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c) Fossa Rudimentar (IE1_FR) 0,625
d) Inadequado (IE1_INAD) 0,875
3) DESTINAÇÃO DO LIXO
(DL)
a) Coletado (IE3_LC) 0,165
b) Queimado (IE3_LQ) 0,495
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2) ABASTECIMENTO
DE ÁGUA (AA)
a) Rede Geral (IE2_RGA) 0,165
b) Poço ou Nascente (IE2_PN) 0,495
c) Outra Forma (IE2_OF) 0,825
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Condições econômicas precárias pode levar à ocupação
inadequada de locais impróprios, aumentando a exposição
com menor capacidade de enfrentamento de uma situação
de risco
5) INSTRUÇÃO
(IN)
a) Alfabetizado (SE4_A)
b/ab) Não Alfabetizado (SE4_NA)
ATRIBUTO CLASSE DE ATRIBUTO NOTA
4) RENDA
(RE)
a) 0 – 02 Salário Mín. (SE5_D) 02
b) 02 – 05 Salário Mín. (SE5_C) 05
c) 05 – 10 Salário Mín. (SE5_B) 10
d) > 10 Salário Mín. (SE5_A) 20
Cálculo da médias ponderadas de cada atributo para
cada setor censitário
Setores censitários
DL=0,165*n casas(coletado)+0,495*n casas(queimado)+0,825 *n
casas(inadequado)
Espacialização dos atributos obtidos dos setores
censitários
Associar os valores médios ponderados de cada atributo
(CE_ESG, AA_AGUA, CL_LIXO, RE_RENDA, IN_A_NA) aos centróides
dos polígonos dos setores censitários do IBGE, dando origem à
pontos amostrais;
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mais próximo ou geoestatístico) com base nos valores de cada
atributos = representação espacial contínua dos atributos.
Espacialização dos atributos obtidos dos setores
censitários
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Mapa de Vulnerabilidade Caraguatatuba
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vulnerabilidade dos municípios do Litoral Norte
NOME_MUNIC vul_mdmean
UBATUBA 0.025651
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ILHABELA 0.012651
Muito Obrigado!
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Denise Rossini Penteado – denise@igeologico.sp.gov.br
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Cjferreira encontro vulnerabilidade_risco_unesp_rio_claro10_11dez2014_vs_11dez14

  • 1. Contribuições metodológicas ao estudo da vulnerabilidade no contexto da análise de risco de eventos geodinâmicos Cláudio José Ferreira Denise Rossini Penteado ENCONTRO INTERNACIONAL DE VULNERABILIDADES E RISCOS SOCIOAMBIENTAIS Rio Claro, 11 de dezembro de 2014
  • 2. Contribuição 1 Definir o contexto e conceitos! Definir o contexto e conceitos! De qual vulnerabilidade estamos tratando? E para quê? De qual vulnerabilidade estamos tratando? E para quê? ISO 31.000 ONU 2004 Gerenciamento de risco
  • 3. Componentes da Análise de Risco ISDR-ONU1 Perigo Vulnerabilidade Exposição POLÍTICA NACIONAL2 Ameaça Vulnerabilidade Dano, Prejuízo ISO-31.000 Fatores de risco Controle Consequências IPCC Eventos Climáticos Vulnerabilidade Exposição Cartografia Geotécnica Suscetibilidade Geografia Vulnerabilidade Ambiental/ Fragilidade 1 Características e circunstâncias de uma comunidade, sistema ou bem que a fazem suscetível ao efeitos de um perigo. 2 Condição intrínseca ao corpo ou sistema receptor que, em interação com a magnitude do evento caracteriza os efeitos adversos. Processos Elemento em Risco Intrínseca vs Relativa
  • 4. Contribuição 2 TerritórioTerritórioQual a unidade de análise?Qual a unidade de análise? Analítica ou paramétrica: pixel Sintética administrativa Sintética territorial EMPLASA UBC - Substrato UHCT – uso e cobertura UTB - Unidade Territorial ∩
  • 5. Sistema de Classificação do Uso e Cobertura da Terra
  • 6. Exemplos de Classificação da Tipologia das Áreas Urbanas ou Edificadas
  • 7. Exemplos de Classificação da Tipologia das Áreas Urbanas ou Edificadas
  • 9. Critérios de Classificação do Padrão de Ocupação
  • 10. Exemplos de Classificação do Padrão de Ocupação Densidade de Ocupação Estágio de Ocupação Ordenamento Urbano Padrão de Assentamento Padrão da Edificação
  • 11. Sistema de Classificação do Substrato Geológico-Geomorfológico-Pedológico Morfoestruturas Morfoesculturas Localização Geográfica UBC Coberturas Sedimentares-Pleistoceno e Holoceno Planícies Fluviais; Planícies Litorâneas; Depósitos coluvionares e de tálus 1 Paraná, 2 Paraíba do Sul, Ribeira, 3 Tietê etc Ubc1,2, etc Bacias Sedimentares do Mioceno e Paleógeno Planaltos; serras/escarpas; morros isolados 1 Planalto de São Paulo, 2 Depressão Médio Paraíba etc Bacia Vulcano- Sedimentar do Paraná - Depressão Periférica 1 Depressão Moji-Guaçu, 2 Depressão Médio Tietê etc Bacia Vulcano- Sedimentar do Paraná - Planalto Ocidental Paulista 1 Planalto Centro Ocidental, 2 Planalto em Patamares Estruturais de Ribeirão Preto, 3 Planalto Residual de Marília etc Cinturão Orogênico do Atlântico 1 Planalto da Mantiqueira, 2 Planalto da Bocaina etc Corpos D'Água
  • 13. Contribuição 3 Multiescalar/ Multi-resoluções Multiescalar/ Multi-resoluções Quais escalas/resoluções espaciais de análise? Quais escalas/resoluções espaciais de análise? “Entendida como processo, a análise da escala demanda metodologias que enfatizem relações e transformações multiescalares, e não apenas uma só escala. Reconhece-se o escalonamento de processos sociais; as escalas geográficas não são dadas, nem fixas e exibem profunda imbricação mútua.” “Entendida como processo, a análise da escala demanda metodologias que enfatizem relações e transformações multiescalares, e não apenas uma só escala. Reconhece-se o escalonamento de processos sociais; as escalas geográficas não são dadas, nem fixas e exibem profunda imbricação mútua.” Fonte: Macrozoneamento Ecológico-Econômico da Amazônia Legal
  • 14. Contribuição 3 Abordagem numérica – variação contínua de indicadores e índices Abordagem numérica – variação contínua de indicadores e índices Como comparar diferentes regiões ou caracterizar a evolução temporal? Como comparar diferentes regiões ou caracterizar a evolução temporal? ●Flexibilidade na escolha do número e métodos dos intervalos de classe; ●Possibilidade de utilizar diferentes intervalos de dados para diferentes áreas de interesse (por ex., municípios, sub-bacias)
  • 15. Atributos selecionados para cálculo da vulnerabilidade ATRIBUTO DESCRIÇÃO FORMA DE OBTENÇÃO (OU) Ordenamento Urbano Expressa o padrão ou qualidade da ocupação Sensoriamento remoto e ponderação numérica (AA) Índice Abastecimento de Água Expressa as condições de abastecimento de água. Vazamentos e rompimentos de tubulações ocasionam infiltrações que agravam as situações de risco. Fonte: Censo 2010. Cálculo de média zonal raster para vetor UTB (CE) Índice Coleta de Esgoto Ausência ou inadequação do sistema pode acarretar o lançamento de águas servidas que agravam as condições de estabilidade do terreno. Fonte: Censo 2010. Cálculo de média zonal raster para vetor UTB (CL) Índice Coleta de Lixo Expressa as condições da coleta e disposição do lixo. Acúmulo de lixo e entulho em propriedades favorecem a absorção de grande quantidade de água que agravam as condições de instabilidade do terreno. Fonte: Censo 2010. Cálculo de média zonal raster para vetor UTB (IN) Índice Alfabetização Expressa o número de pessoas não alfabetizadas em relação ao total de pessoas (alfabetizadas e não alfabetizadas). Maior índice de pessoas não alfabetizadas pode determinar menor capacidade de enfrentamento de uma situação de risco. Fonte: Censo 2010. Cálculo de média zonal raster para vetor UTB (RE) Índice Renda Expressa a renda média da população. Condições econômicas precárias pode levar à ocupação inadequada de locais impróprios, aumentando a exposição da população. Fonte: Censo 2010. Cálculo de média zonal raster para vetor UTB
  • 16. Tratamento dos dados censitários Descrição das variáveis IBGE Polígonos Setores Censitários Expressa as características da área quanto aos aspectos de infraestrutura sanitária e da população residente
  • 17. Índices de infraestrutura sanitária Inadequação da infraestrutura sanitária aumenta o nível de exposição de bens e propriedades aos perigos ATRIBUTO CLASSE DE ATRIBUTO NOTA 1) COLETA DE ESGOTO (CE) a) Rede Geral (IE1_RGE) 0,125 b) Fossa Séptica (IE1_FS) 0,375 c) Fossa Rudimentar (IE1_FR) 0,625 d) Inadequado (IE1_INAD) 0,875 3) DESTINAÇÃO DO LIXO (DL) a) Coletado (IE3_LC) 0,165 b) Queimado (IE3_LQ) 0,495 c) Inadequado (IE3_INAD) 0,825 2) ABASTECIMENTO DE ÁGUA (AA) a) Rede Geral (IE2_RGA) 0,165 b) Poço ou Nascente (IE2_PN) 0,495 c) Outra Forma (IE2_OF) 0,825
  • 18. Índices de população residente Condições econômicas precárias pode levar à ocupação inadequada de locais impróprios, aumentando a exposição com menor capacidade de enfrentamento de uma situação de risco 5) INSTRUÇÃO (IN) a) Alfabetizado (SE4_A) b/ab) Não Alfabetizado (SE4_NA) ATRIBUTO CLASSE DE ATRIBUTO NOTA 4) RENDA (RE) a) 0 – 02 Salário Mín. (SE5_D) 02 b) 02 – 05 Salário Mín. (SE5_C) 05 c) 05 – 10 Salário Mín. (SE5_B) 10 d) > 10 Salário Mín. (SE5_A) 20
  • 19. Cálculo da médias ponderadas de cada atributo para cada setor censitário Setores censitários DL=0,165*n casas(coletado)+0,495*n casas(queimado)+0,825 *n casas(inadequado)
  • 20. Espacialização dos atributos obtidos dos setores censitários Associar os valores médios ponderados de cada atributo (CE_ESG, AA_AGUA, CL_LIXO, RE_RENDA, IN_A_NA) aos centróides dos polígonos dos setores censitários do IBGE, dando origem à pontos amostrais; Gerar o modelo de superfície interpolada (método vizinho mais próximo ou geoestatístico) com base nos valores de cada atributos = representação espacial contínua dos atributos.
  • 21. Espacialização dos atributos obtidos dos setores censitários Geração de Pontos Amostrais Geração da grade
  • 22. Cálculo da vulnerabilidade Atributo normalizado = ((Vn-Vmin)/(Vmax-Vmin)) [1], V = (((AA + CE + CL + OU)/4) + (IN + RE)/2)) / 2 [2], Capacidade de Suporte Criticidade
  • 23. Classes de Vulnerabilidade Utilização do método Quebras Naturais de Jenks para definição dos limites das classes de P1 a P4 P2 – Baixa P2 – Média P3 – Alta P4 – Muito Alta
  • 24. Mapa de Vulnerabilidade Caraguatatuba (V1) Índice = 0,12
  • 25. Mapa de Vulnerabilidade Ilhabela (V2) Índice = 0,28
  • 26. Mapa de Vulnerabilidade São Sebastião (V3) Índice = 0,36
  • 27. Mapa de Vulnerabilidade Ubatuba (V4) Índice = 0,64
  • 28. Comparação dos valores médios do índice de vulnerabilidade dos municípios do Litoral Norte NOME_MUNIC vul_mdmean UBATUBA 0.025651 SÃO SEBASTIÃO 0.024237 CARAGUATATUBA 0.023648 ILHABELA 0.012651
  • 29. Muito Obrigado! Claudio José Ferreira - cferreira@igeologico.sp.gov.br Denise Rossini Penteado – denise@igeologico.sp.gov.br GrupodePesquisa