Posicionamento de camera

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Posicionamento de camera

  1. 1. DireçãoProf. Me. Joaquim Sérgio BorgatoUFMS - 2013POSICIONAMENTO DE CÂMERA
  2. 2. Posicionamento de câmeraPosicionamento de câmera realçando ainterpretação da cena:(a) câmera sob o personagem, criandouma impressão de superioridade;
  3. 3. Posicionamento de câmeraCâmera distante dos personagens,definindo um ambiente mais tranquilo.Imagens retiradas do filme Psycho
  4. 4. MOVIMENTAÇÃOA movimentação da câmera também auxiliana interpretação de cena: movimentossuaves indicam uma sensação calma,enquanto movimentos rápidos e repentinoscom a câmera demonstram surpresas ereviravoltas no roteiro.
  5. 5. AÇÃO DA CENAOutra definição da cinematografia diz respeito `aobediência que a câmera deve ter quanto à linha de açãoda cena. Em um ambiente tridimensional, devemosconsiderar a linha de ação como um plano que divide acena em dois espaços distintos. Toda ação possui umadireção no espaço, e a linha de ação é definida peladireção da ação. Uma vez definida a posição da câmeraem relação à linha, a câmera não deve cruzá-la poiscausaria desorientação no espectador.
  6. 6. Linha de ação: (a) linha de ação sobre os personagens dividindoo espaço tridimensional em dois;(b) enquadramento dos personagens obedecendo a linha de ação; (c)enquadramento dos personagens desrespeitando a linha de ação.Observe que na Figura (c) os dois personagens aparecem do mesmolado da tela, criando uma situação de desorientação do espectador.Imagens retiradas do filme Vertigo
  7. 7. Linguagem cinematográfica
  8. 8. (EDIÇÃO)ANGULOS DEFINIDOS EMFUNÇÃO DA MONTAGEM
  9. 9. CUT-IN CLOSE-UP:Este plano nos oferece uma visão ampliada de uma parteimportante da cena. Serve para aproximar o espectador docentro da ação. Valorizar uma cena significante dentro dofilme. Proporcionar redução de tempo e espaço dedeterminada cena. Resolver problemas de continuidade nahora da edição.
  10. 10. CUT-AWAY CLOSE-UP:Uma ação secundária que está se desenvolvendosimultaneamente em outro lugar, mas que tenha uma relaçãodireta com a cena principal. Mostrar o clima de descontraçãoou tensão.
  11. 11. VÍDEOPLANOS OU TOMADAS
  12. 12. PLANOSGRANDE PLANO GERAL (GPG)É o mais abrangente dos planos, máximo de abertura dalente. Utilizado para situar onde a cena está ocorrendo.PLANO GERAL (PG)Mostra a pessoa inteira e também propicia aos espectadores aoportunidade de observarem algo do cenário de fundo.
  13. 13. PLANOSPLANO CONJUNTO (PC)Corta o corpo na altura dos joelhos.PLANO MÉDIO (PM)Corta imediatamente abaixo dos cotovelos e é ótimo para astomadas de introdução a entrevistas. Também denominadode Plano Americano.
  14. 14. PLANOSMEIO PRIMEIRO PLANO (MPP)Enquadra logo abaixo dos ombros.PRIMEIRO PLANO OU Close-up (PP)Enquadra na altura do pescoço. Torna o plano maisíntimo.PRIMEIRÍSSIMO PLANO OU Super close-up (PPP)Enquadra da boca para cima. Usado para causar impactoou maior intimidade.
  15. 15. MOVIMENTOS DE CÂMERAQuando estiver perto de uma câmera , use as expressões“à direita”e “à esquerda”.PANORÂMICA (PAN)Movimento da câmera sobre o mesmo eixo. Éimportante indicar para o operador sobre o destino finaldo movimento. Ex: pan à direita do cenário, abreligeiramente para tirar a entrevistada do meio das flores,fecha na cabeça da estátua.
  16. 16. MOVIMENTOS DE CÂMERAZOOMMovimento da lente.Zoom in: sai de um plano aberto e vai fechando em close.Zoom out: sai de um plano em close e vai abrindo.
  17. 17. MOVIMENTOS DE CÂMERATRAVELLINGMovimento de uma câmera sobre um trilho.DOLLYMovimento da câmera sobre as rodinhas do tripé ou no sentidopara cima e para baixo.STEADCAMMovimento da câmera feito por equipamento que não causatrepidação. Câmera subjetiva.GRUAMovimento executado por equipamento que permite que acâmera suba e desça, vá para esquerda e direita com movimentossuaves.
  18. 18. LINGUAGEM DO VIDEOCLIPE“VIDEOCLIPE NÃO É PEÇA PROMOCIONALPRODUZIDA POR ESTRATEGISTAS DE MARKETINGPARA VENDER DISCOS”. Arlindo Machado (2000, p.173)Origens:Cinema de vanguarda dos anos 20;Cinema experimental dos anos 50/60;Vídeo arte dos anos 60/70.
  19. 19. REDEFININDO O VIDEOCLIPEO velho clichê publicitário segundo o qual o clipe seconstrói a partir da exploração da imagem glamurosa deastros e bandas de música pop, vai sendo aos poucossuperado e substituído por um tratamento mais livre daiconografia.Alguns clipes abolem completamente a imagem dosintérpretes.Uma tendência forte atualmente é a utilização deanimação no lugar de imagens naturalistas obtidas porcâmeras.
  20. 20. VideoclipeOutra tendência importante do atual videoclipe é oabandono ou a rejeição total das regras do “bem fazer”herdadas da publicidade e do cinema comercial.Paralelamente a essa atitude de inconformismo comrelação aos cânones acumulados pelo audiovisual, ovideoclipe busca também algo assim como uma novavisualidade, de natureza gráfica e rítmica fotográfica.
  21. 21. VideoclipeA intenção é quebrar o formato que leva ao espectadorpassivo sentado diante da televisão. Como já observouPat Aufderheide, “ os videoclipes ultrapassaram tambémos limites do próprio aparelho de TV, invadindo as salasde exibição, tomando conta de paredes de shoppingcenters, lojas de departamentos, nas perfomances aovivo e na cena dos clubes.
  22. 22. VideoclipeOUTRA TENDÊNCIA: A descontinuidade. Tudomuda na passagem de um plano para o outro.O VIDEOCLIPE COMO SÍNTESE AUDIOVISUALPodemos considerar três grupos de realizadores devideoclipes:O mais primitivo de todos, é o que faz o clipepromocional, mera ilustração de uma cançãopreexistente. (O mais pobre de todos)
  23. 23. Videoclipe Compreende uma comunidade de realizadoresoriunda do cinema ou do vídeo experimentais e que,aliada a compositores e intérpretes mais ousados,logrou transformar esse formato televisivo numcampo vasto e aberto para a reinvenção doaudiovisual. 3. São, em geral, músicos que, além de dar conta detoda tarefa da composição e interpretação de suaspeças musicais, enfrentam também eles próprios aconcepção visual do clipe.
  24. 24. Storyboard

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