O documento descreve a modernização do Rio de Janeiro no início da República e seus impactos sociais. A modernização promoveu a expulsão das classes pobres do centro da cidade para periferias superlotadas e insalubres, como cortiços e favelas. João do Rio criticou essa "modernização" em suas crônicas, mostrando a dura realidade dos mais pobres que viviam em condições precárias.