O documento discute o divórcio e separação no contexto espiritualista. Afirma que o divórcio é um recurso legal para separar o que já está separado de fato e não é contrário à lei divina. Também reconhece que a escravidão não vem de Deus e o divórcio pode ser compreensível em casos de tortura ou sofrimento excessivo no casamento.