Este documento discute como os novos letramentos digitais, especialmente na Web 2.0, se tornaram lugares para a construção de ativismo político sobre questões de gênero e sexualidade. Argumenta-se que esses espaços permitem questionar significados tradicionais e participar de movimentos sociais de forma colaborativa e anônima. Dois exemplos de grupos de ativismo online são analisados para ilustrar como expõem alternativas futuras.