O documento aborda a vigilância epidemiológica das violências, destacando a importância de notificar casos de violência interpessoal e autoprovocada para a elaboração de políticas públicas e intervenções adequadas. Ele descreve a ficha de notificação, responsabilidades dos profissionais de saúde e a obrigatoriedade de comunicar casos à autoridades competentes, especialmente em situações envolvendo crianças e adolescentes. Além disso, classifica diferentes tipos de violência e discute a inclusão de variáveis como identidade de gênero e orientação sexual na documentação.