O documento aborda o segundo mandamento que proíbe a adoração de ídolos e imagens, enfatizando que Deus deseja ser adorado de acordo com as diretrizes estabelecidas em Sua palavra. Destaca a importância de evitar práticas supersticiosas e qualquer forma de culto que não esteja alinhada com a verdadeira espiritualidade. O texto também discute as consequências da idolatria e as responsabilidades dos crentes em manter a pureza no culto, afastando-se de qualquer adoração a ídolos.