Monitoramento Eletrônico
José Carlos de Araújo Almeida Filho
www.processoeletronico.com.br
jcaaf@dgaf.com.br
A Lei de Execução Penal
• Ressocialização
• Reeducação
• Assistência ao detento
• Individualização da Pena
• A LEP e seus objetivo
• O sistema prisional é a solução?
O Monitoramento
VIOLAÇÃO DE PRIVACIDADE?
VALORIZAÇÃO DA DIGNIDADE DA PESSOA
HUMANA?
Entre Privacidade e Liberdade
• O presidente nacional da Ordem dos Advogados do
Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, diz que o texto agride a
dignidade do ser humano. “O Estado está transferindo a
pena do condenado da prisão para a família. Ninguém
vai querer sair de casa com uma tornozeleira ou pulseira
eletrônica”, acredita. “Essa proposta não tem a
consistência necessária para reduzir a superpopulação
carcerária. É subjetivo.” Ophir também cita a pressão
dos empresários do setor. “Há uma insistência”,
acrescenta ele, ao informar que a OAB deve criar uma
comissão para analisar o teor do projeto. “Podemos
pedir que o presidente Lula vete parte da proposição.”
Dados do MJ e Alternativa à
Prisão
• População Carcerária: 494.237
• Número de Habitantes: 191.480.630
• População Carcerária por 100.000
habitantes: 258,11
• Quais países já implementaram essa prática?
• Hoje temos conhecimento que países como Estados Unidos,
Argentina, Colômbia, Inglaterra, França, Alemanha, Bélgica, Itália,
Suécia, Portugal, Espanha, Escócia, Austrália, África do Sul e Israel
já utilizam a tecnologia para monitorar pessoas apenadas, claro que
cada país com a sua especificidade.
Alternativa
• FONTE: MINISTÉRIO DA JUSTIÇA
• Em que casos o monitoramento eletrônico poderia ser aplicado
como pena?
• Os projetos de Lei em trâmite no Congresso Nacional (PLS nºs
165/2007 e 175/2007, PLC nºs 337/2007, 641/2007, 1288/2007,
3648/2008 entre outros) prevêem a utilização por presos
condenados ou em progressão para os regimes semi-aberto e
aberto, e ainda nos casos de saídas temporárias. Há a possibilidade
da utilização como forma alternativa a prisão nos casos de crimes
de menor potencial ofensivo.
• A questão a ser debatida: privacidade x liberdade? E liberdade
ainda que vigiada. Dados mostram que a prisão não é medida
saudável e não conduz aos objetivos da LEP.

Monitoramento Eletrônico

  • 1.
    Monitoramento Eletrônico José Carlosde Araújo Almeida Filho www.processoeletronico.com.br jcaaf@dgaf.com.br
  • 2.
    A Lei deExecução Penal • Ressocialização • Reeducação • Assistência ao detento • Individualização da Pena • A LEP e seus objetivo • O sistema prisional é a solução?
  • 3.
    O Monitoramento VIOLAÇÃO DEPRIVACIDADE? VALORIZAÇÃO DA DIGNIDADE DA PESSOA HUMANA?
  • 4.
    Entre Privacidade eLiberdade • O presidente nacional da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Ophir Cavalcante, diz que o texto agride a dignidade do ser humano. “O Estado está transferindo a pena do condenado da prisão para a família. Ninguém vai querer sair de casa com uma tornozeleira ou pulseira eletrônica”, acredita. “Essa proposta não tem a consistência necessária para reduzir a superpopulação carcerária. É subjetivo.” Ophir também cita a pressão dos empresários do setor. “Há uma insistência”, acrescenta ele, ao informar que a OAB deve criar uma comissão para analisar o teor do projeto. “Podemos pedir que o presidente Lula vete parte da proposição.”
  • 5.
    Dados do MJe Alternativa à Prisão • População Carcerária: 494.237 • Número de Habitantes: 191.480.630 • População Carcerária por 100.000 habitantes: 258,11 • Quais países já implementaram essa prática? • Hoje temos conhecimento que países como Estados Unidos, Argentina, Colômbia, Inglaterra, França, Alemanha, Bélgica, Itália, Suécia, Portugal, Espanha, Escócia, Austrália, África do Sul e Israel já utilizam a tecnologia para monitorar pessoas apenadas, claro que cada país com a sua especificidade.
  • 6.
    Alternativa • FONTE: MINISTÉRIODA JUSTIÇA • Em que casos o monitoramento eletrônico poderia ser aplicado como pena? • Os projetos de Lei em trâmite no Congresso Nacional (PLS nºs 165/2007 e 175/2007, PLC nºs 337/2007, 641/2007, 1288/2007, 3648/2008 entre outros) prevêem a utilização por presos condenados ou em progressão para os regimes semi-aberto e aberto, e ainda nos casos de saídas temporárias. Há a possibilidade da utilização como forma alternativa a prisão nos casos de crimes de menor potencial ofensivo. • A questão a ser debatida: privacidade x liberdade? E liberdade ainda que vigiada. Dados mostram que a prisão não é medida saudável e não conduz aos objetivos da LEP.