MARKETING DIGITAL E
DIREITO DO CONSUMIDOR
Karla Cristina da Costa e Silva Mattos
INCERTEZAS = INSEGURANÇAS
 “A segunda circunstância é o que se
denominou “ explosão de ignorância” (E.
Denninger, Racionalidad tecnológica”, cit., p.
368), devida à monumental disponibilidade
de informações forjadas em ambiente virtual ,
numa espécie de biblioteca universal. À
medida que crescem os horizontes do saber,
cresce, na mesma proporção, o leque das
questões sem solução, do desconhecimento, e,
mais, se incrementa a consciência da própria
ignorância, a qual gera, assim, novas
incertezas.( E. Denninger, Racionalidad
tecnológica”, cit., p. 369.)” p.62
IGNORÂNCIA
QUAL É O MUNDO DA SEGURANÇA?
 “O “mundo da segurança” deu lugar a um
mundo de inseguranças e incertezas que,
aparentemente, perdurará; em segundo
lugar, a ética da autonomia ou da
liberdade foi substituída por uma ética da
responsabilidade ou da solidariedade;
enfim, e como conseqüência das duas
assertivas anteriores, a tutela da
liberdade (autonomia) do indivíduo foi
substituída pela noção de proteção à
dignidade da pessoa humana.”P. 72
INFORMAÇÃO = PODER
“Abandonou-se, praticamente, a
busca do conhecimento pela busca do
poder: já não se adquirem
instrumentos científicos e técnicos
para alcançar qualquer verdade
científica, mas apenas para ampliar
o poder de dominação.
 ( E. Denninger Racionalidad tecnológica, cit., p. 373)” p. 63.
PARADOXO = PROTEGER E DISPOR
“... consciência da necessidade de
maior acessibilidade à rede e
enfrentam a dubiedade de
proteção das informações
sensíveis concomitantemente
com a exigência de não restrição
de acesso à rede.”
Zuffo
ECONOMIA DA INFORMAÇÃO
O custo de produzir a informação.
Os custos fixos são destinados a
pesquisas e desenvolvimento e infra-
estrutura de base.
Os custos variáveis são muito baixos
pois dependem de distribuição e
reprodução na rede.
Custos de distribuição.
Porat define que Economia da
informação ocorre quando o
trabalho relacionado com a
informação que ele designa como
a criação, tratamento e
divulgação começam a exceder os
trabalhos relacionados com os
outros três setores econômicos
como economia, agricultura e
indústria.
 Castells ao falar de economia da informação fala
em nova economia formada a partir de meados do
século passado e que possui cinco características:
 as fontes de produtividade são cada vez mais
dependentes da ciência e da tecnologia.
 deslocamento da produção material para
atividades ligadas ao processamento de
informações
 mudanças no modo de produção, na amplitude
ultranacionalista do mercado de consumo fato
evidenciado por uma economia global
 revolução tecnológica.
ECONOMIA DO CONHECIMENTO
 Tofler divide o desenvolvimento da sociedade em
3 ondas. A primeira delas na transição do
nômade para o agrícola, a segunda na agrícola
para a industrial e a terceira onda a sociedade do
conhecimento “ o conhecimento passou a não ser
um meio adicional de produção de riqueza, mas
um meio dominante.” Ele diferencia as três ondas
como sistemas diferentes de se criar riquezas.
 TOFFLER, Alvin. A terceira onda. 5ed Traducao de Joao Tavora. Rio de
Janeiro: Editora Record, 1980
ECONOMIA DE REDE
 Alain Herscovici analisa que “A dupla natureza
econômica dessas redes ressalta o fato de que
elas são objeto de tendências contraditórias: por
um lado, elas se traduzem por uma disseminação
e uma “publicização” da Informação e permitem o
surgimento de novas modalidades de
concorrência e de apropriação de determinadas
informações. Por outro lado, elas se caracterizam
por importantes processos de privatização da
informação e de concentração econômica, no
âmbito de redes fechadas ou semifechadas. ”
 Revista de economia política, vol 24, nº1 p. 95
ECONOMIA DO GRATUITO.
MERCADO ELETRÔNICO
 “ O mercado eletrônico inclui transações
comerciais e financeiras, utilizando Internet, e-
mail, faxes, intercâmbio eletrônico de dados,
( Eletronic Data Interchange, EDI) e pagamentos
eletrônicos, quer essas operações sejam feitas
entre varejistas e consumidor final ( Business to
Commerce, B2C), quer entre fornecedores e
produtores ( Business to Business B2B), ou ainda
realizadas com o mercado financeiro ou então
com o governo ( Business to Government B2G).
(...) para que operações eletrônicas se tornem
mais dominantes em nosso dia-a-dia, devem ser
criadas algumas ferramentas tecnológicas que
corrijam as dificuldades e falhas hoje
apresentadas pela internet.” P.139-140. Zuffo
COMÉRCIO ELETRÔNICO
Ricardo Lorenzetti – “todas as
atividades que tenham por fim o
intercâmbio, por meios
eletrônicos, de bens físicos e de
bens digitais ou imateriais, o
resultado é que teremos relações
jurídicas daí oriundas”
O CONSUMIDOR DO SÉCULO XXI
 Independente de condição social, o indivíduo
compra, e muitas vezes este ato garante a sua
dignidade dentro da sociedade.
 Não se compra porque necessita de um produto,
mas essencialmente se compra aleatoriamente,
pelo simples ato de comprar, a idéia de se
contentar com o necessário se deixou com a
evolução da sociedade.
 Hoje o individuo compra para adquirir níveis de
conforto, sempre buscando mais, representando
muitas vezes, prestígio sobre os demais.
COMPRA PELA
INTERNET
VANTAGENS PARA O CONSUMIDOR.
 economicidade de tempo e dinheiro
 criação de sites para comparação de preços e até
a discussão de temas de extrema relevância no
cenário mundial.
IDENTIDADE X REPUTAÇÃO
 Reputação é a opinião (uma avaliação social) do
público em relação a uma pessoa, um grupo de
pessoas ou uma organização.
METAVERSO
 Definição: “Um simulador interativo de
ambientes, acessado por múltiplos usuários
através da interface online” – Edward
Castronova.
 “ Se o jogo Everquest fosse mundo, a
cybereconomia faria um PIB entre a Rússia e a
Bulgária.” (PIB US$2.076 trilhões Rússia e da
Bulgária US$ 92.894 bilhões)
WORLD OF WARCRAFT
 62% do mercado, no Brasil atinge a marca de
83% do mercado de MMOG´s.
 Blizzard Entertainment.
 Lucro em pacotes de expansão.
 A presença da marca.
AÇÕES DE MARKETING NO SECOND
LIFE.
REFLEXÃO.
A taxa de dependência
do jovem em relação ao
metaverso é o dobro do
crack.
YOU TUBE
 David Weinberger define esse tipo de negócio
como metanegócio. O youtube agrega valor ao
conteúdo, mas não o produz, ou seja, no
metanegócio aumenta-se o valor da informação
desenvolvida em outro lugar e posteriormente
beneficia os provedores de informação. O youtube
atrai a atenção dos consumidores para o conteúdo
funcional de compartilhamento de vídeos através
de sua plataforma, e ao mesmo tempo vende
anúncios no site, e por outro lado, torna
populares os vídeos disponibilizados.
PRINCIPIO DA CONFIANÇA E DA
BOA-FÉ DO CONSUMIDOR VIRTUAL
 (...) as condutas na sociedade e no
mercado de consumo, sejam atos, dados ou
omissões, fazem nascer expectativas
(agora) legitimas naqueles em que
despertamos a confiança, os receptores de
nossas informações ou dados.”
 Confiança no comércio eletrônico e a proteção do consumidor. Um estudo
dos negócios juridicos de consumo no comercio eletrônico. São Paulo:
Editora Revista dos Tribunais, 2004. P. 32
 Boa-fé: estado psicológico, estado exteriorizado
 Presumida
 Informar, não informar.
 Conhecimento posterior dos riscos do produto
 Informação clara e correta – principio da
transparência.
PUBLICIDADE = OFERTA
 Paga
 Identifica o patrocinador
 Difusão de um produto
 Aliada ao consumo – promover a atividade
econômica.
 Não obrigatória
 Honrar os compromissos da Oferta. Art. 30 CDC.
 Principio da transparência art. 4º CDC, caput.
Aproximar a relação econômica e uma relação
mais sincera e menos danosa entre as partes.
 Spam
 Hábitos de consumo : cookies.
CONFIANÇA
 Como Luhmman destaca, o problema não está em
quem ganha a confiança, mas a maneira como
ganha. A imagem, as funcionalidades gratuitas
sugestionam a confiança, serve de chamariz para
qualquer promoção de consumo ou comunicação.
 Comportamento reiterado
 Reputação da marca.
Dados de SEGURANÇA:
1.Dados ficam em Data Centers secretos espalhados pelo mundo.
Só nos E.U.A. são 12 no total, com mais 3 em construção.
Disponibilidade de 99,99% , um total de 31 minutos em 12 meses, e o
melhor resultado foi no Brasil, 3 minutos por 12 meses.
2. Há múltiplas camadas de segurança para proteger os dados.
3. O investimento em infraestrutura e em datacenters é altíssima.
São 2.4 bilhões de dólares gastos em 2.008.
de 50 a 103 megawatts de eletricidade
Aproximadamente 500 endereços de IP.
4. Todos os funcionários seguem a política Don´t be evil.
São 20.222 funcionários.
5. Confiabilidade: security@google.com – chave pública para comunicação.
6. Privacidade é uma preocupação constante da empresa
-20 petabytes de dados processados por dia
-235 milhoes de buscas por dia
-24 bilhões de resultados encontrados na pesquisa o número 1
- 10 horas de vídeo You tube enviadas por minuto.
-Termo de ajustamento de conduta com o Ministério Público Federal para dar
informações dos integrantes e comunidades do orkut para investigar crimes na
rede social.
PRIVACIDAD
E. Escopo
 Esta declaração se aplica aos produtos, serviços e sites do Google
(coletivamente chamados de “serviços” do Google).
 O Google coleta informações pessoais quando você se cadastra em um
serviço do Google e quando fornece esse tipo de informações
voluntariamente.
 Podemos combinar as informações pessoais fornecidas por você com
as informações de outros serviços do Google ou de terceiros para
proporcionar ao usuário uma experiência melhor, incluindo a
personalização do conteúdo para você.
 O Google usa cookies e outras tecnologias para melhorar a sua
experiência on-line e para saber como você usa nossos serviços, com a
finalidade de melhorar a qualidade deles.
 Os servidores do Google automaticamente registram algumas
informações suas quando você visita nosso website ou quando usa
algum de nossos produtos, incluindo o URL, o endereço IP, o tipo de
navegador e o idioma, a data e a hora de sua solicitação.
PRIVACIDADE.
 Usos
 As suas informações pessoais podem ser usadas no fornecimento dos serviços
solicitados por você, incluindo os serviços que exibem anúncios e conteúdo
personalizado.
 As suas informações pessoais também podem ser usadas em auditorias,
pesquisas e análises para operar e aprimorar as tecnologias e os serviços do
Google.
 As informações não pessoais agregadas podem ser compartilhadas com
terceiros de fora do Google.
 Quando trabalhamos com terceiros para nos ajudar no
processamento de suas informações pessoais, exigimos que eles
cumpram com a nossa Política de Privacidade e com outras
medidas adequadas de segurança e de confidencialidade.
 Você pode optar por não fornecer informações pessoais ou recusar os cookies
em seu navegador, mas alguns de nossos recursos ou serviços podem não
funcionar corretamente como decorrência disso.
“ Você doa um pouco da sua
privacidade e ganha algumas
funcionalidades. É um fenômeno que
estamos vivendo agora. Há uma
enorme quantidade de informações
sobre todos, nos provedores, na
operadora de cartão de credito, na
companhia telefônica. Precisamos
muito de transparência para ajustar os
usuários a gerenciar tudo isso”
 Marissa Mayer – vice presidente de produtos de
Busca e experiencia do usuario do Google
“Toda empresa que coleta e
retém dados de usuários é
uma bomba relógio de
privacidade”
 Greg Conti – autor do livro Googling
Security, professor da academia militar dos
EUA.
 Falhas crescentes vem atingindo os serviços
 7 de Março de 2009 – Google Docs
 Empresa concentra dados íntimos de todo mundo
que usa seus produtos.
 Armazenamento de logs duram 9 meses.
 Street view
 www.onedaywithoutgoogle.org.
Você confia?
OBRIGADA
karlamatosadv@ig.com.br

Marketing digital e direito do consumidor palestra

  • 1.
    MARKETING DIGITAL E DIREITODO CONSUMIDOR Karla Cristina da Costa e Silva Mattos
  • 2.
    INCERTEZAS = INSEGURANÇAS “A segunda circunstância é o que se denominou “ explosão de ignorância” (E. Denninger, Racionalidad tecnológica”, cit., p. 368), devida à monumental disponibilidade de informações forjadas em ambiente virtual , numa espécie de biblioteca universal. À medida que crescem os horizontes do saber, cresce, na mesma proporção, o leque das questões sem solução, do desconhecimento, e, mais, se incrementa a consciência da própria ignorância, a qual gera, assim, novas incertezas.( E. Denninger, Racionalidad tecnológica”, cit., p. 369.)” p.62
  • 3.
  • 4.
    QUAL É OMUNDO DA SEGURANÇA?  “O “mundo da segurança” deu lugar a um mundo de inseguranças e incertezas que, aparentemente, perdurará; em segundo lugar, a ética da autonomia ou da liberdade foi substituída por uma ética da responsabilidade ou da solidariedade; enfim, e como conseqüência das duas assertivas anteriores, a tutela da liberdade (autonomia) do indivíduo foi substituída pela noção de proteção à dignidade da pessoa humana.”P. 72
  • 5.
    INFORMAÇÃO = PODER “Abandonou-se,praticamente, a busca do conhecimento pela busca do poder: já não se adquirem instrumentos científicos e técnicos para alcançar qualquer verdade científica, mas apenas para ampliar o poder de dominação.  ( E. Denninger Racionalidad tecnológica, cit., p. 373)” p. 63.
  • 6.
    PARADOXO = PROTEGERE DISPOR “... consciência da necessidade de maior acessibilidade à rede e enfrentam a dubiedade de proteção das informações sensíveis concomitantemente com a exigência de não restrição de acesso à rede.” Zuffo
  • 7.
    ECONOMIA DA INFORMAÇÃO Ocusto de produzir a informação. Os custos fixos são destinados a pesquisas e desenvolvimento e infra- estrutura de base. Os custos variáveis são muito baixos pois dependem de distribuição e reprodução na rede. Custos de distribuição.
  • 8.
    Porat define queEconomia da informação ocorre quando o trabalho relacionado com a informação que ele designa como a criação, tratamento e divulgação começam a exceder os trabalhos relacionados com os outros três setores econômicos como economia, agricultura e indústria.
  • 9.
     Castells aofalar de economia da informação fala em nova economia formada a partir de meados do século passado e que possui cinco características:  as fontes de produtividade são cada vez mais dependentes da ciência e da tecnologia.  deslocamento da produção material para atividades ligadas ao processamento de informações  mudanças no modo de produção, na amplitude ultranacionalista do mercado de consumo fato evidenciado por uma economia global  revolução tecnológica.
  • 10.
    ECONOMIA DO CONHECIMENTO Tofler divide o desenvolvimento da sociedade em 3 ondas. A primeira delas na transição do nômade para o agrícola, a segunda na agrícola para a industrial e a terceira onda a sociedade do conhecimento “ o conhecimento passou a não ser um meio adicional de produção de riqueza, mas um meio dominante.” Ele diferencia as três ondas como sistemas diferentes de se criar riquezas.  TOFFLER, Alvin. A terceira onda. 5ed Traducao de Joao Tavora. Rio de Janeiro: Editora Record, 1980
  • 11.
    ECONOMIA DE REDE Alain Herscovici analisa que “A dupla natureza econômica dessas redes ressalta o fato de que elas são objeto de tendências contraditórias: por um lado, elas se traduzem por uma disseminação e uma “publicização” da Informação e permitem o surgimento de novas modalidades de concorrência e de apropriação de determinadas informações. Por outro lado, elas se caracterizam por importantes processos de privatização da informação e de concentração econômica, no âmbito de redes fechadas ou semifechadas. ”  Revista de economia política, vol 24, nº1 p. 95
  • 12.
  • 13.
    MERCADO ELETRÔNICO  “O mercado eletrônico inclui transações comerciais e financeiras, utilizando Internet, e- mail, faxes, intercâmbio eletrônico de dados, ( Eletronic Data Interchange, EDI) e pagamentos eletrônicos, quer essas operações sejam feitas entre varejistas e consumidor final ( Business to Commerce, B2C), quer entre fornecedores e produtores ( Business to Business B2B), ou ainda realizadas com o mercado financeiro ou então com o governo ( Business to Government B2G). (...) para que operações eletrônicas se tornem mais dominantes em nosso dia-a-dia, devem ser criadas algumas ferramentas tecnológicas que corrijam as dificuldades e falhas hoje apresentadas pela internet.” P.139-140. Zuffo
  • 14.
    COMÉRCIO ELETRÔNICO Ricardo Lorenzetti– “todas as atividades que tenham por fim o intercâmbio, por meios eletrônicos, de bens físicos e de bens digitais ou imateriais, o resultado é que teremos relações jurídicas daí oriundas”
  • 15.
    O CONSUMIDOR DOSÉCULO XXI  Independente de condição social, o indivíduo compra, e muitas vezes este ato garante a sua dignidade dentro da sociedade.  Não se compra porque necessita de um produto, mas essencialmente se compra aleatoriamente, pelo simples ato de comprar, a idéia de se contentar com o necessário se deixou com a evolução da sociedade.  Hoje o individuo compra para adquirir níveis de conforto, sempre buscando mais, representando muitas vezes, prestígio sobre os demais.
  • 16.
  • 17.
    VANTAGENS PARA OCONSUMIDOR.  economicidade de tempo e dinheiro  criação de sites para comparação de preços e até a discussão de temas de extrema relevância no cenário mundial.
  • 18.
    IDENTIDADE X REPUTAÇÃO Reputação é a opinião (uma avaliação social) do público em relação a uma pessoa, um grupo de pessoas ou uma organização.
  • 19.
    METAVERSO  Definição: “Umsimulador interativo de ambientes, acessado por múltiplos usuários através da interface online” – Edward Castronova.  “ Se o jogo Everquest fosse mundo, a cybereconomia faria um PIB entre a Rússia e a Bulgária.” (PIB US$2.076 trilhões Rússia e da Bulgária US$ 92.894 bilhões)
  • 20.
    WORLD OF WARCRAFT 62% do mercado, no Brasil atinge a marca de 83% do mercado de MMOG´s.  Blizzard Entertainment.  Lucro em pacotes de expansão.  A presença da marca.
  • 21.
    AÇÕES DE MARKETINGNO SECOND LIFE.
  • 22.
    REFLEXÃO. A taxa dedependência do jovem em relação ao metaverso é o dobro do crack.
  • 23.
    YOU TUBE  DavidWeinberger define esse tipo de negócio como metanegócio. O youtube agrega valor ao conteúdo, mas não o produz, ou seja, no metanegócio aumenta-se o valor da informação desenvolvida em outro lugar e posteriormente beneficia os provedores de informação. O youtube atrai a atenção dos consumidores para o conteúdo funcional de compartilhamento de vídeos através de sua plataforma, e ao mesmo tempo vende anúncios no site, e por outro lado, torna populares os vídeos disponibilizados.
  • 24.
    PRINCIPIO DA CONFIANÇAE DA BOA-FÉ DO CONSUMIDOR VIRTUAL  (...) as condutas na sociedade e no mercado de consumo, sejam atos, dados ou omissões, fazem nascer expectativas (agora) legitimas naqueles em que despertamos a confiança, os receptores de nossas informações ou dados.”  Confiança no comércio eletrônico e a proteção do consumidor. Um estudo dos negócios juridicos de consumo no comercio eletrônico. São Paulo: Editora Revista dos Tribunais, 2004. P. 32
  • 25.
     Boa-fé: estadopsicológico, estado exteriorizado  Presumida  Informar, não informar.  Conhecimento posterior dos riscos do produto  Informação clara e correta – principio da transparência.
  • 27.
    PUBLICIDADE = OFERTA Paga  Identifica o patrocinador  Difusão de um produto  Aliada ao consumo – promover a atividade econômica.  Não obrigatória  Honrar os compromissos da Oferta. Art. 30 CDC.  Principio da transparência art. 4º CDC, caput. Aproximar a relação econômica e uma relação mais sincera e menos danosa entre as partes.  Spam  Hábitos de consumo : cookies.
  • 28.
    CONFIANÇA  Como Luhmmandestaca, o problema não está em quem ganha a confiança, mas a maneira como ganha. A imagem, as funcionalidades gratuitas sugestionam a confiança, serve de chamariz para qualquer promoção de consumo ou comunicação.  Comportamento reiterado  Reputação da marca.
  • 29.
    Dados de SEGURANÇA: 1.Dadosficam em Data Centers secretos espalhados pelo mundo. Só nos E.U.A. são 12 no total, com mais 3 em construção. Disponibilidade de 99,99% , um total de 31 minutos em 12 meses, e o melhor resultado foi no Brasil, 3 minutos por 12 meses.
  • 30.
    2. Há múltiplascamadas de segurança para proteger os dados. 3. O investimento em infraestrutura e em datacenters é altíssima. São 2.4 bilhões de dólares gastos em 2.008. de 50 a 103 megawatts de eletricidade Aproximadamente 500 endereços de IP. 4. Todos os funcionários seguem a política Don´t be evil. São 20.222 funcionários. 5. Confiabilidade: security@google.com – chave pública para comunicação. 6. Privacidade é uma preocupação constante da empresa -20 petabytes de dados processados por dia -235 milhoes de buscas por dia -24 bilhões de resultados encontrados na pesquisa o número 1 - 10 horas de vídeo You tube enviadas por minuto. -Termo de ajustamento de conduta com o Ministério Público Federal para dar informações dos integrantes e comunidades do orkut para investigar crimes na rede social.
  • 32.
    PRIVACIDAD E. Escopo  Estadeclaração se aplica aos produtos, serviços e sites do Google (coletivamente chamados de “serviços” do Google).  O Google coleta informações pessoais quando você se cadastra em um serviço do Google e quando fornece esse tipo de informações voluntariamente.  Podemos combinar as informações pessoais fornecidas por você com as informações de outros serviços do Google ou de terceiros para proporcionar ao usuário uma experiência melhor, incluindo a personalização do conteúdo para você.  O Google usa cookies e outras tecnologias para melhorar a sua experiência on-line e para saber como você usa nossos serviços, com a finalidade de melhorar a qualidade deles.  Os servidores do Google automaticamente registram algumas informações suas quando você visita nosso website ou quando usa algum de nossos produtos, incluindo o URL, o endereço IP, o tipo de navegador e o idioma, a data e a hora de sua solicitação.
  • 33.
    PRIVACIDADE.  Usos  Assuas informações pessoais podem ser usadas no fornecimento dos serviços solicitados por você, incluindo os serviços que exibem anúncios e conteúdo personalizado.  As suas informações pessoais também podem ser usadas em auditorias, pesquisas e análises para operar e aprimorar as tecnologias e os serviços do Google.  As informações não pessoais agregadas podem ser compartilhadas com terceiros de fora do Google.  Quando trabalhamos com terceiros para nos ajudar no processamento de suas informações pessoais, exigimos que eles cumpram com a nossa Política de Privacidade e com outras medidas adequadas de segurança e de confidencialidade.  Você pode optar por não fornecer informações pessoais ou recusar os cookies em seu navegador, mas alguns de nossos recursos ou serviços podem não funcionar corretamente como decorrência disso.
  • 34.
    “ Você doaum pouco da sua privacidade e ganha algumas funcionalidades. É um fenômeno que estamos vivendo agora. Há uma enorme quantidade de informações sobre todos, nos provedores, na operadora de cartão de credito, na companhia telefônica. Precisamos muito de transparência para ajustar os usuários a gerenciar tudo isso”  Marissa Mayer – vice presidente de produtos de Busca e experiencia do usuario do Google
  • 35.
    “Toda empresa quecoleta e retém dados de usuários é uma bomba relógio de privacidade”  Greg Conti – autor do livro Googling Security, professor da academia militar dos EUA.
  • 36.
     Falhas crescentesvem atingindo os serviços  7 de Março de 2009 – Google Docs  Empresa concentra dados íntimos de todo mundo que usa seus produtos.  Armazenamento de logs duram 9 meses.  Street view  www.onedaywithoutgoogle.org. Você confia?
  • 37.