O documento discute o modelo de segregação compulsória de pessoas com hanseníase (lepra) no Brasil nos anos 1930 e 1940 sob o governo de Getúlio Vargas. Na época, os ideais eugênicos e nazifascistas estavam em alta e influenciaram as políticas de saúde pública no país. Milhares de pessoas foram internadas à força no Sanatório Padre Bento em busca de uma "sociedade pura, forte e trabalhadora". O documento analisa o contexto político, econômico e cultural que levou a essa