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D.João de Portugal (o Romeiro)
Trabalho de: Flávia Correia nº12
Mafalda Martins nº16
D. João filho ilegítimo do Rei D. Pedro I e de D. Teresa (dama de
galega), nasceu em Lisboa a 11 de Abril de 1357 e morreu em Lisboa a 14 de
Agosto de 1433.
Aos 19 anos apaixonou-se por Inês Pires, de quem teve 2 filhos:
D. Afonso, em 1377 (primeiro Duque de Bragança)
D. Brites, em 1386 (morreu jovem)
D. Brites
A 2 de fevereiro de 1387, casou com D. Filipa de Lencastre e tiveram 8 filhos:
•D. Branca, em 1388 (morreu jovem)
•D. Afonso, em 1390 (morreu jovem)
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•D. Pedro, em 1392 (Duque de Coimbra, O Das Sete Partidas)
•D. Henrique, em 1394 (Duque de Viseu, O Navegador)
•D. Isabel, em 1397 (casou com Filipe III, Duque de Borgonha)
•D. João, em 1400 (Condestável de Portugal)
•D. Fernando, 1402 (morreu no cativeiro, em Fez, O Infante Santo)
D. João de Portugal é apresentado como tendo sido um honrado fidalgo e um
valente cavaleiro (cena II, ato II) de cuja figura se destacam as nobres qualidades
d´alma, a grandeza e valentia de coração, e a fortaleza daquela vontade serena mas
indomável (cena III, ato II).
D. João de Portugal é primeiro marido de D. Madalena desaparecido na Batalha de
Alcácer Quibir.
Está ausente fisicamente durante o I e o II ato da peça mas a sua presença é focada
essencialmente por D. Madalena (que vive atormentada com ele), por Telmo (que
crê no seu regresso) e por Maria (culto sebastianista pois acredita que se D.
Sebastião aparecer o mesmo pode acontecer com D. João).
A partir da cena XIII do II ato torna a sua existência concreta pois regressa a
Portugal ao fim de 21 anos, depois de 20 penosos anos em cativeiro no continente
africano e asiático, como Romeiro(embora a sua real identidade só seja revelada
no final do ato II).
Madalena acha que o destino foi impiedoso, e que tudo aquilo se ira abate sobre
a sua família como castigo do seu pecado de ter amado Manuel de Sousa
Coutinho enquanto D. João de Portugal era vivo.
Na cena final do ato segundo, o vocábulo “ninguém” funciona como a máxima
concentração de ação: o falado romeiro transmite a sensação de vazio que lhe
vai na alma: julgado morto, já não tem lugar naquela família.
Interfere, juntamente com Telmo, na entrada em hábito de Madalena e de
Manuel de Sousa, tentando impedir que tal aconteça.
No fim, assiste à morte de Maria e à tomada de hábito de Madalena e Manuel
Elementos Trágicos Hybris
(o desafio)
Agón
(o conflito)
Pathos
(o sofrimento)
Katastrophé
(a catástrofe)
D. João de Portugal
Abandona a família
Não dá notícias da
sua existência
Aparece quando
todos o julgavam
morto
Não tem conflito
Alimenta os conflitos
dos outros
Agudiza todos os
conflitos com o seu
regresso
Sofre o
esquecimento a que
foi votado
Sofre pelo casamento
da sua mulher
Sofre por não poder
travar a marcha do
destino
Morte psicológica:
. Separação da
mulher
. A situação
irremediável do
anonimato
O Romeiro, D. João de Portugal
Regresso enfim, de barba branca,
mirrado de piça e veleidades,
olho pisco, pêlo ralo, perna manca,
em busca de que sal, de que saudades
que se manduquem em aberta mesa.
Vejo contudo que em má altura
cheguei à vela que esperava acesa
e não encontro, inexistente e escura.
Afinal onde estou, já que sem nome
o vento me levou a condição?
Não terei terra branda que me tome
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Módulo 7- Frei Luís de Sousa

  • 1. D.João de Portugal (o Romeiro) Trabalho de: Flávia Correia nº12 Mafalda Martins nº16
  • 2. D. João filho ilegítimo do Rei D. Pedro I e de D. Teresa (dama de galega), nasceu em Lisboa a 11 de Abril de 1357 e morreu em Lisboa a 14 de Agosto de 1433.
  • 3. Aos 19 anos apaixonou-se por Inês Pires, de quem teve 2 filhos: D. Afonso, em 1377 (primeiro Duque de Bragança) D. Brites, em 1386 (morreu jovem) D. Brites
  • 4. A 2 de fevereiro de 1387, casou com D. Filipa de Lencastre e tiveram 8 filhos: •D. Branca, em 1388 (morreu jovem) •D. Afonso, em 1390 (morreu jovem) •D. Duarte, em 1391 (sucessor do pai) •D. Pedro, em 1392 (Duque de Coimbra, O Das Sete Partidas)
  • 5. •D. Henrique, em 1394 (Duque de Viseu, O Navegador) •D. Isabel, em 1397 (casou com Filipe III, Duque de Borgonha) •D. João, em 1400 (Condestável de Portugal) •D. Fernando, 1402 (morreu no cativeiro, em Fez, O Infante Santo)
  • 6. D. João de Portugal é apresentado como tendo sido um honrado fidalgo e um valente cavaleiro (cena II, ato II) de cuja figura se destacam as nobres qualidades d´alma, a grandeza e valentia de coração, e a fortaleza daquela vontade serena mas indomável (cena III, ato II).
  • 7. D. João de Portugal é primeiro marido de D. Madalena desaparecido na Batalha de Alcácer Quibir. Está ausente fisicamente durante o I e o II ato da peça mas a sua presença é focada essencialmente por D. Madalena (que vive atormentada com ele), por Telmo (que crê no seu regresso) e por Maria (culto sebastianista pois acredita que se D. Sebastião aparecer o mesmo pode acontecer com D. João). A partir da cena XIII do II ato torna a sua existência concreta pois regressa a Portugal ao fim de 21 anos, depois de 20 penosos anos em cativeiro no continente africano e asiático, como Romeiro(embora a sua real identidade só seja revelada no final do ato II). Madalena acha que o destino foi impiedoso, e que tudo aquilo se ira abate sobre a sua família como castigo do seu pecado de ter amado Manuel de Sousa Coutinho enquanto D. João de Portugal era vivo.
  • 8. Na cena final do ato segundo, o vocábulo “ninguém” funciona como a máxima concentração de ação: o falado romeiro transmite a sensação de vazio que lhe vai na alma: julgado morto, já não tem lugar naquela família. Interfere, juntamente com Telmo, na entrada em hábito de Madalena e de Manuel de Sousa, tentando impedir que tal aconteça. No fim, assiste à morte de Maria e à tomada de hábito de Madalena e Manuel Elementos Trágicos Hybris (o desafio) Agón (o conflito) Pathos (o sofrimento) Katastrophé (a catástrofe) D. João de Portugal Abandona a família Não dá notícias da sua existência Aparece quando todos o julgavam morto Não tem conflito Alimenta os conflitos dos outros Agudiza todos os conflitos com o seu regresso Sofre o esquecimento a que foi votado Sofre pelo casamento da sua mulher Sofre por não poder travar a marcha do destino Morte psicológica: . Separação da mulher . A situação irremediável do anonimato
  • 9. O Romeiro, D. João de Portugal Regresso enfim, de barba branca, mirrado de piça e veleidades, olho pisco, pêlo ralo, perna manca, em busca de que sal, de que saudades que se manduquem em aberta mesa. Vejo contudo que em má altura cheguei à vela que esperava acesa e não encontro, inexistente e escura. Afinal onde estou, já que sem nome o vento me levou a condição? Não terei terra branda que me tome e me leve aos infernos pela mão, pois uma só pergunta me consome: se não nasci porquê morrer então? (poema de Pedro Tamen)