SlideShare uma empresa Scribd logo
Peritonite
Infecciosa Felina
(PIF)
Medicina Veterinária – UFPR
Residência em clínica médica de pequenos animais – UTP
Especialização em clínica médica de felinos – Qualittas
Mestrado em Ciências Veterinárias – UFPR
Doutoranda em ciências Veterinárias - UFPR
MSc. Carolina Trochmann Cordeiro
? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ?
50 % dos casos – PIF
Tasker S, Gunn-Moore D: Differential diagnosis of ascites in cats,
In Practice 22:472, 2000.
Neoplasia
Uroabdome
Peritonite
Séptica
Hepatopatia
Cardiopatia
Vírus
• Coronavírus Felino
• Característica importante:
• Capacidade de Mutação ! ! !
• Pode permanecer no ambiente por 7 semanas
• Inativado por desinfetantes
• Limpeza + Agua Sanitária
• Amônia quaternária – atividade limitada
Epidemiologia
• Infecção por coronavirus entérico é comum
• 16 - 40% população de gatos
• 80 - 90% colônias em gatos (5)
• Assintomáticos ou Enterite leve
Resistente a infecção
5 a 10%
Infecção Transitória
70%
Infecção Persistente
13%
Coronavirus
entérico
PIF
1 a 3%
Mutação
Transmissão entérico
• Contato direto e contínuo
• Fezes – concentração viral elevada
• Doentes – após 1 semana
• Portadores assintomático
• Saliva - importância em colônias
• Transplacentária – rara
• aborto
• Morrem com 2 a 3 semanas de vida
Fatores de risco para PIF
• Idade de exposição (< 1 ano = 70%)
• FELV e Doenças Respiratórias
• Estresse
• Desnutrição
• Tto imunossupressor
• Raças: Persa e Bengal
VIREMIA
Linfonodos
Periféricos
Doença imunomediada = vasculite
Lesões Piogranulomatosas
Sinais Clínicos
• Apresentação clínica variável
• Distribuição e quantidade da vasculite
• Efusiva / Úmida
• Distribuição e quantidade das lesões
piogranulomatosas
• Seca
• Fígado, baço, rins, pulmão, . . .
Sinais Clínicos
• Forma não efusiva / SECA
• Febre, anorexia, letargia, . . .
• Sinais do órgão afetado
Sinais Clínicos
• Oculares
• Mudança da cor da íris
• Anisocoria
• Perda súbita de visão
• Edema de cornea
• Uveíte
Sinais Clínicos
• Intestino e linfonodos mesentéricos
• Diarréia
• Vômito
• Crônico = 3 meses ou mais
Sinais Clínicos
• Fígado
• Hepatite
• Icterícia
Sinais Clínicos
• Neurológicos
• >10 % dos casos
• Envolvimento focal, multifocal ou difuso
• Cérebro, Medula espinhal, Meninges
• Ataxia, hiperestesia, nistagmo,
convulsões, mudança de comportamento,
alterações em nervos cranianos . . .
Diagnóstico
Desafio ! ! !
Mais gatos já morreram de falsa interpretação dos resultados
dos testes de anticorpos do que da doença
(Pedersen, 1995)
Diagnóstico
• Histórico
• Sinais e achados clínicos
• Efusão não é sinônimo de PIF
• Achados laboratoriais
• Sugestivos e não específicos
• Necrópsia / Histopatologia
• Conclusivo
Diagnóstico
• Achados laboratoriais
• Proteína total > 7,8 g/dl *(Ac = proteína)
• 55% efusiva
• 70% seca
• Depende da fase da infecção
• Hiperglobulinemia > 4,6 g/dl
• Proporção albumina/globulina <0,5
Diagnóstico - Análise do líquido da efusão:
• Exsudato asséptico
• amarelo palha/citrino
• fibrina
• densidade (1,017 a 1,047)
• proteína 5 - 8 g/dl
• macrófagos / leucócitos - Sem bactéria ! ! !
• albumina / globulina < 0,81
• maior exclui peritonite
• menor NÃO confirma
• Diagnósticos diferenciais :
• Hepatopatias, linfoma, insuficiência cardíaca e peritonite bacteriana ou
pleurite.
Diagnóstico - Teste de Rivalta
• Água destilada (7-8ml)+ ácido acético 8% (1gt)
• + Gota da efusão
Falso Positivo:
- Linfoma
- Peritonite
Bacteriana
Diagnóstico - Sorologia
• Reação cruzada
• Colônias
Diagnóstico
• Título Negativo
• Fase inicial
• Fase final
• Nunca teve contato
• Já sumiu os Ac
• Título Positivo
• Donte = NÃO SEI !
• Vai ficar doente = NÃO SEI !
• Título alto:
• Pior = NÃO
• Melhor = NÃO
• Doente = NÃO
• Contactante:
• Com título = ? ? ?
• Maior que doente
Diagnóstico
Esperança:
• Pesquisa encontra marcador molecular para vírus da
peritonite infecciosa felina
• Publicada em: 09/10/2015
• Proteína truncada do gene 3c do coronavírus felino como
marcador molecular para diagnóstico da PIF
Prognóstico
• Mortalidade 100%
• Morte após 2 a 12 semanas
• Reservado para Uveíte (monosintomática)
Tratamento
• Existe cura?
• NÃO = deixar claro !!!
• Quando tratar?
• Propor eutanásia?
• Aceitável quando tem certeza do diagnóstico
Tratamento
• Doença imunomediada = Suprimir ! ! !
• Predinisolona
• 2 a 4 mg/kg/dia
• Interferon felino / humano
• Sem indícios – imunoestimulante ?
• Contactantes
Manejo e Prevenção
• Hospital
• Higiene com TODOS
• Casa
• 2 meses sem gato no ambiente
• Caixas de areia = (n+1) e Limpeza frequente
• Tigelas separadas
• Vacinação ?
Para quem quer mais . . .
• GREENE C. E.
Doenças Infecciosas em cães e gatos
• Guidelines
http://www.abcdcatsvets.org
• Journal of Feline Medicine and Surgery
http://jfm.sagepub.com
caroltrochmann@gmail.com
OBRIGADA
facebook.com.br/
entendaosgatos

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Cinomose
CinomoseCinomose
Cinomose
kennel
 
Principais
afecções da cavidade oral de pequenos animais
Principais
afecções da cavidade oral  de pequenos animais Principais
afecções da cavidade oral  de pequenos animais
Principais
afecções da cavidade oral de pequenos animais
Daniel Ferro
 
Patologia do Sistema Respiratório
Patologia do Sistema RespiratórioPatologia do Sistema Respiratório
Patologia do Sistema Respiratório
Raimundo Tostes
 
Patologias do sistema urinário
Patologias do sistema urinárioPatologias do sistema urinário
Patologias do sistema urinário
Marília Gomes
 
Caso clínico
Caso clínicoCaso clínico
Caso clínico
Marília Gomes
 
Lipidose hepatica - comer ou não comer eis a questão
Lipidose hepatica - comer ou não comer eis a questão Lipidose hepatica - comer ou não comer eis a questão
Lipidose hepatica - comer ou não comer eis a questão
Carolina Trochmann
 
Tripanossomose bovina
Tripanossomose bovinaTripanossomose bovina
Tripanossomose bovina
Maria Alice Sene
 
O gato na emergência: Dispneia
O gato na emergência: DispneiaO gato na emergência: Dispneia
O gato na emergência: Dispneia
Carolina Trochmann
 
Aula n° 4 leishmaniose
Aula n° 4   leishmanioseAula n° 4   leishmaniose
Aula n° 4 leishmaniose
Gildo Crispim
 
Aula de Dermatopatologia
Aula de DermatopatologiaAula de Dermatopatologia
Aula de Dermatopatologia
Raimundo Tostes
 
O Essencial da Oftalmologia dos Gatos
O Essencial da Oftalmologia dos GatosO Essencial da Oftalmologia dos Gatos
O Essencial da Oftalmologia dos Gatos
Instituto Qualittas de Pós Graduação
 
Protocolos de Vacinação e Vermifugação em Cães e Gatos
Protocolos de Vacinação e Vermifugação em Cães e GatosProtocolos de Vacinação e Vermifugação em Cães e Gatos
Protocolos de Vacinação e Vermifugação em Cães e Gatos
Leonora Mello
 
Cronometria dentaria de Equinos
Cronometria dentaria de EquinosCronometria dentaria de Equinos
Cronometria dentaria de Equinos
Killer Max
 
Emergências Do Trato Urinário
Emergências Do Trato UrinárioEmergências Do Trato Urinário
Emergências Do Trato Urinário
Instituto Qualittas de Pós Graduação
 
Caso Clínico Veterinário: Epilepsia Canina
Caso Clínico Veterinário: Epilepsia CaninaCaso Clínico Veterinário: Epilepsia Canina
Caso Clínico Veterinário: Epilepsia Canina
Natália Borges
 
Antiinflamatórios veterinária
Antiinflamatórios veterinária Antiinflamatórios veterinária
Antiinflamatórios veterinária
Adryano Augustto Valladão de Carvalho
 
Dermatofitose x dermatofilose
Dermatofitose x dermatofilose Dermatofitose x dermatofilose
Dermatofitose x dermatofilose
iaavila
 
Aula de digestivo parte 2
Aula de digestivo parte 2Aula de digestivo parte 2
Aula de digestivo parte 2
Raimundo Tostes
 
PCR - Benefícios na rotina clínica
PCR - Benefícios na rotina clínica PCR - Benefícios na rotina clínica
PCR - Benefícios na rotina clínica
Carolina Trochmann
 
Manual Veterinário de Colheita e Envio de Amostras.
Manual Veterinário de Colheita e Envio de Amostras.Manual Veterinário de Colheita e Envio de Amostras.
Manual Veterinário de Colheita e Envio de Amostras.
Agricultura Sao Paulo
 

Mais procurados (20)

Cinomose
CinomoseCinomose
Cinomose
 
Principais
afecções da cavidade oral de pequenos animais
Principais
afecções da cavidade oral  de pequenos animais Principais
afecções da cavidade oral  de pequenos animais
Principais
afecções da cavidade oral de pequenos animais
 
Patologia do Sistema Respiratório
Patologia do Sistema RespiratórioPatologia do Sistema Respiratório
Patologia do Sistema Respiratório
 
Patologias do sistema urinário
Patologias do sistema urinárioPatologias do sistema urinário
Patologias do sistema urinário
 
Caso clínico
Caso clínicoCaso clínico
Caso clínico
 
Lipidose hepatica - comer ou não comer eis a questão
Lipidose hepatica - comer ou não comer eis a questão Lipidose hepatica - comer ou não comer eis a questão
Lipidose hepatica - comer ou não comer eis a questão
 
Tripanossomose bovina
Tripanossomose bovinaTripanossomose bovina
Tripanossomose bovina
 
O gato na emergência: Dispneia
O gato na emergência: DispneiaO gato na emergência: Dispneia
O gato na emergência: Dispneia
 
Aula n° 4 leishmaniose
Aula n° 4   leishmanioseAula n° 4   leishmaniose
Aula n° 4 leishmaniose
 
Aula de Dermatopatologia
Aula de DermatopatologiaAula de Dermatopatologia
Aula de Dermatopatologia
 
O Essencial da Oftalmologia dos Gatos
O Essencial da Oftalmologia dos GatosO Essencial da Oftalmologia dos Gatos
O Essencial da Oftalmologia dos Gatos
 
Protocolos de Vacinação e Vermifugação em Cães e Gatos
Protocolos de Vacinação e Vermifugação em Cães e GatosProtocolos de Vacinação e Vermifugação em Cães e Gatos
Protocolos de Vacinação e Vermifugação em Cães e Gatos
 
Cronometria dentaria de Equinos
Cronometria dentaria de EquinosCronometria dentaria de Equinos
Cronometria dentaria de Equinos
 
Emergências Do Trato Urinário
Emergências Do Trato UrinárioEmergências Do Trato Urinário
Emergências Do Trato Urinário
 
Caso Clínico Veterinário: Epilepsia Canina
Caso Clínico Veterinário: Epilepsia CaninaCaso Clínico Veterinário: Epilepsia Canina
Caso Clínico Veterinário: Epilepsia Canina
 
Antiinflamatórios veterinária
Antiinflamatórios veterinária Antiinflamatórios veterinária
Antiinflamatórios veterinária
 
Dermatofitose x dermatofilose
Dermatofitose x dermatofilose Dermatofitose x dermatofilose
Dermatofitose x dermatofilose
 
Aula de digestivo parte 2
Aula de digestivo parte 2Aula de digestivo parte 2
Aula de digestivo parte 2
 
PCR - Benefícios na rotina clínica
PCR - Benefícios na rotina clínica PCR - Benefícios na rotina clínica
PCR - Benefícios na rotina clínica
 
Manual Veterinário de Colheita e Envio de Amostras.
Manual Veterinário de Colheita e Envio de Amostras.Manual Veterinário de Colheita e Envio de Amostras.
Manual Veterinário de Colheita e Envio de Amostras.
 

Semelhante a Peritonite Infecciosa Felina PIF

Sanidade e enfermidade de caprinos e ovinos - caprinos e ovinos
Sanidade e enfermidade de caprinos e ovinos - caprinos e ovinosSanidade e enfermidade de caprinos e ovinos - caprinos e ovinos
Sanidade e enfermidade de caprinos e ovinos - caprinos e ovinos
Marília Gomes
 
Fibrose cistica
Fibrose cisticaFibrose cistica
Fibrose cistica
Denise Maria
 
Fibrose cistica Medicina UFT
Fibrose cistica Medicina UFT Fibrose cistica Medicina UFT
Fibrose cistica Medicina UFT
felippehenrique
 
Fibrose cistica
Fibrose cisticaFibrose cistica
Fibrose cistica
Mandydra
 
Aula sanidade e enfermidade de caprinos e ovinos
Aula   sanidade e enfermidade de caprinos e ovinosAula   sanidade e enfermidade de caprinos e ovinos
Aula sanidade e enfermidade de caprinos e ovinos
Cutrim Junior
 
Doenças de suídeos OIE 2
Doenças de suídeos OIE 2Doenças de suídeos OIE 2
Doenças de suídeos OIE 2
Marília Gomes
 
Interpretacao leucograma
Interpretacao leucogramaInterpretacao leucograma
Interpretacao leucograma
ReginaReiniger
 
Adenovírus canino tipo 1
Adenovírus canino tipo 1Adenovírus canino tipo 1
Adenovírus canino tipo 1
karencamargo31
 
Abra a boca do gato! + gengivoestomatite
Abra a boca do gato! + gengivoestomatiteAbra a boca do gato! + gengivoestomatite
Abra a boca do gato! + gengivoestomatite
Carolina Trochmann
 
Leptospira spp em gatos: estamos subestimando essa infecção?
Leptospira spp em gatos: estamos subestimando essa infecção? Leptospira spp em gatos: estamos subestimando essa infecção?
Leptospira spp em gatos: estamos subestimando essa infecção?
Carolina Trochmann
 
Leptospirose Rodrigo.pptx
Leptospirose  Rodrigo.pptxLeptospirose  Rodrigo.pptx
Leptospirose Rodrigo.pptx
FilipeBezerra15
 
ESCS HEPATITES VIRAIS AGUDAS E CRONICAS Liliana Mendes
ESCS HEPATITES VIRAIS AGUDAS E CRONICAS Liliana MendesESCS HEPATITES VIRAIS AGUDAS E CRONICAS Liliana Mendes
ESCS HEPATITES VIRAIS AGUDAS E CRONICAS Liliana Mendes
Liliana Mendes
 
Caso clínico cg 5
Caso clínico cg 5Caso clínico cg 5
Caso clínico cg 5
janinemagalhaes
 
Apendicite
ApendiciteApendicite
Apendicite
Gustavo Andreis
 
Aula Fametro Casos Clínicos correlacionados a Histologia
Aula Fametro Casos Clínicos correlacionados a HistologiaAula Fametro Casos Clínicos correlacionados a Histologia
Aula Fametro Casos Clínicos correlacionados a Histologia
MikaLima4
 
Lacm Bia e Maurício
Lacm Bia e MaurícioLacm Bia e Maurício
Lacm Bia e Maurício
Beatriz Soares
 
Infeccoes perinatais torch
Infeccoes perinatais torchInfeccoes perinatais torch
Infeccoes perinatais torch
Ibrahim Massuqueto
 
tcc-e-learn
tcc-e-learntcc-e-learn
tcc-e-learn
maurohs
 
Fistulas Perilinfáticas, Paralisias Faciais Periféricas e Trauma do Osso Temp...
Fistulas Perilinfáticas, Paralisias Faciais Periféricas e Trauma do Osso Temp...Fistulas Perilinfáticas, Paralisias Faciais Periféricas e Trauma do Osso Temp...
Fistulas Perilinfáticas, Paralisias Faciais Periféricas e Trauma do Osso Temp...
Dario Hart
 
Aula endocardite
Aula endocarditeAula endocardite
Aula endocardite
Alberto Las Casas Jr.
 

Semelhante a Peritonite Infecciosa Felina PIF (20)

Sanidade e enfermidade de caprinos e ovinos - caprinos e ovinos
Sanidade e enfermidade de caprinos e ovinos - caprinos e ovinosSanidade e enfermidade de caprinos e ovinos - caprinos e ovinos
Sanidade e enfermidade de caprinos e ovinos - caprinos e ovinos
 
Fibrose cistica
Fibrose cisticaFibrose cistica
Fibrose cistica
 
Fibrose cistica Medicina UFT
Fibrose cistica Medicina UFT Fibrose cistica Medicina UFT
Fibrose cistica Medicina UFT
 
Fibrose cistica
Fibrose cisticaFibrose cistica
Fibrose cistica
 
Aula sanidade e enfermidade de caprinos e ovinos
Aula   sanidade e enfermidade de caprinos e ovinosAula   sanidade e enfermidade de caprinos e ovinos
Aula sanidade e enfermidade de caprinos e ovinos
 
Doenças de suídeos OIE 2
Doenças de suídeos OIE 2Doenças de suídeos OIE 2
Doenças de suídeos OIE 2
 
Interpretacao leucograma
Interpretacao leucogramaInterpretacao leucograma
Interpretacao leucograma
 
Adenovírus canino tipo 1
Adenovírus canino tipo 1Adenovírus canino tipo 1
Adenovírus canino tipo 1
 
Abra a boca do gato! + gengivoestomatite
Abra a boca do gato! + gengivoestomatiteAbra a boca do gato! + gengivoestomatite
Abra a boca do gato! + gengivoestomatite
 
Leptospira spp em gatos: estamos subestimando essa infecção?
Leptospira spp em gatos: estamos subestimando essa infecção? Leptospira spp em gatos: estamos subestimando essa infecção?
Leptospira spp em gatos: estamos subestimando essa infecção?
 
Leptospirose Rodrigo.pptx
Leptospirose  Rodrigo.pptxLeptospirose  Rodrigo.pptx
Leptospirose Rodrigo.pptx
 
ESCS HEPATITES VIRAIS AGUDAS E CRONICAS Liliana Mendes
ESCS HEPATITES VIRAIS AGUDAS E CRONICAS Liliana MendesESCS HEPATITES VIRAIS AGUDAS E CRONICAS Liliana Mendes
ESCS HEPATITES VIRAIS AGUDAS E CRONICAS Liliana Mendes
 
Caso clínico cg 5
Caso clínico cg 5Caso clínico cg 5
Caso clínico cg 5
 
Apendicite
ApendiciteApendicite
Apendicite
 
Aula Fametro Casos Clínicos correlacionados a Histologia
Aula Fametro Casos Clínicos correlacionados a HistologiaAula Fametro Casos Clínicos correlacionados a Histologia
Aula Fametro Casos Clínicos correlacionados a Histologia
 
Lacm Bia e Maurício
Lacm Bia e MaurícioLacm Bia e Maurício
Lacm Bia e Maurício
 
Infeccoes perinatais torch
Infeccoes perinatais torchInfeccoes perinatais torch
Infeccoes perinatais torch
 
tcc-e-learn
tcc-e-learntcc-e-learn
tcc-e-learn
 
Fistulas Perilinfáticas, Paralisias Faciais Periféricas e Trauma do Osso Temp...
Fistulas Perilinfáticas, Paralisias Faciais Periféricas e Trauma do Osso Temp...Fistulas Perilinfáticas, Paralisias Faciais Periféricas e Trauma do Osso Temp...
Fistulas Perilinfáticas, Paralisias Faciais Periféricas e Trauma do Osso Temp...
 
Aula endocardite
Aula endocarditeAula endocardite
Aula endocardite
 

Mais de Carolina Trochmann

Como atender um gato sem ser atacado
Como atender um gato sem ser atacadoComo atender um gato sem ser atacado
Como atender um gato sem ser atacado
Carolina Trochmann
 
Gatos não são cães!
Gatos não são cães!Gatos não são cães!
Gatos não são cães!
Carolina Trochmann
 
Displasia coxofemoral em felinos - Simposio Especialidades Veteduka
Displasia coxofemoral em felinos - Simposio Especialidades Veteduka Displasia coxofemoral em felinos - Simposio Especialidades Veteduka
Displasia coxofemoral em felinos - Simposio Especialidades Veteduka
Carolina Trochmann
 
Obesidade em felinos
Obesidade em felinosObesidade em felinos
Obesidade em felinos
Carolina Trochmann
 
Gatos e Toxoplasmose: derrubando fake news
Gatos e Toxoplasmose: derrubando fake newsGatos e Toxoplasmose: derrubando fake news
Gatos e Toxoplasmose: derrubando fake news
Carolina Trochmann
 
Manejo drc: muito mais do que medicações
Manejo drc: muito mais do que medicaçõesManejo drc: muito mais do que medicações
Manejo drc: muito mais do que medicações
Carolina Trochmann
 
Encefalopatia hepatica
Encefalopatia hepatica Encefalopatia hepatica
Encefalopatia hepatica
Carolina Trochmann
 
O que deveriamos orientar o tutor do gato na primeira consulta?
O que deveriamos orientar o tutor do gato na primeira consulta?O que deveriamos orientar o tutor do gato na primeira consulta?
O que deveriamos orientar o tutor do gato na primeira consulta?
Carolina Trochmann
 
Terapeutica felina - Eu não sou cachorro não!
Terapeutica felina - Eu não sou cachorro não!Terapeutica felina - Eu não sou cachorro não!
Terapeutica felina - Eu não sou cachorro não!
Carolina Trochmann
 
O gato na emergencia: obstrução
O gato na emergencia: obstruçãoO gato na emergencia: obstrução
O gato na emergencia: obstrução
Carolina Trochmann
 
O gato com anorexia - cuidados com o quinto sinal vital, a nutrição
O gato com anorexia - cuidados com o quinto sinal vital, a nutriçãoO gato com anorexia - cuidados com o quinto sinal vital, a nutrição
O gato com anorexia - cuidados com o quinto sinal vital, a nutrição
Carolina Trochmann
 
Obesidade em felinos
Obesidade em felinosObesidade em felinos
Obesidade em felinos
Carolina Trochmann
 
Cistite Intersticial Felina - Tratamento Comportamental
Cistite Intersticial Felina - Tratamento Comportamental Cistite Intersticial Felina - Tratamento Comportamental
Cistite Intersticial Felina - Tratamento Comportamental
Carolina Trochmann
 
Lipidose hepática
Lipidose hepáticaLipidose hepática
Lipidose hepática
Carolina Trochmann
 
Como o conhecimento do comportamento felino pode nos ajudar na rotina clínica...
Como o conhecimento do comportamento felino pode nos ajudar na rotina clínica...Como o conhecimento do comportamento felino pode nos ajudar na rotina clínica...
Como o conhecimento do comportamento felino pode nos ajudar na rotina clínica...
Carolina Trochmann
 
Cistite Intersticial Felina e Síndrome de pandora
Cistite Intersticial Felina e Síndrome de pandoraCistite Intersticial Felina e Síndrome de pandora
Cistite Intersticial Felina e Síndrome de pandora
Carolina Trochmann
 

Mais de Carolina Trochmann (16)

Como atender um gato sem ser atacado
Como atender um gato sem ser atacadoComo atender um gato sem ser atacado
Como atender um gato sem ser atacado
 
Gatos não são cães!
Gatos não são cães!Gatos não são cães!
Gatos não são cães!
 
Displasia coxofemoral em felinos - Simposio Especialidades Veteduka
Displasia coxofemoral em felinos - Simposio Especialidades Veteduka Displasia coxofemoral em felinos - Simposio Especialidades Veteduka
Displasia coxofemoral em felinos - Simposio Especialidades Veteduka
 
Obesidade em felinos
Obesidade em felinosObesidade em felinos
Obesidade em felinos
 
Gatos e Toxoplasmose: derrubando fake news
Gatos e Toxoplasmose: derrubando fake newsGatos e Toxoplasmose: derrubando fake news
Gatos e Toxoplasmose: derrubando fake news
 
Manejo drc: muito mais do que medicações
Manejo drc: muito mais do que medicaçõesManejo drc: muito mais do que medicações
Manejo drc: muito mais do que medicações
 
Encefalopatia hepatica
Encefalopatia hepatica Encefalopatia hepatica
Encefalopatia hepatica
 
O que deveriamos orientar o tutor do gato na primeira consulta?
O que deveriamos orientar o tutor do gato na primeira consulta?O que deveriamos orientar o tutor do gato na primeira consulta?
O que deveriamos orientar o tutor do gato na primeira consulta?
 
Terapeutica felina - Eu não sou cachorro não!
Terapeutica felina - Eu não sou cachorro não!Terapeutica felina - Eu não sou cachorro não!
Terapeutica felina - Eu não sou cachorro não!
 
O gato na emergencia: obstrução
O gato na emergencia: obstruçãoO gato na emergencia: obstrução
O gato na emergencia: obstrução
 
O gato com anorexia - cuidados com o quinto sinal vital, a nutrição
O gato com anorexia - cuidados com o quinto sinal vital, a nutriçãoO gato com anorexia - cuidados com o quinto sinal vital, a nutrição
O gato com anorexia - cuidados com o quinto sinal vital, a nutrição
 
Obesidade em felinos
Obesidade em felinosObesidade em felinos
Obesidade em felinos
 
Cistite Intersticial Felina - Tratamento Comportamental
Cistite Intersticial Felina - Tratamento Comportamental Cistite Intersticial Felina - Tratamento Comportamental
Cistite Intersticial Felina - Tratamento Comportamental
 
Lipidose hepática
Lipidose hepáticaLipidose hepática
Lipidose hepática
 
Como o conhecimento do comportamento felino pode nos ajudar na rotina clínica...
Como o conhecimento do comportamento felino pode nos ajudar na rotina clínica...Como o conhecimento do comportamento felino pode nos ajudar na rotina clínica...
Como o conhecimento do comportamento felino pode nos ajudar na rotina clínica...
 
Cistite Intersticial Felina e Síndrome de pandora
Cistite Intersticial Felina e Síndrome de pandoraCistite Intersticial Felina e Síndrome de pandora
Cistite Intersticial Felina e Síndrome de pandora
 

Último

Programa de Saúde do Adolescente( PROSAD)
Programa de Saúde do Adolescente( PROSAD)Programa de Saúde do Adolescente( PROSAD)
Programa de Saúde do Adolescente( PROSAD)
sula31
 
DESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptx
DESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptxDESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptx
DESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptx
Klaisn
 
Síndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido (SDR).pptx
Síndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido (SDR).pptxSíndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido (SDR).pptx
Síndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido (SDR).pptx
marjoguedes1
 
História da Enfermagem-Enfermagem 2024.pdf
História da Enfermagem-Enfermagem 2024.pdfHistória da Enfermagem-Enfermagem 2024.pdf
História da Enfermagem-Enfermagem 2024.pdf
JandersonGeorgeGuima
 
Livro do Instituto da Saúde: amplia visões e direitos no ciclo gravídico-puer...
Livro do Instituto da Saúde: amplia visões e direitos no ciclo gravídico-puer...Livro do Instituto da Saúde: amplia visões e direitos no ciclo gravídico-puer...
Livro do Instituto da Saúde: amplia visões e direitos no ciclo gravídico-puer...
Prof. Marcus Renato de Carvalho
 
4.Tecidos Excitáveis - Tecido Nervoso.pptx
4.Tecidos Excitáveis - Tecido Nervoso.pptx4.Tecidos Excitáveis - Tecido Nervoso.pptx
4.Tecidos Excitáveis - Tecido Nervoso.pptx
AmaroAlmeidaChimbala
 
Apostila Gerência de Riscos PDF voltado para Segurança do Trabalho
Apostila Gerência de Riscos PDF   voltado para Segurança do TrabalhoApostila Gerência de Riscos PDF   voltado para Segurança do Trabalho
Apostila Gerência de Riscos PDF voltado para Segurança do Trabalho
CatieleAlmeida1
 
A DISSOLUÇÃO DO COMPLEXO DE ÉDIPO (1924)
A DISSOLUÇÃO DO COMPLEXO DE ÉDIPO (1924)A DISSOLUÇÃO DO COMPLEXO DE ÉDIPO (1924)
A DISSOLUÇÃO DO COMPLEXO DE ÉDIPO (1924)
Luiz Henrique Pimentel Novais Silva
 

Último (8)

Programa de Saúde do Adolescente( PROSAD)
Programa de Saúde do Adolescente( PROSAD)Programa de Saúde do Adolescente( PROSAD)
Programa de Saúde do Adolescente( PROSAD)
 
DESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptx
DESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptxDESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptx
DESVIOS POSTURAIS DA COLUNA VERTEBRAL 0001.pptx
 
Síndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido (SDR).pptx
Síndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido (SDR).pptxSíndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido (SDR).pptx
Síndrome do Desconforto Respiratório do Recém-Nascido (SDR).pptx
 
História da Enfermagem-Enfermagem 2024.pdf
História da Enfermagem-Enfermagem 2024.pdfHistória da Enfermagem-Enfermagem 2024.pdf
História da Enfermagem-Enfermagem 2024.pdf
 
Livro do Instituto da Saúde: amplia visões e direitos no ciclo gravídico-puer...
Livro do Instituto da Saúde: amplia visões e direitos no ciclo gravídico-puer...Livro do Instituto da Saúde: amplia visões e direitos no ciclo gravídico-puer...
Livro do Instituto da Saúde: amplia visões e direitos no ciclo gravídico-puer...
 
4.Tecidos Excitáveis - Tecido Nervoso.pptx
4.Tecidos Excitáveis - Tecido Nervoso.pptx4.Tecidos Excitáveis - Tecido Nervoso.pptx
4.Tecidos Excitáveis - Tecido Nervoso.pptx
 
Apostila Gerência de Riscos PDF voltado para Segurança do Trabalho
Apostila Gerência de Riscos PDF   voltado para Segurança do TrabalhoApostila Gerência de Riscos PDF   voltado para Segurança do Trabalho
Apostila Gerência de Riscos PDF voltado para Segurança do Trabalho
 
A DISSOLUÇÃO DO COMPLEXO DE ÉDIPO (1924)
A DISSOLUÇÃO DO COMPLEXO DE ÉDIPO (1924)A DISSOLUÇÃO DO COMPLEXO DE ÉDIPO (1924)
A DISSOLUÇÃO DO COMPLEXO DE ÉDIPO (1924)
 

Peritonite Infecciosa Felina PIF

  • 1. Peritonite Infecciosa Felina (PIF) Medicina Veterinária – UFPR Residência em clínica médica de pequenos animais – UTP Especialização em clínica médica de felinos – Qualittas Mestrado em Ciências Veterinárias – UFPR Doutoranda em ciências Veterinárias - UFPR MSc. Carolina Trochmann Cordeiro
  • 2. ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? ? 50 % dos casos – PIF Tasker S, Gunn-Moore D: Differential diagnosis of ascites in cats, In Practice 22:472, 2000. Neoplasia Uroabdome Peritonite Séptica Hepatopatia Cardiopatia
  • 3. Vírus • Coronavírus Felino • Característica importante: • Capacidade de Mutação ! ! ! • Pode permanecer no ambiente por 7 semanas • Inativado por desinfetantes • Limpeza + Agua Sanitária • Amônia quaternária – atividade limitada
  • 4. Epidemiologia • Infecção por coronavirus entérico é comum • 16 - 40% população de gatos • 80 - 90% colônias em gatos (5) • Assintomáticos ou Enterite leve
  • 5. Resistente a infecção 5 a 10% Infecção Transitória 70% Infecção Persistente 13% Coronavirus entérico PIF 1 a 3% Mutação
  • 6. Transmissão entérico • Contato direto e contínuo • Fezes – concentração viral elevada • Doentes – após 1 semana • Portadores assintomático • Saliva - importância em colônias • Transplacentária – rara • aborto • Morrem com 2 a 3 semanas de vida
  • 7. Fatores de risco para PIF • Idade de exposição (< 1 ano = 70%) • FELV e Doenças Respiratórias • Estresse • Desnutrição • Tto imunossupressor • Raças: Persa e Bengal
  • 10.
  • 12. Sinais Clínicos • Apresentação clínica variável • Distribuição e quantidade da vasculite • Efusiva / Úmida • Distribuição e quantidade das lesões piogranulomatosas • Seca • Fígado, baço, rins, pulmão, . . .
  • 13. Sinais Clínicos • Forma não efusiva / SECA • Febre, anorexia, letargia, . . . • Sinais do órgão afetado
  • 14. Sinais Clínicos • Oculares • Mudança da cor da íris • Anisocoria • Perda súbita de visão • Edema de cornea • Uveíte
  • 15.
  • 16.
  • 17. Sinais Clínicos • Intestino e linfonodos mesentéricos • Diarréia • Vômito • Crônico = 3 meses ou mais
  • 18. Sinais Clínicos • Fígado • Hepatite • Icterícia
  • 19. Sinais Clínicos • Neurológicos • >10 % dos casos • Envolvimento focal, multifocal ou difuso • Cérebro, Medula espinhal, Meninges • Ataxia, hiperestesia, nistagmo, convulsões, mudança de comportamento, alterações em nervos cranianos . . .
  • 20.
  • 21. Diagnóstico Desafio ! ! ! Mais gatos já morreram de falsa interpretação dos resultados dos testes de anticorpos do que da doença (Pedersen, 1995)
  • 22. Diagnóstico • Histórico • Sinais e achados clínicos • Efusão não é sinônimo de PIF • Achados laboratoriais • Sugestivos e não específicos • Necrópsia / Histopatologia • Conclusivo
  • 23. Diagnóstico • Achados laboratoriais • Proteína total > 7,8 g/dl *(Ac = proteína) • 55% efusiva • 70% seca • Depende da fase da infecção • Hiperglobulinemia > 4,6 g/dl • Proporção albumina/globulina <0,5
  • 24. Diagnóstico - Análise do líquido da efusão: • Exsudato asséptico • amarelo palha/citrino • fibrina • densidade (1,017 a 1,047) • proteína 5 - 8 g/dl • macrófagos / leucócitos - Sem bactéria ! ! ! • albumina / globulina < 0,81 • maior exclui peritonite • menor NÃO confirma • Diagnósticos diferenciais : • Hepatopatias, linfoma, insuficiência cardíaca e peritonite bacteriana ou pleurite.
  • 25. Diagnóstico - Teste de Rivalta • Água destilada (7-8ml)+ ácido acético 8% (1gt) • + Gota da efusão Falso Positivo: - Linfoma - Peritonite Bacteriana
  • 26. Diagnóstico - Sorologia • Reação cruzada • Colônias
  • 27. Diagnóstico • Título Negativo • Fase inicial • Fase final • Nunca teve contato • Já sumiu os Ac • Título Positivo • Donte = NÃO SEI ! • Vai ficar doente = NÃO SEI ! • Título alto: • Pior = NÃO • Melhor = NÃO • Doente = NÃO • Contactante: • Com título = ? ? ? • Maior que doente
  • 28. Diagnóstico Esperança: • Pesquisa encontra marcador molecular para vírus da peritonite infecciosa felina • Publicada em: 09/10/2015 • Proteína truncada do gene 3c do coronavírus felino como marcador molecular para diagnóstico da PIF
  • 29. Prognóstico • Mortalidade 100% • Morte após 2 a 12 semanas • Reservado para Uveíte (monosintomática)
  • 30. Tratamento • Existe cura? • NÃO = deixar claro !!! • Quando tratar? • Propor eutanásia? • Aceitável quando tem certeza do diagnóstico
  • 31. Tratamento • Doença imunomediada = Suprimir ! ! ! • Predinisolona • 2 a 4 mg/kg/dia • Interferon felino / humano • Sem indícios – imunoestimulante ? • Contactantes
  • 32. Manejo e Prevenção • Hospital • Higiene com TODOS • Casa • 2 meses sem gato no ambiente • Caixas de areia = (n+1) e Limpeza frequente • Tigelas separadas • Vacinação ?
  • 33. Para quem quer mais . . . • GREENE C. E. Doenças Infecciosas em cães e gatos • Guidelines http://www.abcdcatsvets.org • Journal of Feline Medicine and Surgery http://jfm.sagepub.com

Notas do Editor

  1. Neoplasia Uroabdome Peritonite séptica Hepatopatia Cardiopatia
  2. Uma característica importante biologicamente destes vírus é a sua capacidade para sofrer recombinação (Lai, 1996; Lai e Holmes, 2001). Coronavírus felino (FCoV) pertencem a da família Coronaviridae, Coronavirinae subfamília da Ordem Nidovirales (de Vries et al, 1997).  La edad es un importante factor de riesgo, es una enfermedad del gato joven, el 70 % de los casos se producen en animales menores de un año de edad ((Hartmann, 2005; Norsworthy, 2009; Rohrer et ál, 1993).Los gatitos pierden su inmunidad calostral a las 6 a 10 semanas de edad justo en un periodo de alto estrés(destete, cambio de hábitat, ingreso a otro criadero, etc.) a la vez que el sistema inmunológico no esta totalmente desarrollado, estando más predispuestos a desarrollar PIF (Lutz et ál , 2002; Paludi y Minovich,2011). La mortalidad se inicia brevemente después del destete y llega a su máximo entre los 8 y 18 meses de edad, luego declina en forma abrupta con muy pocos enfermos después de los 2 años (August, 1999). Las infecciones respiratorias y con el virus de la leucemia felina (ViLeF) pueden incrementar el riesgo de contraer PIF, ya que el estado inmunológico es importante para determinar el desarrollo de la enfermedad clínica (Couto, 1998; Rohrer ét al, 1993). No se ha confirmado una predisposición racial en la presentación de ésta patología, pero se ha postulado que determinadas razas y cruzas estarían más predispuestas a contraer la enfermedad (Sagrado de Birmania, Siamés, Persa, Bengalí, Ragdoll y British Shorthairs) (Paludi y Minovich, 2004; TimGruffydd-Jones,2009).
  3. A infecção é particularmente comum em condições lotados, como em famílias multi-gato, onde a soroprevalência pode alcançar 100% (Horzinek et al, 1979; Addie e Jarrett, 1992; Sparkes et al, 1992; Addie, 2000; Kummrow et al, 2005 ; Herrewegh et ai, 1995; Foley et ai, 1997; beije et ai, 2000). Uma proporção substancial de FCoV gatos infectados (cerca de 12%; Addie et al, 1995a, EBM grau III) vai continuar a desenvolver FIP fatal, mais uma vez, especialmente em ambientes multi-gato (Addie & Jarret, 1992; Fehr et al, 1995; Pedersen, 1995b; EBM grau III). A prevalência da doença irá depender da população de gatos, em particular a sua distribuição de idade, e as condições locais de habitação. Algumas raças, como por exemplo Bengals, e linhas genéticas dentro de raças são mais susceptíveis de serem afectadas pelo FIP (Beije et al, 2000; Pesteanu-Somogyi et al, 2006). A idade é um fator de risco importante: 70% dos gatos FIP estão a menos de um ano de idade (Rohrer et al, 1993; Hartmann, 2005) -, mas FIP foi visto em gatos até aos 17 anos de idade. Sugeriu-se que a prevalência de FIP em gatos é inferior castrados (Pesteanu-Somogyi et ai, 2006). Uma vez que qualquer forma de estresse supressivo imune vivida por gatos FCoV infectados pode ser seguido por FIP (cirurgia, visita a um gatil, movendo-se, co-infecção com o retrovírus; Poland et al, 1996; Rohrer et al, 1993), gestão do stress é um importante elemento de controle. Em gatis, gatinhos geralmente se infectam com FCoVs em uma idade jovem, muitas vezes antes do desmame. A rainha é muitas vezes a fonte de infecção, certamente se o lixo foi criado em isolamento. A idade em que se tornar infectado gatinhos varia: pode ocorrer em 5 a 6 semanas de idade, após a perda da imunidade materna derivada, mas em algumas situações ainda mais cedo, às 2 semanas de idade (Lutz et al 2002).
  4. Coronavírus felino pode sobreviver por até sete semanas em um ambiente seco (Scott, 1988) e pode, portanto, ser transmitida indiretamente por exemplo através de caixas de areia, tênis, mãos e roupas. Transmissão indireta também pode ocorrer em mostras do gato. No entanto, é facilmente FCoV inactivado pela maioria dos detergentes de uso doméstico e desinfectantes As fezes contêm vírus em concentrações elevadas, e o percurso faeco-oral de transmissão é mais importante, com caixas de areia que representam a principal fonte de infecção em grupos. Saliva pode desempenhar um papel em grupos em contato próximo, ou em animais que compartilham bacias de alimentação (Addie & Jarrett, 2001). A transmissão transplacentária foi descrita a partir de uma rainha que tinham desenvolvido a doença durante a gravidez (Pastoret & Henroteaux, 1978), mas é rara (Addie & Jarrett, 1990). Gatos susceptíveis obter FCoV de gatos assintomáticos. Embora a transmissão de gatos com PIF podem ocorrer, é importante notar que esta quase nunca leva à doença. De facto, sob condições naturais, a FIP é não contagiosa, mas pode ser transmitida experimentalmente. Após a infecção natural, os gatos começam derramamento FCoV nas fezes dentro de uma semana (Pedersen et al, 2004) e continuar por semanas a meses. Alguns gatos tornam-se portadoras e disseminar o vírus para a vida (Addie & Jarrett, 2001) e em níveis elevados (Horzinek & Lutz, 2000). Excreção fecal FCoV é contínua em gatos persistentemente infcted (Addie & Jarrett, 2001). A infecção é particularmente comum em condições lotados, como em famílias multi-gato, onde a soroprevalência pode alcançar 100% (Horzinek et al, 1979; Addie e Jarrett, 1992; Sparkes et al, 1992; Addie, 2000; Kummrow et al, 2005 ; Herrewegh et ai, 1995; Foley et ai, 1997; beije et ai, 2000). Uma proporção substancial de FCoV gatos infectados (cerca de 12%; Addie et al, 1995a, EBM grau III) vai continuar a desenvolver FIP fatal, mais uma vez, especialmente em ambientes multi-gato (Addie & Jarret, 1992; Fehr et al, 1995; Pedersen, 1995b; EBM grau III). A prevalência da doença irá depender da população de gatos, em particular a sua distribuição de idade, e as condições locais de habitação. Algumas raças, como por exemplo Bengals, e linhas genéticas dentro de raças são mais susceptíveis de serem afectadas pelo FIP (Beije et al, 2000; Pesteanu-Somogyi et al, 2006). A idade é um fator de risco importante: 70% dos gatos FIP estão a menos de um ano de idade (Rohrer et al, 1993; Hartmann, 2005) -, mas FIP foi visto em gatos até aos 17 anos de idade. Sugeriu-se que a prevalência de FIP em gatos é inferior castrados (Pesteanu-Somogyi et ai, 2006). Uma vez que qualquer forma de estresse supressivo imune vivida por gatos FCoV infectados pode ser seguido por FIP (cirurgia, visita a um gatil, movendo-se, co-infecção com o retrovírus; Poland et al, 1996; Rohrer et al, 1993), gestão do stress é um importante elemento de controle. Em gatis, gatinhos geralmente se infectam com FCoVs em uma idade jovem, muitas vezes antes do desmame. A rainha é muitas vezes a fonte de infecção, certamente se o lixo foi criado em isolamento. A idade em que se tornar infectado gatinhos varia: pode ocorrer em 5 a 6 semanas de idade, após a perda da imunidade materna derivada, mas em algumas situações ainda mais cedo, às 2 semanas de idade (Lutz et al 2002).
  5. Uma característica importante biologicamente destes vírus é a sua capacidade para sofrer recombinação (Lai, 1996; Lai e Holmes, 2001). Coronavírus felino (FCoV) pertencem a da família Coronaviridae, Coronavirinae subfamília da Ordem Nidovirales (de Vries et al, 1997).  La edad es un importante factor de riesgo, es una enfermedad del gato joven, el 70 % de los casos se producen en animales menores de un año de edad ((Hartmann, 2005; Norsworthy, 2009; Rohrer et ál, 1993).Los gatitos pierden su inmunidad calostral a las 6 a 10 semanas de edad justo en un periodo de alto estrés(destete, cambio de hábitat, ingreso a otro criadero, etc.) a la vez que el sistema inmunológico no esta totalmente desarrollado, estando más predispuestos a desarrollar PIF (Lutz et ál , 2002; Paludi y Minovich,2011). La mortalidad se inicia brevemente después del destete y llega a su máximo entre los 8 y 18 meses de edad, luego declina en forma abrupta con muy pocos enfermos después de los 2 años (August, 1999). Las infecciones respiratorias y con el virus de la leucemia felina (ViLeF) pueden incrementar el riesgo de contraer PIF, ya que el estado inmunológico es importante para determinar el desarrollo de la enfermedad clínica (Couto, 1998; Rohrer ét al, 1993). No se ha confirmado una predisposición racial en la presentación de ésta patología, pero se ha postulado que determinadas razas y cruzas estarían más predispuestas a contraer la enfermedad (Sagrado de Birmania, Siamés, Persa, Bengalí, Ragdoll y British Shorthairs) (Paludi y Minovich, 2004; TimGruffydd-Jones,2009).
  6. Virus nos enterócitos... Por motivo X ocorre uma mutação e o vírus cria capacidade de entrar no corpo... Manda citocinas que chamam os macrófagos, que fazem fagocitose e levam o vírus mutado para dentro da circulação sanguínea... Com o objetivo de chegar nos linfonodos periféricos,... Chegando nos linfonodos o vírus passa para os linfócitos e neles vai para toda a circulação = viremia
  7. A maioria dos gatos infectados com FCoV quer desenvolver uma infecção assintomática ou mostrar uma enterite leve. Apenas uma pequena parte deles passa a desenvolver FIP, um poliserosite piogranulomatosa (Pedersen et ai, 1981; Pedersen, 1987). Todas as cavidades do corpo pode conter fluido, como o abdômen, tórax (Fig. 5), e até mesmo o saco pericárdio (Fig. 6)
  8. A apresentação clínica variável de FIP reflecte a variabilidade na distribuição do vasculite e lesões piogranulomatosa. Nos casos com características predominantemente não-efusiva, a investigação de uma possível acumulação de sub-clínica, pequenas quantidades de efusão pode ser útil para fornecer amostras para testes de diagnóstico. Febre refratária aos antibióticos, letargia, anorexia e perda de peso são sinais não-específicos comuns, mas, ocasionalmente, os pacientes permanecem ativos e manter a condição corporal. Ascite é a manifestação clínica mais evidente da forma efusiva (Fig 11;. Holzworth de 1963, Wolfe & Griesemer 1966). Torácica e efusão pericárdica podem ocorrer em combinação com ou separar a partir de efusão abdominal (Figs. 5, 6). Nos casos em que o derrame é restrita ao tórax, os gatos costumam apresentar com dificuldade em respirar.Serosite pode envolver a túnica vaginal do testículo, levando ao alargamento escrotal.
  9. A forma não efusiva, "seca" de FIP é muitas vezes um desafio diagnóstico. A pirexia, anorexia e letargia podem ser os únicos sinais, particularmente nas fases iniciais. Mais sinais característicos dependerá dos órgãos ou tecidos envolvidos na vasculite e lesões piogranulomatosa. Órgãos abdominais são um local comum para lesões (12 Fig.). O envolvimento renal pode levar a renomegaly detectável à palpação. Lesões mural na junção íleo-cólon ou cólicas-caecó ocorrer ocasionalmente, e pode ser associado com diarreia crónica e vómitos. Também pode haver aumento palpável dos nódulos linfáticos mesentéricos, que podem ser mal interpretados como neoplasia (Kipar et ai, 1999). - Um pneumonia piogranulomatosa difusa é visto em alguns casos levando a dispneia grave (Trulove et ai, 1992).
  10. O envolvimento ocular é comum, levando a mudanças na cor da íris, anisocoria dyscoria ou secundária a irite, perda súbita de visão e hifema. Precipitados endoteliais pode ser visto (Fig. 13, 14) e podem aparecer como depósitos "gordura de carneiro" no endotélio corneano ventral (Davidson, 2006). A íris pode mostrar inchaço, uma superfície nodular, e alargamento aquosa pode ser detectada. Em corioretinite oftalmoscopia, cuffing fofo perivascular (representando vasculite retiniana), áreas inchadas perivasculares maçantes (coriorretinite piogranulomatosa), descolamento de retina linear e bolhas líquido sob a retina pode ser visto (Fig. 15).
  11. SIGNOS INTESTINALES: es una forma poco común de PIF seca. Se manifiesta con vómitos y diarrea por un periodo de tres meses. A la palpación se siente una masa intestinal, debiendo realizarse un diagnóstico diferencial con linfomas de la válvula ileocecal (Kipar et ál, 1999; Paludi y Minovich, 2004).
  12. SIGNOS INTESTINALES: es una forma poco común de PIF seca. Se manifiesta con vómitos y diarrea por un periodo de tres meses. A la palpación se siente una masa intestinal, debiendo realizarse un diagnóstico diferencial con linfomas de la válvula ileocecal (Kipar et ál, 1999; Paludi y Minovich, 2004).
  13. Os sinais neurológicos são relatados em ≥10% dos casos (Rohrer et al, 1993). Eles refletem envolvimento focal, multifocal ou difusa do cérebro, medula espinhal e meninges. Os sinais mais comumente relatados são ataxia, hiperestesia, nistagmo, convulsões, mudanças de comportamento e defeitos de nervos cranianos (Kline et al, 1994; Timman et al, 2008). Sinais cutâneos ocorrem como múltiplas lesões nodulares causadas por piogranulomatosa-necrotising dérmica flebite (Canhão et al, 2005) e fragilidade da pele (Trotman et al, 2007). son reportados en el 10% de los gatos con PIF (Kline et ál, 1994; Roher et ál,1993). Los signos dependerán de la localización de las lesiones piogranulomatosas dentro del sistema nervioso. Generalmente las lesiones son generalizadas y los principales signos clínicos incluyen estado mental anormal, cambios de comportamiento, déficit de los pares craneales, signos vestibulares, ataxia, tetraparesia, hiperestesia y reacciones posturales anormales (Díaz y Poma, 2009). Los principales diagnósticos diferenciales a considerar en gatitos que presenten estos signos neurológicos deberían incluir: linfoma, toxopalsmosis, ViLeF, VIF, hipoplasia cerebelar, meningitis bacteriana, criptococosis y trauma (Díaz y Poma, 2009).
  14. Figura 8: interpretación del Test Rivalta para diferenciar un exudado de un transudado (www.megacor.com) Diagnóstico intra vitam da FIP continua a ser um desafio. Às vezes um diagnóstico definitivo pode não ser possível, por exemplo, por causa da capacidade de invasão de realização das biópsias órgão de um gato doente. As dificuldades surgem da falta de testes confirmatórios não-invasivos em gatos sem derrame. Os derrames devem ser olhou primeiro para, porque obtê-las é relativamente não-invasivo. Em gatos sem efusão, vários parâmetros devem ser verificados, como o fundo do gato, história, os sinais clínicos, as alterações laboratoriais, título de anticorpos (Rohrer et al, 1993), e ser usada para decidir sobre procedimentos de diagnóstico adicional. Um achado laboratorial comum é o aumento da concentração total de proteína do soro causada por um aumento na fracção de globulina, principalmente, as y-globulinas (Paltrinieri et al, 2001; 2002). Hiperglobulinemia foi encontrada em cerca de 50% dos gatos com derrame e 70% dos gatos sem efusão (Sparkes et al, 1994). Após a infecção experimental, um aumento de α2-globulinas é visto pela primeira vez, enquanto γ-globulinas e títulos de anticorpos aumentar um pouco antes do aparecimento dos sinais clínicos (Pedersen, 1995; Gunn-Moore et al, 1998). Os níveis de proteína de soro pode dadas atingir concentrações elevadas, de 120 g / l (12 g / dl), e ainda mais elevada. A albumina de globulina tem um valor significativamente maior capacidade de diagnóstico do que qualquer uma das proteínas do soro ou γ-globulina concentrações dadas por si só, porque a diminuição da albumina do soro pode também ocorrer como resultado da síntese diminuída (Shelly et ai, 1988; Rohrer et ai, 1993 ; Hartmann et al, 2003). Níveis baixos de albumina são normalmente associados com a perda de proteína causados, por exemplo por glomerulopatia secundária a deposição do complexo imunitário, ou por extravasamento de líquido rico em proteínas durante a vasculite (Hartmann et al, 2003). Um valor de corte óptima (máxima eficiência) de 0,8 foi determinada para a albumina de globulina (Hartmann et al, 2003; EBM grau I). Eletroforese de proteínas séricas podem mostrar hipergamaglobulinemia - tanto policlonais como monoclonais -, bem como um aumento em proteínas de fase aguda (Fig. 16).
  15. Figura 8: interpretación del Test Rivalta para diferenciar un exudado de un transudado (www.megacor.com) Diagnóstico intra vitam da FIP continua a ser um desafio. Às vezes um diagnóstico definitivo pode não ser possível, por exemplo, por causa da capacidade de invasão de realização das biópsias órgão de um gato doente. As dificuldades surgem da falta de testes confirmatórios não-invasivos em gatos sem derrame. Os derrames devem ser olhou primeiro para, porque obtê-las é relativamente não-invasivo. Em gatos sem efusão, vários parâmetros devem ser verificados, como o fundo do gato, história, os sinais clínicos, as alterações laboratoriais, título de anticorpos (Rohrer et al, 1993), e ser usada para decidir sobre procedimentos de diagnóstico adicional. Um achado laboratorial comum é o aumento da concentração total de proteína do soro causada por um aumento na fracção de globulina, principalmente, as y-globulinas (Paltrinieri et al, 2001; 2002). Hiperglobulinemia foi encontrada em cerca de 50% dos gatos com derrame e 70% dos gatos sem efusão (Sparkes et al, 1994). Após a infecção experimental, um aumento de α2-globulinas é visto pela primeira vez, enquanto γ-globulinas e títulos de anticorpos aumentar um pouco antes do aparecimento dos sinais clínicos (Pedersen, 1995; Gunn-Moore et al, 1998). Os níveis de proteína de soro pode dadas atingir concentrações elevadas, de 120 g / l (12 g / dl), e ainda mais elevada. A albumina de globulina tem um valor significativamente maior capacidade de diagnóstico do que qualquer uma das proteínas do soro ou γ-globulina concentrações dadas por si só, porque a diminuição da albumina do soro pode também ocorrer como resultado da síntese diminuída (Shelly et ai, 1988; Rohrer et ai, 1993 ; Hartmann et al, 2003). Níveis baixos de albumina são normalmente associados com a perda de proteína causados, por exemplo por glomerulopatia secundária a deposição do complexo imunitário, ou por extravasamento de líquido rico em proteínas durante a vasculite (Hartmann et al, 2003). Um valor de corte óptima (máxima eficiência) de 0,8 foi determinada para a albumina de globulina (Hartmann et al, 2003; EBM grau I). Eletroforese de proteínas séricas podem mostrar hipergamaglobulinemia - tanto policlonais como monoclonais -, bem como um aumento em proteínas de fase aguda (Fig. 16).
  16. Proteína total > 7,8 g/dl (Ac = proteína) - 55% efusiva - 70% seca (depende da fase que está, se ainda for no começo poucos Ac ainda, se for na terminal sist imune exausto)
  17. Proteína total > 7,8 g/dl (Ac = proteína) - 55% efusiva - 70% seca (depende da fase que está, se ainda for no começo poucos Ac ainda, se for na terminal sist imune exausto)
  18. La bibliografía citada describe al Test Rivalta como una herramienta diagnostica muy simple para diferenciar un exudado de un transudado y de este modo orientar en el diagnóstico diferencial con otras patologías que también produzcan efusiones. Este test consiste en colocar en un tubo de vidrio agua destilada, ácido acético al 8% y una gota de la muestra de la efusión. Si la gota desaparece y la solución se mantiene clara, el test es negativo, en cambio si la gota mantiene su forma, queda en la superficie del tubo o se dirige al fondo del mismo, el test es positivo y nos encontramos frente a un exudado (figura 8) (Hartmann, 2007; Addie et ál , 2009). Se houver derrame, o passo diagnóstica mais importante é para provar o líquido, porque os testes sobre derrame tem um valor mais elevado de diagnóstico que aquelas realizadas no sangue. No entanto, apenas cerca de metade dos gatos com efusões sofrem de FIP (Hirschberger et ai, 1995). Apesar de amarelo ("cor de laranja") efusões transparentes, de uma consistência pegajosa são freqüentemente chamados típico, isso por si só não é diagnóstico. Por vezes, o fluido tem uma aparência muito diferente, e puramente derrame quiloso têm sido relatados (Savary et ai, 2001). Normalmente, o teor de proteína é elevado (> 35 g / dl) e consistente com um exsudado, enquanto que o conteúdo celular é baixa (<5000 células nucleadas / ml) e que se aproxima de um transudado modificado ou transudado puro.Citologia mostra uma imagem variável, mas, muitas vezes constituída predominantemente por macrófagos e neutrófilos. Eletroforese de fluidos de efusão é uma ferramenta de diagnóstico com um alto valor preditivo positivo, se a relação albumina / globulina é <0,4, e um alto valor preditivo negativo, se a relação for> 0,8 (Shelly et al, 1988). Os diagnósticos diferenciais incluem a doença inflamatória do fígado, linfoma, insuficiência cardíaca e peritonite bacteriana ou pleurite. O "teste Rivalta" é um método simples, de baixo custo que não necessita de equipamento especial de laboratório e pode ser realizada na prática. Foi inventado pelo italiano pesquisador Rivalta por volta de 1900 para diferenciar entre transudatos e exsudatos em pacientes humanos. É também útil em gatos, para diferenciar entre os derrames devidos ao FIP e aquelas causadas por outras doenças (Hartmann et al, 2003; EBM grau I). Não só o elevado teor de proteína, mas concentrações elevadas de fibrinogénio e mediadores inflamatórios conduzem a uma reacção positiva. A sensibilidade e a especificidade do teste para o diagnóstico da PIF foram menores do que relatado anteriormente, excepto quando utilizado em gatos jovens. Os componentes nas efusões que levam a um teste positivo Rivalta permanecer desconhecida, mas a positividade não está simplesmente relacionado com a elevada concentração de proteína total (Fischer et al, 2012).
  19. Anticorpos Os títulos de anticorpos medidos em soro pode contribuir para o diagnóstico FIP. Devido a ele onipresença de FCoV, uma elevada percentagem de gatos saudáveis ​​são anticorpos-positivos, ea maioria deles nunca vai desenvolver FIP. Assim, os títulos de anticorpos devem ser interpretados com extrema cautela, e um título elevado em um gato saudável não tem nem valor diagnóstico nem prognóstico;ele foi alegado que mais gatos morreram de falsa interpretação dos resultados dos testes de anticorpos FCoV do que da doença FIP (Pedersen, 1995a). Não existe um "teste de anticorpos FIP", tudo o que pode ser medido é novamente anticorpos FCoV. Além disso, a metodologia de (e, assim, os resultados titre) difere entre laboratórios. É importante perceber que a presença de anticorpos não prova FIP e sua ausência não exclui FIP. Títulos de baixa ou média não descartam FIP: aproximadamente 10% dos gatos com clinicamente manifesta FIP são seronegativos (Hartmann et al, 2003). Em gatos com PIF fulminante, títulos pode diminuir terminalmente (Pedersen, 1995a), por causa da formação do complexo imunitário in vivo: liga o anticorpo para as grandes quantidades de antigénio virai no organismo do gato e a torna indisponível para o teste. Muito títulos elevados pode ser de um certo valor de diagnóstico no sentido de um aumento da probabilidade de FIP (Hartmann et al, 2003). Medindo anticorpos no sangue de outros fluidos tem sido investigado (Boettcher et ai, 2007; Foley et ai, 1998), mas não é recomendado.
  20. Viável para saber se o gatil ou o abrigo já foi exposto ao coronavírus, não fazer pra saber se está doente ou se vai ficar doente... se for pra prop. pensar isso ele vai pentelhar depois, então melhor nem fazer... prop. não vai conseguir entender que uma prova sorologica não é diagnostica final para PIF e vai dá confusão... eutanasias com base nisso e exclusão com base nisso também !!! não responde se Sim ou Não !!!   Gato contactante - 10 a 30% de chance de adoecer - grau de titulação NÃO tem NADA a ver... grau alto pode ser que ele teve contato e mandou embora... prop olha o exame do gato doente e do contactante e quer pirar pq acha que todo mundo vai morrer... melhor NÃO fazer... pergunta chance = 10 a 30%
  21. A pesquisa de Aline permitiu estabelecer a proteína truncada do gene 3c do coronavírus felino como marcador molecular para diagnóstico da PIF. “Esse gene não é truncado nos gatos que possuem coronavírus entérico, apenas naqueles os quais apresentam a PIF. Contudo, ainda não se sabe a função exata dessa proteína truncada do gene 3c”. O intuito de Aline agora é ampliar o número de animais estudados em parceria com a Swedish University of Agricultural Sciences (SLU), da Suécia, utilizando-se de ferramentas mais modernas e completas que permitam sequenciar toda a nuvem viral do animal.
  22. La morbilidad es baja (5-30 %), pero la mortalidad muy alta (cercana al 100%), y ésta tiene lugar en un período de 2 a 12 semanas o más a partir de la aparición de los signos clínicos (Castillo y Ballester, 1990). Los signos que indican poca sobrevida incluyen bajo recuento leucocitario, altos valores de bilirrubina sérica grandes volúmenes de efusión abdominal o torácica (Addieet ál, 2009). Dado que un tratamiento efectivo, diferente de las medidas paliativas, no está disponible para la eliminación de la infección, el pronóstico para los animales con diagnóstico definitivo de PIF es malo en extremo (August, 1999).
  23. Tratamento (ou a eutanásia) só deve ser considerada depois de todos os esforços foram feitos para obter um diagnóstico definitivo. Uma vez FIP é estabelecida, o prognóstico é fatal. A sobrevivência média após o diagnóstico é de cerca de 9 dias. Fatores que predizem um curto tempo de sobrevivência são baixas contagens de linfócitos, bilirrubina elevada, presença de grandes volumes de derrame. Gatos que não melhoram dentro de 3 dias não são susceptíveis de demonstrar qualquer benefício do tratamento e da eutanásia deve ser considerada. Ocasionalmente, os gatos têm sobrevivido durante vários meses após o diagnóstico clínico, mas não está claro se isso foi devido ao tratamento. Houve mesmo relatos de gatos "recuperados", mas nestes um diagnóstico de laboratório não tinham sido obtidos. Como FIP é causada por imuno-respostas inflamatórias e inadequadas para FCoV, o tratamento de suporte destina-se a suprimi-los, geralmente com corticosteróides. Existem estudos, no entanto, não controlados que provar qualquer efeito benéfico. Ocasionalmente, casos tratados com corticosteróides têm mostrado melhora de até vários meses, mas estes são anedóticas, observações não rigorosamente controladas (EBM grau III). Numerosos tratamentos foram tentados, e os dados de um estudo de campo controlado foram publicados. Neste estudo controlado por placebo de 37 gatos, o tratamento com interferão-felino ω não mostrou benefício quando comparado com o placebo (Ritz et al, 2007; EBM grau I). Outras drogas (Tabela 1) foram usados, mas não existem estudos controlados para apoiar a sua eficácia.
  24. Tratamento (ou a eutanásia) só deve ser considerada depois de todos os esforços foram feitos para obter um diagnóstico definitivo. Uma vez FIP é estabelecida, o prognóstico é fatal. A sobrevivência média após o diagnóstico é de cerca de 9 dias. Fatores que predizem um curto tempo de sobrevivência são baixas contagens de linfócitos, bilirrubina elevada, presença de grandes volumes de derrame. Gatos que não melhoram dentro de 3 dias não são susceptíveis de demonstrar qualquer benefício do tratamento e da eutanásia deve ser considerada. Ocasionalmente, os gatos têm sobrevivido durante vários meses após o diagnóstico clínico, mas não está claro se isso foi devido ao tratamento. Houve mesmo relatos de gatos "recuperados", mas nestes um diagnóstico de laboratório não tinham sido obtidos. Como FIP é causada por imuno-respostas inflamatórias e inadequadas para FCoV, o tratamento de suporte destina-se a suprimi-los, geralmente com corticosteróides. Existem estudos, no entanto, não controlados que provar qualquer efeito benéfico. Ocasionalmente, casos tratados com corticosteróides têm mostrado melhora de até vários meses, mas estes são anedóticas, observações não rigorosamente controladas (EBM grau III). Numerosos tratamentos foram tentados, e os dados de um estudo de campo controlado foram publicados. Neste estudo controlado por placebo de 37 gatos, o tratamento com interferão-felino ω não mostrou benefício quando comparado com o placebo (Ritz et al, 2007; EBM grau I). Outras drogas (Tabela 1) foram usados, mas não existem estudos controlados para apoiar a sua eficácia.
  25. Qualquer gato em um hospital é uma fonte potencial de infecção FCoV, e devem ser tomadas medidas de higiene de rotina. Um gato com PIF provavelmente irá lançar FCoV - mas raramente a doença produzir mutantes - e precauções para evitar a propagação do vírus são importantes. Em uma casa multi-gato, todos os animais provavelmente foram infectados antes, então não há nenhum benefício em isolar o gato FIP. Em situações em que um gato com PIF foram eutanásia, e não há gato deixado em que doméstico, recomenda-se esperar de dois meses antes da obtenção de um gato novo. Se outros gatos domésticos que permanecem, eles mais gostam transportar FCoV O objetivo em cada agregado familiar gato tem que ser o de reduzir a pressão de infecção FCoV e risco de transmissão. Isso pode ser feito mantendo não mais do que 3 (bem adaptado) gatos por quarto, observando a higiene rigorosa, e proporcionar o acesso ao ar livre, que lhes permitam enterrar suas fezes. Se esta não for possível, devem ser fornecidas caixas de areia suficientes (um a mais que o número de gatos), limpos com freqüência, e posicionados em salas diferentes de alimentos e água tigelas.