MODELO ADMINISTRATIVO
TEORIAS UTILIZADAS
ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA “ ... permite a manifestação dos funcionários em relação ao processo de administração da empresa de forma organizada e responsável, sempre contribuindo com suas experiências e conhecimentos...” valores às funções e pessoas dos quais participa.
ADMINISTRAÇÃO QUÂNTICA “ ... é preciso que haja uma mudança de valores nos seres humanos, bem como nas organizações, trata-se da implantação de um sistema integrado, quântico, logo não fragmentado.”
GESTÃO POR CONFIANÇA “ ... gestão com foco não mais nas estruturas, mas nas pessoas – como Gestão por Competências, Direção por Valores e Gestão da Diversidade. O objetivo desses modelos é criar condições para maior participação, iniciativa, compromisso e auto-responsabilidade dos indivíduos, o que implica a existência de um clima de confiança em todos os níveis da empresa.”
As empresas passam por três fases. Infância, Adolescência e Maturidade. Nos encontramos na adolescência e temos potencial para atingir e manter a maturidade. Quais as propostas para isso? FASES DA EMPRESA
Na fase em que nos encontramos ocorrem os conflitos, inconsistência de metas e de sistemas de remuneração e reuniões improdutivas. Surge a ênfase para os sistemas administrativos, a elaboração de diretrizes, os controles necessários. A empresa deve deixar de  “trabalhar mais e passar a trabalhar melhor”.  Isto significa apurar e controlar custos e empenhar-se pela melhoria da qualidade.
À medida que o volume dos negócios vai aumentando, não é mais possível cuidar de tudo de forma apenas sensitiva. O volume de atividades impõe delegação às pessoas e, em decorrência, a necessidade de adoção de novas formas de controle.
No início de qualquer organização o proprietário executa sozinho boa parte das atividades de controle, e que à medida que a empresa vai crescendo, avançando nas fases do ciclo de vida,  obrigatoriamente terá de delegar responsabilidade e adotar controles e procedimentos formalizados para que possa continuar crescendo.
O QUE DEVE SER CONTROLADO? COMO? POR QUÊ? O processo de controle inicia-se com planejamento estabelecendo o que se deseja controlar e os meios para executá-lo, definindo políticas e diretrizes para a organização e direção das atividades a serem controladas. Depois passa pela avaliação e análise dos resultados e por fim pela tomada de ações corretivas dos desvios observados entre o previsto e o realizado.
O  controle formalizado começa a se fazer necessário em nível operacional. O controle do caixa e das contas a receber e das contas a pagar são com freqüência os primeiros que se fazem indispensáveis. Assim são apresentados procedimentos para as atividades mais críticas como compras, e finanças.
Interesse pelo movimento de contas, pela análise dos balancetes e balanços para assim analisar os negócios com clientes e fornecedores, demonstrativos  esses  fornecidos  pela  contabilidade.  Porém,  além  dos  relatórios da contabilidade, a qual nesta fase ainda está essencialmente voltada a atender ao fisco, são necessários outros controles  internos  operacionais mais ágeis, como o controle efetivo de recebimentos e pagamentos, programação de compras e controle do capital de giro.
Quando a empresa apresenta razoável movimento dos negócios, gerando recursos próprios suficientes para os investimentos, não bastam somente os balanços e balancetes fornecidos pela contabilidade, nem os controles operacionais para a tomada de decisões. Para a eficaz gestão da empresa os dirigentes precisarão ter uma visão abrangente e clara da situação de mercado e da empresa como um todo, uma visão global.
Há necessidade de gestão eficaz dos custos, orçamentos e a prática da contabilidade gerencial paralela à contabilidade fiscal. Desta forma, o planejamento terá de ser melhor elaborado.
A empresa deve ter controles formalizados nos três níveis, operacional, gerencial e estratégico. Porém, a gestão estratégica nesta fase é apenas embrionária, buscará sua plenitude na próxima fase quando a empresa fizer a transição de pequena para média, pois ao final da terceira fase apresentará uma estrutura sistematizada pela integração de todas suas funções.
Mudança do controle de execução para o controle da performance da empresa. O controle acontecerá de acordo com um planejamento formalizado, através de instrumentos globais como: controle de custos, controle orçamentário e aplicação de medições por meio de indicadores de desempenho.
CONSELHOS Mais agilidade nas decisões Diminuição dos gargalos administrativos Atribuição de responsabilidades Descrição de cargos Maior nível de estruturação Definição das rotinas
Conselho Diretivo Conselho Deliberativo Conselho Específico CLIENTES
CONSELHO DIRETIVO CONSELHO DELIBERATIVO CLIENTES CONSELHOS ESPECÍFICOS COMUNICAÇÃO
Conselho Específico Grupo de ação envolvido diretamente com a responsabilidade que lhe é atribuída. É gerido por um Conselheiro Mestre  ( também, coordenador, mentor e líder do Conselho Específico.) , e deve ter no mínimo três* integrantes. Deve possuir certa autonomia em relação aos níveis superiores.
Conselho Deliberativo Nível acima dos Conselhos Específicos. É responsável por decisões de caráter mais abrangente. Deve ser formada incondicionalmente pelos Conselheiros Mestres e por demais membros da empresa que demonstrarem interesse. Ele age quando uma decisão de um Conselho Específico influenciar em um ou mais conselhos.
Conselho Diretivo Formado pelos Sócios-Diretores. É responsável pelas macro-decisões na empresa, como definir investimentos (neste exemplo, deve ser auxiliado pelo Conselho Específico Financeiro, através do Conselho Deliberativo).
 

Plano Administrativo

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    ADMINISTRAÇÃO PARTICIPATIVA “... permite a manifestação dos funcionários em relação ao processo de administração da empresa de forma organizada e responsável, sempre contribuindo com suas experiências e conhecimentos...” valores às funções e pessoas dos quais participa.
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    ADMINISTRAÇÃO QUÂNTICA “... é preciso que haja uma mudança de valores nos seres humanos, bem como nas organizações, trata-se da implantação de um sistema integrado, quântico, logo não fragmentado.”
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    GESTÃO POR CONFIANÇA“ ... gestão com foco não mais nas estruturas, mas nas pessoas – como Gestão por Competências, Direção por Valores e Gestão da Diversidade. O objetivo desses modelos é criar condições para maior participação, iniciativa, compromisso e auto-responsabilidade dos indivíduos, o que implica a existência de um clima de confiança em todos os níveis da empresa.”
  • 6.
    As empresas passampor três fases. Infância, Adolescência e Maturidade. Nos encontramos na adolescência e temos potencial para atingir e manter a maturidade. Quais as propostas para isso? FASES DA EMPRESA
  • 7.
    Na fase emque nos encontramos ocorrem os conflitos, inconsistência de metas e de sistemas de remuneração e reuniões improdutivas. Surge a ênfase para os sistemas administrativos, a elaboração de diretrizes, os controles necessários. A empresa deve deixar de “trabalhar mais e passar a trabalhar melhor”. Isto significa apurar e controlar custos e empenhar-se pela melhoria da qualidade.
  • 8.
    À medida queo volume dos negócios vai aumentando, não é mais possível cuidar de tudo de forma apenas sensitiva. O volume de atividades impõe delegação às pessoas e, em decorrência, a necessidade de adoção de novas formas de controle.
  • 9.
    No início dequalquer organização o proprietário executa sozinho boa parte das atividades de controle, e que à medida que a empresa vai crescendo, avançando nas fases do ciclo de vida, obrigatoriamente terá de delegar responsabilidade e adotar controles e procedimentos formalizados para que possa continuar crescendo.
  • 10.
    O QUE DEVESER CONTROLADO? COMO? POR QUÊ? O processo de controle inicia-se com planejamento estabelecendo o que se deseja controlar e os meios para executá-lo, definindo políticas e diretrizes para a organização e direção das atividades a serem controladas. Depois passa pela avaliação e análise dos resultados e por fim pela tomada de ações corretivas dos desvios observados entre o previsto e o realizado.
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    O controleformalizado começa a se fazer necessário em nível operacional. O controle do caixa e das contas a receber e das contas a pagar são com freqüência os primeiros que se fazem indispensáveis. Assim são apresentados procedimentos para as atividades mais críticas como compras, e finanças.
  • 12.
    Interesse pelo movimentode contas, pela análise dos balancetes e balanços para assim analisar os negócios com clientes e fornecedores, demonstrativos esses fornecidos pela contabilidade. Porém, além dos relatórios da contabilidade, a qual nesta fase ainda está essencialmente voltada a atender ao fisco, são necessários outros controles internos operacionais mais ágeis, como o controle efetivo de recebimentos e pagamentos, programação de compras e controle do capital de giro.
  • 13.
    Quando a empresaapresenta razoável movimento dos negócios, gerando recursos próprios suficientes para os investimentos, não bastam somente os balanços e balancetes fornecidos pela contabilidade, nem os controles operacionais para a tomada de decisões. Para a eficaz gestão da empresa os dirigentes precisarão ter uma visão abrangente e clara da situação de mercado e da empresa como um todo, uma visão global.
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    Há necessidade degestão eficaz dos custos, orçamentos e a prática da contabilidade gerencial paralela à contabilidade fiscal. Desta forma, o planejamento terá de ser melhor elaborado.
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    A empresa deveter controles formalizados nos três níveis, operacional, gerencial e estratégico. Porém, a gestão estratégica nesta fase é apenas embrionária, buscará sua plenitude na próxima fase quando a empresa fizer a transição de pequena para média, pois ao final da terceira fase apresentará uma estrutura sistematizada pela integração de todas suas funções.
  • 16.
    Mudança do controlede execução para o controle da performance da empresa. O controle acontecerá de acordo com um planejamento formalizado, através de instrumentos globais como: controle de custos, controle orçamentário e aplicação de medições por meio de indicadores de desempenho.
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    CONSELHOS Mais agilidadenas decisões Diminuição dos gargalos administrativos Atribuição de responsabilidades Descrição de cargos Maior nível de estruturação Definição das rotinas
  • 18.
    Conselho Diretivo ConselhoDeliberativo Conselho Específico CLIENTES
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    CONSELHO DIRETIVO CONSELHODELIBERATIVO CLIENTES CONSELHOS ESPECÍFICOS COMUNICAÇÃO
  • 20.
    Conselho Específico Grupode ação envolvido diretamente com a responsabilidade que lhe é atribuída. É gerido por um Conselheiro Mestre ( também, coordenador, mentor e líder do Conselho Específico.) , e deve ter no mínimo três* integrantes. Deve possuir certa autonomia em relação aos níveis superiores.
  • 21.
    Conselho Deliberativo Nívelacima dos Conselhos Específicos. É responsável por decisões de caráter mais abrangente. Deve ser formada incondicionalmente pelos Conselheiros Mestres e por demais membros da empresa que demonstrarem interesse. Ele age quando uma decisão de um Conselho Específico influenciar em um ou mais conselhos.
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    Conselho Diretivo Formadopelos Sócios-Diretores. É responsável pelas macro-decisões na empresa, como definir investimentos (neste exemplo, deve ser auxiliado pelo Conselho Específico Financeiro, através do Conselho Deliberativo).
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