O DIAGNÓSTICO EM
PSICANÁLISE
PARADOXO :
Estabelecer um diagnóstico para
orientar a cura – mas só confirmá-lo
depois.
DIAGNÓSTICO
• A única tecnica de investigação é a escuta;
• O campo da fala é também o campo no qual o
sujeito dá testemunho de sua cegueira;
• Não importam os dados empíricos
objetivamente controláveis;
• Importam mais as distorções do discurso do
que o discurso propriamente dito.
Sintoma,diagnóstico e traços
estruturais
• Não existem agenciamentos estáveis entre a
natureza das causas e a dos efeitos;
• Não se pode deduzir um diagnóstico pela
mera observação de um sintoma.
• É o desdobramento da transferência que vai
permitir verificar a posição do sujeito na
estrutura;
TRAÇOS ESTRUTURAIS
• São trajetórias estereotipadas, determinadas
pela economia do desejo.
• Não coincidem com o sintomas.
Histeria
• -modo estereotipado de lidar com a
problemática do ter o falo é que será
representativo da estrutura histérica.
• A criança descobre não ser o falo , e mais
...não tê-lo.
• A histeria coloca à prova esta posse fálica do
pai.
Oscilação histérica
• De um lado : o pai tem , de direito , o falo;
• De outro : o pai só tem por privar a mãe.
• Com isto , uma reinvindicação permanente de
que a mãe pode tê-lo.
Reivindicação
Segundo o sexo do histérico , a reivindicação
ganhará contornos diferentes:
• A mulher histérica banca o homem;
• O histérico masculino , dá provas de virilidade;
Traços da Histeria
• Três grandes quadros :
• Histeria de conversão;
• Histeria de angústia;
• Histeria traumática;
• Aqui a distinção é tributária da especifidade
dos sintomas.
A histeria é a mesma
• Apesar das especificidades dos sintomas, a
economia do desejo permanece a mesma.
• Alienação subjetiva do histérico em sua
relação com o desejo do Outro.
• Ele delega sua questão àquele que é suposto
ter o falo, a questão sobre o enigma da origem
e do processo de seu desejo.
• O outro serve de suporte aos mecanismos
identificatórios.
O diagnóstico em psicanálise

O diagnóstico em psicanálise

  • 1.
    O DIAGNÓSTICO EM PSICANÁLISE PARADOXO: Estabelecer um diagnóstico para orientar a cura – mas só confirmá-lo depois.
  • 2.
    DIAGNÓSTICO • A únicatecnica de investigação é a escuta; • O campo da fala é também o campo no qual o sujeito dá testemunho de sua cegueira; • Não importam os dados empíricos objetivamente controláveis; • Importam mais as distorções do discurso do que o discurso propriamente dito.
  • 3.
    Sintoma,diagnóstico e traços estruturais •Não existem agenciamentos estáveis entre a natureza das causas e a dos efeitos; • Não se pode deduzir um diagnóstico pela mera observação de um sintoma. • É o desdobramento da transferência que vai permitir verificar a posição do sujeito na estrutura;
  • 4.
    TRAÇOS ESTRUTURAIS • Sãotrajetórias estereotipadas, determinadas pela economia do desejo. • Não coincidem com o sintomas.
  • 5.
    Histeria • -modo estereotipadode lidar com a problemática do ter o falo é que será representativo da estrutura histérica. • A criança descobre não ser o falo , e mais ...não tê-lo. • A histeria coloca à prova esta posse fálica do pai.
  • 6.
    Oscilação histérica • Deum lado : o pai tem , de direito , o falo; • De outro : o pai só tem por privar a mãe. • Com isto , uma reinvindicação permanente de que a mãe pode tê-lo.
  • 7.
    Reivindicação Segundo o sexodo histérico , a reivindicação ganhará contornos diferentes: • A mulher histérica banca o homem; • O histérico masculino , dá provas de virilidade;
  • 8.
    Traços da Histeria •Três grandes quadros : • Histeria de conversão; • Histeria de angústia; • Histeria traumática; • Aqui a distinção é tributária da especifidade dos sintomas.
  • 9.
    A histeria éa mesma • Apesar das especificidades dos sintomas, a economia do desejo permanece a mesma. • Alienação subjetiva do histérico em sua relação com o desejo do Outro. • Ele delega sua questão àquele que é suposto ter o falo, a questão sobre o enigma da origem e do processo de seu desejo. • O outro serve de suporte aos mecanismos identificatórios.