SlideShare uma empresa Scribd logo
1 de 21
AUTISMO
Definição e diagnóstico precoce
Palestrante: Dr. Leonardo Maranhão
Diretor da Clínica Médica Assis
Por que falar dos autistas?
O Autismo no mundo
• 70 milhões de autistas no mundo;
• 2 milhões no Brasil;
• Cerca de 1 % da população brasileira;
• 1 em cada 68 crianças aos 8 anos tem autismo;
• Nos últimos 6 anos, aumento de 30 % dos casos;
• Estudo prevê que uma a cada duas crianças em
2025 terão algum grau de autismo;
Epidemia?
• Conhecimento mais detalhado/profundo dos principais sintomas e de
fatores de predisposição;
• Critérios diagnósticos mais abrangentes;
• Aumento da contribuição dos fatores ambientais dividindo os riscos com
fatores genéticos;
• Maior conscientização da população em geral– procura/avaliação
especializada;
Fatores ambientais e genéticos
Há algum tempo foram descritas anormalidades nos cromossomos
responsáveis por 10% a 20% dos casos. Os demais seriam causados por
alterações em múltiplos genes, surgidas quando os cromossomos se separam
durante o processo de divisão celular;
Nos últimos anos, no entanto, gerou entusiasmo a descoberta de que mutações em único gene
podem levar ao autismo, e que essas mutações apontam para a sinapse, o espaço através dos
quais o estímulo é transmitido de um neurônio para outro. É através da sinapse que os neurônios
se comunicam para coordenar movimentos, percepções sensoriais, aprendizados e memórias;
Em 2003, Huda Zoghbi, neurologista do Baylor College, no Texas, propôs que as
sinapses poderiam explicar o autismo, tendo como base os estudos conduzidos no
Instituto Pasteur, na França, que identificaram mutações em proteínas conhecidas com o
nome de neuroliginas em dois irmãos autistas suecos.
Probabilidades
Preeclampsia: Quanto mais severa, maior probabilidade de autismo;
Prematuridade: Na primeira
avaliação, aos 18 meses, um
total de 18% de 152 bebês
avaliados foram diagnosticados
com transtorno do espectro do
autismo, enquanto que no
trigésimo mês apenas 10% de
116 crianças tiveram o mesmo
diagnóstico;
Mutaçoes genéticas: Os trabalhos mostram pela primeira vez que existem de 250 a 300
regiões no genoma humano nas quais variações genéticas podem provocar uma ou outra forma
de autismo, que afeta 1% das crianças nos Estados Unidos. Os pesquisadores confirmaram
assim a hipótese de que muitas destas mutações não seriam hereditárias.
Consaguiniedade : A deficiência mental foi observada clinicamente em todos os pacientes da
amostra e convulsão em 27,8%; distúrbios neuropsiquiátricos foram referidos em pelo menos
um familiar dos propósitos (97,14% das famílias), autismo recorrente em 11,42 % e
consanguinidade nos pais (11,42%), avós e bisavós (2,86%);
Idade avançada dos pais: Probabilidade de gerar criança
com a disfunção chega a ser até 65% maior;
Baixo indice de vitamina D : Diversos estudos associam baixos níveis
de vitamina D no sangue a doenças autoimunes. Um estudo publicado
em agosto de 2012 no periódico Journal of Neuroinflammation aponta
uma relação entre a falta dessa vitamina e o autismo;
Poluição ambiental fina: A poluição do ar é um fator ambiental que
tem sido relacionado ao autismo por diversos estudos. Uma pesquisa
de 2010, realizada na Califórnia, mostrou que crianças que viviam a
menos de 300 metros de rodovias tinham o dobro de chance de
desenvolver autismo do que aquelas que viviam mais longe;
Agrotoxicos: Uma mulher grávida que vive perto de uma fazenda onde são
utilizados pesticidas tem 66% mais chances de ter uma criança autista, revelam
pesquisadores da Universidade da Califórnia Davis em um estudo publicado na
última segunda-feira. Os pesquisadores também descobriram que os riscos foram
maiores quando o contato
com o pesticida se deu entre o segundo e o terceiro mês de gravidez;
O que é Autismo?
Autismo é um transtorno global do desenvolvimento, com prejuízo em
diversas áreas, como a deficiência na aquisição da fala, linguagem e
comunicação, alteração comportamental com movimentos repetitivos e
estereotipados e dificuldades com habilidades sociais e jogo ludico
entre seus pares.
Quando os pais desconfiam que
algo está errado com seu filho?
Os primeiros sinais das alterações surgem antes dos 36 meses de idade;
20% dos pais desconfiam aos 12 meses;
50% dos pais deconfiam aos 18 meses;
80% dos pais desconfiam aos 24 meses;
O diagnóstico no Brasil é tardio, faltam números;
Nos EUA, o diagnóstico ocorre, em média, aos 5,5 anos;
Na Austrália, o diagnóstico em média 4,2 anos;
O ideal seria até 24 meses
Diagnóstico precoce assegura intervenção especializada
Como é feito o diagnóstico?
Palestra Sobre Autismo em Poá
Palestra Sobre Autismo em Poá
Palestra Sobre Autismo em Poá
Palestra Sobre Autismo em Poá
Palestra Sobre Autismo em Poá
Palestra Sobre Autismo em Poá

Mais conteúdo relacionado

Destaque

Destaque (9)

Autismo Unip Fórum Odontodologia
Autismo Unip Fórum OdontodologiaAutismo Unip Fórum Odontodologia
Autismo Unip Fórum Odontodologia
 
Autismo
AutismoAutismo
Autismo
 
ApresentaçãO Autismo
ApresentaçãO AutismoApresentaçãO Autismo
ApresentaçãO Autismo
 
Autismo guia pratico (4 ed)
Autismo guia pratico (4 ed)Autismo guia pratico (4 ed)
Autismo guia pratico (4 ed)
 
Neurônios Espelho
Neurônios EspelhoNeurônios Espelho
Neurônios Espelho
 
Autismo artigo
Autismo artigoAutismo artigo
Autismo artigo
 
Power point autismo
Power point  autismoPower point  autismo
Power point autismo
 
Autismo
AutismoAutismo
Autismo
 
Autismo os educadores são a chave para inclusão!
Autismo  os educadores são a chave para inclusão!Autismo  os educadores são a chave para inclusão!
Autismo os educadores são a chave para inclusão!
 

Semelhante a Palestra Sobre Autismo em Poá

Palestra sobre Autismo realizada em 13/04/2015 Universidade Anhanguera - SP
Palestra sobre Autismo realizada em 13/04/2015 Universidade Anhanguera - SPPalestra sobre Autismo realizada em 13/04/2015 Universidade Anhanguera - SP
Palestra sobre Autismo realizada em 13/04/2015 Universidade Anhanguera - SPClinicaAssis
 
Autismo
AutismoAutismo
Autismoluis
 
Autismo orientação para os pais
Autismo   orientação para os paisAutismo   orientação para os pais
Autismo orientação para os paisRosane Domingues
 
Conselhos para pais de autistas
Conselhos para pais de autistasConselhos para pais de autistas
Conselhos para pais de autistasSarah Olliver
 
Conselhos para Pais de Autistas
Conselhos para Pais de Autistas Conselhos para Pais de Autistas
Conselhos para Pais de Autistas Sarah Olliver
 
Autismo 07-de-abril-de-2015-taboao
Autismo 07-de-abril-de-2015-taboaoAutismo 07-de-abril-de-2015-taboao
Autismo 07-de-abril-de-2015-taboaoClinicaAssis
 
Autismo e síndrome de asperger uma visão geral
Autismo e síndrome de asperger uma visão geralAutismo e síndrome de asperger uma visão geral
Autismo e síndrome de asperger uma visão geralLeonardo Faria
 
CRESCENTE CAOS PARA CRIANÇA,INFATO-JUVENIL E ADOLESCENTES;BAIXA ESTATURA
CRESCENTE CAOS PARA CRIANÇA,INFATO-JUVENIL E ADOLESCENTES;BAIXA ESTATURACRESCENTE CAOS PARA CRIANÇA,INFATO-JUVENIL E ADOLESCENTES;BAIXA ESTATURA
CRESCENTE CAOS PARA CRIANÇA,INFATO-JUVENIL E ADOLESCENTES;BAIXA ESTATURAVan Der Häägen Brazil
 
TEAAF ASPERGER AUTISMO
TEAAF ASPERGER AUTISMO TEAAF ASPERGER AUTISMO
TEAAF ASPERGER AUTISMO Cláudio Costa
 
Aconselhamento Genético.pptx
Aconselhamento Genético.pptxAconselhamento Genético.pptx
Aconselhamento Genético.pptxbianca375788
 
Genética do comportamento
Genética do comportamento Genética do comportamento
Genética do comportamento Hemilly Rayanne
 
Doenças genéticas: Síndromes
Doenças genéticas: SíndromesDoenças genéticas: Síndromes
Doenças genéticas: SíndromesMatheus Fellipe
 
Doenças geneticas sindromes
Doenças geneticas sindromesDoenças geneticas sindromes
Doenças geneticas sindromesElda Aguiar Gama
 

Semelhante a Palestra Sobre Autismo em Poá (20)

Palestra sobre Autismo realizada em 13/04/2015 Universidade Anhanguera - SP
Palestra sobre Autismo realizada em 13/04/2015 Universidade Anhanguera - SPPalestra sobre Autismo realizada em 13/04/2015 Universidade Anhanguera - SP
Palestra sobre Autismo realizada em 13/04/2015 Universidade Anhanguera - SP
 
Autismo
AutismoAutismo
Autismo
 
Autsimo
AutsimoAutsimo
Autsimo
 
Slide para blog sobre Autismo
Slide para blog sobre AutismoSlide para blog sobre Autismo
Slide para blog sobre Autismo
 
Autismo orientação para os pais
Autismo   orientação para os paisAutismo   orientação para os pais
Autismo orientação para os pais
 
Cartilha autismo para pais
Cartilha autismo para paisCartilha autismo para pais
Cartilha autismo para pais
 
Autismo e educação
Autismo e educaçãoAutismo e educação
Autismo e educação
 
Conselhos para pais de autistas
Conselhos para pais de autistasConselhos para pais de autistas
Conselhos para pais de autistas
 
Conselhos para Pais de Autistas
Conselhos para Pais de Autistas Conselhos para Pais de Autistas
Conselhos para Pais de Autistas
 
Autismo 07-de-abril-de-2015-taboao
Autismo 07-de-abril-de-2015-taboaoAutismo 07-de-abril-de-2015-taboao
Autismo 07-de-abril-de-2015-taboao
 
Autismo e síndrome de asperger uma visão geral
Autismo e síndrome de asperger uma visão geralAutismo e síndrome de asperger uma visão geral
Autismo e síndrome de asperger uma visão geral
 
asperger - ami klin
asperger - ami klinasperger - ami klin
asperger - ami klin
 
Teste de compatibilidade genetica
Teste de compatibilidade geneticaTeste de compatibilidade genetica
Teste de compatibilidade genetica
 
CRESCENTE CAOS PARA CRIANÇA,INFATO-JUVENIL E ADOLESCENTES;BAIXA ESTATURA
CRESCENTE CAOS PARA CRIANÇA,INFATO-JUVENIL E ADOLESCENTES;BAIXA ESTATURACRESCENTE CAOS PARA CRIANÇA,INFATO-JUVENIL E ADOLESCENTES;BAIXA ESTATURA
CRESCENTE CAOS PARA CRIANÇA,INFATO-JUVENIL E ADOLESCENTES;BAIXA ESTATURA
 
Apresentacao claudia mascarenhas
Apresentacao claudia mascarenhasApresentacao claudia mascarenhas
Apresentacao claudia mascarenhas
 
TEAAF ASPERGER AUTISMO
TEAAF ASPERGER AUTISMO TEAAF ASPERGER AUTISMO
TEAAF ASPERGER AUTISMO
 
Aconselhamento Genético.pptx
Aconselhamento Genético.pptxAconselhamento Genético.pptx
Aconselhamento Genético.pptx
 
Genética do comportamento
Genética do comportamento Genética do comportamento
Genética do comportamento
 
Doenças genéticas: Síndromes
Doenças genéticas: SíndromesDoenças genéticas: Síndromes
Doenças genéticas: Síndromes
 
Doenças geneticas sindromes
Doenças geneticas sindromesDoenças geneticas sindromes
Doenças geneticas sindromes
 

Último

Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdfCrianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdfivana Sobrenome
 
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUSHomens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUSProf. Marcus Renato de Carvalho
 
Treinamento NR 18.pdf .......................................
Treinamento NR 18.pdf .......................................Treinamento NR 18.pdf .......................................
Treinamento NR 18.pdf .......................................paulo222341
 
Características gerais dos vírus- Estrutura, ciclos
Características gerais dos vírus- Estrutura, ciclosCaracterísticas gerais dos vírus- Estrutura, ciclos
Características gerais dos vírus- Estrutura, ciclosThaiseGerber2
 
relatorio ciencias morfofuncion ais.pdf
relatorio ciencias morfofuncion  ais.pdfrelatorio ciencias morfofuncion  ais.pdf
relatorio ciencias morfofuncion ais.pdfHELLEN CRISTINA
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdfRELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdfHELLEN CRISTINA
 
Altas habilidades/superdotação. Adelino Felisberto
Altas habilidades/superdotação. Adelino FelisbertoAltas habilidades/superdotação. Adelino Felisberto
Altas habilidades/superdotação. Adelino Felisbertoadelinofelisberto3
 
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdfrelatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdfHELLEN CRISTINA
 

Último (8)

Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdfCrianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
Crianças e Adolescentes em Psicoterapia A abordagem psicanalítica-1 (2).pdf
 
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUSHomens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
Homens Trans tem Caderneta de Pré-Natal especial / Programa Transgesta - SUS
 
Treinamento NR 18.pdf .......................................
Treinamento NR 18.pdf .......................................Treinamento NR 18.pdf .......................................
Treinamento NR 18.pdf .......................................
 
Características gerais dos vírus- Estrutura, ciclos
Características gerais dos vírus- Estrutura, ciclosCaracterísticas gerais dos vírus- Estrutura, ciclos
Características gerais dos vírus- Estrutura, ciclos
 
relatorio ciencias morfofuncion ais.pdf
relatorio ciencias morfofuncion  ais.pdfrelatorio ciencias morfofuncion  ais.pdf
relatorio ciencias morfofuncion ais.pdf
 
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdfRELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
RELATÓRIO DE ESTÁGIO SUPERVISIONADO I.pdf
 
Altas habilidades/superdotação. Adelino Felisberto
Altas habilidades/superdotação. Adelino FelisbertoAltas habilidades/superdotação. Adelino Felisberto
Altas habilidades/superdotação. Adelino Felisberto
 
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdfrelatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
relatorio de estagio de terapia ocupacional.pdf
 

Palestra Sobre Autismo em Poá

  • 1. AUTISMO Definição e diagnóstico precoce Palestrante: Dr. Leonardo Maranhão Diretor da Clínica Médica Assis
  • 2. Por que falar dos autistas?
  • 3. O Autismo no mundo • 70 milhões de autistas no mundo; • 2 milhões no Brasil; • Cerca de 1 % da população brasileira; • 1 em cada 68 crianças aos 8 anos tem autismo; • Nos últimos 6 anos, aumento de 30 % dos casos; • Estudo prevê que uma a cada duas crianças em 2025 terão algum grau de autismo;
  • 4. Epidemia? • Conhecimento mais detalhado/profundo dos principais sintomas e de fatores de predisposição; • Critérios diagnósticos mais abrangentes; • Aumento da contribuição dos fatores ambientais dividindo os riscos com fatores genéticos; • Maior conscientização da população em geral– procura/avaliação especializada;
  • 5. Fatores ambientais e genéticos
  • 6. Há algum tempo foram descritas anormalidades nos cromossomos responsáveis por 10% a 20% dos casos. Os demais seriam causados por alterações em múltiplos genes, surgidas quando os cromossomos se separam durante o processo de divisão celular; Nos últimos anos, no entanto, gerou entusiasmo a descoberta de que mutações em único gene podem levar ao autismo, e que essas mutações apontam para a sinapse, o espaço através dos quais o estímulo é transmitido de um neurônio para outro. É através da sinapse que os neurônios se comunicam para coordenar movimentos, percepções sensoriais, aprendizados e memórias;
  • 7. Em 2003, Huda Zoghbi, neurologista do Baylor College, no Texas, propôs que as sinapses poderiam explicar o autismo, tendo como base os estudos conduzidos no Instituto Pasteur, na França, que identificaram mutações em proteínas conhecidas com o nome de neuroliginas em dois irmãos autistas suecos.
  • 8. Probabilidades Preeclampsia: Quanto mais severa, maior probabilidade de autismo;
  • 9. Prematuridade: Na primeira avaliação, aos 18 meses, um total de 18% de 152 bebês avaliados foram diagnosticados com transtorno do espectro do autismo, enquanto que no trigésimo mês apenas 10% de 116 crianças tiveram o mesmo diagnóstico;
  • 10. Mutaçoes genéticas: Os trabalhos mostram pela primeira vez que existem de 250 a 300 regiões no genoma humano nas quais variações genéticas podem provocar uma ou outra forma de autismo, que afeta 1% das crianças nos Estados Unidos. Os pesquisadores confirmaram assim a hipótese de que muitas destas mutações não seriam hereditárias. Consaguiniedade : A deficiência mental foi observada clinicamente em todos os pacientes da amostra e convulsão em 27,8%; distúrbios neuropsiquiátricos foram referidos em pelo menos um familiar dos propósitos (97,14% das famílias), autismo recorrente em 11,42 % e consanguinidade nos pais (11,42%), avós e bisavós (2,86%);
  • 11. Idade avançada dos pais: Probabilidade de gerar criança com a disfunção chega a ser até 65% maior; Baixo indice de vitamina D : Diversos estudos associam baixos níveis de vitamina D no sangue a doenças autoimunes. Um estudo publicado em agosto de 2012 no periódico Journal of Neuroinflammation aponta uma relação entre a falta dessa vitamina e o autismo;
  • 12. Poluição ambiental fina: A poluição do ar é um fator ambiental que tem sido relacionado ao autismo por diversos estudos. Uma pesquisa de 2010, realizada na Califórnia, mostrou que crianças que viviam a menos de 300 metros de rodovias tinham o dobro de chance de desenvolver autismo do que aquelas que viviam mais longe; Agrotoxicos: Uma mulher grávida que vive perto de uma fazenda onde são utilizados pesticidas tem 66% mais chances de ter uma criança autista, revelam pesquisadores da Universidade da Califórnia Davis em um estudo publicado na última segunda-feira. Os pesquisadores também descobriram que os riscos foram maiores quando o contato com o pesticida se deu entre o segundo e o terceiro mês de gravidez;
  • 13. O que é Autismo? Autismo é um transtorno global do desenvolvimento, com prejuízo em diversas áreas, como a deficiência na aquisição da fala, linguagem e comunicação, alteração comportamental com movimentos repetitivos e estereotipados e dificuldades com habilidades sociais e jogo ludico entre seus pares.
  • 14. Quando os pais desconfiam que algo está errado com seu filho? Os primeiros sinais das alterações surgem antes dos 36 meses de idade; 20% dos pais desconfiam aos 12 meses; 50% dos pais deconfiam aos 18 meses; 80% dos pais desconfiam aos 24 meses; O diagnóstico no Brasil é tardio, faltam números; Nos EUA, o diagnóstico ocorre, em média, aos 5,5 anos; Na Austrália, o diagnóstico em média 4,2 anos; O ideal seria até 24 meses Diagnóstico precoce assegura intervenção especializada
  • 15. Como é feito o diagnóstico?