O documento discute a proibição da idolatria, enfatizando a adoração somente a Deus, conforme os mandamentos bíblicos. Detalha as definições de ídolos e imagens, condenando práticas idólatras e suas consequências, além de mencionar a história da introdução de cultos e desvios doutrinários na igreja. Conclui que tudo que ocupa o lugar de Deus no coração de uma pessoa é considerado idolatria e destaca a diferença entre ídolos e objetos decorativos.