SECRETARIA DE ESTADO DA EDUCAÇÃO
SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO
DIRETORIA DE POLÍTICAS E PROGRAMAS EDUCACIONAIS
COORDENAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO
SOCIOEDUCACIONAL
VIOLÊNCIA ESTRUTURAL:
EXPRESSÃO DAS DESIGUALDADES
(CANDIDO PORTINARI, Criança Morta, 1944)
VIOLÊNCIA:
FENÔMENO HISTÓRICO E SOCIAL
“ tudo o que acontece no interior da escola, suas práticas
de violência e de cuidado, o modo como opera
com o currículo, o estilo de suas relações
interpessoais, os silenciamentos e as transgressões,
por exemplo, têm interconexão com o dado social.
A escola é autogerativa de suas ações, mas
também reproduz aquilo que é gerado no tecido social”.
(SOUSA; MIGUEL; LIMA, 2010).
VIOLÊNCIAS
“(...) 1) tudo o que age usando a força para ir contra
a natureza de alguém (é desnaturar); 2) todo ato de
força contra a espontaneidade, a vontade e a
liberdade de alguém (é coagir, constranger, torturar,
brutalizar); 3) todo ato de transgressão contra o que
alguém ou uma sociedade define como justo e
como direito. Consequentemente, violência é um
ato de brutalidade, sevícia e abuso físico e/ou
psíquico contra alguém e caracteriza relações
intersubjetivas e sociais definidas pela opressão e
intimidação, pelo medo e o terror (…)”
( Chauí, 1999, p 3-5)
VIOLÊNCIA SEXUAL: O USO PERVERSO
DA SEXUALIDADE DO OUTRO
A violência sexual contra crianças e adolescentes
se configura como uma das violações de seus
direitos e se caracteriza pela transgressão da sua
intimidade, com base em relações de mando e
obediência. É marcada pela perversão e pela
ausência de escolhas quando a vítima é uma
criança.
(GIRON, 2010. cap. 2)
EXPLORAÇÃO SEXUAL E
COMERCIAL DE CRIANÇAS E
ADOLESCENTES
Imagem do Livro II do Curso Gestão do Cuidado para uma Escola que
Protege
ATO INFRACIONAL
Quando uma criança ou
adolescente praticar ato ilícito,
descrito na legislação penal como
crime ou contravenção penal,
denomina-se ato infracional.
“ ...contraposição à disciplina – pode remeter à
ausência de conhecimento ou conduta
contestatória ao controle social. Desordem
proveniente da quebra das regras estabelecida
pelo grupo.” (ESTRELA. 1992)
“...ruptura das relações pedagógicas e reflete
transgressões a parâmetros e esquemas de
regulação da escola” (GARCIA, 2000)
“...não cumprimento de regras, rebeldia,
desrespeito. (FORTUNA,2002)
ETIMOLOGIA
Bullying: vem do inglês bully-
significa touro, valentão, brigão;
No Brasil não existe tradução
específica ao termo;
Podemos utilizar como: violência
simbólica, assédio moral,
vitimização entre pares.
BASE LEGAL: DIREITOS DE CRIANÇAS E
ADOLESCENTES
Imagem do Livro II do Curso Gestão do Cuidado para uma Escola que Protege
Fonte: Gestão do Cuidado para uma escola que protege
Fonte: Prefeitura de Curitiba - Secretaria Municipal de Saúde
“ Sistema de notificação obrigatória de toda
forma de violência, suspeita ou comprovada
contra crianças e adolescentes até 18 anos de
idade... (ECA art. 13 e 245), ... atendendo
sistematicamente ao fluxo de encaminhamento
para o Conselho Tutelar, para o serviço de
atendimento ao vitimizado para alimentar o
banco de dados na SMS.’’
Fonte: Prefeitura de Curitiba - Secretaria Municipal de Saúde
Um conjunto de ações integradas e
intersetoriais, para prevenir a violência,
principalmente a doméstica e sexual, e
proteger a criança e o adolescente em
situação de risco para a violência.
Com a inclusão na rede de
proteção, farão parte de um
sistema de acompanhamento e
monitoramento.
• Reconhecer a rede de proteção e identificar
por meio de suas ações as contribuições das
instituições no encaminhamento de situações
que extrapolam a função da escola com relação
ao uso de drogas, a evasão, a indisciplina e a
violência;
• Contribuir, de forma integrada, para a redução
da violência;
• Estimular a notificação dos casos de violência;
• Desenvolver ações voltadas para a prevenção
da violência.
COORDENAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO
SOCIOEDUCACIONAL
ENFRENTAMENTO ÀS VIOLÊNCIAS NA ESCOLA
CONTATOS:
ANA PAULA PACHECO
ANGELA DORCAS DE PAULA
SOLANGE REIGUEL
E-MAIL: violenciaseed@gmail.com
enfrentamentoaviolencia@seed.pr.gov.br
Fone: 41-3340-1651

Oficina Violência Bullying SEED PR

  • 1.
    SECRETARIA DE ESTADODA EDUCAÇÃO SUPERINTENDÊNCIA DA EDUCAÇÃO DIRETORIA DE POLÍTICAS E PROGRAMAS EDUCACIONAIS COORDENAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO SOCIOEDUCACIONAL
  • 2.
    VIOLÊNCIA ESTRUTURAL: EXPRESSÃO DASDESIGUALDADES (CANDIDO PORTINARI, Criança Morta, 1944)
  • 3.
    VIOLÊNCIA: FENÔMENO HISTÓRICO ESOCIAL “ tudo o que acontece no interior da escola, suas práticas de violência e de cuidado, o modo como opera com o currículo, o estilo de suas relações interpessoais, os silenciamentos e as transgressões, por exemplo, têm interconexão com o dado social. A escola é autogerativa de suas ações, mas também reproduz aquilo que é gerado no tecido social”. (SOUSA; MIGUEL; LIMA, 2010).
  • 4.
    VIOLÊNCIAS “(...) 1) tudoo que age usando a força para ir contra a natureza de alguém (é desnaturar); 2) todo ato de força contra a espontaneidade, a vontade e a liberdade de alguém (é coagir, constranger, torturar, brutalizar); 3) todo ato de transgressão contra o que alguém ou uma sociedade define como justo e como direito. Consequentemente, violência é um ato de brutalidade, sevícia e abuso físico e/ou psíquico contra alguém e caracteriza relações intersubjetivas e sociais definidas pela opressão e intimidação, pelo medo e o terror (…)” ( Chauí, 1999, p 3-5)
  • 5.
    VIOLÊNCIA SEXUAL: OUSO PERVERSO DA SEXUALIDADE DO OUTRO A violência sexual contra crianças e adolescentes se configura como uma das violações de seus direitos e se caracteriza pela transgressão da sua intimidade, com base em relações de mando e obediência. É marcada pela perversão e pela ausência de escolhas quando a vítima é uma criança. (GIRON, 2010. cap. 2)
  • 6.
    EXPLORAÇÃO SEXUAL E COMERCIALDE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Imagem do Livro II do Curso Gestão do Cuidado para uma Escola que Protege
  • 7.
    ATO INFRACIONAL Quando umacriança ou adolescente praticar ato ilícito, descrito na legislação penal como crime ou contravenção penal, denomina-se ato infracional.
  • 8.
    “ ...contraposição àdisciplina – pode remeter à ausência de conhecimento ou conduta contestatória ao controle social. Desordem proveniente da quebra das regras estabelecida pelo grupo.” (ESTRELA. 1992) “...ruptura das relações pedagógicas e reflete transgressões a parâmetros e esquemas de regulação da escola” (GARCIA, 2000) “...não cumprimento de regras, rebeldia, desrespeito. (FORTUNA,2002)
  • 10.
    ETIMOLOGIA Bullying: vem doinglês bully- significa touro, valentão, brigão; No Brasil não existe tradução específica ao termo; Podemos utilizar como: violência simbólica, assédio moral, vitimização entre pares.
  • 11.
    BASE LEGAL: DIREITOSDE CRIANÇAS E ADOLESCENTES Imagem do Livro II do Curso Gestão do Cuidado para uma Escola que Protege
  • 12.
    Fonte: Gestão doCuidado para uma escola que protege
  • 13.
    Fonte: Prefeitura deCuritiba - Secretaria Municipal de Saúde
  • 14.
    “ Sistema denotificação obrigatória de toda forma de violência, suspeita ou comprovada contra crianças e adolescentes até 18 anos de idade... (ECA art. 13 e 245), ... atendendo sistematicamente ao fluxo de encaminhamento para o Conselho Tutelar, para o serviço de atendimento ao vitimizado para alimentar o banco de dados na SMS.’’ Fonte: Prefeitura de Curitiba - Secretaria Municipal de Saúde
  • 15.
    Um conjunto deações integradas e intersetoriais, para prevenir a violência, principalmente a doméstica e sexual, e proteger a criança e o adolescente em situação de risco para a violência. Com a inclusão na rede de proteção, farão parte de um sistema de acompanhamento e monitoramento.
  • 16.
    • Reconhecer arede de proteção e identificar por meio de suas ações as contribuições das instituições no encaminhamento de situações que extrapolam a função da escola com relação ao uso de drogas, a evasão, a indisciplina e a violência; • Contribuir, de forma integrada, para a redução da violência; • Estimular a notificação dos casos de violência; • Desenvolver ações voltadas para a prevenção da violência.
  • 18.
    COORDENAÇÃO DE DESENVOLVIMENTO SOCIOEDUCACIONAL ENFRENTAMENTOÀS VIOLÊNCIAS NA ESCOLA CONTATOS: ANA PAULA PACHECO ANGELA DORCAS DE PAULA SOLANGE REIGUEL E-MAIL: violenciaseed@gmail.com enfrentamentoaviolencia@seed.pr.gov.br Fone: 41-3340-1651