O documento discute três concepções de racismo - individual, institucional e estrutural. O racismo estrutural é apresentado como a forma mais perigosa, pois é embutido nos costumes e promove a segregação de forma indireta e por muito tempo imperceptível. Exemplos de racismo estrutural incluem o acesso histórico desigual de negros a universidades e a percepções falsas sobre mulheres negras disseminadas em salas de maternidade.