SlideShare uma empresa Scribd logo
Santo agostinho e a conversão
O que mais o atrai...
   Na vida
   Na Doutrina Espírita
   Em Agostinho
   Em Jesus
Você já se sente preparado
para:
   “Servir ao Senhor em toda boa obra”?
Identifique em você...
   O hábito que mais o prejudica na
    caminhada
   A vontade espiritual que o auxilia
   “…Desperta, tu que dormes, e
    levanta-te dentre os mortos, e
    Cristo te iluminará…Ef 5:14”
   A exposição à Luz traz a verdadeira
    natureza que habita em nós mesmos, é
    assim que deve ser, deixar a Luz entrar
    nas trevas da nossa alma para nos
    tornar melhor, para nos tornar
    semelhantes a Ele, para nos torna Luz.
Exponha-se à Luz de Jesus
sem medo, Ele te ama
   Ele é o verdadeiro Pastor do rebanho!
   Ele te quer livre das amarras impostas
    por homens!
   E te quer frutífero em amor!
   E te quer livre e Feliz!
Hesitações...
   Já havia encontrado, finalmente, a
    pérola preciosa, que devia comprar
    vendendo tudo o que possuía. Mas
    ainda hesitava.
   O caminho certo, que é o próprio
    Salvador, me encantava, mas titubeava
    ainda em caminhar por seus estreitos
    desfiladeiros
Visita a Simpliciano. Conversão
de Vitorino
   Fui ter pois com Simpliciano, pai espiritual do então bispo
    Ambrósio, que o amava verdadeiramente como pai.
    Contei-lhe os labirintos do meu erro.
   Segundo contou-me Simpliciano, Vitorino lia as Escrituras e
    investigava e esquadrinhava com grande curiosidade toda a
    literatura cristã, e confiava a Simpliciano, não em público, mas
    muito em segredo e familiarmente: “Sabes que já sou cristão?”
    Ao que respondia aquele: “Não hei de acreditar, nem te contarei
    entre os cristãos enquanto não te vir na Igreja de Cristo”. Mas
    ele ria e dizia: “Serão pois as paredes que fazem os cristãos?” E
    isto, de que já era cristão, o dizia muitas vezes, contestando-lhe
    Simpliciano outras tantas vezes com a mesma resposta,
    opondo-lhe sempre Vitorino o gracejo das paredes.
   Vitorino receava desgostar a seus amigos, os soberbos, as
    vaidades e as enganosas loucuras
   Enfim, chegou a hora da profissão de fé. Em Roma, os que se
    preparam para receber tua graça, pronunciam de um lugar
    elevado, diante dos fiei, formulas consagradas aprendidas de
    cor.
   Os presbíteros, dizia-me Simpliciano, propuseram a Vitorino que
    recitasse a profissão de fé em segredo, como era costume fazer
    com os que poderiam se perturbar pela timidez. Mas ele
    preferiu confessar sua salvação na presença da plebe santa,
    uma vez que nenhuma salvação havia na retórica que ensinara
    publicamente. Quanto menos, pois, devia temer pronunciar tua
    palavra, ele que não havia temido as turbas insanas em seus
    discursos!
   Assim, logo que subiu à tribuna para dar testemunho da sua fé,
    em uníssono, conforme o
   iam conhecendo, todos repetiram seu nome como num aplauso
    – e quem ali não o conhecia? – e um grito reprimido, saiu da
    boca de todos os que se alegravam: “Vitorino! Vitorino!”
   Ao verem-no, se puseram a gritar de
    júbilo, mas logo emudeceram pelo
    desejo de ouvi-lo. Vitorino pronunciou
    sua profissão de verdadeira fé com
    grande firmeza, e todos queriam raptá-
    lo para dentro de seus corações. E
    realmente o fizeram: seu amor e alegria
    eram as mãos que o arrebatavam.
A alegria das coisas perdidas

    Por que isto, Senhor, meu Deus, quando tu mesmo
     és tua própria alegria eterna, e as criaturas à tua
     volta em ti se alegram? Por que esta parte do
     universo sofre as alternâncias de progressos e
     quedas, de uniões e separações? Será este o modo
     de ser que lhe concedeste quando, do mais alto dos
     céus até às profundezas da terra, desde o princípio
     dos tempos até o fim dos séculos, desde o anjo até o
     pequenino verme, e desde o primeiro movimento até
     o último, dispuseste todos os gêneros de bens e
     todas as tuas obras justas, cada uma em seu lugar e
    tempo?
A conversão dos grandes

   Vamos pois, Senhor, mãos à obra! Desperta-
    nos, chama-nos, inflama-nos, arrebata-nos;
    derrama tuas doçuras, encanta-nos: amemos,
    corramos!
   Mas, longe de mim pensar que no teu
    tabernáculo são mais aceitos os ricos que os
    pobres, e os nobres mais do que os plebeus,
    porque escolheste os fracos segundo o
    mundo para confundir os fortes; o que é vil e
    desprezível segundo o mundo, a que não é
    nada, para aniquilar o que é.
   Contudo, o menor de teus apóstolos, por cuja boca
    pronunciaste essas palavras, quando suas armas
    abateram o orgulhoso procônsul Paulo, sujeitando-o
    ao leve jugo de teu Cristo e fizeram dele um súdito
    do grande Rei, quis, parar comemorar tão grande
    triunfo, mudar seu nome de Saulo pelo de Paulo. De
    fato, o adversário é mais completamente vencido
    naquilo em que tinha maior domínio e por meio do
    que retém maior número de sequazes. Ora, o inimigo
    domina com mais força os soberbos pela nobreza de
    seu nome e, graças a estes, número maior pelo
    prestígio de sua autoridade.
As duas vontades

   Entendi, por experiência própria, o que havia
    lido: a carne tem desejos contra o espírito, e
    o espírito contra a carne. Eu vivia ao mesmo
    tempo a ambos, embora mais o que aprovava
    em mim do que o que em mim desaprovava.
    Com efeito, nesta última parte de mim eu era
    passivo e constrangido, mais do que ativo e
    livre.
O primeiro me agradava, me
dominava; o segundo me encantava, me
               prendia.
   Já não tinha o que responder quando me dizias:
    “Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os
    mortos, e Cristo te há de iluminar”.
   E quando por todos os meios me mostrava a verdade
    do que dizias, e de que eu estava convencido, não
    tinha absolutamente nada para responder, senão
    umas palavras preguiçosas e sonolentas: Um
    momento... Depois... Um pouquinho mais... Mas este
    pouquinho não tinha fim, e este momento se ia
    prolongando
   Em vão me deleitava em tua lei, segundo o homem
    interior, porque em meus membros outra lei
    combatia a lei de meu espírito, mantendo-me cativo
    sob a lei do pecado que estavas em meus membros.
    Com efeito, a lei do pecado é a violência do hábito,
    pelo qual a alma é arrastada e presa, mesmo contra
    sua vontade, merecidamente porém, pois se deixa
    arrastar por vontade própria. Pobre de mim! Quem
    poderia libertar-me deste corpo de morte senão tua
    graça, por Cristo, nosso Senhor?
“Compreender para crer, crer para
                  compreender.”


   O pecado é, amor de si mesmo, até o
    desprezo de Deus.
Eu! Caçador de mim...
Por tanto amor por tanta
             emoção
   A vida me fez assim!
Doce ou atroz
           Manso ou feroz ...


   Eu caçador de mim
Preso a canções entregue a
paixões
   Que nunca tiveram fim
Vou me encontrar longe do
meu lugar
   Eu, caçador de mim
Nada a temer senão o correr
da luta
Nada a fazer senão esquecer
o medo
Abrir o peito a força, numa
procura
   Fugir as armadilhas da mata escura
Longe se vai sonhando demais
   Mas onde se chega assim
Vou descobrir o que me faz
sentir
   Eu, caçador de mim
Qual o meio mais correto de
se conhecer, a si próprio,

   Fazei o que eu fazia quando vivi na terra:ao
    fim de cada dia interrogava a minha
    consciência, passava em revista o que havia
    feito e me perguntava se não tinha faltado ao
    cumprimento de algum dever e se alguém
    não teria motivo para se queixar de mim.Foi
    assim que cheguei a me conhecer e ver o que
    em mim necessitava de reforma
Santo agostinho e a conversão
Bibliografia
   Confissões de Agostinho livro VIII itens
    1a5
   Livro dos Espíritos pergunta 919
   Imagens retiradas do Google

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Pecado imensurável por charles haddon spurgeon
Pecado imensurável   por charles haddon spurgeonPecado imensurável   por charles haddon spurgeon
Pecado imensurável por charles haddon spurgeon
deusdetdfsoares
 
Evangelho Cap5 item18
Evangelho Cap5 item18Evangelho Cap5 item18
Evangelho Cap5 item18
Patricia Farias
 
95 teses lutero
95 teses lutero95 teses lutero
95 teses lutero
Luciano Borges
 
John wesley carta de john wesley a george lavington i
John wesley   carta de john wesley a george lavington iJohn wesley   carta de john wesley a george lavington i
John wesley carta de john wesley a george lavington i
Francisco Deuzilene
 
Advertência contra o sectarismo - John Wesley
Advertência contra o sectarismo  - John WesleyAdvertência contra o sectarismo  - John Wesley
Advertência contra o sectarismo - John Wesley
Silvio Dutra
 
Mortificação do pecado 4 - Christopher Love
Mortificação do pecado 4  - Christopher LoveMortificação do pecado 4  - Christopher Love
Mortificação do pecado 4 - Christopher Love
Silvio Dutra
 
Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 07
Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 07Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 07
Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 07
Candice Gunther
 
Deus requer santificação aos cristãos 33
Deus requer santificação aos cristãos 33Deus requer santificação aos cristãos 33
Deus requer santificação aos cristãos 33
Silvio Dutra
 
95 teses de lutero
95 teses de lutero95 teses de lutero
95 teses de lutero
leniogravacoes
 
As batalhas espirituais finais - parte 4
As batalhas espirituais finais  - parte 4As batalhas espirituais finais  - parte 4
As batalhas espirituais finais - parte 4
Silvio Dutra
 
seguranca garantia_cristo_spurgeon
 seguranca garantia_cristo_spurgeon seguranca garantia_cristo_spurgeon
seguranca garantia_cristo_spurgeon
REINO DE DEUS
 
notas sobre o pentateuco levítico - c. h. mackintosh
notas sobre o pentateuco   levítico - c. h. mackintoshnotas sobre o pentateuco   levítico - c. h. mackintosh
notas sobre o pentateuco levítico - c. h. mackintosh
djalmabose
 
Cultivando a Comunidade
Cultivando a ComunidadeCultivando a Comunidade
Cultivando a Comunidade
Cleudson Corrêa
 
(Livro Boa nova) Cap.13 pecado e punição
(Livro Boa nova) Cap.13   pecado e punição(Livro Boa nova) Cap.13   pecado e punição
(Livro Boa nova) Cap.13 pecado e punição
Patricia Farias
 
BEM AVENTURADOS OS QUE TEM FOME E SEDE DE JUSTIÇA
BEM AVENTURADOS OS QUE TEM FOME E SEDE DE JUSTIÇA BEM AVENTURADOS OS QUE TEM FOME E SEDE DE JUSTIÇA
BEM AVENTURADOS OS QUE TEM FOME E SEDE DE JUSTIÇA
Sergio Menezes
 
Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 09
Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 09Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 09
Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 09
Candice Gunther
 
Ave maria felicidade e dever
Ave maria   felicidade e deverAve maria   felicidade e dever
Ave maria felicidade e dever
Fatoze
 
As 95 teses de martinho lutero
As 95 teses de martinho luteroAs 95 teses de martinho lutero
As 95 teses de martinho lutero
robert_matias
 
Seguindo Jesus na vida diária_1022015
Seguindo Jesus na vida diária_1022015Seguindo Jesus na vida diária_1022015
Seguindo Jesus na vida diária_1022015
Gerson G. Ramos
 
95 tese de lutero
95 tese de lutero95 tese de lutero
95 tese de lutero
Cleiton Tenório
 

Mais procurados (20)

Pecado imensurável por charles haddon spurgeon
Pecado imensurável   por charles haddon spurgeonPecado imensurável   por charles haddon spurgeon
Pecado imensurável por charles haddon spurgeon
 
Evangelho Cap5 item18
Evangelho Cap5 item18Evangelho Cap5 item18
Evangelho Cap5 item18
 
95 teses lutero
95 teses lutero95 teses lutero
95 teses lutero
 
John wesley carta de john wesley a george lavington i
John wesley   carta de john wesley a george lavington iJohn wesley   carta de john wesley a george lavington i
John wesley carta de john wesley a george lavington i
 
Advertência contra o sectarismo - John Wesley
Advertência contra o sectarismo  - John WesleyAdvertência contra o sectarismo  - John Wesley
Advertência contra o sectarismo - John Wesley
 
Mortificação do pecado 4 - Christopher Love
Mortificação do pecado 4  - Christopher LoveMortificação do pecado 4  - Christopher Love
Mortificação do pecado 4 - Christopher Love
 
Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 07
Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 07Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 07
Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 07
 
Deus requer santificação aos cristãos 33
Deus requer santificação aos cristãos 33Deus requer santificação aos cristãos 33
Deus requer santificação aos cristãos 33
 
95 teses de lutero
95 teses de lutero95 teses de lutero
95 teses de lutero
 
As batalhas espirituais finais - parte 4
As batalhas espirituais finais  - parte 4As batalhas espirituais finais  - parte 4
As batalhas espirituais finais - parte 4
 
seguranca garantia_cristo_spurgeon
 seguranca garantia_cristo_spurgeon seguranca garantia_cristo_spurgeon
seguranca garantia_cristo_spurgeon
 
notas sobre o pentateuco levítico - c. h. mackintosh
notas sobre o pentateuco   levítico - c. h. mackintoshnotas sobre o pentateuco   levítico - c. h. mackintosh
notas sobre o pentateuco levítico - c. h. mackintosh
 
Cultivando a Comunidade
Cultivando a ComunidadeCultivando a Comunidade
Cultivando a Comunidade
 
(Livro Boa nova) Cap.13 pecado e punição
(Livro Boa nova) Cap.13   pecado e punição(Livro Boa nova) Cap.13   pecado e punição
(Livro Boa nova) Cap.13 pecado e punição
 
BEM AVENTURADOS OS QUE TEM FOME E SEDE DE JUSTIÇA
BEM AVENTURADOS OS QUE TEM FOME E SEDE DE JUSTIÇA BEM AVENTURADOS OS QUE TEM FOME E SEDE DE JUSTIÇA
BEM AVENTURADOS OS QUE TEM FOME E SEDE DE JUSTIÇA
 
Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 09
Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 09Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 09
Aprender com perguntas - Paulo e Estevão 09
 
Ave maria felicidade e dever
Ave maria   felicidade e deverAve maria   felicidade e dever
Ave maria felicidade e dever
 
As 95 teses de martinho lutero
As 95 teses de martinho luteroAs 95 teses de martinho lutero
As 95 teses de martinho lutero
 
Seguindo Jesus na vida diária_1022015
Seguindo Jesus na vida diária_1022015Seguindo Jesus na vida diária_1022015
Seguindo Jesus na vida diária_1022015
 
95 tese de lutero
95 tese de lutero95 tese de lutero
95 tese de lutero
 

Destaque

Santo agostinho
Santo agostinhoSanto agostinho
Santo agostinho
flaviaborba6
 
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de HiponaAula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
Leandro Nazareth Souto
 
Santo Agostinho / Tomás de Aquino
Santo Agostinho / Tomás de AquinoSanto Agostinho / Tomás de Aquino
Santo Agostinho / Tomás de Aquino
Victor França
 
A verdade e a felicidade residem em deus
A verdade e a felicidade residem em deusA verdade e a felicidade residem em deus
A verdade e a felicidade residem em deus
Dalila Melo
 
O problema do mal na filosofia de santo agostinho
O problema do mal na filosofia de santo agostinhoO problema do mal na filosofia de santo agostinho
O problema do mal na filosofia de santo agostinho
Carlos Alberto Monteiro
 
Agostinho de hipona
Agostinho de hiponaAgostinho de hipona
Agostinho de hipona
flaviaborba6
 
Atividade de filosofia santo agostinho (1)
Atividade de filosofia   santo agostinho (1)Atividade de filosofia   santo agostinho (1)
Atividade de filosofia santo agostinho (1)
masalas
 
São tomás de aquino
São tomás de aquinoSão tomás de aquino
São tomás de aquino
masalas
 
Aula de filosofia antiga, tema: São Tomás de Aquino
Aula de filosofia antiga, tema: São Tomás de AquinoAula de filosofia antiga, tema: São Tomás de Aquino
Aula de filosofia antiga, tema: São Tomás de Aquino
Leandro Nazareth Souto
 
Tomas de aquino
Tomas de aquinoTomas de aquino
Tomas de aquino
Kamila Assink de Liz
 
Agostinho vida e obras
Agostinho   vida e obrasAgostinho   vida e obras
Agostinho vida e obras
Deusdete Soares
 
Escolástica
EscolásticaEscolástica
Escolástica
Gabriel de Campos
 
Sócrates
SócratesSócrates
Adição e Subtraçao
Adição e SubtraçaoAdição e Subtraçao
Adição e Subtraçao
fabiomatufrj
 
Pré socráticos
Pré socráticosPré socráticos
Pré socráticos
Gustavo Cuin
 
Pensamiento de Santo Tomás de Aquino
Pensamiento de Santo Tomás de AquinoPensamiento de Santo Tomás de Aquino
Pensamiento de Santo Tomás de Aquino
pilar sánchez alvarez
 
Sócrates: Vida e obra
Sócrates: Vida e obraSócrates: Vida e obra
Sócrates: Vida e obra
Antonio Carlos Mesquita de Souza
 
Filosofia de santo tomas de aquino
Filosofia de santo tomas de aquinoFilosofia de santo tomas de aquino
Filosofia de santo tomas de aquino
Elkin Jose Gomez
 
Sócrates
SócratesSócrates
Sócrates
Péricles Penuel
 

Destaque (20)

Santo agostinho
Santo agostinhoSanto agostinho
Santo agostinho
 
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de HiponaAula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
Aula de filosofia antiga, tema: Santo Agostinho de Hipona
 
Santo Agostinho / Tomás de Aquino
Santo Agostinho / Tomás de AquinoSanto Agostinho / Tomás de Aquino
Santo Agostinho / Tomás de Aquino
 
A verdade e a felicidade residem em deus
A verdade e a felicidade residem em deusA verdade e a felicidade residem em deus
A verdade e a felicidade residem em deus
 
O problema do mal na filosofia de santo agostinho
O problema do mal na filosofia de santo agostinhoO problema do mal na filosofia de santo agostinho
O problema do mal na filosofia de santo agostinho
 
Agostinho de hipona
Agostinho de hiponaAgostinho de hipona
Agostinho de hipona
 
Atividade de filosofia santo agostinho (1)
Atividade de filosofia   santo agostinho (1)Atividade de filosofia   santo agostinho (1)
Atividade de filosofia santo agostinho (1)
 
São tomás de aquino
São tomás de aquinoSão tomás de aquino
São tomás de aquino
 
Aula de filosofia antiga, tema: São Tomás de Aquino
Aula de filosofia antiga, tema: São Tomás de AquinoAula de filosofia antiga, tema: São Tomás de Aquino
Aula de filosofia antiga, tema: São Tomás de Aquino
 
La filosofia cristiana
La filosofia cristianaLa filosofia cristiana
La filosofia cristiana
 
Tomas de aquino
Tomas de aquinoTomas de aquino
Tomas de aquino
 
Agostinho vida e obras
Agostinho   vida e obrasAgostinho   vida e obras
Agostinho vida e obras
 
Escolástica
EscolásticaEscolástica
Escolástica
 
Sócrates
SócratesSócrates
Sócrates
 
Adição e Subtraçao
Adição e SubtraçaoAdição e Subtraçao
Adição e Subtraçao
 
Pré socráticos
Pré socráticosPré socráticos
Pré socráticos
 
Pensamiento de Santo Tomás de Aquino
Pensamiento de Santo Tomás de AquinoPensamiento de Santo Tomás de Aquino
Pensamiento de Santo Tomás de Aquino
 
Sócrates: Vida e obra
Sócrates: Vida e obraSócrates: Vida e obra
Sócrates: Vida e obra
 
Filosofia de santo tomas de aquino
Filosofia de santo tomas de aquinoFilosofia de santo tomas de aquino
Filosofia de santo tomas de aquino
 
Sócrates
SócratesSócrates
Sócrates
 

Semelhante a Santo agostinho e a conversão

Uma visão do cristo
Uma visão do cristoUma visão do cristo
A religiao dos_espiritos_-_emmanuel_-_chico_xavier
A religiao dos_espiritos_-_emmanuel_-_chico_xavierA religiao dos_espiritos_-_emmanuel_-_chico_xavier
A religiao dos_espiritos_-_emmanuel_-_chico_xavier
havatar
 
519892 20-o-apocalipse-de-pedro
519892 20-o-apocalipse-de-pedro519892 20-o-apocalipse-de-pedro
519892 20-o-apocalipse-de-pedro
Ricardo Kishi
 
60º roteiro – a lei do amor
60º roteiro –  a lei do amor60º roteiro –  a lei do amor
60º roteiro – a lei do amor
Orlando Jorge
 
No país das sombras - Elisabeth D’Espérance
No país das sombras - Elisabeth D’EspéranceNo país das sombras - Elisabeth D’Espérance
No país das sombras - Elisabeth D’Espérance
efelopes
 
Reflexão do Retiro dos Mensageiros
Reflexão do Retiro dos MensageirosReflexão do Retiro dos Mensageiros
Reflexão do Retiro dos Mensageiros
Lisandra Rego
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - RevidesSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Ricardo Azevedo
 
A morte de cristo por seu povo (charles haddon spurgeon)
A morte de cristo por seu povo (charles haddon spurgeon)A morte de cristo por seu povo (charles haddon spurgeon)
A morte de cristo por seu povo (charles haddon spurgeon)
Deusdete Soares
 
Julho 2014
Julho 2014Julho 2014
Julho 2014
Ume Maria
 
A chave para se vencer o pecado
A chave para se vencer o pecadoA chave para se vencer o pecado
A chave para se vencer o pecado
Edmir Tavares de Arruda Junior
 
Memorias de um suicida
Memorias de um suicidaMemorias de um suicida
Memorias de um suicida
EWALDO DE SOUZA
 
Mem+¦rias de um_suicida
Mem+¦rias de um_suicidaMem+¦rias de um_suicida
Mem+¦rias de um_suicida
Mariana Alves
 
Memorias de um suicida
Memorias de um suicidaMemorias de um suicida
Memorias de um suicida
guestae3c203
 
O julgamento dos asd
O julgamento dos asdO julgamento dos asd
O julgamento dos asd
Bruno Da Montanha
 
Lúcifer Destronado _ Confissões de um Ex-Satanista - William Schobelen
Lúcifer Destronado _ Confissões de um Ex-Satanista - William SchobelenLúcifer Destronado _ Confissões de um Ex-Satanista - William Schobelen
Lúcifer Destronado _ Confissões de um Ex-Satanista - William Schobelen
elementocatalisador
 
Raimundo moura crentes carnais – 1 coríntios 3. 1 a 3..
Raimundo moura   crentes carnais – 1 coríntios 3. 1 a 3..Raimundo moura   crentes carnais – 1 coríntios 3. 1 a 3..
Raimundo moura crentes carnais – 1 coríntios 3. 1 a 3..
norbertopm1
 
Ceifa de luz emmanuel - chico xavier
Ceifa de luz   emmanuel - chico xavierCeifa de luz   emmanuel - chico xavier
Ceifa de luz emmanuel - chico xavier
Henrique Garcia Cardoso
 
A profecia-do-papa-pio-xii-esta-se-cumprindo
A profecia-do-papa-pio-xii-esta-se-cumprindoA profecia-do-papa-pio-xii-esta-se-cumprindo
A profecia-do-papa-pio-xii-esta-se-cumprindo
Fraternidade de Maria
 
Oracoes lcsm2
Oracoes lcsm2Oracoes lcsm2
Oracoes lcsm2
Esdras Cardoso
 
Vós sois a luz do mundo
Vós sois a luz do mundoVós sois a luz do mundo
Vós sois a luz do mundo
Afonso Chagas Corrêa Corrêa
 

Semelhante a Santo agostinho e a conversão (20)

Uma visão do cristo
Uma visão do cristoUma visão do cristo
Uma visão do cristo
 
A religiao dos_espiritos_-_emmanuel_-_chico_xavier
A religiao dos_espiritos_-_emmanuel_-_chico_xavierA religiao dos_espiritos_-_emmanuel_-_chico_xavier
A religiao dos_espiritos_-_emmanuel_-_chico_xavier
 
519892 20-o-apocalipse-de-pedro
519892 20-o-apocalipse-de-pedro519892 20-o-apocalipse-de-pedro
519892 20-o-apocalipse-de-pedro
 
60º roteiro – a lei do amor
60º roteiro –  a lei do amor60º roteiro –  a lei do amor
60º roteiro – a lei do amor
 
No país das sombras - Elisabeth D’Espérance
No país das sombras - Elisabeth D’EspéranceNo país das sombras - Elisabeth D’Espérance
No país das sombras - Elisabeth D’Espérance
 
Reflexão do Retiro dos Mensageiros
Reflexão do Retiro dos MensageirosReflexão do Retiro dos Mensageiros
Reflexão do Retiro dos Mensageiros
 
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - RevidesSérie Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
Série Evangelho no Lar - Pão Nosso - Cap. 142 - Revides
 
A morte de cristo por seu povo (charles haddon spurgeon)
A morte de cristo por seu povo (charles haddon spurgeon)A morte de cristo por seu povo (charles haddon spurgeon)
A morte de cristo por seu povo (charles haddon spurgeon)
 
Julho 2014
Julho 2014Julho 2014
Julho 2014
 
A chave para se vencer o pecado
A chave para se vencer o pecadoA chave para se vencer o pecado
A chave para se vencer o pecado
 
Memorias de um suicida
Memorias de um suicidaMemorias de um suicida
Memorias de um suicida
 
Mem+¦rias de um_suicida
Mem+¦rias de um_suicidaMem+¦rias de um_suicida
Mem+¦rias de um_suicida
 
Memorias de um suicida
Memorias de um suicidaMemorias de um suicida
Memorias de um suicida
 
O julgamento dos asd
O julgamento dos asdO julgamento dos asd
O julgamento dos asd
 
Lúcifer Destronado _ Confissões de um Ex-Satanista - William Schobelen
Lúcifer Destronado _ Confissões de um Ex-Satanista - William SchobelenLúcifer Destronado _ Confissões de um Ex-Satanista - William Schobelen
Lúcifer Destronado _ Confissões de um Ex-Satanista - William Schobelen
 
Raimundo moura crentes carnais – 1 coríntios 3. 1 a 3..
Raimundo moura   crentes carnais – 1 coríntios 3. 1 a 3..Raimundo moura   crentes carnais – 1 coríntios 3. 1 a 3..
Raimundo moura crentes carnais – 1 coríntios 3. 1 a 3..
 
Ceifa de luz emmanuel - chico xavier
Ceifa de luz   emmanuel - chico xavierCeifa de luz   emmanuel - chico xavier
Ceifa de luz emmanuel - chico xavier
 
A profecia-do-papa-pio-xii-esta-se-cumprindo
A profecia-do-papa-pio-xii-esta-se-cumprindoA profecia-do-papa-pio-xii-esta-se-cumprindo
A profecia-do-papa-pio-xii-esta-se-cumprindo
 
Oracoes lcsm2
Oracoes lcsm2Oracoes lcsm2
Oracoes lcsm2
 
Vós sois a luz do mundo
Vós sois a luz do mundoVós sois a luz do mundo
Vós sois a luz do mundo
 

Mais de Dalila Melo

é Difícil julgar os homens
é Difícil julgar os homensé Difícil julgar os homens
é Difícil julgar os homens
Dalila Melo
 
As criaturas existem e não existem
As criaturas existem e não existemAs criaturas existem e não existem
As criaturas existem e não existem
Dalila Melo
 
Confissões livro vi item iv
Confissões livro vi item ivConfissões livro vi item iv
Confissões livro vi item iv
Dalila Melo
 
Manifeste seu progresso
Manifeste seu progressoManifeste seu progresso
Manifeste seu progresso
Dalila Melo
 
Instruções a timóteo
Instruções a timóteoInstruções a timóteo
Instruções a timóteo
Dalila Melo
 
Psicologia da gratidão
Psicologia da gratidãoPsicologia da gratidão
Psicologia da gratidão
Dalila Melo
 
Literatura infantil espírita
Literatura infantil espíritaLiteratura infantil espírita
Literatura infantil espírita
Dalila Melo
 
1 coríntios 4
1 coríntios 41 coríntios 4
1 coríntios 4
Dalila Melo
 
A Casa espírita
A Casa espíritaA Casa espírita
A Casa espírita
Dalila Melo
 
Falatórios Vinha de Luz
Falatórios Vinha de LuzFalatórios Vinha de Luz
Falatórios Vinha de Luz
Dalila Melo
 
Caminhos da educação do espirito
Caminhos da educação do espiritoCaminhos da educação do espirito
Caminhos da educação do espirito
Dalila Melo
 
Educação do afeto
Educação do afetoEducação do afeto
Educação do afeto
Dalila Melo
 
Valor ação correta
Valor ação corretaValor ação correta
Valor ação correta
Dalila Melo
 
Rosas
RosasRosas
3 história da terra
3   história da terra3   história da terra
3 história da terra
Dalila Melo
 
Criação de deus
Criação de deusCriação de deus
Criação de deus
Dalila Melo
 
Pensamento e vontade
Pensamento e vontadePensamento e vontade
Pensamento e vontade
Dalila Melo
 
A fé religiosa
A fé religiosaA fé religiosa
A fé religiosa
Dalila Melo
 
A piedade
A piedadeA piedade
A piedade
Dalila Melo
 
Ano novo
Ano novoAno novo
Ano novo
Dalila Melo
 

Mais de Dalila Melo (20)

é Difícil julgar os homens
é Difícil julgar os homensé Difícil julgar os homens
é Difícil julgar os homens
 
As criaturas existem e não existem
As criaturas existem e não existemAs criaturas existem e não existem
As criaturas existem e não existem
 
Confissões livro vi item iv
Confissões livro vi item ivConfissões livro vi item iv
Confissões livro vi item iv
 
Manifeste seu progresso
Manifeste seu progressoManifeste seu progresso
Manifeste seu progresso
 
Instruções a timóteo
Instruções a timóteoInstruções a timóteo
Instruções a timóteo
 
Psicologia da gratidão
Psicologia da gratidãoPsicologia da gratidão
Psicologia da gratidão
 
Literatura infantil espírita
Literatura infantil espíritaLiteratura infantil espírita
Literatura infantil espírita
 
1 coríntios 4
1 coríntios 41 coríntios 4
1 coríntios 4
 
A Casa espírita
A Casa espíritaA Casa espírita
A Casa espírita
 
Falatórios Vinha de Luz
Falatórios Vinha de LuzFalatórios Vinha de Luz
Falatórios Vinha de Luz
 
Caminhos da educação do espirito
Caminhos da educação do espiritoCaminhos da educação do espirito
Caminhos da educação do espirito
 
Educação do afeto
Educação do afetoEducação do afeto
Educação do afeto
 
Valor ação correta
Valor ação corretaValor ação correta
Valor ação correta
 
Rosas
RosasRosas
Rosas
 
3 história da terra
3   história da terra3   história da terra
3 história da terra
 
Criação de deus
Criação de deusCriação de deus
Criação de deus
 
Pensamento e vontade
Pensamento e vontadePensamento e vontade
Pensamento e vontade
 
A fé religiosa
A fé religiosaA fé religiosa
A fé religiosa
 
A piedade
A piedadeA piedade
A piedade
 
Ano novo
Ano novoAno novo
Ano novo
 

Santo agostinho e a conversão

  • 2. O que mais o atrai...  Na vida  Na Doutrina Espírita  Em Agostinho  Em Jesus
  • 3. Você já se sente preparado para:  “Servir ao Senhor em toda boa obra”?
  • 4. Identifique em você...  O hábito que mais o prejudica na caminhada  A vontade espiritual que o auxilia
  • 5. “…Desperta, tu que dormes, e levanta-te dentre os mortos, e Cristo te iluminará…Ef 5:14”
  • 6. A exposição à Luz traz a verdadeira natureza que habita em nós mesmos, é assim que deve ser, deixar a Luz entrar nas trevas da nossa alma para nos tornar melhor, para nos tornar semelhantes a Ele, para nos torna Luz.
  • 7. Exponha-se à Luz de Jesus sem medo, Ele te ama  Ele é o verdadeiro Pastor do rebanho!  Ele te quer livre das amarras impostas por homens!  E te quer frutífero em amor!  E te quer livre e Feliz!
  • 8. Hesitações...  Já havia encontrado, finalmente, a pérola preciosa, que devia comprar vendendo tudo o que possuía. Mas ainda hesitava.  O caminho certo, que é o próprio Salvador, me encantava, mas titubeava ainda em caminhar por seus estreitos desfiladeiros
  • 9. Visita a Simpliciano. Conversão de Vitorino  Fui ter pois com Simpliciano, pai espiritual do então bispo Ambrósio, que o amava verdadeiramente como pai.  Contei-lhe os labirintos do meu erro.  Segundo contou-me Simpliciano, Vitorino lia as Escrituras e investigava e esquadrinhava com grande curiosidade toda a literatura cristã, e confiava a Simpliciano, não em público, mas muito em segredo e familiarmente: “Sabes que já sou cristão?” Ao que respondia aquele: “Não hei de acreditar, nem te contarei entre os cristãos enquanto não te vir na Igreja de Cristo”. Mas ele ria e dizia: “Serão pois as paredes que fazem os cristãos?” E isto, de que já era cristão, o dizia muitas vezes, contestando-lhe Simpliciano outras tantas vezes com a mesma resposta, opondo-lhe sempre Vitorino o gracejo das paredes.  Vitorino receava desgostar a seus amigos, os soberbos, as vaidades e as enganosas loucuras
  • 10. Enfim, chegou a hora da profissão de fé. Em Roma, os que se preparam para receber tua graça, pronunciam de um lugar elevado, diante dos fiei, formulas consagradas aprendidas de cor.  Os presbíteros, dizia-me Simpliciano, propuseram a Vitorino que recitasse a profissão de fé em segredo, como era costume fazer com os que poderiam se perturbar pela timidez. Mas ele preferiu confessar sua salvação na presença da plebe santa, uma vez que nenhuma salvação havia na retórica que ensinara publicamente. Quanto menos, pois, devia temer pronunciar tua palavra, ele que não havia temido as turbas insanas em seus discursos!  Assim, logo que subiu à tribuna para dar testemunho da sua fé, em uníssono, conforme o  iam conhecendo, todos repetiram seu nome como num aplauso – e quem ali não o conhecia? – e um grito reprimido, saiu da boca de todos os que se alegravam: “Vitorino! Vitorino!”
  • 11. Ao verem-no, se puseram a gritar de júbilo, mas logo emudeceram pelo desejo de ouvi-lo. Vitorino pronunciou sua profissão de verdadeira fé com grande firmeza, e todos queriam raptá- lo para dentro de seus corações. E realmente o fizeram: seu amor e alegria eram as mãos que o arrebatavam.
  • 12. A alegria das coisas perdidas  Por que isto, Senhor, meu Deus, quando tu mesmo és tua própria alegria eterna, e as criaturas à tua volta em ti se alegram? Por que esta parte do universo sofre as alternâncias de progressos e quedas, de uniões e separações? Será este o modo de ser que lhe concedeste quando, do mais alto dos céus até às profundezas da terra, desde o princípio dos tempos até o fim dos séculos, desde o anjo até o pequenino verme, e desde o primeiro movimento até o último, dispuseste todos os gêneros de bens e todas as tuas obras justas, cada uma em seu lugar e tempo?
  • 13. A conversão dos grandes  Vamos pois, Senhor, mãos à obra! Desperta- nos, chama-nos, inflama-nos, arrebata-nos; derrama tuas doçuras, encanta-nos: amemos, corramos!  Mas, longe de mim pensar que no teu tabernáculo são mais aceitos os ricos que os pobres, e os nobres mais do que os plebeus, porque escolheste os fracos segundo o mundo para confundir os fortes; o que é vil e desprezível segundo o mundo, a que não é nada, para aniquilar o que é.
  • 14. Contudo, o menor de teus apóstolos, por cuja boca pronunciaste essas palavras, quando suas armas abateram o orgulhoso procônsul Paulo, sujeitando-o ao leve jugo de teu Cristo e fizeram dele um súdito do grande Rei, quis, parar comemorar tão grande triunfo, mudar seu nome de Saulo pelo de Paulo. De fato, o adversário é mais completamente vencido naquilo em que tinha maior domínio e por meio do que retém maior número de sequazes. Ora, o inimigo domina com mais força os soberbos pela nobreza de seu nome e, graças a estes, número maior pelo prestígio de sua autoridade.
  • 15. As duas vontades  Entendi, por experiência própria, o que havia lido: a carne tem desejos contra o espírito, e o espírito contra a carne. Eu vivia ao mesmo tempo a ambos, embora mais o que aprovava em mim do que o que em mim desaprovava. Com efeito, nesta última parte de mim eu era passivo e constrangido, mais do que ativo e livre.
  • 16. O primeiro me agradava, me dominava; o segundo me encantava, me prendia.  Já não tinha o que responder quando me dizias: “Desperta, ó tu que dormes, levanta-te de entre os mortos, e Cristo te há de iluminar”.  E quando por todos os meios me mostrava a verdade do que dizias, e de que eu estava convencido, não tinha absolutamente nada para responder, senão umas palavras preguiçosas e sonolentas: Um momento... Depois... Um pouquinho mais... Mas este pouquinho não tinha fim, e este momento se ia prolongando
  • 17. Em vão me deleitava em tua lei, segundo o homem interior, porque em meus membros outra lei combatia a lei de meu espírito, mantendo-me cativo sob a lei do pecado que estavas em meus membros. Com efeito, a lei do pecado é a violência do hábito, pelo qual a alma é arrastada e presa, mesmo contra sua vontade, merecidamente porém, pois se deixa arrastar por vontade própria. Pobre de mim! Quem poderia libertar-me deste corpo de morte senão tua graça, por Cristo, nosso Senhor?
  • 18. “Compreender para crer, crer para compreender.”  O pecado é, amor de si mesmo, até o desprezo de Deus.
  • 19. Eu! Caçador de mim...
  • 20. Por tanto amor por tanta emoção  A vida me fez assim!
  • 21. Doce ou atroz Manso ou feroz ...  Eu caçador de mim
  • 22. Preso a canções entregue a paixões  Que nunca tiveram fim
  • 23. Vou me encontrar longe do meu lugar  Eu, caçador de mim
  • 24. Nada a temer senão o correr da luta
  • 25. Nada a fazer senão esquecer o medo
  • 26. Abrir o peito a força, numa procura  Fugir as armadilhas da mata escura
  • 27. Longe se vai sonhando demais  Mas onde se chega assim
  • 28. Vou descobrir o que me faz sentir  Eu, caçador de mim
  • 29. Qual o meio mais correto de se conhecer, a si próprio,  Fazei o que eu fazia quando vivi na terra:ao fim de cada dia interrogava a minha consciência, passava em revista o que havia feito e me perguntava se não tinha faltado ao cumprimento de algum dever e se alguém não teria motivo para se queixar de mim.Foi assim que cheguei a me conhecer e ver o que em mim necessitava de reforma
  • 31. Bibliografia  Confissões de Agostinho livro VIII itens 1a5  Livro dos Espíritos pergunta 919  Imagens retiradas do Google