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nuvens brancas e o Congresso
Internacional de Geologia de
Engenharia e Ambiental
● Cláudio José Ferreira
Objetivos
● Apresentar o trabalho sobre evolução da
degradação das encostas da Serra do
Mar no Litoral Norte;
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Resultados
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bacias
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Total
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1966-1977 15 -4,06% +13,43% +9,20%
1966-1973 14 +52,21% +7,26% +17,08%
1973-2001 29 -76,84% -49,41% -55,94%
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não são naturais e não deveriam ser
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R = Perigo x Vulnerabilidade
● Melhor uso do território;
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desastres é uma perda de dinheiro; ela
cria um falso senso de segurança e é
irresponsável
● Desastres são socialmente construídos;
● Mudanças Climáticas: não deve ser a
“inequívoca prioridade” somente porque
organizações internacionais, grupos
lobistas e políticos influentes querem.
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Abertura Sintética)
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2º Ponto de Discussão: tecnologias Lidar e
InSar ainda são pouco utilizadas no Brasil e
podem constituir bons campos de
desenvolvimento e aplicações para as
atividades do Instituto Geológico!
● Áreas degradadas pela mineração e
planejamento do suprimento de
agregados;
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o gerenciamento de risco;
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de modelos relacionais em SIG e interfaces simples
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formal ou informal.
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Escorregamentos (WP/WLI, 1993). Informações necessárias:
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Participação IAEG 2010 palestra IG 8 outubro 2010

  • 1. Aotearoa: a terra das extensas nuvens brancas e o Congresso Internacional de Geologia de Engenharia e Ambiental ● Cláudio José Ferreira
  • 2. Objetivos ● Apresentar o trabalho sobre evolução da degradação das encostas da Serra do Mar no Litoral Norte; ● Atualizar conhecimento nas áreas de Desastres Naturais, Sensoriamento Remoto & SIG, Gerenciamento de Riscos
  • 5. Resultados Período N° de sub- bacias Solo Exposto Vegetação Herbácea- Arbustiva Total 1966-2001 15 -79,26% -55,11% -60,95% 1966-1977 15 -4,06% +13,43% +9,20% 1966-1973 14 +52,21% +7,26% +17,08% 1973-2001 29 -76,84% -49,41% -55,94% 1973-1977 29 +26,86% +2,69% +8,45% 1977-2001 33 -79,34% -41,78% -52,60%
  • 7.
  • 10.
  • 11. Monte Eden – 28.000 anos
  • 12. Ilha Rangitoto – 600 anos
  • 13.
  • 14. Qual a diferença? 76 mortes zero mortes
  • 15. 1º Ponto de Discussão: desastres naturais não são naturais e não deveriam ser chamados assim, pois suas causas principais são humanas!
  • 16. Desastres não devem ser protagonistas da gestão de risco a desastres - Sergio Mora R = Perigo x Vulnerabilidade ● Melhor uso do território; ● Preservação e melhor manejo do meio ambiente e recursos naturais; ● Diminuição da pobreza
  • 17. O Grande Debate: Mitigação de desastres é uma perda de dinheiro; ela cria um falso senso de segurança e é irresponsável ● Desastres são socialmente construídos; ● Mudanças Climáticas: não deve ser a “inequívoca prioridade” somente porque organizações internacionais, grupos lobistas e políticos influentes querem.
  • 18.
  • 19. PERIGO VULNERABILIDADE RISCO GERENCIAMENTO DO RISCO MÓDULO DE PERIGO MÓDULO DE EXPOSIÇÃO MÓDULO DE FRAGILIDADE MÓDULO DE DANOS MÓDULO DE PREJUÍZOD
  • 20. Temas em destaque ● Crítica aos modelos de baixo custo na construção de estradas no Nepal; ● Trabalhos da “Parceria em Conhecimento sobre o Transporte Global” – Dar suporte à implantação de transporte sustentável em países em desenvolvimento pela promoção de acesso livre a informações e assessoria; – GTKP é uma parceria de organizações globais, governos regionais e locais e interessados; – www.gtkp.com
  • 21. ● LIDAR - Light Detection and Ranging → Modelo Digital do Terreno – Inventário de escorregamentos; http://www.australiangeomechanics.org/ – Levantamento de descontinuidades; ● InSAR - Interferometric Synthetic Aperture Radar (Radar Interferométrico de Abertura Sintética) – Rotina para definir validade da aplicação; – Monitoramento taludes.
  • 22. 2º Ponto de Discussão: tecnologias Lidar e InSar ainda são pouco utilizadas no Brasil e podem constituir bons campos de desenvolvimento e aplicações para as atividades do Instituto Geológico!
  • 23. ● Áreas degradadas pela mineração e planejamento do suprimento de agregados; ● Contaminação de solo; ● Materiais para redução de turbidez; ● Dolinas em áreas urbanas; ● Escorregamentos; ● Seguros para eventos naturais; ● Uso Google Earth.
  • 24.
  • 25. Monitoramento por fibra optica Brillouin Optical Time Domain Reflectometry (BOTDR)
  • 26. Escorregamentos ● Importância do inventário de escorregamentos para o gerenciamento de risco; ● Tarefa que requer ainda muita P&D e a construção de modelos relacionais em SIG e interfaces simples para usuários; ● Solicitação de formação de rede de colaboração formal ou informal.
  • 27. Grupo de Trabalho Internacional sobre Inventário Mundial de Escorregamentos (WP/WLI, 1993). Informações necessárias: − número de referência único para cada escorregamento; − Coordenadas da parte superior e inferior do escorregamentos; − Mecanismo de ruptura inferido; − Estado e estilo da atividade do escorregamento; − Causas potenciais do escorregamento; − Geometria; − Diferença de elevação entre a parte superior e inferior do escorregamento; − Condicionantes do terreno; − Elementos em risco; − Fotografias áereas e mapas; − Grau de confiança das informações; − Comentários e informações adicionais.
  • 32. Cratera e anel de tufos
  • 35. Pillow lavas (lavas em almofada)
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  • 72. Ian Stehbens - Google Earth