O documento discute o monitoramento eletrônico de presos no Brasil, enfatizando a necessidade de humanização do sistema prisional e a reinserção social dos condenados. Critica o modelo legal atual, sugerindo que a discussão deve se concentrar na ampliação da lei e na adoção de penas alternativas ao invés de encarceramento. Destaca a importância de seminários como o II Simpósio de Segurança Informática e Cibercrime para promover a troca de experiências e a integração de normas entre países.