equipamentos
Químicos
Soda
caustica,
Sulfato de
alumínio,
Cloreto de
Sódio
Contato,
Inalação
Eventu
al
10
Alergias,
irritação das
vias
respiratórias e
oculares,
intoxicação e
acidentes
Uso de máscara; luva de
proteção; Treinamento;
exames médico de
acordo com o PCMSO.
Incêndios e
Explosões
Curto-
circuito,
máquinas
e
equipamen
tos
Contato
Eventu
al
16
Queimaduras;
lesões
Extintores e
treinamentos sobre
combates a incêndio
Setor Caldeira
Acidentes
Máquinas
e
equipamen
tos e
instalações
em geral
Contato 8 horas 17
Lesões,
quedas e
contusões
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ,
uso de EPI’s,
Treinamentos;
Sinalização.
Ergonômico
s
Processo
de
Trabalho
Contato 8 horas 17
Cansaço,
dores
musculares,
fraqueza,
tensão e
ansiedade
Pausas durante a
jornada; Treinamento.
Ruídos
Máquinas
e
equipamen
tos
Contato 8 horas 17
Lesões do
aparelho
auditivo,
tonturas e
fadiga
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ;
Uso de protetores
auditivos; Treinamento;
manutenção dos
equipamentos
64
Químicos
Soda
caustica,
Sulfato de
alumínio,
Cloreto de
Sódio
Contato,
Inalação
Eventu
al
17
Alergias,
irritação das
vias
respiratórias e
oculares,
intoxicação e
acidentes
Uso de máscara; luva de
proteção; Treinamento;
exames médico de
acordo com o PCMSO.
Incêndios
Curto-
circuito,
máquinas
e
equipamen
tos
Contato
Eventu
al
17
Queimaduras;
lesões
Extintores e
treinamentos sobre
combates a incêndio
Setor Recepção de Cana
Acidentes
Máquinas
e
equipamen
tos e
instalações
em geral
Contato 8 horas 22
Lesões,
quedas e
contusões
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ,
uso de EPI’s,
Treinamentos;
Sinalização.
Ergonômico
s
Processo
de
Trabalho
Contato 8 horas 22
Cansaço,
dores
musculares,
fraqueza,
tensão e
ansiedade
Pausas durante a
jornada; Treinamento.
Ruídos
Máquinas
e
equipamen
tos
Contato 8 horas 22
Lesões do
aparelho
auditivo,
tonturas e
fadiga
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ;
Uso de protetores
auditivos; Treinamento;
manutenção dos
equipamentos
Setor Construção Civil
Acidentes
Máquinas
e
equipamen
tos e
instalações
em geral
Contato 8 horas 17
Lesões,
quedas e
contusões
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ,
uso de EPI’s,
Treinamentos;
Sinalização.
Ergonômico
s
Processo
de
Trabalho
Contato 8 horas 17
Cansaço,
dores
musculares,
fraqueza,
tensão e
ansiedade
Pausas durante a
jornada; Treinamento.
Ruídos
Máquinas
e
equipamen
tos
Contato 8 horas 17
Lesões do
aparelho
auditivo,
tonturas e
fadiga
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ;
Uso de protetores
auditivos; Treinamento;
manutenção dos
equipamentos
65
Setor Tratamento de Caldo
Acidentes
Máquinas
e
equipamen
tos e
instalações
em geral
Contato 8 horas 23
Lesões,
quedas e
contusões
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ,
uso de EPI’s,
Treinamentos;
Sinalização.
Ergonômico
s
Processo
de
Trabalho
Contato 8 horas 23
Cansaço,
dores
musculares,
fraqueza,
tensão e
ansiedade
Pausas durante a
jornada; Treinamento.
Ruídos
Máquinas
e
equipamen
tos
Contato 8 horas 23
Lesões do
aparelho
auditivo,
tonturas e
fadiga
Exames periódicosde
acordo com PCMSO ;
Uso de protetores
auditivos; Treinamento;
manutenção dos
equipamentos
11.0 – Planejamento e Prioridade das Ações
ORDEM RISCO MEDIDAS DE CONTROLE E METODOLOGIA
01 RUÍDO
- exames audiométricos;
- exames periódicos;
- conscientização sobre acidentes do trabalho.
02 RISCOS ERGONÔMICOS
- usar móveis adequados;
- pausas durante o trabalho;
- treinamentos sobre postura correta;
- conscientização sobre acidentes do trabalho.
03 RISCOS QUÍMICOS
- Uso de EPI;
- Treinamentos;
- Sinalização.
04 RISCOS DE ACIDENTES
- Uso de EPI;
- Treinamento;
- Sinalização.
66
05
RISCOS DE EXPLOSÃO
INCÊNDIO
- Treinamento sobre combate a incêndio;
- Sinalização;
- Só executar tarefas com ordem de Serviço;
- Monitoramento de poeira e atmosfera explosivas.
11.1 - Cronograma das Ações PPRA - Planejamento de Trabalho
ATIVIDADES – RESPONSÁVEIS
2004 2005
S O N D J F M A M J J A
Elaboração do levantamento ambiental –
PPRA – Responsáveis: Eng.º de Segurança e
Médico do Trabalho.
X X
Integração das ações do PPRA com o
PCMSO – Responsáveis: Recursos
Humanos e Médico.
X X X
67
Treinamento sobre postura de trabalho –
Responsável: Recursos Humanos/Técnico
Segurança
X X
X
Treinamento sobre os riscos da atividade –
Responsáveis: Técnico de Segurança.
X X X X X
Exames Médicos para os trabalhadores de
acordo com o PCMSO, com emissão do
ASO – Responsável: Médico do Trabalho.
X X X X X X X X X X X X
Tornar obrigatório o uso de EPI –
Responsável: Encarregado/Técnico de
Segurança.
X X X X X X X X X X X X
Manter os extintores carregados –
Responsáveis: Encarregado e Empresa de
Extintor.
X X X X X X X X X X X X
Treinamento sobre combate a incêndio –
Responsáveis: Técnico de Segurança e
Empresa prestadora de serviços de combate
a incêndio.
X X X X X X
Sinalizar o pátio e todos os setores –
Responsável; Técnico de Segurança.
X X
Formar a CIPA – Responsáveis: Técnico de
Segurança e Chefe de Recursos Humanos.
X
Fazer curso para membros da CIPA –
Responsáveis: Técnico de Segurança e
Chefe de Recursos Humanos.
X
Formar brigada de incêndio – Responsável:
Técnico de Segurança.
X X
Promover curso para membro da brigada
Controle da Poeira – Responsável: Gerente
de Logística.
X X
COMPROMISSO:
PAULO MENEGUETTI – Sócio:_______________________________________
MOACIR MENEGUETTI – Sócio:______________________________________
WALDOMIRO BADDINI – Chefe de Recursos Humanos:
__________________________________
WILSON ROBERTO CHUMA – Gerente de Logística:
______________________________________
CLEVISON DE MATOS– Técnico de Segurança do Trabalho:
______________________________________
11.2 –Recomendação dos Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva
FUNÇÃO/SETOR EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL
RECOMENDADOS
68
Especificação
CA
Prazo de
Validade
O SR PEDRO FARÁ QUADRO
Obs: A empresa deverá fornecer os EPI’s com CA, orientar e treinar o trabalhador sobre o uso
adequado guarda e conservação; substituir quando danificado ou extraviado. Entregar
mediante recibo devidamente assinado.
Manter os CA - Certificado de Aprovação e Fichas de Informações Toxicológicas dos
produtos químicos utilizados arquivados na empresa.
11.3 – Avaliação Quantitativa e Qualitativa
11.3.1 - CALOR
De acordo com o período de descanso, tipo de atividade e limites de tolerância estabelecido
para exposição ao calor, NR-15, Anexo 3, Quadros 1, 2 e 3, da Portaria 3.214 de 8 de junho
de 1978, do Ministério do Trabalho e Emprego, não há ambiente térmico na empresa.
11.3.2 - RUÍDO
Ponto de
Medição
Intensidad
e
Escala
Tipo de
Medição
CONSIDERAÇÕES
Sala da Gerência 54 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Sala da Recepção 59 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Portaria (Interno) 54 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Portaria (Externo) 82 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Adubo –Ensaque
Bag
87 dB(A) NS Uso de Protetor Auricular
Sala Controle
Ensaque
70 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Peneira de Adubo 87 dB(A) NS Uso de Protetor Auricular
Carregadeira Bag
Adubo
91 dB(A) NS Uso de Protetor Auricular
69
Calcário Pesagem-
Sala
57 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Plataforma
Pesagem de
Calcário
66 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Laboratório 63 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Carregamento
Álcool
60 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Armazém 1 –
ponto 1
57 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Armazém 1 –
ponto 2
53 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Armazém 2 –
ponto 1
58 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Armazém 2 –
ponto 2
60 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Túnel –Armazém 1 72 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Túnel – Armazém
2
74 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Túnel –
Corr.Subt.1/2
79 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Sala Controle
Moega
60 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Plataforma
Carr.Vagão
71 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Moega 1/2 84 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular
Descarreg. Açúcar 87 dB(A) NS Uso de Protetor Auricular
RESULTADO DA AVALIAÇÃO:
Número de Turnos: 01;
Duração do Turno: 08 horas;
Os níveis de ruído de ruído em alguns setores estão acima dos limites de tolerância, fixados
no Quadro 1 do Anexo n.º 1, da Portaria 3214, de 8 de junho de 1978, do Ministério do
Trabalho e Emprego.
Nos demais setores não existe ruído ocupacional.
11.3.3 - ILUMINAMENTO
PONTO DE
MEDIÇÃO
ILUMINAM
ENTO
MEDIDO
(LUX)
ILUMINAMENTO(LUX
)
AVALIAÇÃOMÍNI
MO
MÉDI
O
MÁXI
MO
Setor Moenda
Recepção 200 300 500 Iluminância Adequada
Moenda ternos 100 200 300 Iluminância Adequada
Sala controle moenda 100 200 300 Iluminância Adequada
Sala Ferramentaria 100 200 300 Iluminância Adequada
Sala Chefe moenda 200 300 500 Iluminância Adequada
Sala Encarregados 200 300 500 Iluminância Adequada
Setor Caldeira
Sala de controle 200 300 500 Iluminância Adequada
70
Caldeira 1 100 200 300 Iluminância
Inadequada
Caldeira 2 100 200 300 Iluminância
Inadequada
Caldeira 3 100 200 300 Iluminância
Inadequada
Setor Evaporação/Fábrica
Evaporadores 100 200 300 Iluminância Adequada
Sala de controle 100 200 300 Iluminância Adequada
Cristalizadores 100 200 300
Centrífuga 100 200 300
Aquecedores 100 200 300
Corredor dos vácuos 100 200 300
Setor Armazém de Açúcar
Balança 100 200 300
Mesa encarregado 100 200 300
Setor Manutenção Mecânica/Elétrica
Elétrica 100 200 300
Mesa encarregado 100 200 300
Mecânica 100 200 300
Lavagem de peças 100 200 300
Torno 1 100 200 300
Torno 2 100 200 300
Setor Almoxarifado
Sala atendimento 100 200 300
Escritório 100 200 300
Prateleiras 1 100 200 300
Prateleiras 2 100 200 300
Prateleira superior 100 200 300
Setor Gerador Energia
Sala do Gerador 100 200 300
Sala de comando 100 200 300
Setor Laboratório
Controle e qualidade 100 200 300
Sala de análise 100 200 300
Sala Enc. destilaria e
fábrica
100 200 300
Setor Destilaria
Sala controle
informatizada
100 200 300
Centrífugas 100 200 300
Dornas 100 200 300
Setor Escritório
Recepção 252 100 200 300
Sala encarregados 252 100 200 300
Sala supervisores 225 100 200 300
Sala Topografia 210 100 200 300
Sala gerente industrial 250 100 200 300
Sala gerente agrícola 255 100 200 300
Sala supervisão agrícola 235 100 200 300
Setor ETA
Bombas 100 200 300
Painel de controle 100 200 300
Setor Portaria Balança
71
Portaria 100 200 300
Guarita 100 200 300
Balança 100 200 300
Controle de tráfego 100 200 300
Setor RH
Recepção 220 100 200 300
Supervisão RH 280 100 200 300
CPD 130 100 200 300
Financeiro 270 100 200 300
Segurança 340 100 200 300
Recepção Medicina 156 100 200 300
Escritório Medicina 207 100 200 300
Ambulatório 702 100 200 300
Consultório Médico 184 100 200 300
DIVISÃO AGRÍCOLA
Oficina Agrícola
Manutenção tratores 100 200 300
Manutenção caminhões 100 200 300
Torno 100 200 300
Elétrica 100 200 300
Ferramentaria 100 200 300
Sala encarregado 100 200 300
Borracharia 100 200 300
Implementos 100 200 300
Laboratório de óleos 100 200 300
Sala supervisão 100 200 300
Central de rádio 100 200 300
RESULTADO DA AVALIAÇÃO:
A NR-17 da Portaria 3.214/78, determina que a iluminação deverá ser uniformemente
distribuída, geral e difusa, a fim de evitar ofuscamento, reflexos, sombras e contrastes
excessivos;
A medição dos níveis de iluminamento, foi feita no campo de trabalho onde se realiza a
tarefa visual, utilizando-se instrumento calibrado com fotocélula corrigida para a sensibilidade
do olho humano e em função do ângulo de incidência;
Levou-se em consideração os fatores determinantes da Iluminância adequada, como a idade,
velocidade, precisão e refletância do fundo da tarefa;
Deverá ser considerado o valor médio dos níveis recomendados na NBR 5413, para correção
do iluminamento medido;
No setor industrial as medições foram feitas com iluminamento natural;
As medições serão feitas durante o período de trabalho de acordo com a NR-17 da Portaria
3.214/78 e NBR 5413.
Concluímos que os níveis de Iluminância estão adequados, exceto nos setores ??????????.
11.4– Metodologia Utilizada
72
11.4.1 - Agentes Químicos:
A avaliação dos possíveis agentes químicos existentes no local de trabalho, bem como nas
atividades em estudo, foram avaliações qualitativas e por inspeção, realizadas de acordo com
o Anexo 11, 12 e 13, NR-15 da Portaria n.º 3.214 de 08 junho de 1978 do Mistério do
Trabalho e Emprego, ABNT – NBR 9547 e Norma Internacional n.º 500 da OSHA, para
avaliação de poeira total.
11.4.2 - Riscos Ergonômicos:
A avaliação dos possíveis riscos ergonômicos existentes no local de trabalho, bem como nas
atividades em estudo, foram avaliações por inspeção, considerando a NR-17 da Portaria n.º
3.214 de 08 junho de 1978 do Mistério do Trabalho e Emprego.
11.4.3 - Ruído:
Para a avaliação da exposição ocupacional ao ruído foi utilizado a metodologia estabelecida
na NHT-06 R/E - Norma para Avaliação da Exposição Ocupacional ao Ruído da
FUNDACENTRO para, ruído contínuo ou intermitente, ou na NHT-07, R/E - Norma para
Avaliação da Exposição Ocupacional ao Ruído da FUNDACENTRO, para ruído de impacto,
conforme segue:
• A medição foi realizada em condições operacionais normais e/ou habituais,
compreendendo-se como tal o ritmo usual de trabalho, a existência de fatores
contribuintes habituais para o processo ou operação;
• A medição foi realizada junto á zona auditiva do trabalhador, á altura do plano horizontal
que contém o canal auditivo, a urna distância de 15 a 20 cm do ouvido;
• A leitura foi realizada no circuito de resposta lenta (Slow) e circuito de compensação "A",
sobre um período de 5 segundos de estabilização, para ruído continuo ou intermitente;
• A leitura foi realizada no circuito de resposta rápida (Fast) e circuito de compensação "C",
para ruído continuo ou intermitente;
• A caracterização da exposição se fará basicamente de maneira individual, ou seja, os
dados foram coletados de forma a se poder definir a dose de ruído recebida por cada um
dos trabalhadores do ambiente;
• Como o conceito de dose está associado ao tempo de exposição, foram realizados
levantamentos no campo para caracterizar os tempos de exposição de cada trabalhador
envolvido, a cada nível de ruído;
• As funções as quais o Nível de Pressão Sonora, estiverem abaixo do Limiar Mínimo de
Leitura, ou seja, abaixo de 85 dB não terão calculadas a dose de ruído recebida.
11.4.4 - Calor:
Para a avaliação da Exposição Ocupacional ao Calor, foi utilizado a metodologia estabelecida
na NHT-O1 C/E - Norma para avaliação da Exposição Ocupacional ao Calor da
FUNDACENTRO.
11.4.5 - Agentes Biológicos:
Para a avaliação dos agentes biológicos foi utilizado o caráter qualitativo e inspeção realizada
no local de trabalho, de acordo com o Anexo 14 da NR-15 – Agentes Biológicos.
11.4.6 – Atmosfera Perigosa
73
Para avaliação de Oxigênio (O2) Gás Inflamável (LEL), Monóxido de Carbono (CO) e Sulfeto
de Hidrogênio (H2S), utilizamos o Detetor de Gases PhD Lite, calibrado de acordo com a
Norma Internacioal OSHA, nos setores de destilaria e carregamento de álcool.
11. 5 - Instrumentos de Medição
11.5.1 - Iluminamento
Foi medido com LUXÍMENTRO DIGITAL LIGHT METER LUX/FC, modelo 840020,
procedência americana, certificado de calibração pela SPER SCIENTIFIC LTD., para
determinação de nível de iluminamento.
As medições foram feitas no campo de trabalho do paradigma.
11.5.2 - Nível de Pressão Sonora
Medido com instrumento DIGITAL SOUND METER TYPE - 2, modelo 840029, de
procedência americana, certificado de calibração da SPER SCIENTIFIC LTD., para
determinação de nível de ruído. As medições foram efetuadas no campo de trabalho, na altura
do ouvido do paradigma.
11.5.3 - Dose de Ruído
Medido com instrumento LOGGING NOISE DOSE METER, TYPE-2, modelo TES-1355
CE, para determinação da percentagem da dose, picos, tempo de exposição. As medições
foram feitas individualmente durante o turno de trabalho.
11.5.4 - Nível de Temperatura
Medido com TERMÔMETRO DE GLOBO E BULBO WiBGeT RS - 214, HEAT STRESS
MOTOR, com microprocessador e placa serial, procedência canadense, para determinação do
nível de temperatura ambiental. As medições foram efetuadas no campo de trabalho.
11.5.5 - Risco de Incêndio
Medido com Detetor de Incêndio marca UNIVERSAL, SECURITY INSTRUMENTS, INC.
OWINGS MILLS, MD 21117 USA. Há risco de incêndio em todo o setor industrial.
11.5.6 – Velocidade do Ar
Medido com Thermo-Anemometer, marca Kesstrel, modelo 2000, de procedência americana.
As medições foram feitas em todos os setores, para determinar a corrente de ar.
11.5.7 – Altitude e Pressão Atmosférica
Medido com HAND HELD BAROMETER, marca COLE-PARMER, modelo 99770-00, de
procedência americana, calibrado com GPS. As medições foram feitas em todo o ambiente de
trabalho.
11.5.8 – Atmosfera Perigosa
Medido com multi Detetor de Gases PhD Lite, marca Biosystems, de procedência americana,
calibrado de acordo com a Norma Internacional OSHA.
12 – COMENTÁRIO SOBRE O PPRA
12.1 - Introdução
As rotinas de Prevenção de Acidentes e de manutenção da integridade física e mental do
homem em seu local de trabalho dependem em grande parte do ambiente em que o mesmo irá
desenvolver suas atividades profissionais, haja visto que mais da metade de sua vida,
74
permanece no trabalho ou a serviço da empresa, inclusive no percurso de ida e vinda do
trabalho para o lar e vice-versa.
Nada mais justo e racional, que seja desenvolvido um programa especial, dentro do Programa
Anual de Prevenção de Acidentes e Doenças Ocupacionais da Empresa, um Programa de
Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), que tem como objetivo, acima de tudo, a
identificação dos riscos em cada ambiente de trabalho, com vistas à tomada de decisões que a
curto e médio prazo, visam a solução dos problemas ambientais detectados, que de uma forma
ou de outra venham trazer agravos à saúde do trabalhador, causar acidentes do trabalho ou até
mesmo causar danos materiais ao patrimônio da Empresa.
Deste forma é de essencial a participação integrada de todos os funcionários na resolução dos
problemas ambientais, nos postos ou estações de trabalho auxiliando a Direção da Empresa
(empregado) e ao Engenheiro de Segurança do Trabalho (consultor) quanto ao
reconhecimento, avaliação e controle dos riscos detectados, de maneira que os mesmos sejam
colocados em ordem de prioridades e solucionados caso a caso, em cumprimento à Lei
6.514/77, Portaria 3.214/78 (NR 9) e demais Normas Regulamentadoras do Ministério do
Trabalho.
12.2 - Objetivo
O objetivo principal do PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), é, sem dúvida,
preservar a integridade física e mental dos trabalhadores, proporcionando-lhes o bem estar,
conforto e eficiência, nos seus ambientes de trabalho, tendo como diretrizes básicas o
seguinte:
a) Promover a proteção de vida e saúde de seus trabalhadores, mantendo um ambiente de
trabalho saudável e seguro.
b) Preservar o patrimônio físico da empresa (bens móveis e imóveis), edificações, máquinas,
equipamentos, veículos em geral etc.
c) Prevenir efeitos prejudiciais ao meio ambiente, agindo sempre de conformidade com as leis
brasileiras e às normas nacionais e/ou internacionais recomendadas para cada caso, inclusive
obedecendo às normas e diretrizes dos órgãos competentes (Ex.: IBAMA ).
d) As gerências, em todos os níveis, chefias e supervisões, constituem o elemento chave para
a aplicação deste programa e são responsáveis pelo cumprimento das diretrizes aqui
estabelecidas, operacionalizando estes preceitos através de programas especiais, adaptados a
cada setor ou ambiente de trabalho (Ex.: 5S e ISO 14000).
e) O engenheiro de segurança do trabalho, assim como também seus auxiliares, assessorará
todos os escalões da empresa, diretoria, gerências, chefias e supervisões no implantação e
desenvolvimento deste programa, bem como quanto a normas de procedimentos de segurança
e saúde ocupacional.
12.3 - Antecipação o Reconhecimento de Riscos
12.1.1) A prevenção de acidentes deve estar presente:
a) Na elaboração de projetos de novas instalações;
b) Nas modificações de instalações existentes;
c) Na pesquisa e no desenvolvimento de produtos e seus processos de fabricação;
d) No manuseio de substâncias químicas e materiais utilizados pela empresa, na manufatura
ou limpeza geral, inclusive na manutenção de máquinas e equipamentos.
75
12.1.2 ) Em todos as unidades de trabalho da empresa, devem existir e serem respeitados:
a) Métodos de trabalho que integram aspectos de segurança e saúde;
b) Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO - NR 7), enfatizando
exames admissionais, periódicos, especiais e demissionais;
c) Programa de estudos ergonômicos e antropométricos (projetos demissionais);
d) Sistemática de "Autorização de trabalhos em área de risco" (Ex.: eletricidade, radiações
ionizantes, explosivos etc);
e) Sistemática de manutenção preventiva e corretiva;
f) Procedimentos de uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) e de uniformes,
conforme manuais pertinentes;
g) Uso de Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC’s)
h) Sistemas de equipamentos específicos para prevenção, detecção e combate ao fogo e/ou
emergências (EPC’s).
12.1.3) A prevenção, também se faz através da investigação dos acidentes com perdas
pessoais, materiais e também dos incidentes:
a) Para tanto, todos os acidentes devem ser investigados de maneira especial, com objetivo de
determinar suas causas e prevenir a sua reincidência (Ex.: árvore de causas, reconstituição do
acidente, etc ).
b) Os incidentes com alto potencial de risco ou não, devem ser investigados para possibilitar a
tomada de providências no sentido de se evitar novos acidentes.
12.1.4 ) Metodologia de Ação:
a) Todos os estabelecimentos ou setores, devem manter sistemáticas próprias e padronizadas,
com a finalidade de identificar, analisar e controlar os riscos de segurança e saúde nos
ambientes laborais. Para tanto, devem estabelecer cronograma físico e financeiro de
prioridades X responsabilidades, por estação de trabalho;
b) Em situações de elevado risco, tais como no uso de inflamáveis, explosivos ou substâncias
tóxicas, manter eficaz e permanente vigilância dos sistemas de controle, para resguardar a
saúde e segurança dos empregados em geral, preservando a segura da comunidade
circunvizinha e do patrimônio da empresa;
c) Cada estabelecimento ou setor, deve possuir plano de emergência, com definição dos
Recursos Humanos, materiais, equipamentos e a organização necessária para enfrentar uma
situação de emergência, visando controlar e minimizar as suas conseqüências (Ex.: Brigada de
Incêndio, etc.);
d) Os planos de emergência, devem ser periodicamente atualizados e testados;
e) Exercícios simulados deverão ser feitos para garantir a eficácia dessas planos;
f) Deve ser previsto um perfeito entrosamento com a comunidade local, além das entidades
médicas, governamentais e educacionais, corpo de bombeiros, defesa civil, ABIQUIM,
IBAMA, empresas vizinhas e demais entidades que possam contribuir para o melhor
funcionamento do Plano de Emergência (Ex.: Plano de Auxílio Mútuo).
12.2 – Definição de Propriedades e Métodos de Avaliação e Controle
12.2.1) Rigor e serenidade são de importância vital para os planos de ação integrados:
a) Cada unidade de trabalho da empresa deve elaborar seus planos de ação, fixando seus
objetivos;
b) Os resultados desse desempenho deverão ser controlados permanentemente;
76
c) Devem ser obedecidas a legislação e normas brasileiras, na ausência destas ou quando não
houver outra norma brasileira que atenda a contento o que se pretende, usar normas
internacionais conhecidas.
d) O mesmo rigor deve ser observado com respeito ás normas internas da empresa;
12.2.2) Em cada unidade de trabalho da empresa, devem ser mantidas disponíveis e
adequadamente divulgadas as informações atualizadas, pertinentes à de saúde e de segurança
do trabalho, tais como:
a) Legislação especifica ;
b) Normas técnicas da empresa ou Normas Regulamentadoras de CLT (Consolidação das Leis
do Trabalho), ABNT ( Associação Brasileira de Normas Técnicas ) ou internacionais;
c) Relação de substâncias químicas, materiais e processos que digam respeito às operações
cotidianas, inclusive estimativa de consumo diário, semanal, mensal e anual;
d) Fichas de emergência de produtos químicos;
e) Mapas de risco afixados em locais de fácil visualização (manter devidamente atualizado);
f) Todos os empregados devem procurar seu aprimoramento técnico e científico, através de
cursos, palestras, seminários, etc;
g) Cada unidade de trabalho da empresa deve dispor de suporte necessário à área de segurança
e saúde;
h) Cada unidade de trabalho deve apresentar os resultados de suas atividades, incluindo
aqueles relativos à segurança e saúde ocupacional.
12.3 - Avaliação do Risco e da Exposição dos Trabalhadores
O reconhecimento dos riscos ambientais do trabalho deverá conter no mínimo:
a) Identificação de riscos;
b) Determinação e localização das fontes geradoras de riscos;
c) Identificação da trajetória e meios de propagação;
d) Identificação das funções em número de trabalhadores expostos;
e) Caracterização das atividades e do tipo de exposição;
f) Obtenção de dados de comprometimento à saúde nos postos de trabalho;
g) Descrição das medidas de controle existentes e propostas;
h) Fazer levantamento e avaliação quantitativa para controle de exposição ou inexistência dos
riscos;
i) Todos os itens deverão sofrer fiscalização e acompanhamento pelos profissionais
competentes da área de segurança e saúde.
12.4 – Implantação de Medidas de Controle de Avaliação de Eficácia
77
12.4.1) Deverão ser adotadas para eliminação, minimização ou neutralização dos riscos
ambientais, sempre que forem verificadas uma ou mais das seguintes situações:
a) Identificação, na fase de antecipação do risco à saúde;
b) Quando os resultados das avaliações quantitativas excederem os limites previstos na
NR-15;
c) Quando ficar caracterizado o nexo causal pela área de medicina do trabalho (PCMSO);
12.4.2) Prioridades das Medicas de Controle:
a) Que eliminem ou reduzam a utilização ou formação de agentes;
b) Que previnam a liberação ou disseminação desses agentes;
c) Que reduzam os níveis ou concentração desses agentes;
12.4.3) Outras medidas importantes:
a) Treinamento coletivo de pessoal, inclusive gerência e chefias em geral;
b) Utilização adequadas de EPI’s (manual de EPI’s) e acompanhamento do recebimento e
controle de carência dos mesmos;
c) Controle do CRF e CA para cada EPI / fornecedor;
d) Normas gerais (manutenção e higienização).
12.5 – Registro de Dados
Deverá ser mantido pelo empregador todos os registros desses dados, de preferência
informatizado (específico), estabelecendo e estruturando de forma a constituir um histórico
técnico e administrativo do PPRA.
Os registros desses dados deverão estar sempre disponíveis aos trabalhadores interessados ou
representantes das autoridades competentes ( DRT, Ministério Público, etc.).
É importante lembrar que esses dados devem ser mantidos e atualizados pelo período de 20
anos.
12.6 - Responsabilidades
12.6.1 ) Da empresa (empregador):
a) Estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA, como atividade permanente
da empresa;
b) Constante acompanhamento e supervisão do PPRA.
12.6.2) Dos trabalhadores (empregados):
a) Colaborar e participar da implantação do PPRA;
b) Fiscalizar o andamento do PPRA junto às chefias;
c) Informar, sempre que necessário, ocorrências que possam implicar em riscos à saúde.
12.7 – Informações Gerais
Os trabalhadores deverão e terão o direito de apresentar propostas, críticas e sugestões a fim
de assegurar que os programas planejados no PPRA sejam cumpridos de forma adequada.
78
O empregador deverá informar aos trabalhadores de maneira apropriada e suficiente sobre os
riscos ambientais que os mesmos possam estar sofrendo, e sobre os meios disponíveis, para
prevenir ou limitar tais riscos e proteger-se dos mesmos.
Sempre que vários empregadores ou prestadores de serviços da área de segurança e medicina
do trabalho realizarem simultaneamente atividades no mesmo local de trabalho, terão o dever
de trocar informações para a execução de ações integradas, aplicando-as no PPRA, visando a
proteção de todos os trabalhadores expostos aos riscos ambientais gerados.
13 - RECIBO DE ENTREGA DE EPI’s
______________________________________________,declaro ter recebido gratuitamente
da empresa USINA DE AÇÚCAR SANTA TEREZINHA - PARANACITY, os
EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI’s), abaixo descriminados em
perfeitas condições de uso, nos termos da Portaria 3.214, de 08 de junho de 1978, em sua
Norma Regulamentadora NR-6, item 6.7.1, alíneas “a, b e c”, e Regulamento Interno da
empresa. Declaro ainda ter recebido as devidas instruções para correta utilização e estou
ciente da obrigatoriedade do uso dos mesmos e das sanções previstas na Consolidação das
Leis do Trabalho - CLT.
79
Maringá, ___/___/___ Assinatura:
DATA
DESCRIÇÃO DOS EQUIPAMENTOS
(CA N.º)
QUANT. ASSINATURA
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14 - CONTROLE DE EXTINTORES
MARCA: TIPO: EXTINTOR N.º
Ativo Fixo: Local: ABTN N.º:
H I S T Ó R I C O
Data Recebido Inspecio-
nado
Reparo Instrução Incêndio Código e Reparos
1. Substituição de
Gatilho
2. Substituição de
Difusor
3. Mangote
4. Válvula de
Segurança
5. Válvula Completa
6. Válvula Cilindro
Adicional
7. Pintura
8. Manômetro
9. Teste Hidrostático
10. Recarregado
11. Usado em
Incêndio
12. Usado em
Instrução
13. Diversos
CONTROLE DE EXTINTORES
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15 - RESERVA DE DIREITOS
O presente trabalho tem destinação exclusiva para melhorias das condições de trabalho da
USINA DE AÇÚCAR SANTA TEREZINHA - PARANACITY, com a finalidade de atenuar
ou eliminar as condições insalubres e perigosas.
Proibida a reprodução total ou parcial, mediante a reprodução de apostilas a partir deste
relatório, de qualquer forma ou qual quer meio eletrônico ou mecânico, inclusive através de
processos xerográficos, de fotografia e de gravação, sem a permissão expressa do Autor e da
Diretoria da Empresa. (Lei n.º 5.598, de 14.12.73).
A violação de direito autoral constitui crime, passível de pena de detenção de 3 (três) meses a
1 (um) ano ou multa. Se houver reprodução, por qualquer meio, da obra intelectual, no todo
ou em parte, sem autorização expressa do Autor e Diretor da Empresa, com o intuito de lucro,
a pena será de reclusão de 1 (um) a 4 (quatro) anos e multa. Incorre na mesma pena quem
vende, expõe à venda, aluga, introduz no país, adquire, oculta, empresta, troca ou tem um
depósito com intuito de lucro, obra intelectual, importando assim violação de direito autoral.
Na prolação da sentença, o juiz determinará a destruição da produção ou reprodução
criminosa. (Art. 184 do Código Penal brasileiro, com nova redação dada pela Lei n.º 8.635, de
16.03.93).
Tem ainda o presente trabalho, a pactuação do CREA - Conselho Regional de Engenharia,
Arquitetura e Agronomia por meio da Anotação de Responsabilidade Técnica - ART.
82
16 - RESPONSÁVEL TÉCNICO:
Eng.º. de Segurança do Trabalho da Usina
Reg. MTb - CREA
Perito Judicial
local e data:

Ppra usina de açucar

  • 1.
    1 PROGRAMA DE PREVENÇÃODE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA 1 – DADOS DA EMPRESA: Razão Social Usina de Açucar Santa Terezinha Ltda CNPJ 75.717.355/0001-29 Inscrição Estadual 901.71238-71 Endereço Lote 246 – Gleba Chapecó - Iguatemí Município Maringá Telefone (44) 276-8000 Número de Funcionários 299 (Indústria); 538 (Agrícola - Mecanizado) e 1442 (Lavoura) CNAE 15.61-0 (Usinas de Açúcar); 01.13-9 (Cultivo de cana de açúcar) Responsável pela Empresa na Implantação do PPRA Sidney Meneguetti – Diretor Sinobilino Zanusso – Gerente Industrial Marcelino Seiji Takaoka – Gerente Agrícola Pedro L. Caldas–Eng. Segurança do Trabalho Sidnei Barbosa – Supervisor de R. Humanos 2 – RESPONSÁVEIS PELA ELABORAÇÃO: Nome Pedro Lopes Caldas Profissão Eng. Segurança do Trabalho Endereço Lote 246 – Gleba Chapecó - Iguatemí Município Maringá Telefone (44) 276 - 8000 E-mail Caldas@usacucar.com.br Caldasp@uol.com.br Registro CREA-PR 4.299/V 3 - RESPONSABILIDADE TÉCNICA: A RESPONSABILIDADE DO PRESENTE PROGRAMA DE PREVENÇÃO DE RISCOS AMBIENTAIS - PPRA, RESTRINGE-SE, EXCLUSIVAMENTE, ÀS AVALIAÇÕES, RECOMENDAÇÕES E PARECER REALIZADOS PELOS PERITOS, FICANDO SOB INTEIRA RESPONSABILIDADE DA EMPRESA A IMPLANTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DAS MEDIDAS PROPOSTAS. 4 – DOCUMENTO BASE: 4.1 – Introdução O PPRA tem por objetivos a preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, através da antecipação, reconhecimento, avaliação e conseqüente controle da ocorrência de riscos ambientais existentes ou que venham a existir no ambiente de trabalho, tendo em consideração a proteção do meio ambiente e dos recursos naturais renováveis. O PPRA é um programa instituído pela Portaria 25 de 2/12/94, do Ministério do Trabalho e Emprego. 4.2 – Política de Segurança da Empresa
  • 2.
    2 Os diversos aspectosda Segurança e Saúde do Trabalhador, incluindo-se a Higiene do Trabalho, são inerentes às atividades ocupacionais, ficando a empresa obrigada a fornecer todos os meios e recursos para que todas as atividades sejam executadas com o máximo de segurança, tanto ao trabalhador, quanto ao meio ambiente, cabendo à direção da empresa proporcionar os recursos necessários para este fim. A Política de Segurança e Saúde do Trabalhador, fazem parte de uma política mas ampla da empresa, uma vez que o PPRA visa a melhoria contínua do ambiente de trabalho. 4.3 - Pessoal Envolvido As ações do PPRA devem ser desenvolvidas no âmbito da empresa, sob a responsabilidade do empregador, com a participação dos trabalhadores, sendo sua abrangência e profundidade dependentes das características dos riscos identificados em cada setor, bem como das necessidades de controle. 4.4 - Abrangência O PPRA é parte integrante do conjunto mais amplo das iniciativas da empresa no campo da preservação da saúde e da integridade dos trabalhadores, estando, portanto articulado com o disposto nas normas regulamentadoras, da Portaria 3.214, de 8 de junho de 1.978, em especial servindo de base para elaboração do PCMSO – Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (NR-7) e do Laudo Técnico de Condições Ambientais do Trabalho. Todos estes programas servirão de base para elaboração do PPP – Perfil Profissiográfico Previdenciário (Instrução Normativa 84, de 22/12/02, do Ministério da Previdência Social). 4.5 - Responsabilidades Cabe ao empregador estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA, como atividade permanente da empresa. Para isso a empresa nomeia formalmente os responsáveis pela Coordenação e Implementação. Aos trabalhadores cabe colaborar e participar na implantação e execução do programa, seguindo as orientações e colaborando no atendimento às recomendações constantes do mesmo. Cabe também informar todas as ocorrências que, a seu julgamento, possam implicar riscos à sua saúde. 4.6 – Base O presente PPRA foi elaborado com base na avaliação dos riscos existentes, ou que venham a existir. Nele estão detalhados e especificados os riscos detectados, os possíveis danos à saúde, a gravidade dos riscos. Os dados contidos deverão ser analisados e discutidos pelos responsáveis pela implementação de os membros da CIPA, ou na ausência desta, o indicado pela empresa para coordenar as ações atinentes à segurança e saúde dos trabalhadores. 4.7 – Considerações Finais O PPRA tem caráter permanente, devendo ser avaliado periodicamente ou revisto anualmente. O desenvolvimento do programa (medidas a serem implementadas, cursos, treinamentos, monitoramento ambiental, etc), deverá ser registrado de forma a permitir o acompanhamento ao longo do período e servir de base para o planejamento das ações da empresa, em matéria de segurança e saúde dos trabalhadores. 5 – METAS E OBJETIVOS 5.1 – Metas • Proporcionar meio ambientes salubres de trabalho; • Assegurar aos trabalhadores condições de saúde e bem estar no ambiente de trabalho; • Preservar a saúde e a integridade física dos trabalhadores;
  • 3.
    3 • Controlar osriscos ambientais capazes de causar danos à saúde do trabalhador; • Prevenir os riscos ocupacionais capazes de provocar doenças e acidentes; • Eliminar os riscos ocupacionais capazes de provocar doenças e acidentes; • Reduzir ou neutralizar os agentes ambientais a valores compatíveis com a segurança do trabalhador; • Controlar os resíduos sólidos, líquidos e gasosos produzido pela empresa; • Monitorar e controlar os agentes poluidores, resultantes do processo industrial. 5.2 – Objetivos • Informar aos trabalhadores os riscos aos quais estão expostos na execução de suas atividades; • Atender aos critérios de avaliação biológica estabelecida no Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional; • Atender aos critérios de avaliação de qualidade, quanto aos aspectos de melhoria do ambiente de trabalho, qualidade total, social e meio ambiente natural. 6 – ESTRATÉGIA E ESTRUTURA A implantação e acompanhamento do PPRA dever ser feito por uma equipe, especialmente constituído pela direção da empresa, para este fim. Terá representante da direção da empresa e dos trabalhadores, coordenação e pessoas especialmente indicadas. Os membros indicados para participarem desta equipe devem ter capacidade para buscar o envolvimento e comprometimento das pessoas, fazendo a ligação entre as diversas hierarquias da empresa e os trabalhadores.Deverão ter trânsito e poder de decisão para desenvolver o programa e buscar materiais necessários para atingir as metas e os objetivos propostos. 7 – METODOLOGIA DE AÇÃO 7.1 – Fase de Antecipação A equipe ou comitê deve formar um grupo para análise prévia de novos projetos ou alterações, em processo ou ambientes de trabalhos já existentes. A análise tem por objetivo reconhecer e identificar, ainda na fase de estudos dos novos projetos, eventuais riscos ao trabalhador (antecipação) visando a participação da equipe ou comitê, na elaboração de projetos que contemplem medidas de proteção e controle, evitando- se assim futuros riscos de acidentes ao trabalhador, quando da entrada em operação de novas instalações, maquinários, processos, etc. 7.2 – Fase de Reconhecimento e Identificação dos Riscos Nesta fase, realizar o reconhecimento e identificação dos riscos presentes na empresa, através da inspeção de todos os setores. Estes dados servirão de base para elaborar o Mapa de Riscos, Descrição de Cargos e Funções, elaboração do PCMSO, LTCAT, Ordem de Serviço, com vistas ao estabelecimento de Prioridades e o Planejamento das Ações. O Reconhecimento e Identificação dos Riscos definirão a fase seguinte que é a fase de Avaliação dos Riscos. Permite localizar os riscos, suas fontes geradoras, a abrangência e vias de propagação, em função do espaço físico, de setores, seções e postos de trabalho. Permite compreender o processo industrial, identificando e constando a existência de medidas de controle implementadas, equipamentos e máquinas em uso. 7.3 – Fase de Avaliação dos Riscos A Fase de Avaliação visa medir a concentração e ou intensidade da exposição aos riscos identificados na Fase de Reconhecimento.
  • 4.
    4 Estas avaliações fornecemdados para o estabelecimento das prioridades, das medidas de controle e das ações relacionadas ao controle médico. 7.4 – Medidas de Controle Em decorrência dos resultados obtidos nas fases anteriores e estabelecidas as prioridades, devem ser adotadas e implementadas as medidas de controle dos riscos. Podem ser de caráter coletivo, administrativa e individual. As medidas de controle visam: • Prevenir a liberação ou disseminação dos agentes no ambiente de trabalho; • Reduzir os níveis ou concentração desses agentes no ambiente de trabalho; • Recomendação dos equipamentos de proteção individual. 8 – DESENVOLVIMENTO DO PPRA – DIVISÃO INDUSTRIAL 8.1 - Levantamento dos Riscos Ambientais 8.1.1- Pessoal 8.1.1.1 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular, fadiga, repetitividade dos mesmos membros. FONTE: processo de trabalho e atividades em geral. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13 DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, lesões por esforços repetitivos, fraqueza, tensão e ansiedade. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Pausas durante a jornada; • Móveis adequados. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Implantar programas de ginástica laboral; • Treinamento sobre os riscos da atividade 8.1.1.2- RISCO DE INCÊNDIO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de acidentes por incêndio podendo causar graves conseqüências. FONTE: curto-circuito. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
  • 5.
    5 N.º DE FUNCIONÁRIOSEXPOSTOS: 13. DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios, intoxicação, inalação. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Sinalizações; • Extintores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamentos sobre combates a incêndio; • Melhorar a sinalização dos riscos existentes; 8.1.1.3 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes. FONTE: Máquinas e Equipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: Quedas, lesões e contusões. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos; • Respeitar sinalizações. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Exame de audiometria; • Uso obrigatório dos equipamentos de proteção individual e coletiva; • Manutenção preventiva de máquinas e equipamentos. 8.1.2- Balança 8.1.2.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes. FONTE: Processos de trabalho e atividades em geral. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 05. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: Quedas, lesões e contusões. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
  • 6.
    6 • Exames Periódicos; •Sinalizações. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Exame de audiometria; • Uso obrigatório dos equipamentos de proteção individual e coletiva; • Sinalizar o setor. 8.1.2.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular, fadiga, repetitividade dos mesmos membros. FONTE: processo de trabalho e atividades em geral. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 05. DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, lesões por esforços repetitivos, tensão e ansiedade. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Pausas durante a jornada; • Móveis adequados. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Implantar programas de ginástica laboral; • Treinamento sobre os riscos da atividade 8.1.3 – Sesmt (Medicina do Trabalho) 8.1.3.1 - BIOLÓGICOS: os funcionários estão expostos a contato com microorganismos que podem causar danos a saúde. Por isso, necessitam de adoção de medidas para atenuar os efeitos causados aos trabalhadores. FONTE: Fungos, vírus, bactérias e parasitas . TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03. TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato,. DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oftálmicas, intoxicação e acidentes.
  • 7.
    7 MEDIDAS DE CONTROLEEXISTENTE: • Luvas de procedimento; • Calçados de segurança; • Uniformes; • Limpar as instalações e instrumentos. • Treinamentos sobre os riscos existentes. • Exame médico de acordo com o PCMSO 8.1.3.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho as características psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular, fadiga, repetitividade dos mesmos membros. FONTE: Processo de trabalho e atividade em geral TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03. DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, lesões por esforços repetitivos, fraqueza, tensão e ansiedade. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Pausas durante a jornada; • Móveis adequados. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Adotar normas de biosegurança. 8.1.3.3 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão expostos a acidentes. FONTE: Instrumentos de trabalho, quedas, etc; TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: Quedas, lesões e contusões. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos; • Uso de equipamentos de proteção individual. MEDIDAS A IMPLANTAR
  • 8.
    8 • Treinamento sobreos riscos da atividade. 8.1.4 – Sesmt (Segurança do Trabalho) 8.1.4.1 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular, fadiga, repetitividade dos mesmos membros. FONTE: processo de trabalho e atividades em geral. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 08. DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, tensão e ansiedade. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Pausas durante a jornada; • Móveis adequados. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamento sobre levantamento sobre os riscos da atividade. 8.1.4.2 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão expostos a acidentes. FONTE: Instrumentos de trabalho, quedas, etc; TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 08. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: Quedas, lesões e contusões. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos; • Uso de equipamentos de proteção individual. MEDIDAS A IMPLANTAR • Treinamento sobre os riscos da atividade. 8.1.6 – Laboratório
  • 9.
    9 8.1.6.1 - QUÍMICO:os funcionários estão expostos a contato com produtos químicos. Por isso, necessitam de adoção de medidas para atenuar os efeitos causados aos trabalhadores. FONTE: Produtos químicos utilizados nas atividades como Ácido clorídrico, ácido acético, hidróxido de sódio, etc. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 33. TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação. DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Uso de respirador purificador de ar; • Luvas de borracha; • Óculos de Segurança. • Exame médico de acordo com o PCMSO • Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual. • Treinamento sobre os riscos de acidentes MEDIDAS A IMPLANTAR: • os riscos de acidentes; • Instalar exaustor. • Adotar normas de biosegurança. 8.1.6.2 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes. FONTE: Vidrarias. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 33. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões e contusões. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos; • Uso de equipamentos de proteção individual; • Treinamento sobre os riscos de acidentes. • Óculos de Segurança. • Sinalizar todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR:
  • 10.
    10 • Adotar normasde biosegurança. 8.1.6.3 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular, fadiga, repetitividade dos mesmos membros. FONTE: Processo de trabalho. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 33. DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Pausas durante a jornada; • Móveis adequados. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamento sobre os riscos da atividade. 8.1.6.4 - RISCO DE INCÊNDIO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de acidentes por incêndio e explosão, podendo causar graves conseqüências. FONTE: curto-circuito e produtos químicos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 33. DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Treinamento e sinalizações; • Extintores. • EPC (Equipamento de Proteção Coletivo) MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamentos sobre combates a incêndio. 8.1.6.5 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído acima dos limites permitidos por lei.. FONTE: Triturador. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 04 horas por dia.
  • 11.
    11 MODO DE EXPOSIÇÃO:Habitual e intermitente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 33. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos; • Uso de protetores auditivos; • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • EPC (Equipamento de Protção Coletivo) MEDIDAS A IMPLANTAR: • Normas de procedimentos opercionais. 8.1.7 - Moenda 8.1.7.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes. FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 44. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos. • Uso de equipamentos de proteção individual. • Treinamento sobre os riscos de acidentes. • Sinalisação de todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR • Manutenção do programa 5S 8.1.7.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular, fadiga, repetitividade dos mesmos membros. FONTE: Processo de trabalho. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
  • 12.
    12 MODO DE EXPOSIÇÃO:Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 44. DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Pausas durante a jornada. • Treinamento sobre os riscos da atividade. • Sinalisação de todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1.7.3 - POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de acidentes por incêndio e explosão, podendo causar graves conseqüências. FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos, óleos e graxas . TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 44. DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Extintores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamentos sobre combates a incêndio. 8.1.7.4 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído acima dos limites permitidos por lei.. FONTE: Máquinas e equipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 44. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: trauma acustico, tonturas. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos. • Uso de protetores auditivos. • Treinamento sobre o uso dos EPIs. ( protetores auditivos)
  • 13.
    13 MEDIDAS A IMPLANTAR: 8.1.7.5– RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a contato com produtos químicos. Por isso, necessitam de adoção de medidas para atenuar os efeitos causados aos trabalhadores. FONTE: Graxas, óleos e lubrificantes TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 22. TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação. DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Uso de respirador purificador de ar; • Luvas de borracha ou protetor químico. • Creme de proteção para a pele. • Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual. • Exame médico de acordo com o PCMSO. • Treinamento sobre os riscos de acidentes. MEDIDAS A IMPLANTAR: 8.1.7.6 – RISCOS FÍSICO RADIAÇÃO NÃO IONIZANTE: Os trabalhadores estão expostos a acidentes com processos de solda gerando radiação não ionizante. FONTE: Chapisco, enchimento de peças metálicas com eletrodos ( Ver composição do eletrodo). TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 05. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: Queimaduras e doenças respiratórias. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos; • Uso de equipamentos de proteção individual; • Máscara respiratória e óculos de tonalidade escura. • Sinalizar todos os setores; • Treinamento de prevenção de acidentes
  • 14.
    14 MEDIDAS A IMPLANTAR: 8.1.7.7– RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a fumos metálicos proveniente do processo de soldagem. FONTE: Solda com eletrodos a base de manganês. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 05. TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação. DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Uso de respirador purificador de ar. • Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual. • Exame médico de acordo com o PCMSO. • Treinamento sobre os riscos de acidentes. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Melhoria no posto de trabalho. 8.1.8 Destilaria 8.1.8.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes. FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos; • Uso de equipamentos de proteção individual; • Treinamento sobre os riscos de acidentes. • Sinalizar todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR:
  • 15.
    15 8.1.8.2 – RISCOSERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular, fadiga, repetitividade dos mesmos membros. FONTE: Processo de trabalho. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13. DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Pausas durante a jornada. • Treinamento sobre os riscos da atividade. MEDIDAS A IMPLANTAR: 8.1.8.3 - POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO/EXPLOSÃO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de acidentes por incêndio e explosão, podendo causar graves conseqüências. FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos, vapores de álcool . TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13. DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Extintores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamentos sobre combates a incêndio. 8.1.8.4 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído acima dos limites permitidos por lei.. FONTE: Máquinas e equipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
  • 16.
    16 DANOS À SAÚDE:lesões do aparelho auditivo, tonturas. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos; • Uso de protetores auditivos; • Treinamento sobre os riscos de acidentes. • Treinamento e uso de EPIs (Protetor auditivo) MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção dos equipamentos. 8.1.8.5 – RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos. FONTE: Álcool, Ácido Sulfurico, Soda Caustica, Ciclo Hexano, Dispersante, Anti- espumante, Bactericita. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 15. TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação. DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Uso de respirador purificador de ar. • Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual; • Exame médico de acordo com o PCMSO; • Treinamento sobre os riscos de acidentes. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Adotar normas de biosegurança. 8.1.9 ARMAZEM DE ACÚCAR 8.1.9.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes. FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 16. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
  • 17.
    17 DANOS À SAÚDE:lesões, quedas e contusões. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de equipamentos de proteção individual. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • Sinalizaçào de todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Melhorar a iluminação 8.1.9.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular, fadiga, repetitividade dos mesmos membros. FONTE: Processo de trabalho. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13. DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Pausas durante a jornada.. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamento sobre os riscos da atividade. 8.1.9.3 - POSSIBILIDADE DE EXPLOSÃO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de acidentes por explosão, podendo causar graves conseqüências. FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos e poeiras de açúcar em suspensão. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13. DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Extintores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamentos sobre combates a incêndio.
  • 18.
    18 • Abafador ant-chamaspara escapamento de veiculos e equipamentos. 8.1.9.4 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído acima dos limites permitidos por lei.. FONTE: Máquinas e equipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 13. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos; • Uso de protetores auditivos; • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S 8.1.10 - FABRICAÇÃO DE AÇÚCAR 8.1.10.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes. FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 26 TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de equipamentos de proteção individual. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • Sinalizaçao de todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR: 8.1.10.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características
  • 19.
    19 psicológicas dos trabalhadores,tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular, fadiga, repetitividade dos mesmos movimentos. FONTE: Processo de trabalho. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 26. DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Pausas durante a jornada.. • Treinamento sobre os riscos da atividade e uso de EPIs. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1.10.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído acima dos limites permitidos por lei.. FONTE: Máquinas e equipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 26 TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de protetores auditivos. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1.11 – TRATAMENTO DE ÁGUA 8.1.11.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes. FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente.
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    20 N.º DE FUNCIONÁRIOSEXPOSTOS: 1. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de equipamentos de proteção individual. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • Sinalização de todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. • Programa de biosegurança. 8.1.11.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular, fadiga, repetitividade dos mesmos membros. FONTE: Processo de trabalho. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 1. DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Pausas durante a jornada.. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamento sobre os riscos da atividade. 8.1.11.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído acima dos limites permitidos por lei.. FONTE: Máquinas e equipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 1. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
  • 21.
    21 DANOS À SAÚDE:lesões do aparelho auditivo, tonturas. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de protetores auditivos. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1.11.4 – RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos. FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 1. TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação. DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Uso de respirador purificador de ar; • Luva de proteção. • Exame médico de acordo com o PCMSO. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1.12 – TRANSPORTE 8.1.11.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes. FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 04. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões, quedas, contusões e acidentes de trânsito. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO.
  • 22.
    22 • Uso deequipamentos de proteção individual. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. • Treinamento de direção defenciva. • Sinalizar todos os setores. 8.1.12.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular, fadiga, repetitividade dos mesmos membros. FONTE: Processo de trabalho. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 04. DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Pausas durante a jornada. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamento sobre posturas corretas os riscos da atividade. 8.1.12.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído. FONTE: Máquinas e equipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 04. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas e fadiga. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de protetores auditivos; • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S.
  • 23.
    23 8.1.13 – ADMINISTRAÇÃOINDUSTRIAL 8.1.13.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes. FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 06 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões, quedas, contusões e acidentes de transito. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de equipamentos de proteção individual. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • Sinalização de todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamento de direção defenciva. • Manutenção do programa 5S. 8.1.13.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular, fadiga, repetitividade dos mesmos membros. FONTE: Processo de trabalho. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10. DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Pausas durante a jornada.. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamento sobre os riscos da atividade. • Equipamento ergonômicos. 8.1.13.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído.
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    24 FONTE: Máquinas eequipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e intermitente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 08. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de protetores auditivos. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • Sinalização de todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1.13.4 -RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos. FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio, etc. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual MODO DE EXPOSIÇÃO: Contato. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10. TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação. DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Uso de respirador purificador de ar. • Luva de proteção. • Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual EPIs. • Exame médico de acordo com o PCMSO. • Treinamento sobre os riscos de acidentes. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1.14 – ALMOXARIFADO INDUSTRIAL 8.1.14.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes. FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral.
  • 25.
    25 TEMPO DE EXPOSIÇÃO:08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 08. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de equipamentos de proteção individual. • Treinamento sobre os riscos de acidentes uso de EPIs. • Sinalização todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1.14.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular, fadiga, repetitividade dos mesmos membros. FONTE: Processo de trabalho. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 08. DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Pausas durante a jornada.. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamento sobre os riscos da atividade. 8.1.14.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído. FONTE: Máquinas e equipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 08. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
  • 26.
    26 DANOS À SAÚDE:lesões do aparelho auditivo, tonturas. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de protetores auditivos. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • Sinalização de todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1.14.4 -RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos. FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio, etc.verificar TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual. MODO DE EXPOSIÇÃO: contato. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 08. TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação. DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Uso de respirador purificador de ar. • Luva de proteção. • Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual; • Exame médico de acordo com o PCMSO. • Treinamento sobre os riscos de acidentes. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1.15 – MANUTENÇÃO MECÂNICA INDUSTRIAL 8.1.15.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes. FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 14. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
  • 27.
    27 DANOS À SAÚDE:lesões, quedas e contusões. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de equipamentos de proteção individual. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • Sinalização de todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1.15.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular, fadiga, repetitividade dos mesmos membros. FONTE: Processo de trabalho. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 14. DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Pausas durante a jornada.. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamento sobre os riscos da atividade. 8.1.15.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído. FONTE: Máquinas e equipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 14. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de protetores auditivos. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs.
  • 28.
    28 • Sinalização detodos os setores. • Manutenção dos equipamentos. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1.15.4 -RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos. FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio, etc.verificar TEMPO DE EXPOSIÇÃO: eventual. MODO DE EXPOSIÇÃO: contato. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 14. TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação. DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Uso de respirador purificador de ar. • Luva de proteção. • Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual; • Exame médico de acordo com o PCMSO; • Treinamento sobre os riscos de acidentes. • Sinalização de todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S 8.1.15.5 - POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de acidentes por incêndio, podendo causar graves conseqüências. FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Intermitente. MODO DE EXPOSIÇÃO: Contato. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 14. DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Extintores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamentos sobre combates a incêndio. • Brigada de incêndio.
  • 29.
    29 8.1.16 – MANUTENÇÃOELÉTRICA INDUSTRIAL 8.1.16.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes. FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 12. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos. • Uso de equipamentos de proteção individual. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • Sinalização de todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1.16.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular, fadiga, repetitividade dos mesmos membros. FONTE: Processo de trabalho. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 12. DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Pausas durante a jornada. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamento sobre os riscos da atividade. 8.1.16.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído. FONTE: Máquinas e equipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia.
  • 30.
    30 MODO DE EXPOSIÇÃO:Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 12. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos. • Uso de protetores auditivos. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • Manutenção dos equipamento. • Sinalização dos setores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Abafador do ruidos para as saidas de vapor. 8.1.16.4 -RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos. FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio, etc.verificar TEMPO DE EXPOSIÇÃO: intermitente. MODO DE EXPOSIÇÃO: eventual. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 12. TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação. DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Uso de respirador purificador de ar. • Luva de proteção. • Treinamentos sobre o uso correto dos equipamentos de proteção individual. • Exame médico de acordo com o PCMSO. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1.16.5 - POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de acidentes por incêndio, podendo causar graves conseqüências. FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual. MODO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
  • 31.
    31 N.º DE FUNCIONÁRIOSEXPOSTOS: 15. DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Extintores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamentos sobre combates a incêndio. 8.1.17 – INSTRUMENTAÇÃO 8.1.17.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes. FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de equipamentos de proteção individual. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • Sinalização de todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1.17.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular, fadiga, repetitividade dos mesmos membros. FONTE: Processo de trabalho. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03. DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE:
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    32 • Pausas durantea jornada.. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamento sobre os riscos da atividade. 8.1.17.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído. FONTE: Máquinas e equipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de protetores auditivos. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • Manutenção dos equipamentos. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Abafador de ruidos para as saidas de vapor. • Manutenção do programa 5S. 8.1.17.4 – RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos. FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio, etc.verificar TEMPO DE EXPOSIÇÃO: intermitente. MODO DE EXPOSIÇÃO: Contato. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03. TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação. DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Uso de respirador purificador de ar. • Luva de proteção. • Treinamento sobre os riscos de acidentes uso de EPIs. • Exame médico de acordo com o PCMSO. MEDIDAS A IMPLANTAR:
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    33 • Manutenção doprograma 5S. 8.1.17.5 - POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de acidentes por incêndio, podendo causar graves conseqüências. FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Intermitente. MODO DE EXPOSIÇÃO: Contato. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 03. DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Extintores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamentos sobre combates a incêndio. 8.1.18 – MONTAGEM INDUSTRIAL 8.1.18.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes. FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de equipamentos de proteção individual; • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • Sinalização de todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutençao do programa 5S. 8.1.18.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular, fadiga, repetitividade dos mesmos membros. FONTE: Processo de trabalho.
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    34 TEMPO DE EXPOSIÇÃO:08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10. DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Pausas durante a jornada.. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamento sobre os riscos da atividade. 8.1.18.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído. FONTE: Máquinas e equipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de protetores auditivos. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • Manutenção dos equipamentos. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutençao do programa 5S. 8.1.18.4 -RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos. FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio, etc.verificar TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual. MODO DE EXPOSIÇÃO: contato. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10. TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação.
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    35 DANOS À SAÚDE:alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Uso de respirador purificador de ar; • Luva de proteção. • Exame médico de acordo com o PCMSO. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • Manutenção dos equipamentos. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutençao do programa 5S. 8.1.18.5 - POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO/EXPLOSÃO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de acidentes por incêndio, podendo causar graves conseqüências. FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual. MODO DE EXPOSIÇÃO: Contato. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 10. DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Extintores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamentos sobre combates a incêndio. 8.1.19 – CALDEIRA 8.1.19.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes. FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões, quedas, queimaduras e contusões. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de equipamentos de proteção individual.
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    36 • Treinamento sobreos riscos de acidentes e uso de EPIs. • Sinalizar todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1.19.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular, fadiga, repetitividade dos mesmos membros. FONTE: Processo de trabalho. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17. DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Pausas durante a jornada.. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamento sobre os riscos da atividade. 8.1.19.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído. FONTE: Máquinas e equipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de protetores auditivos; • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • Sinalização de todos os setores. • Manutenção dos equipamentos. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S.
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    37 8.1.19.4 -RISCO QUÍMICO:os funcionários estão expostos a produtos químicos. FONTE: Soda Caustica, Sulfato de alumínio,Cloreto de Sódio, etc.verificar TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual. MODO DE EXPOSIÇÃO: contato. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17. TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação. DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Uso de respirador purificador de ar. • Luva de proteção. • Exame médico de acordo com o PCMSO. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • Sinalização de todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1.19.5 - POSSIBILIDADE DE INCÊNDIO: Os trabalhadores ficam expostos ao risco de acidentes por incêndio, podendo causar graves conseqüências. FONTE: curto-circuito, máquinas e equipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual. MODO DE EXPOSIÇÃO: Contato. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17. DANOS À SAÚDE: queimaduras, incêndios. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Extintores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamentos sobre combates a incêndio. 8.1. 20 – RECEPÇÃO DE CANA 8.1.20.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes. FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia
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    38 MODO DE EXPOSIÇÃO:Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 44. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de equipamentos de proteção individual; • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • Sinalização de todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1.20.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular, fadiga, repetitividade dos mesmos membros. FONTE: Processo de trabalho. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 44. DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Pausas durante a jornada.. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamento sobre os riscos da atividade. 8.1.20.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído. FONTE: Máquinas e equipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 44. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato.
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    39 DANOS À SAÚDE:lesões do aparelho auditivo, tonturas. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de protetores auditivos. • Treinamento sobre os riscos de acidentes euso de EPIs. • Manutenção dos equipamentos. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1. 21 – CONSTRUÇÃOCIVIL 8.1.21.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes. FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de equipamentos de proteção individual; • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • Sinalizar todos os setores. • Manutenção dos equipamentos. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1.21.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular, fadiga, repetitividade dos mesmos membros. FONTE: Processo de trabalho. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17. DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade.
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    40 MEDIDAS DE CONTROLEEXISTENTE: • Pausas durante a jornada.. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Treinamento sobre os riscos da atividade. 8.1.21.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído. FONTE: Máquinas e equipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de protetores auditivos. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • Manutenção dos equipamentos. • Sinalização de todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. • Implantar abafadores de ruido nas saidas de vapor. 8.1.19.4 -RISCO QUÍMICO: os funcionários estão expostos a produtos químicos. FONTE: cimento e cal (virgem e hidratado) TEMPO DE EXPOSIÇÃO: Eventual. MODO DE EXPOSIÇÃO: contato. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 17. TIPO DE EXPOSIÇÃO: contato, inalação. DANOS À SAÚDE: alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação, queimaduras e acidentes. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Uso de respirador purificador de ar. • Luva de proteção. • Exame médico de acordo com o PCMSO.
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    41 • Treinamento sobreos riscos de acidentes e uso de EPIs. • Sinalização de todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1. 22 – TRATAMENTO DE CALDO 8.1.22.1 – RISCOS DE ACIDENTES: Os trabalhadores estão exposto a acidentes. FONTE: Máquinas e equipamentos e instalações em geral. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 23. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões, quedas e contusões. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de equipamentos de proteção individual. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • Sinalização de todos os setores. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. 8.1.22.2 – RISCOS ERGONÔMICOS: os funcionários ficam expostos aos riscos de postura inadequada, por situações de inadaptação das condições de trabalho às características psicológicas dos trabalhadores, tais como: desorganização do trabalho, sobrecarga muscular, fadiga, repetitividade dos mesmos membros. FONTE: Processo de trabalho. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 23. DANOS À SAÚDE: cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Pausas durante a jornada.. MEDIDAS A IMPLANTAR:
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    42 • Treinamento sobreos riscos da atividade. 8.1.22.3 – RISCO FÍSICO RUÍDO: Os trabalhadores estão exposto a níveis de ruído. FONTE: Máquinas e equipamentos. TEMPO DE EXPOSIÇÃO: 08 horas por dia. MODO DE EXPOSIÇÃO: Habitual e permanente. N.º DE FUNCIONÁRIOS EXPOSTOS: 23. TIPO DE EXPOSIÇÃO: Contato. DANOS À SAÚDE: lesões do aparelho auditivo, tonturas. MEDIDAS DE CONTROLE EXISTENTE: • Exames Periódicos de acordo com o PCMSO. • Uso de protetores auditivos. • Treinamento sobre os riscos de acidentes e uso de EPIs. • Sinalização de todos os setores. • Manutenção dos equipamentos. MEDIDAS A IMPLANTAR: • Manutenção do programa 5S. DIVISÃO AGRÍCOLA 9 – RECONHECIMENTO DOS RISCOS 9.1 - APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS (Manual, motorizada e Aérea) 9.1.1 - Riscos: - Contato com animais peçonhentos e insetos; - Exposição a produtos químicos (Inseticidas, Herbicidas e Adjuvantes); - Rede de energia elétrica; - Ruido (operador de trator) 9.1. 2 - Recomendações: - Não aplicar o produto contra o vento; - Antes de aplicar qualquer produto, ler com atenção as instruções no rótulo; - Evite contato com o produto na pele e olhos; - Não fume, não beba e não coma durante a aplicação; - Não utilizar equipamentos com vazamento; - Não tentar desentupir os bicos , orifícios, válvulas com a boca; - Procure imediatamente o médico em casos ou suspeita de intoxicação levando o rótulodo produto;
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    43 - Utilizar osequipamentos de segurança; - Sinalizar a rede de energia elétrica (bandeiras). - Sempre sob supervisão do técnico de segurança ou o engenheiro de segurança ou meio de comunicação disponível 9.1. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: - Óculos de segurança; - Conjunto p/aplicação de herbicida; - Luvas e botas de borrachas; - Respirador descartável e ou Respirador com filtro químico; - Botinas de segurança; - Chapéu de palha ou boné tipo touca árabe; - Protetor auditivo auricular (quando operar máquinas). 9.1. 4 - Máquinas e Equipamentos: - Pulverizador costal; - Pulverizador hidráulico, mais trator agrícola; - Avião (serviços de terceiros); - Trator agrícola. 9.1 - APLICAÇÃO DE AGROTÓXICOS (Manual) 9.1.1 - Riscos: - Contato com animais peçonhentos e insetos; - Exposição a produtos químicos (Inseticidas, Herbicidas e Adjuvantes); - Rede de energia elétrica; 9.1. 2 – Recomendações: - Não aplicar o produto contra o vento; - Antes de aplicar qualquer produto, ler com atenção as instruções no rótulo; - Evite contato com o produto na pele e olhos; - Não fume, não beba e não coma durante a aplicação; - Não utilizar equipamentos com vazamento; - Não tentar desentupir os bicos , orifícios, válvulas com a boca; - Procure imediatamente o médico em casos ou suspeita de intoxicação levando o rótulodo produto; - Utilizar os equipamentos de segurança; - Sempre sob supervisão do técnico de segurança ou o engenheiro de segurança ou meio de comunicação disponível 9.1. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: - Óculos de segurança; - Conjunto p/aplicação de herbicida; - Luvas e botas de borrachas; - Respirador descartável e ou Respirador com filtro químico; - Botinas de segurança; - Chapéu de palha ou boné tipo touca árabe; 9.1. 4 - Máquinas e Equipamentos: - Pulverizador costal; - Pulverizador hidráulico, mais camnhão - Avião (serviços de terceiros);
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    44 9. 2 -PREPARO DE SOLO (Aplicação de calcário, gradagem, aração, manutenção de estradas) 9.2.1 - Riscos: – Poeiras; – Ruido (tratores e equipamentos) - Tombamentos de tratores em terrenos ondulados e esburacados; - Exposição a acidentes com máquinas e equipamentos; - Colisão com postes, estirantes e troncos balisadores; - Tombamentos de caminhões basculantes ao descarregar o calcário; - Verificar todos os dispositivos de segurança das máquinas e tratores antes de iniciar; - Contato com animais peçonhentos e insetos. 9.2.2 - Recomendações ao trabalhador: - Usar respirador descartável, quando em alta concentração; - Usar botinas segurança; - Balizamento nos postes de energia e seus estirantes. – Usar cinto de segurança. – Usar protetores auditivos. 9.2. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: - Luvas de raspa ( quando necessário); - Botinas de segurança; - Protetor auditivo auricular. 9. 2. 4 - Máquinas e Equipamentos: - Tratores e Equipamentos agrícola; - Implementos agrícola. 9. 3 - PREPARO DO SOLO (Queima de palha de cana, destocas, fechamento de erosões, catação de tocos e raízes, topografia, terraços e carreadores). 9. 3.1 - Riscos: - Exposição a poeiras e fumaça; - Contato com animais peçonhentos e insetos; - Ruídos dos tratores; - Acidentes por quedas de árvores; - Levantamento de troncos e raízes; - Descarga elétricas atmosféricas; - Queda lateral dos tratores. 9. 3. 2 - Recomendações: - Fazer o aceiramento e verificar a posição do vento, fazer queimada por etapas; - Cuidado com troncos, buracos e animais peçonhentos ao transitar na área; - Cuidado ao operar os tratores; - Verificar manutenção das máquinas e dispositivos de segurança(cabina de proteção); - Usar equipamentos de proteção individual e coletiva; - Fazer uso do cinto de segurança veicular. 9. 3. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: - Luvas de raspa de couro e nitrlica, quando necessário;
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    45 - Protetor auditivo(operadoresde trator) 9. 4 - PLANTIO DE CANA-DE-AÇÚCAR ( Sulcação com adubação e distribuição e repicar cana-de-açúcar nos sulcos, cobrição e adubação, recobrição com enxadas). 9. 4.1 - Riscos: - Ruído dos tratores(operadores de trator) - Ferimentos com ferramentas cortantes manuais(facão); - Queda de bag’s; - Exposição a poeiras; - Quedas de pessoas da carga de cana-de-açúcar do caminhão; – Contato com animais peçonhentos e insetos; – Tombamento de tratores e equipamentos. 9. 4. 2 - Recomendações: - Usar protetor auditivo(tratoristas e operadores de equipamentos); - Uso de EPI’s; - Não deixar bags suspensos após carregar as adubadeiras para evitar quedas; - Usar ferramenta adequada para retirar o resto do pino; – Não fazer cargas acima dos fueiros; – Tomar os devidos cuidados ao utilizar os caminhões munck. - Verificar manutenção das máquinas e implementos e dispositivos de segurança, cabina de proteção; 9. 4. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: - Protetor auricular; - Luvas de raspa cano curto; - Perneiras, luvas, toca árabe (repicador de cana no sulco); - Botinas de segurança. - Trabalhar em fila indiana; - Máscara respiratória (adubação); - Luvas nitrílica. - Luvas em grafatex pigmentada para plantio. 9. 4. 4 - Equipamentos Utilizados: - Sulcador + trator; - Caminhão guindaste(munck); - Bag’s (sistema sacolão); - Enxadas e facões; - Cobridor + trator. 9. 5 - CAPINA MANUAL 9. 5. 1 - Riscos: - Corte ao deslocar com a enxadas e facões ao amolar os mesmos; - Contato com animais peçonhentos e insetos; - Lesões nos olhos pela folha da cana-de-açúcar. 9. 5. 2 - Recomendações: - Olhar com atenção para os lugares onde caminha, a fim de evitar acidentes com animais peçonhentos; - Usar EPI’s;
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    46 - Trabalhar emfila indiana; 9. 5. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: - Usar camisas de mangas compridas; - Usar chapéu de palha ou boné tipo touca árabe; - Usar luvas de segurança; - Usar botinas de segurança; - Usar óculos de proteção; – Usar perneira. – Cabo de proteção para lima. 9. 5. 4 - Equipamentos Utilizados: - Enxadas; - Lima para amolar. 9. 6 – QUEIMA DA CANA-DE-AÇÚCAR 9. 6. 1 - Riscos: - Exposição a gases (fumaça); - Probabilidade de incêndio, em áreas vizinhas; - Contato com animais peçonhentos e insetos; - Cortes causados pelas folhas da cana-de-açúcar; - Queimaduras. 9. 6. 2 - Recomendações: - Não ficar próximo do fogo; - Antes de iniciar a queimada, verificar a posição do vento; - Aceirar toda área; - Realizar a queimada por etapas; - Olhar com atenção para os lugares onde caminha, a fim de evitar acidentes e picadas por animais peçonhentos; - Utilizar o caminhão pipa como prevenção; - Usar os EPI’s. - Não entrar no canavial a ser queimado. 9. 6. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: - Camisa de mangas compridas; - Boné tipo touca arabe; - Luva de raspa de couro; - Óculos de segurança ampla visão; - Botinas de segurança. - Utilizar roupa especial para a queima. 9. 6. 4 - Equipamentos Utilizados: - Trator + aceirador; - Caminhão pipa; - Facões; 9.7 - CORTE DE CANA-DE-AÇÚCAR PARA INDÚSTRIA, PLANTIO E ANÁLISE LABORATORIAL 9.7.1 - Riscos:
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    47 - Ferramentas manuaiscortantes; - Contato com animais peçonhentos e insetos; - Lesões nos olhos, provocados pelas folhas da cana-de-açúcar; - Lombalgias. 9. 7. 2 - Recomendações: - Treinamento quanto ao uso das ferramentas; - Durante o corte da cana-de-açúcar, executar os movimentos com a ferramenta, o mais longe possível do corpo, principalmente das mãos e pernas; - Durante o trabalho, permanecer em fila indiana e manter uma distância de pelo menos duas ruas de cana-de-açúcar dos demais trabalhadores; - Durante a amolação do facão, não deixe o lado cortante virado para a mão; - Usar suporte de proteção para lima; - Usar os equipamentos de proteção individual. 9. 7. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: - Camisas com mangas compridas; - Perneiras; - Luva na mão esquerda(que segura a cana- uso obrigatório) e luva na mão direita(que segura o facão); - Chapéu de palha ou boné tipo toca árabe; - Óculos de segurança lente tela; - Botina de segurança; - Suporte de proteção para lima; 9. 8 - CATAÇÃO DE BITUCA (cana-de-açúcar da sobra do carregamento) 9. 8. 1 - Riscos: - Contato com animais peçonhentos e insetos; - Riscos de Acidentes. 9. 8. 2 - Recomendações: - Usar EPI’s; - Olhar com atenção para lugares onde caminha. 9. 8. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: - Luvas de segurança; - Botinas de segurança; - Boné tipo toca árabe. 9. 8. 4 - Equipamentos Utilizados: - Carregadeira; - Caminhão. - Trator. 9. 9 - ENGATE E DESENGATE DE CARRETA SEMI-REBOQUE (JULIETAS) 9. 9. 1 - Riscos: - Prensar as mãos e outras partes do corpo; - Iluminamento inadequado; - Ser atropelado pelo reboque; - Contato com animais peçonhentos e insetos. 9. 9. 2 - Recomendações: - Uso de EPI’s;
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    48 - Usar faroldo caminhão e iluminação artificial ao atrelar as julietas ; - Não deixar membros inferiores próximo ao engate/desengate da carreta; - Só movimentar o caminhão/trator quando o engatador sinalizar para o motorista. 9. 9. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: - Luvas de segurança; - Botina de Segurança; - Colete refletivo; - Capacete de segurança (quando necessário). - Usar dispositivos auxiliares para engate e desengate de carretas. 9. 9. 4 - Equipamentos Utilizados: - Trator; - Carreta; - Caminhão. 9.10 - CARREGAMENTO E TRANSPORTE DE CANA-DE-AÇÚCAR PARA INDÚSTRIA E PARA PLANTIO 9.10. 1 - Riscos: - Ruído; - Rede de energia elétrica; - Tombamento de tratores e caminhões; - Queda de cana-de-açúcar das carrocerias; - Catracas quebradas ou gastas; - Queda da calha; – Acidentes de trânsito. – Descarga elétrica atmosférica 9.10. 2 - Recomendações: - Utilizar o cinto de segurança nos veículos. - Sinalizar postes e estirantes e comunicar as áreas por onde passam as redes de energia elétrica; - Verificar todos os dispositivos de segurança das máquinas e veículos; - Usar EPI’s; - Ao realizar manobras de marcha-a-ré, solicitar ajuda de terceiro; - Não efetuar operações de manutenção e ajuste quando o motor estiver em funcionamento; - Ao sair dos talhões verificar se o terreno apresenta condições de tráfego, a fim de se evitar tombamentos; – Ao engatar as julietas, observar se a sinalização está correta. – Usar dispositivos auxiliares para engate e desengate de carretas. 9.10. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: - Protetor auditivo (operador de carregadeira e trator agrícola) - Botinas de Segurança; - Luva de raspa. 9.10. 4 - Equipamentos Utilizados: - Carregadeira; - Trator; - Caminhão. 9.11 - TRANSPORTE DE COMBUSTÍVEL (CAMINHÃO COMBOIO) 9.11. 1 - Riscos: - Descarga elétrica atmosférica; - Óleos lubrificantes, graxas e óleo diesel;
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    49 - Probabilidade deincêndio e explosão; - Acidentes de trânsito; - Permanecer próximo à redes de energia elétrica. 9.11. 2 - Recomendações: - Instalar kit para transporte de produtos perigosos; - Usar EPI’s; - Verificar todos os dispositivos de segurança; - Procurar transitar em rodovias e estradas com menor fluxo de veículos; - Não permanecer próximo as redes de energia elétricas; - Instalar e usar cabo terra; - Não fumar; - Ao realizar manobras de marcha-a-ré, solicitar ajuda de terceiro; - No processo de abastecimento não utilizar rádios comunicadores e celular; - Trafegar em velocidade compatível com a estrada. 9.11. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: - Botinas de segurança; - Luvas de borracha e creme protetor; - Protetor auditivo quando na operação de abastecimento. 9.11. 4 - Equipamentos utilizados: - Caminhão comboio; - Bomba de combustível (óleo diesel); - Equipamentos de lubrificação (óleos lubrificantes e graxas). 9.12 - TRANSPORTE DE PESSOAL 9.12. 1 - Riscos: - Acidente de trânsito; - Conversa paralela com o motorista; - Falha mecânica e operacional; - Falta de sinalização. 9.12. 2 - Recomendações: - Não permitir pessoas com braço e cabeça para fora das janelas; - Não permitir pessoas nos degraus da escada e sentados no motor; - Ultrapassar somente em momento oportuno e seguro; - Dirigir de forma defensiva; - Respeitar as sinalizações de trânsito; - Não dirigir sob efeito de bebidas alcoólicas e ou drogas; - Quando estiver dirigindo não conversar com os outros ocupantes do veículo; - Verificar os dispositivos de segurança do veículo; - Utilizar cinto de segurança; - Ao realizar manobras de marcha-a-ré, solicitar ajuda de terceiro; - Antes de deslocar-se com o veículo, fechar as portas; - Não trafegar com excesso de pessoas; - Verificar as condições do veículo, principalmente os dispositivos de segurança; - Trafegar com faróis acesos em rodovias; - Treinamento constantes para motoristas (curso direção defensiva); - Usar EPI’s. 9.12. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: - Usar botinas de segurança; - Usar cinto de segurança.
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    50 9.12. 4 -Equipamentos Utilizados: - Ônibus coletivo; - Automóveis. 9.13 - ADMINISTRATIVO E BALANÇA 9.13. 1 - Riscos: - Postura inadequada e acidentes; - Lesões por esforços repetitivos; - Ruído; 9.13. 2 - Recomendações: - Utilizar cadeiras adequadas para o trabalho de digitação; - Fazer exercícios e alongamentos antes de iniciar, durante e após o término das atividades; - Obedecer as sinalizações para evitar acidentes. 9.13. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: - Usar botinas de segurança. 9.13. 4 - Equipamentos Utilizados: - Balança; - Computadores; - Impressora; - Calculadoras. 3.14 - ARMAZENAMENTO DE ADUBO E HERBICIDAS E DISTRIBUIÇÃO 9.14. 1 - Riscos: - Exposição a produtos químicos; - Armazenamento; - Transporte; - Carregamento manual e mecânico; - Quebra das alças dos bag’s. 9.14. 2 - Recomendações: - Armazenar os produtos químicos em local ventilado e isento de umidade; - Não armazenar ou transportar produtos químicos junto com outros produtos; - Sinalizar os locais de armazenamento de produtos químicos ( placas ); - Ler com atenção as instruções do rótulo antes de manuseá-las; - Usar EPI’s; - Não permanecer debaixo dos bag’s. - Instalar kit para transporte de produtos perigosos; - Realizar a tríplice nas embalagens e encaminhá-las para depósito; - Não utilizar embalagens de agrotóxicos para outros fins. 9.14. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: - Botina de segurança; - Luva nitrilica; - Máscara descartável; 9.14. 4 - Equipamentos Utilizados: - Adubo; - Herbicidas, inseticidas e coadjuvantes; - Caminhão; - Bag.
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    51 9.15 - PÁTIO- ESTACIONAMENTO, ESTRADAS INTERNAS, PORTARIA E VIGILÂNCIA 9.15. 1 - Riscos: - Excesso de velocidade; - Estacionar em local inadequado; - Colisão com outros veículos; - Acidentes de trânsito. 9.15. 2 - Recomendações: - Respeitar as sinalizações internas (excesso de velocidade); - Olhar com atenção para os lugares onde caminha, para evitar acidentes; - Para amenizar a poeira, utilizar o caminhão pipa para molhar todo o trajeto por onde passam os veículos (quando necessário); - Ao realizar manobras de marcha-a-ré, solicitar ajuda de terceiro; 9.15. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: - Botinas de segurança; - Capacete de segurança (área industrial); - Protetor auditivo (área industrial). 9.15. 4 - Equipamentos Utilizados: - Caminhão; - Ônibus; - Automóveis. 9.16 - POSTO DE ABASTECIMENTO 9.16. 1 - Riscos: - Incêndio e explosão; - Descarga elétrica atmosférica; - Excesso de velocidade; - Manobra inadequada com veículos (colisão com as bombas); - Exposição aos combustíveis e lubrificantes; - Lubrificar os veículos. 9.16. 2 - Recomendações: - Não fumar próximo ao posto; - Não fazer uso de aparelhos celulares e radio amador; - Reduzir a velocidade; - Não fazer manobras bruscas e em marcha ré sem sinalizar; - Obedecer as placas de sinalização; - Usar o cabo terra e sinalização(ao descarregar líquidos inflamáveis); - Usar os EPI’s; - Utilizar calços quando da lubrificação dos veículos; - Ao realizar manobras de marcha-a-ré, solicitar ajuda de terceiro; 9.16. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: -Luva em pvc cano longo; -Botinas de segurança; -Creme de proteção para pele. 9.16. 4 - Equipamentos Utilizados: - Bombas de combustível. -Mangueiras de pressão para lubrificação.
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    52 9.17 - MANUTENÇÃOMECÂNICA E BORRACHARIA 9.17. 1 - Riscos: - Limalha, cavacos e fagulhas nos olhos; - Prender a roupa, luva, cabelos em partes giratórias das máquinas (torno, furadeira). - Queda de objetos pesados; - Rompimento de pedra de esmeril e policorte, discos de lixadeiras; - Cortes nas mãos e no corpo; - Lançamento de objetos pelo torno; - Queimaduras por objetos quentes e solda elétrica maçarico; - Incêndio e explosão ( cilindros de acetileno, botijões com GLP, combustíveis, tintas e solventes); - Gases e névoa ( funilaria e pintura ); - Estouro de pneus e câmaras; - Ruído. - Exposição a lubrificantes. 9.17. 2 - Recomendações: - Não usar roupas largas, cabelos soltos, anéis, pulseiras e relógios, quando trabalhar próximo a partes giratórias das máquinas; - Usar um gancho para remover os cavacos do torno; - Colocar um barreira(aparato) na frente do torno; - Não realizar manutenção ou limpeza com a máquina ligada; - Fixar bem a peça a ser perfurada na mesa da furadeira; - Não trabalhar com luvas próximo a partes giratórias das máquinas; - Não realizar manutenção nos veículos sem antes colocar cavaletes, calços e suportes para evitar quedas e deslocamentos inexperados; - Nunca deixe cilindros de acetileno, botijões com GLP, O2, graxas, óleos, tintas e solventes, próximos a trabalhos com solda elétrica, maçarico, lixadeiras, esmeril; - Usar EPI’s. - Treinamento periódico sobre riscos nas diversas atividades; - Emitir e ler a Ordem de Serviço; -Não realizar lavagem de peças sem luva de segurança e creme protetor para pele. 9.17. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: - Óculos de segurança (na realização de tarefas que exijam proteção visual); - Protetor facial (no uso de lixadeiras e esmeril); - Protetor auricular; - Avental de raspa de couro com mangas longas (soldadores); - Máscara de solda (soldadores); - Perneiras de raspa (soldadores); - Respirador descartável (soldadores). - Oculos de proteção no uso de maçarico. 9.17. 4 – Equipamentos Utilizados - Equipamentos e acessórios diversos. 9.18 - LUBRIFICAÇÃO E LAVAGEM DE MÁQUINAS E VEÍCULOS 9.18. 1 - Riscos: - Exposição aos produtos químicos ( Intercap, Solopan, Shampoo, Graxas, Óleos ); - Umidade; - Queda de objetos e peças das máquinas e veículos; - Deslocamento inesperado da máquina ou veículo; - Incêndio; - Ruído.
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    53 9.18. 2 -Recomendações: - Antes de entrar em baixo das máquinas ou veículos, verificar se há peças e objetos soltos; - Ao parar máquina ou veículo para lubrificação ou lavagem, travar os freios e colocar calços nos pneus para evitar deslocamento inesperado; - Usar os EPI’s; - Cuidados com fontes de ignição (faíscas, fogo). 9.18. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: - Calça e blusão impermeável ( conjunto trevira); - Bota de borracha; – Luvas de pvc cano longo; – Respirador facial com filtro químico ou máscara descartável, quando da aplicação de produtos para lavagem(Intercap, Solopan); - Botina de segurança; - Protetor auricular; – Creme de protção para a pele. 9.18. 4 – Equipamentos Utilizados - Máquinas e equipamentos diversos. 9.19 – ANALISTA DE LABORATÓRIO DE ÓLEOS 9.19. 1 - Resumo das atividades: - Verificar aparência do óleo; - Verificar odor e viscosidade; - Água captação (chapa quente); - Destilação (presença de água e óleo); - Determinação do ponto de fulgor, inflamação e fuligem; - Análises diversas. 9.19. 2 - Riscos: - Contato de óleos lubrificantes e solventes; - Queimaduras nas mãos e rosto; - Gases e vapores produtos derivados de petróleo; - Risco de acidente (incêndio ou explosão); - Exposição a lubrificantes e solventes. 9.19. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: - Luvas de pvc/nitrílica ou luvas de procedimento; - Máscara descartável; - Respirador com filtro químico; - Protetor facial; - Botinas de segurança, capela, exaustor; ar refrigerado. – Creme de proteção para a pele. 9.20 – VINHAÇA 9. 20. 1 - Riscos: - Contato com vinhaça; - Biológico (Fungos e bactérias); - Químicos; - Acidentes;
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    54 - Intempéries; - Contatocom animais peçonhentos e insetos; - Ruído. 9. 20. 2 - Recomendações: - Usar EPI’s; - Não permanecer próximos ou embaixo da névoa ao ser aplicado a vinhaça; - Verificar os equipamentos necessários ao manuseio e funcionamento das bombas de sucção; - Cuidados ao transportar os equipamentos de uma área para outra; 9. 20. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: - Luvas de pvc/nitrílica e raspa; - Máscara descartável; - Botinas de segurança; - Bota de borracha; – Calça e capa ipermeavel(conjuto em trevira); – Protetor auricular tipo concha. 9. 21 – TRANSPORTE DE MÁQUINAS E EQUIPAMENTOS 9. 21. 1 - Riscos: - Rede de energia elétrica; - Tombamento de tratores e caminhões; - Catracas quebradas ou gastas; – Acidentes de trânsito; – Exesso lateral. 9. 21. 2 - Recomendações: - Utilizar o cinto de segurança nos veículos; - Seguir as regulamentações do Código de Trânsito Brasileiro para transporte de máquinas e equipamentos; - Sinalizar postes e estirantes e comunicar as áreas por onde passam as redes de energia elétrica; - Verificar todos os dispositivos de segurança das máquinas e equipamentos e se as mesmos estão bem fixados; - Usar EPI’s; - Ao realizar manobras de marcha-a-ré, solicitar ajuda de terceiro; - Ao sair da lavoura verificar se o terreno apresenta condições de tráfego, a fim de se evitar tombamentos. 9.21. 3 - Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva: - Botinas de Segurança; - Luva de raspa. 9.21. 4 - Equipamentos Utilizados: - Carregadeira; - Trator; - Implementos agrícolas. - Maquinas e equipamentos. 10.0 – Reconhecimento dos Riscos Ambientais DIVISÃO INDUSTRIAL
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    55 Riscos Fonte Causa Tipo de Exposição Duraçã o N. de Exposto s Danosà Saúde Medidas de Controle / Implantar. Setor Pessoal Ergonômico s Processo de Trabalho e atividade em geral Contato 8 horas 13 Cansaço, Dores musculares, lesões por esforços repetitivos, fraqueza, tensão e ansiedade Pausa durante o trabalho; Móveis adequados. Implantar programa de ginástica laboral. Treinamento. Incêndio Curto circuito Contato 8 horas 13 Incêndio, intoxicação, inalação e Queimaduras Extintores e Sinalizações. Treinamento de combate à incêndio. Sinalização dos riscos existentes Acidentes Máquinas e equipamen tos Contato 8 horas 13 Quedas, lesões e contusões Exames periódicos de acordo com PCMSO, respeitar sinalizações Setor Balança Acidentes Processo de trabalho e atividades em geral Contato 8 horas 04 Lesões, Contusões e quedas Exames periódicos de acordo com PCMSO, e sinalizações. Utilizar EPIs e EPCs. Ergonômico s Processo de trabalho e atividade em geral Contato 8 horas 04 Lesões por esforço repetitivo Cansaço e dores musculares Pausa durante jornada de trabalho, móveis adequados Ginástica Laboral Treinamento Setor Sesmt (medicina do trabalho) Biológicos Microorga nismos que podem causar danos a saúde Contato (fungos, vírus, bacilos, bactérias, protosoário s e parasitas) 8 horas 4 Alergia, irritação das vias respiratórias e oftálmicas, intoxicação e acidentes Uso de EPI´s; uniformes, limpeza das instalações. Treinamentos. Normas de Biosegurança. Exames Periódicos de acordo com PCMSO. Ergonômico s Processo de trabalho e atividade em geral Contato 8 horas 4 Cansaço. Dor muscular Lesão por esforço repetitivo. Fadiga Pausa durante o trabalho; Móveis adequados. Acidentes Instrument os de trabalho, quedas Contato 8 horas 4 Quedas Lesões Contusões Treinamento; Uso de EPI; Exames periódicos de acordo com PCMSO.
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    56 Setor Sesmt (segurançado trabalho) Ergonômico s Processo de trabalho e atividade em geral Contato 8 horas 5 Cansaço Dor muscular Fadiga Pausa durante o trabalho; Móveis adequados. Treinamento. Acidentes Instrument os de trabalho, quedas Contato 8 horas 5 Lesões Contusões Uso de EPI; Exames periódicos de acordo com PCMSO. Treinamento. Setor Laboratório Ergonômico s Processo de Trabalho Contato 8 horas 33 Cansaço, Dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade. Pausa durante o trabalho. Mobiliário adequado. Treinamento. Químicos Produtos químicos utilizados no laboratório Contato 8 horas 33 Alergias, queimaduras, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes Uso de máscara e luvas de borracha, óculos de segurança e protetor facial. Treinamento. Exames periódicos de acordo com PCMSO. Instalar programa de biosegurança. Instalar exaustor. Acidentes Vidrarias Quedas Contato 8 horas 33 Lesões e contusões Exames periódicos de acordo com PCMSO, uso dos EPI’s, treinamento sobre o riscos de acidentes e sinalização. Ruídos Triturador e prensa Contato 4 horas 33 Perda auditiva, fadiga Exames periódicos, uso dos EPI’s, treinamento e manutenção dos equipamentos. Incêndios Curto circuito, produtos químicos Contato 8 horas 33 Queimaduras e lesões Extintores, sinalizações e treinamentos. Setor de Moenda Químicos Graxas e Óleos Lubrificant es Contato e inalação 8 horas 26 Alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes Treinamento e uso correto dos EPI’s, exame médico de acordo com o PCMSO, treinamento sobre riscos de acidentes. Ergonômico s Processo de Trabalho Contato 8 horas 44 Cansaço Dor muscular Fraqueza, tensão e ansiedade Pausas no trabalho. Treinamento sobre riscos da atividade
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    57 Incêndios Curto- circuito, máquinas e equipamen tos, óleos e graxas Contato8 horas 44 Queimaduras e lesões Treinamento de combate a incêndio; extintores. Acidentes Máquinas e equipamen tos e instalações em geral Contato 8 horas 44 Lesões Contusões Quedas Uso de EPI; Treinamento; Sinalização; exames periódicos de acordo com PCMSO. Ruídos Máquinas e equipamen tos Contato 8 horas 44 Lesões do aparelho auditivo, tonturas, fadiga. Exames periódicos; uso de protetor auditivo; treinamento sobre riscos de acidentes; manutenção dos equipamentos Radiações não ionizantes Chapisco, enchiment o de peças metálicas com eletrodos Contato 8 horas 05 Queimaduras e doenças respiratórias. Exames periódicosde acordo com PCMSO ; Uso dos EPI’s; Treinamento de prevenção de acidentes. Químicos Solda com eletrodos a base de manganês Contato e inalação 8 horas 05 Alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes Uso de respirador; Treinamento sobre o uso correto dos EPI’s; exames médico de acordo com o PCMSO; Treinamento sobre os riscos de acidentes; melhoria no posto de trabalho. Setor Destilaria Químicos Álcool; ácido sulfúrico; soda caustica; ciclo hexano; dispersante ; anti- espumante ; bactericita Contato 8 horas 13 Alergias; irritação das vias respiratórias e oculares; intoxicação e acidentes Uso de EPI; Treinamentos; Sinalização; exame médico de acordo com o PCMSO. Normas de biosegurança. Acidentes Máquinas e equipamen tos e instalações em geral Contato 8 horas 13 Lesões; Contusões e quedas Uso de EPI; Treinamento; Sinalização; exames periódicos de acordo com PCMSO.
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    58 Ergonômico s Processo de trabalho Contato 8horas 13 Cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade Pausas durante a jornada; treinamento sobre os riscos da atividade. Incêndios/ex plosões Curto- circuito, máquinas e equipamen tos, vapores de inflamávei s Contato 8 horas 13 Queimaduras; lesões Extintores e treinamentos sobre combates a incêndio Ruídos Máquinas e equipamen tos Contato 8 horas 13 Lesões do aparelho auditivo, tonturas Exames periódicosde acordo com PCMSO ; uso de protetores auditivos; treinamento; manutenção dos equipamentos. Setor Armazém de Açúcar Acidentes Máquinas e equipamen tos e instalações em geral Contato 8 horas 16 Lesões, quedas e contusões Exames periódicosde acordo com PCMSO , Uso dos EPI’s; Treinamento; Sinalização Ergonômico s Processo de trabalho Contato 8 horas 16 Cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade Pausas durante a jornada; treinamentos Explosões Curto- circuíto, máquinas e equipamen tos e poeiras de açúcar em suspensão Contato 8 horas 16 Queimaduras, lesões Extintores; treinamento combate a incêndio Ruídos Máquinas e equipamen tos Contato 8 horas 16 Lesões do aparelho auditivo, tonturas Exames periódicosde acordo com PCMSO ; uso de protetores auditivos; treinamento; manutenção dos equipamentos
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    59 Setor Fabricação deAçúcar Acidentes Máquinas e equipamen tos e instalações em geral Contato 8 horas 26 Lesões, quedas e contusões Exames periódicosde acordo com PCMSO ; Uso de EPI’s; treinamento; sinalização Ergonômico s Processo de trabalho Contato 8 horas 26 Cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade Pausas durante a jornada; treinamentos Ruídos Máquinas e equipamen tos Contato 8 horas 26 Lesões do aparelho auditivo, tonturas Exames periódicosde acordo com PCMSO ; uso de protetores auditivos; treinamento; manutenção dos equipamentos Setor Tratamento de Água Acidentes Máquinas e equipamen tos e instalações em geral Contato 8 horas 01 Lesões, quedas e contusões Exames periódicosde acordo com PCMSO , uso de EPI’s, Treinamentos; Sinalização. Ergonômico s Processo de Trabalho Contato 8 horas 01 Cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade Pausas durante a jornada; Treinamento. Ruídos Máquinas e equipamen tos Contato 8 horas 01 Lesões do aparelho auditivo, tonturas Exames periódicos; Uso de protetores auditivos; Treinamento; manutenção dos equipamentos Químicos Soda caustica, Sulfato de alumínio, Cloreto de Sódio Contato, Inalação 8 horas 01 Alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes Uso de máscara; luva de proteção; Treinamento; exames médico de acordo com o PCMSO. Setor Transporte Acidentes Máquinas e equipamen tos e instalações em geral Contato 8 horas 4 Lesões, quedas e contusões e acidente de trânsito Exames periódicosde acordo com PCMSO , uso de EPI’s, Treinamentos; Sinalização.
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    60 Ergonômico s Processo de Trabalho Contato 8 horas4 Cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade Pausas durante a jornada; Treinamento. Ruídos Máquinas e equipamen tos Contato 8 horas 02 Lesões do aparelho auditivo, tonturas e fadiga Exames periódicosde acordo com PCMSO ; Uso de protetores auditivos; Treinamento; manutenção dos equipamentos Setor Administração Industrial Acidentes Máquinas e equipamen tos e instalações em geral Contato 6 horas 8 Lesões, quedas e contusões e acidente de trânsito Exames periódicosde acordo com PCMSO , uso de EPI’s, Treinamentos; Sinalização. Ergonômico s Processo de Trabalho Contato 8 horas 8 Cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade Pausas durante a jornada; Treinamento. Ruídos Máquinas e equipamen tos Contato 8 horas 8 Lesões do aparelho auditivo, tonturas e fadiga Exames periódicosde acordo com PCMSO ; Uso de protetores auditivos; Treinamento; manutenção dos equipamentos Químicos Soda caustica, Sulfato de alumínio, Cloreto de Sódio Contato, Inalação Eventu al 07 Alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes Uso de máscara; luva de proteção; Treinamento; exames médico de acordo com o PCMSO. Setor Almoxarifado Industrial Acidentes Máquinas e equipamen tos e instalações em geral Contato 8 horas 08 Lesões, quedas e contusões e acidente de trânsito Exames periódicosde acordo com PCMSO , uso de EPI’s, Treinamentos; Sinalização. Ergonômico s Processo de Trabalho Contato 8 horas 08 Cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade Pausas durante a jornada; Treinamento.
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    61 Ruídos Máquinas e equipamen tos Contato 8 horas08 Lesões do aparelho auditivo, tonturas e fadiga Exames periódicosde acordo com PCMSO ; Uso de protetores auditivos; Treinamento; manutenção dos equipamentos Químicos Soda caustica, Sulfato de alumínio, Cloreto de Sódio Contato, Inalação Eventu al 08 Alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes Uso de máscara; luva de proteção; Treinamento; exames médico de acordo com o PCMSO. Setor Mecânica Industrial Acidentes Máquinas e equipamen tos e instalações em geral Contato 8 horas 14 Lesões, quedas e contusões Exames periódicosde acordo com PCMSO , uso de EPI’s, Treinamentos; Sinalização. Ergonômico s Processo de Trabalho Contato 8 horas 14 Cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade Pausas durante a jornada; Treinamento. Ruídos Máquinas e equipamen tos Contato 8 horas 14 Lesões do aparelho auditivo, tonturas e fadiga Exames periódicosde acordo com PCMSO ; Uso de protetores auditivos; Treinamento; manutenção dos equipamentos Químicos Soda caustica, Sulfato de alumínio, Cloreto de Sódio Contato, Inalação Eventu al 14 Alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes Uso de máscara; luva de proteção; Treinamento; exames médico de acordo com o PCMSO. Incêndios Curto- circuito, máquinas e equipamen tos Contato Intermi tente 14 Queimaduras; lesões Extintores e treinamentos sobre combates a incêndio Setor Manutenção Elétrica Industrial Acidentes Máquinas e equipamen tos e instalações em geral Contato 8 horas 12 Lesões, quedas e contusões Exames periódicosde acordo com PCMSO , uso de EPI’s, Treinamentos; Sinalização.
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    62 Ergonômico s Processo de Trabalho Contato 8 horas12 Cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade Pausas durante a jornada; Treinamento. Ruídos Máquinas e equipamen tos Contato 8 horas 12 Lesões do aparelho auditivo, tonturas e fadiga Exames periódicosde acordo com PCMSO ; Uso de protetores auditivos; Treinamento; manutenção dos equipamentos Químicos Soda caustica, Sulfato de alumínio, Cloreto de Sódio Contato, Inalação Intermi tente 12 Alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes Uso de máscara; luva de proteção; Treinamento; exames médico de acordo com o PCMSO. Incêndios Curto- circuito, máquinas e equipamen tos Contato Eventu al 12 Queimaduras; lesões Extintores e treinamentos sobre combates a incêndio Setor Instrumentação Acidentes Máquinas e equipamen tos e instalações em geral Contato 8 horas 3 Lesões, quedas e contusões Exames periódicosde acordo com PCMSO , uso de EPI’s, Treinamentos; Sinalização. Ergonômico s Processo de Trabalho Contato 8 horas 3 Cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade Pausas durante a jornada; Treinamento. Ruídos Máquinas e equipamen tos Contato 8 horas 3 Lesões do aparelho auditivo, tonturas e fadiga Exames periódicosde acordo com PCMSO ; Uso de protetores auditivos; Treinamento; manutenção dos equipamentos Químicos Soda caustica, Sulfato de alumínio, Cloreto de Sódio Contato, Inalação Intermi tente 3 Alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes Uso de máscara; luva de proteção; Treinamento; exames médico de acordo com o PCMSO. Setor Montagem Industrial
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    63 Acidentes Máquinas e equipamen tos e instalações em geral Contato8 horas 10 Lesões, quedas e contusões Exames periódicosde acordo com PCMSO , uso de EPI’s, Treinamentos; Sinalização. Ergonômico s Processo de Trabalho Contato 8 horas 10 Cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade Pausas durante a jornada; Treinamento. Ruídos Máquinas e equipamen tos Contato 8 horas 10 Lesões do aparelho auditivo, tonturas e fadiga Exames periódicosde acordo com PCMSO ; Uso de protetores auditivos; Treinamento; manutenção dos equipamentos Químicos Soda caustica, Sulfato de alumínio, Cloreto de Sódio Contato, Inalação Eventu al 10 Alergias, irritação das vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes Uso de máscara; luva de proteção; Treinamento; exames médico de acordo com o PCMSO. Incêndios e Explosões Curto- circuito, máquinas e equipamen tos Contato Eventu al 16 Queimaduras; lesões Extintores e treinamentos sobre combates a incêndio Setor Caldeira Acidentes Máquinas e equipamen tos e instalações em geral Contato 8 horas 17 Lesões, quedas e contusões Exames periódicosde acordo com PCMSO , uso de EPI’s, Treinamentos; Sinalização. Ergonômico s Processo de Trabalho Contato 8 horas 17 Cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade Pausas durante a jornada; Treinamento. Ruídos Máquinas e equipamen tos Contato 8 horas 17 Lesões do aparelho auditivo, tonturas e fadiga Exames periódicosde acordo com PCMSO ; Uso de protetores auditivos; Treinamento; manutenção dos equipamentos
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    64 Químicos Soda caustica, Sulfato de alumínio, Cloreto de Sódio Contato, Inalação Eventu al 17 Alergias, irritaçãodas vias respiratórias e oculares, intoxicação e acidentes Uso de máscara; luva de proteção; Treinamento; exames médico de acordo com o PCMSO. Incêndios Curto- circuito, máquinas e equipamen tos Contato Eventu al 17 Queimaduras; lesões Extintores e treinamentos sobre combates a incêndio Setor Recepção de Cana Acidentes Máquinas e equipamen tos e instalações em geral Contato 8 horas 22 Lesões, quedas e contusões Exames periódicosde acordo com PCMSO , uso de EPI’s, Treinamentos; Sinalização. Ergonômico s Processo de Trabalho Contato 8 horas 22 Cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade Pausas durante a jornada; Treinamento. Ruídos Máquinas e equipamen tos Contato 8 horas 22 Lesões do aparelho auditivo, tonturas e fadiga Exames periódicosde acordo com PCMSO ; Uso de protetores auditivos; Treinamento; manutenção dos equipamentos Setor Construção Civil Acidentes Máquinas e equipamen tos e instalações em geral Contato 8 horas 17 Lesões, quedas e contusões Exames periódicosde acordo com PCMSO , uso de EPI’s, Treinamentos; Sinalização. Ergonômico s Processo de Trabalho Contato 8 horas 17 Cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade Pausas durante a jornada; Treinamento. Ruídos Máquinas e equipamen tos Contato 8 horas 17 Lesões do aparelho auditivo, tonturas e fadiga Exames periódicosde acordo com PCMSO ; Uso de protetores auditivos; Treinamento; manutenção dos equipamentos
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    65 Setor Tratamento deCaldo Acidentes Máquinas e equipamen tos e instalações em geral Contato 8 horas 23 Lesões, quedas e contusões Exames periódicosde acordo com PCMSO , uso de EPI’s, Treinamentos; Sinalização. Ergonômico s Processo de Trabalho Contato 8 horas 23 Cansaço, dores musculares, fraqueza, tensão e ansiedade Pausas durante a jornada; Treinamento. Ruídos Máquinas e equipamen tos Contato 8 horas 23 Lesões do aparelho auditivo, tonturas e fadiga Exames periódicosde acordo com PCMSO ; Uso de protetores auditivos; Treinamento; manutenção dos equipamentos 11.0 – Planejamento e Prioridade das Ações ORDEM RISCO MEDIDAS DE CONTROLE E METODOLOGIA 01 RUÍDO - exames audiométricos; - exames periódicos; - conscientização sobre acidentes do trabalho. 02 RISCOS ERGONÔMICOS - usar móveis adequados; - pausas durante o trabalho; - treinamentos sobre postura correta; - conscientização sobre acidentes do trabalho. 03 RISCOS QUÍMICOS - Uso de EPI; - Treinamentos; - Sinalização. 04 RISCOS DE ACIDENTES - Uso de EPI; - Treinamento; - Sinalização.
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    66 05 RISCOS DE EXPLOSÃO INCÊNDIO -Treinamento sobre combate a incêndio; - Sinalização; - Só executar tarefas com ordem de Serviço; - Monitoramento de poeira e atmosfera explosivas. 11.1 - Cronograma das Ações PPRA - Planejamento de Trabalho ATIVIDADES – RESPONSÁVEIS 2004 2005 S O N D J F M A M J J A Elaboração do levantamento ambiental – PPRA – Responsáveis: Eng.º de Segurança e Médico do Trabalho. X X Integração das ações do PPRA com o PCMSO – Responsáveis: Recursos Humanos e Médico. X X X
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    67 Treinamento sobre posturade trabalho – Responsável: Recursos Humanos/Técnico Segurança X X X Treinamento sobre os riscos da atividade – Responsáveis: Técnico de Segurança. X X X X X Exames Médicos para os trabalhadores de acordo com o PCMSO, com emissão do ASO – Responsável: Médico do Trabalho. X X X X X X X X X X X X Tornar obrigatório o uso de EPI – Responsável: Encarregado/Técnico de Segurança. X X X X X X X X X X X X Manter os extintores carregados – Responsáveis: Encarregado e Empresa de Extintor. X X X X X X X X X X X X Treinamento sobre combate a incêndio – Responsáveis: Técnico de Segurança e Empresa prestadora de serviços de combate a incêndio. X X X X X X Sinalizar o pátio e todos os setores – Responsável; Técnico de Segurança. X X Formar a CIPA – Responsáveis: Técnico de Segurança e Chefe de Recursos Humanos. X Fazer curso para membros da CIPA – Responsáveis: Técnico de Segurança e Chefe de Recursos Humanos. X Formar brigada de incêndio – Responsável: Técnico de Segurança. X X Promover curso para membro da brigada Controle da Poeira – Responsável: Gerente de Logística. X X COMPROMISSO: PAULO MENEGUETTI – Sócio:_______________________________________ MOACIR MENEGUETTI – Sócio:______________________________________ WALDOMIRO BADDINI – Chefe de Recursos Humanos: __________________________________ WILSON ROBERTO CHUMA – Gerente de Logística: ______________________________________ CLEVISON DE MATOS– Técnico de Segurança do Trabalho: ______________________________________ 11.2 –Recomendação dos Equipamentos de Proteção Individual e Coletiva FUNÇÃO/SETOR EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL RECOMENDADOS
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    68 Especificação CA Prazo de Validade O SRPEDRO FARÁ QUADRO Obs: A empresa deverá fornecer os EPI’s com CA, orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado guarda e conservação; substituir quando danificado ou extraviado. Entregar mediante recibo devidamente assinado. Manter os CA - Certificado de Aprovação e Fichas de Informações Toxicológicas dos produtos químicos utilizados arquivados na empresa. 11.3 – Avaliação Quantitativa e Qualitativa 11.3.1 - CALOR De acordo com o período de descanso, tipo de atividade e limites de tolerância estabelecido para exposição ao calor, NR-15, Anexo 3, Quadros 1, 2 e 3, da Portaria 3.214 de 8 de junho de 1978, do Ministério do Trabalho e Emprego, não há ambiente térmico na empresa. 11.3.2 - RUÍDO Ponto de Medição Intensidad e Escala Tipo de Medição CONSIDERAÇÕES Sala da Gerência 54 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular Sala da Recepção 59 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular Portaria (Interno) 54 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular Portaria (Externo) 82 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular Adubo –Ensaque Bag 87 dB(A) NS Uso de Protetor Auricular Sala Controle Ensaque 70 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular Peneira de Adubo 87 dB(A) NS Uso de Protetor Auricular Carregadeira Bag Adubo 91 dB(A) NS Uso de Protetor Auricular
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    69 Calcário Pesagem- Sala 57 dB(A)NS Sem Uso de Protetor Auricular Plataforma Pesagem de Calcário 66 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular Laboratório 63 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular Carregamento Álcool 60 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular Armazém 1 – ponto 1 57 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular Armazém 1 – ponto 2 53 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular Armazém 2 – ponto 1 58 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular Armazém 2 – ponto 2 60 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular Túnel –Armazém 1 72 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular Túnel – Armazém 2 74 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular Túnel – Corr.Subt.1/2 79 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular Sala Controle Moega 60 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular Plataforma Carr.Vagão 71 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular Moega 1/2 84 dB(A) NS Sem Uso de Protetor Auricular Descarreg. Açúcar 87 dB(A) NS Uso de Protetor Auricular RESULTADO DA AVALIAÇÃO: Número de Turnos: 01; Duração do Turno: 08 horas; Os níveis de ruído de ruído em alguns setores estão acima dos limites de tolerância, fixados no Quadro 1 do Anexo n.º 1, da Portaria 3214, de 8 de junho de 1978, do Ministério do Trabalho e Emprego. Nos demais setores não existe ruído ocupacional. 11.3.3 - ILUMINAMENTO PONTO DE MEDIÇÃO ILUMINAM ENTO MEDIDO (LUX) ILUMINAMENTO(LUX ) AVALIAÇÃOMÍNI MO MÉDI O MÁXI MO Setor Moenda Recepção 200 300 500 Iluminância Adequada Moenda ternos 100 200 300 Iluminância Adequada Sala controle moenda 100 200 300 Iluminância Adequada Sala Ferramentaria 100 200 300 Iluminância Adequada Sala Chefe moenda 200 300 500 Iluminância Adequada Sala Encarregados 200 300 500 Iluminância Adequada Setor Caldeira Sala de controle 200 300 500 Iluminância Adequada
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    70 Caldeira 1 100200 300 Iluminância Inadequada Caldeira 2 100 200 300 Iluminância Inadequada Caldeira 3 100 200 300 Iluminância Inadequada Setor Evaporação/Fábrica Evaporadores 100 200 300 Iluminância Adequada Sala de controle 100 200 300 Iluminância Adequada Cristalizadores 100 200 300 Centrífuga 100 200 300 Aquecedores 100 200 300 Corredor dos vácuos 100 200 300 Setor Armazém de Açúcar Balança 100 200 300 Mesa encarregado 100 200 300 Setor Manutenção Mecânica/Elétrica Elétrica 100 200 300 Mesa encarregado 100 200 300 Mecânica 100 200 300 Lavagem de peças 100 200 300 Torno 1 100 200 300 Torno 2 100 200 300 Setor Almoxarifado Sala atendimento 100 200 300 Escritório 100 200 300 Prateleiras 1 100 200 300 Prateleiras 2 100 200 300 Prateleira superior 100 200 300 Setor Gerador Energia Sala do Gerador 100 200 300 Sala de comando 100 200 300 Setor Laboratório Controle e qualidade 100 200 300 Sala de análise 100 200 300 Sala Enc. destilaria e fábrica 100 200 300 Setor Destilaria Sala controle informatizada 100 200 300 Centrífugas 100 200 300 Dornas 100 200 300 Setor Escritório Recepção 252 100 200 300 Sala encarregados 252 100 200 300 Sala supervisores 225 100 200 300 Sala Topografia 210 100 200 300 Sala gerente industrial 250 100 200 300 Sala gerente agrícola 255 100 200 300 Sala supervisão agrícola 235 100 200 300 Setor ETA Bombas 100 200 300 Painel de controle 100 200 300 Setor Portaria Balança
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    71 Portaria 100 200300 Guarita 100 200 300 Balança 100 200 300 Controle de tráfego 100 200 300 Setor RH Recepção 220 100 200 300 Supervisão RH 280 100 200 300 CPD 130 100 200 300 Financeiro 270 100 200 300 Segurança 340 100 200 300 Recepção Medicina 156 100 200 300 Escritório Medicina 207 100 200 300 Ambulatório 702 100 200 300 Consultório Médico 184 100 200 300 DIVISÃO AGRÍCOLA Oficina Agrícola Manutenção tratores 100 200 300 Manutenção caminhões 100 200 300 Torno 100 200 300 Elétrica 100 200 300 Ferramentaria 100 200 300 Sala encarregado 100 200 300 Borracharia 100 200 300 Implementos 100 200 300 Laboratório de óleos 100 200 300 Sala supervisão 100 200 300 Central de rádio 100 200 300 RESULTADO DA AVALIAÇÃO: A NR-17 da Portaria 3.214/78, determina que a iluminação deverá ser uniformemente distribuída, geral e difusa, a fim de evitar ofuscamento, reflexos, sombras e contrastes excessivos; A medição dos níveis de iluminamento, foi feita no campo de trabalho onde se realiza a tarefa visual, utilizando-se instrumento calibrado com fotocélula corrigida para a sensibilidade do olho humano e em função do ângulo de incidência; Levou-se em consideração os fatores determinantes da Iluminância adequada, como a idade, velocidade, precisão e refletância do fundo da tarefa; Deverá ser considerado o valor médio dos níveis recomendados na NBR 5413, para correção do iluminamento medido; No setor industrial as medições foram feitas com iluminamento natural; As medições serão feitas durante o período de trabalho de acordo com a NR-17 da Portaria 3.214/78 e NBR 5413. Concluímos que os níveis de Iluminância estão adequados, exceto nos setores ??????????. 11.4– Metodologia Utilizada
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    72 11.4.1 - AgentesQuímicos: A avaliação dos possíveis agentes químicos existentes no local de trabalho, bem como nas atividades em estudo, foram avaliações qualitativas e por inspeção, realizadas de acordo com o Anexo 11, 12 e 13, NR-15 da Portaria n.º 3.214 de 08 junho de 1978 do Mistério do Trabalho e Emprego, ABNT – NBR 9547 e Norma Internacional n.º 500 da OSHA, para avaliação de poeira total. 11.4.2 - Riscos Ergonômicos: A avaliação dos possíveis riscos ergonômicos existentes no local de trabalho, bem como nas atividades em estudo, foram avaliações por inspeção, considerando a NR-17 da Portaria n.º 3.214 de 08 junho de 1978 do Mistério do Trabalho e Emprego. 11.4.3 - Ruído: Para a avaliação da exposição ocupacional ao ruído foi utilizado a metodologia estabelecida na NHT-06 R/E - Norma para Avaliação da Exposição Ocupacional ao Ruído da FUNDACENTRO para, ruído contínuo ou intermitente, ou na NHT-07, R/E - Norma para Avaliação da Exposição Ocupacional ao Ruído da FUNDACENTRO, para ruído de impacto, conforme segue: • A medição foi realizada em condições operacionais normais e/ou habituais, compreendendo-se como tal o ritmo usual de trabalho, a existência de fatores contribuintes habituais para o processo ou operação; • A medição foi realizada junto á zona auditiva do trabalhador, á altura do plano horizontal que contém o canal auditivo, a urna distância de 15 a 20 cm do ouvido; • A leitura foi realizada no circuito de resposta lenta (Slow) e circuito de compensação "A", sobre um período de 5 segundos de estabilização, para ruído continuo ou intermitente; • A leitura foi realizada no circuito de resposta rápida (Fast) e circuito de compensação "C", para ruído continuo ou intermitente; • A caracterização da exposição se fará basicamente de maneira individual, ou seja, os dados foram coletados de forma a se poder definir a dose de ruído recebida por cada um dos trabalhadores do ambiente; • Como o conceito de dose está associado ao tempo de exposição, foram realizados levantamentos no campo para caracterizar os tempos de exposição de cada trabalhador envolvido, a cada nível de ruído; • As funções as quais o Nível de Pressão Sonora, estiverem abaixo do Limiar Mínimo de Leitura, ou seja, abaixo de 85 dB não terão calculadas a dose de ruído recebida. 11.4.4 - Calor: Para a avaliação da Exposição Ocupacional ao Calor, foi utilizado a metodologia estabelecida na NHT-O1 C/E - Norma para avaliação da Exposição Ocupacional ao Calor da FUNDACENTRO. 11.4.5 - Agentes Biológicos: Para a avaliação dos agentes biológicos foi utilizado o caráter qualitativo e inspeção realizada no local de trabalho, de acordo com o Anexo 14 da NR-15 – Agentes Biológicos. 11.4.6 – Atmosfera Perigosa
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    73 Para avaliação deOxigênio (O2) Gás Inflamável (LEL), Monóxido de Carbono (CO) e Sulfeto de Hidrogênio (H2S), utilizamos o Detetor de Gases PhD Lite, calibrado de acordo com a Norma Internacioal OSHA, nos setores de destilaria e carregamento de álcool. 11. 5 - Instrumentos de Medição 11.5.1 - Iluminamento Foi medido com LUXÍMENTRO DIGITAL LIGHT METER LUX/FC, modelo 840020, procedência americana, certificado de calibração pela SPER SCIENTIFIC LTD., para determinação de nível de iluminamento. As medições foram feitas no campo de trabalho do paradigma. 11.5.2 - Nível de Pressão Sonora Medido com instrumento DIGITAL SOUND METER TYPE - 2, modelo 840029, de procedência americana, certificado de calibração da SPER SCIENTIFIC LTD., para determinação de nível de ruído. As medições foram efetuadas no campo de trabalho, na altura do ouvido do paradigma. 11.5.3 - Dose de Ruído Medido com instrumento LOGGING NOISE DOSE METER, TYPE-2, modelo TES-1355 CE, para determinação da percentagem da dose, picos, tempo de exposição. As medições foram feitas individualmente durante o turno de trabalho. 11.5.4 - Nível de Temperatura Medido com TERMÔMETRO DE GLOBO E BULBO WiBGeT RS - 214, HEAT STRESS MOTOR, com microprocessador e placa serial, procedência canadense, para determinação do nível de temperatura ambiental. As medições foram efetuadas no campo de trabalho. 11.5.5 - Risco de Incêndio Medido com Detetor de Incêndio marca UNIVERSAL, SECURITY INSTRUMENTS, INC. OWINGS MILLS, MD 21117 USA. Há risco de incêndio em todo o setor industrial. 11.5.6 – Velocidade do Ar Medido com Thermo-Anemometer, marca Kesstrel, modelo 2000, de procedência americana. As medições foram feitas em todos os setores, para determinar a corrente de ar. 11.5.7 – Altitude e Pressão Atmosférica Medido com HAND HELD BAROMETER, marca COLE-PARMER, modelo 99770-00, de procedência americana, calibrado com GPS. As medições foram feitas em todo o ambiente de trabalho. 11.5.8 – Atmosfera Perigosa Medido com multi Detetor de Gases PhD Lite, marca Biosystems, de procedência americana, calibrado de acordo com a Norma Internacional OSHA. 12 – COMENTÁRIO SOBRE O PPRA 12.1 - Introdução As rotinas de Prevenção de Acidentes e de manutenção da integridade física e mental do homem em seu local de trabalho dependem em grande parte do ambiente em que o mesmo irá desenvolver suas atividades profissionais, haja visto que mais da metade de sua vida,
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    74 permanece no trabalhoou a serviço da empresa, inclusive no percurso de ida e vinda do trabalho para o lar e vice-versa. Nada mais justo e racional, que seja desenvolvido um programa especial, dentro do Programa Anual de Prevenção de Acidentes e Doenças Ocupacionais da Empresa, um Programa de Prevenção de Riscos Ambientais (PPRA), que tem como objetivo, acima de tudo, a identificação dos riscos em cada ambiente de trabalho, com vistas à tomada de decisões que a curto e médio prazo, visam a solução dos problemas ambientais detectados, que de uma forma ou de outra venham trazer agravos à saúde do trabalhador, causar acidentes do trabalho ou até mesmo causar danos materiais ao patrimônio da Empresa. Deste forma é de essencial a participação integrada de todos os funcionários na resolução dos problemas ambientais, nos postos ou estações de trabalho auxiliando a Direção da Empresa (empregado) e ao Engenheiro de Segurança do Trabalho (consultor) quanto ao reconhecimento, avaliação e controle dos riscos detectados, de maneira que os mesmos sejam colocados em ordem de prioridades e solucionados caso a caso, em cumprimento à Lei 6.514/77, Portaria 3.214/78 (NR 9) e demais Normas Regulamentadoras do Ministério do Trabalho. 12.2 - Objetivo O objetivo principal do PPRA (Programa de Prevenção de Riscos Ambientais), é, sem dúvida, preservar a integridade física e mental dos trabalhadores, proporcionando-lhes o bem estar, conforto e eficiência, nos seus ambientes de trabalho, tendo como diretrizes básicas o seguinte: a) Promover a proteção de vida e saúde de seus trabalhadores, mantendo um ambiente de trabalho saudável e seguro. b) Preservar o patrimônio físico da empresa (bens móveis e imóveis), edificações, máquinas, equipamentos, veículos em geral etc. c) Prevenir efeitos prejudiciais ao meio ambiente, agindo sempre de conformidade com as leis brasileiras e às normas nacionais e/ou internacionais recomendadas para cada caso, inclusive obedecendo às normas e diretrizes dos órgãos competentes (Ex.: IBAMA ). d) As gerências, em todos os níveis, chefias e supervisões, constituem o elemento chave para a aplicação deste programa e são responsáveis pelo cumprimento das diretrizes aqui estabelecidas, operacionalizando estes preceitos através de programas especiais, adaptados a cada setor ou ambiente de trabalho (Ex.: 5S e ISO 14000). e) O engenheiro de segurança do trabalho, assim como também seus auxiliares, assessorará todos os escalões da empresa, diretoria, gerências, chefias e supervisões no implantação e desenvolvimento deste programa, bem como quanto a normas de procedimentos de segurança e saúde ocupacional. 12.3 - Antecipação o Reconhecimento de Riscos 12.1.1) A prevenção de acidentes deve estar presente: a) Na elaboração de projetos de novas instalações; b) Nas modificações de instalações existentes; c) Na pesquisa e no desenvolvimento de produtos e seus processos de fabricação; d) No manuseio de substâncias químicas e materiais utilizados pela empresa, na manufatura ou limpeza geral, inclusive na manutenção de máquinas e equipamentos.
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    75 12.1.2 ) Emtodos as unidades de trabalho da empresa, devem existir e serem respeitados: a) Métodos de trabalho que integram aspectos de segurança e saúde; b) Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional (PCMSO - NR 7), enfatizando exames admissionais, periódicos, especiais e demissionais; c) Programa de estudos ergonômicos e antropométricos (projetos demissionais); d) Sistemática de "Autorização de trabalhos em área de risco" (Ex.: eletricidade, radiações ionizantes, explosivos etc); e) Sistemática de manutenção preventiva e corretiva; f) Procedimentos de uso de Equipamentos de Proteção Individual (EPI’s) e de uniformes, conforme manuais pertinentes; g) Uso de Equipamentos de Proteção Coletiva (EPC’s) h) Sistemas de equipamentos específicos para prevenção, detecção e combate ao fogo e/ou emergências (EPC’s). 12.1.3) A prevenção, também se faz através da investigação dos acidentes com perdas pessoais, materiais e também dos incidentes: a) Para tanto, todos os acidentes devem ser investigados de maneira especial, com objetivo de determinar suas causas e prevenir a sua reincidência (Ex.: árvore de causas, reconstituição do acidente, etc ). b) Os incidentes com alto potencial de risco ou não, devem ser investigados para possibilitar a tomada de providências no sentido de se evitar novos acidentes. 12.1.4 ) Metodologia de Ação: a) Todos os estabelecimentos ou setores, devem manter sistemáticas próprias e padronizadas, com a finalidade de identificar, analisar e controlar os riscos de segurança e saúde nos ambientes laborais. Para tanto, devem estabelecer cronograma físico e financeiro de prioridades X responsabilidades, por estação de trabalho; b) Em situações de elevado risco, tais como no uso de inflamáveis, explosivos ou substâncias tóxicas, manter eficaz e permanente vigilância dos sistemas de controle, para resguardar a saúde e segurança dos empregados em geral, preservando a segura da comunidade circunvizinha e do patrimônio da empresa; c) Cada estabelecimento ou setor, deve possuir plano de emergência, com definição dos Recursos Humanos, materiais, equipamentos e a organização necessária para enfrentar uma situação de emergência, visando controlar e minimizar as suas conseqüências (Ex.: Brigada de Incêndio, etc.); d) Os planos de emergência, devem ser periodicamente atualizados e testados; e) Exercícios simulados deverão ser feitos para garantir a eficácia dessas planos; f) Deve ser previsto um perfeito entrosamento com a comunidade local, além das entidades médicas, governamentais e educacionais, corpo de bombeiros, defesa civil, ABIQUIM, IBAMA, empresas vizinhas e demais entidades que possam contribuir para o melhor funcionamento do Plano de Emergência (Ex.: Plano de Auxílio Mútuo). 12.2 – Definição de Propriedades e Métodos de Avaliação e Controle 12.2.1) Rigor e serenidade são de importância vital para os planos de ação integrados: a) Cada unidade de trabalho da empresa deve elaborar seus planos de ação, fixando seus objetivos; b) Os resultados desse desempenho deverão ser controlados permanentemente;
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    76 c) Devem serobedecidas a legislação e normas brasileiras, na ausência destas ou quando não houver outra norma brasileira que atenda a contento o que se pretende, usar normas internacionais conhecidas. d) O mesmo rigor deve ser observado com respeito ás normas internas da empresa; 12.2.2) Em cada unidade de trabalho da empresa, devem ser mantidas disponíveis e adequadamente divulgadas as informações atualizadas, pertinentes à de saúde e de segurança do trabalho, tais como: a) Legislação especifica ; b) Normas técnicas da empresa ou Normas Regulamentadoras de CLT (Consolidação das Leis do Trabalho), ABNT ( Associação Brasileira de Normas Técnicas ) ou internacionais; c) Relação de substâncias químicas, materiais e processos que digam respeito às operações cotidianas, inclusive estimativa de consumo diário, semanal, mensal e anual; d) Fichas de emergência de produtos químicos; e) Mapas de risco afixados em locais de fácil visualização (manter devidamente atualizado); f) Todos os empregados devem procurar seu aprimoramento técnico e científico, através de cursos, palestras, seminários, etc; g) Cada unidade de trabalho da empresa deve dispor de suporte necessário à área de segurança e saúde; h) Cada unidade de trabalho deve apresentar os resultados de suas atividades, incluindo aqueles relativos à segurança e saúde ocupacional. 12.3 - Avaliação do Risco e da Exposição dos Trabalhadores O reconhecimento dos riscos ambientais do trabalho deverá conter no mínimo: a) Identificação de riscos; b) Determinação e localização das fontes geradoras de riscos; c) Identificação da trajetória e meios de propagação; d) Identificação das funções em número de trabalhadores expostos; e) Caracterização das atividades e do tipo de exposição; f) Obtenção de dados de comprometimento à saúde nos postos de trabalho; g) Descrição das medidas de controle existentes e propostas; h) Fazer levantamento e avaliação quantitativa para controle de exposição ou inexistência dos riscos; i) Todos os itens deverão sofrer fiscalização e acompanhamento pelos profissionais competentes da área de segurança e saúde. 12.4 – Implantação de Medidas de Controle de Avaliação de Eficácia
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    77 12.4.1) Deverão seradotadas para eliminação, minimização ou neutralização dos riscos ambientais, sempre que forem verificadas uma ou mais das seguintes situações: a) Identificação, na fase de antecipação do risco à saúde; b) Quando os resultados das avaliações quantitativas excederem os limites previstos na NR-15; c) Quando ficar caracterizado o nexo causal pela área de medicina do trabalho (PCMSO); 12.4.2) Prioridades das Medicas de Controle: a) Que eliminem ou reduzam a utilização ou formação de agentes; b) Que previnam a liberação ou disseminação desses agentes; c) Que reduzam os níveis ou concentração desses agentes; 12.4.3) Outras medidas importantes: a) Treinamento coletivo de pessoal, inclusive gerência e chefias em geral; b) Utilização adequadas de EPI’s (manual de EPI’s) e acompanhamento do recebimento e controle de carência dos mesmos; c) Controle do CRF e CA para cada EPI / fornecedor; d) Normas gerais (manutenção e higienização). 12.5 – Registro de Dados Deverá ser mantido pelo empregador todos os registros desses dados, de preferência informatizado (específico), estabelecendo e estruturando de forma a constituir um histórico técnico e administrativo do PPRA. Os registros desses dados deverão estar sempre disponíveis aos trabalhadores interessados ou representantes das autoridades competentes ( DRT, Ministério Público, etc.). É importante lembrar que esses dados devem ser mantidos e atualizados pelo período de 20 anos. 12.6 - Responsabilidades 12.6.1 ) Da empresa (empregador): a) Estabelecer, implementar e assegurar o cumprimento do PPRA, como atividade permanente da empresa; b) Constante acompanhamento e supervisão do PPRA. 12.6.2) Dos trabalhadores (empregados): a) Colaborar e participar da implantação do PPRA; b) Fiscalizar o andamento do PPRA junto às chefias; c) Informar, sempre que necessário, ocorrências que possam implicar em riscos à saúde. 12.7 – Informações Gerais Os trabalhadores deverão e terão o direito de apresentar propostas, críticas e sugestões a fim de assegurar que os programas planejados no PPRA sejam cumpridos de forma adequada.
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    78 O empregador deveráinformar aos trabalhadores de maneira apropriada e suficiente sobre os riscos ambientais que os mesmos possam estar sofrendo, e sobre os meios disponíveis, para prevenir ou limitar tais riscos e proteger-se dos mesmos. Sempre que vários empregadores ou prestadores de serviços da área de segurança e medicina do trabalho realizarem simultaneamente atividades no mesmo local de trabalho, terão o dever de trocar informações para a execução de ações integradas, aplicando-as no PPRA, visando a proteção de todos os trabalhadores expostos aos riscos ambientais gerados. 13 - RECIBO DE ENTREGA DE EPI’s ______________________________________________,declaro ter recebido gratuitamente da empresa USINA DE AÇÚCAR SANTA TEREZINHA - PARANACITY, os EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI’s), abaixo descriminados em perfeitas condições de uso, nos termos da Portaria 3.214, de 08 de junho de 1978, em sua Norma Regulamentadora NR-6, item 6.7.1, alíneas “a, b e c”, e Regulamento Interno da empresa. Declaro ainda ter recebido as devidas instruções para correta utilização e estou ciente da obrigatoriedade do uso dos mesmos e das sanções previstas na Consolidação das Leis do Trabalho - CLT.
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    79 Maringá, ___/___/___ Assinatura: DATA DESCRIÇÃODOS EQUIPAMENTOS (CA N.º) QUANT. ASSINATURA
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    80 14 - CONTROLEDE EXTINTORES MARCA: TIPO: EXTINTOR N.º Ativo Fixo: Local: ABTN N.º: H I S T Ó R I C O Data Recebido Inspecio- nado Reparo Instrução Incêndio Código e Reparos 1. Substituição de Gatilho 2. Substituição de Difusor 3. Mangote 4. Válvula de Segurança 5. Válvula Completa 6. Válvula Cilindro Adicional 7. Pintura 8. Manômetro 9. Teste Hidrostático 10. Recarregado 11. Usado em Incêndio 12. Usado em Instrução 13. Diversos CONTROLE DE EXTINTORES
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    81 15 - RESERVADE DIREITOS O presente trabalho tem destinação exclusiva para melhorias das condições de trabalho da USINA DE AÇÚCAR SANTA TEREZINHA - PARANACITY, com a finalidade de atenuar ou eliminar as condições insalubres e perigosas. Proibida a reprodução total ou parcial, mediante a reprodução de apostilas a partir deste relatório, de qualquer forma ou qual quer meio eletrônico ou mecânico, inclusive através de processos xerográficos, de fotografia e de gravação, sem a permissão expressa do Autor e da Diretoria da Empresa. (Lei n.º 5.598, de 14.12.73). A violação de direito autoral constitui crime, passível de pena de detenção de 3 (três) meses a 1 (um) ano ou multa. Se houver reprodução, por qualquer meio, da obra intelectual, no todo ou em parte, sem autorização expressa do Autor e Diretor da Empresa, com o intuito de lucro, a pena será de reclusão de 1 (um) a 4 (quatro) anos e multa. Incorre na mesma pena quem vende, expõe à venda, aluga, introduz no país, adquire, oculta, empresta, troca ou tem um depósito com intuito de lucro, obra intelectual, importando assim violação de direito autoral. Na prolação da sentença, o juiz determinará a destruição da produção ou reprodução criminosa. (Art. 184 do Código Penal brasileiro, com nova redação dada pela Lei n.º 8.635, de 16.03.93). Tem ainda o presente trabalho, a pactuação do CREA - Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia por meio da Anotação de Responsabilidade Técnica - ART.
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    82 16 - RESPONSÁVELTÉCNICO: Eng.º. de Segurança do Trabalho da Usina Reg. MTb - CREA Perito Judicial local e data: