O documento discute a interrelação entre memória social, patrimônio cultural, identidade cultural e a formação da paisagem da vila de Picinguaba, enfatizando a importância do tombamento como medida de preservação. Analisa as transformações na paisagem e na ocupação do território, resultantes da especulação imobiliária e da mudança cultural devido ao turismo, impactando a cultura caiçara local. O autor destaca que a identidade cultural é um processo em constante transformação, impossibilitando a restauração das condições sociais e econômicas anteriores ao tombamento.