O documento é a terceira parte do tratado de Christopher Love sobre a mortificação do pecado, enfatizando sua importância para a santificação cristã. Love explica que mortificação implica em enfraquecer a influência do pecado, não sua total eliminação, e discute a necessidade dessa prática para a evidência da salvação. Além disso, ele oferece diretrizes sobre como identificar se alguém alcançou um estado de mortificação na vida espiritual.