O documento discute os fundamentos bíblicos do divórcio, abordando a polarização entre as escolas de Shammai e Hillel sobre as causas válidas para esse ato. Jesus é apresentado como reinterpreterador da lei, enfatizando que o divórcio não é desejado por Deus, mas permitido em casos de adultério e abandono. Também é abordada a postura da igreja em relação aos divorciados, destacando a importância do perdão e da não discriminação.