Celia Regina de Gouveia Souza
Instituto Geológico-SMA/SP e Programa de Pós-Graduação em
Geografia Física-FFLCH/USP
celiagouveia@gamil.com; celia@sp.gov.br
XVI Congresso da ABEQUA, Bertioga/SP – 21 a 26/10/2017
Erosão Costeira
✓ A Erosão Costeira/Praial (processo natural) pode ser
classificada como Crônica ou Aguda (e.g. Mangor et al.
2017).
✓ Erosão Crônica: normalmente se desenvolve de forma
progressiva e constante ao longo dos anos e se dá devido
ao déficit no balanço sedimentar em determinada célula
costeira.
✓ Erosão Aguda: resultado de eventos extremos, como
ressacas (ondas com alturas superiores às
predominantemente incidentes) e marés meteorológicas
positivas (sobrelevações do nível do mar de curto
período), cujo efeito é a migração do perfil praial no
sentido do continente e a remoção de grandes quantidades
de areia para o perfil emerso da praia (e.g. Souza 2009,
2012).
Praias com Indícios de Erosão Costeira Crônica
(Souza & Suguio, 1996)
Indicadores de Erosão Costeira: 11 tipos
I Pós-praia muito estreita ou inexistente devido à inundação pelas preamares de sizígia (praias urbanizadas ou não).
II
Retrogradação geral da linha de costa nas últimas décadas, com franca diminuição da largura da praia, em toda a sua extensão
ou mais acentuadamente em determinados locais dela (praias urbanizadas ou não).
III
Erosão progressiva de depósitos marinhos e/ou eólicos pleistocênicos a atuais que bordejam as praias, sem o desenvolvimento de
falésias (praias urbanizadas ou não).
IV
Intensa erosão de depósitos marinhos e/ou eólicos pleistocênicos a atuais que bordejam as praias, provocando o desenvolvimento
de falésias com alturas de até dezenas de metros (praias urbanizadas ou não).
V
Destruição de faixas frontais de vegetação de “restinga” ou de manguezal e/ou presença de raízes e troncos em posição de vida
soterrados na praia, causados pela erosão acentuada ou o soterramento da vegetação devido à retrogradação/migração da
linha de costa sobre o continente.
VI
Exumação e erosão de depósitos paleolagunares, turfeiras, arenitos de praia, depósitos marinhos holocênicos e pleistocênicos, ou
embasamento sobre o estirâncio e/ou a face litorânea atuais, devido à remoção das areias praiais por erosão costeira e
déficit sedimentar extremamente negativo (praias urbanizadas ou não).
VII
Freqüente exposição de “terraços ou falésias artificiais”, apresentando pacotes de espessura até métrica de camadas sucessivas
de aterro erodido e soterrado por camadas de areias praiais/eólicas, no contato entre a praia e a área urbanizada.
VIII
Destruição de estruturas artificiais construídas sobre os depósitos marinhos ou eólicos holocênicos, a pós-praia, o estirâncio, as
faces praial e litorânea, a zona de surfe/arrebentação e/ou ao largo.
IX
Retomada erosiva de antigas plataformas de abrasão marinha, elevadas de +2 a +6 m, formadas sobre rochas do embasamento
ígneo-metamórfico précambriano a mesozóico, em épocas em que o nível do mar encontrava-se acima do atual, durante o
Holoceno e o final do Pleistoceno (praias urbanizadas ou não).
X
Presença de concentrações de minerais pesados em determinados trechos da praia, em associação com outros indicadores
erosivos (praias urbanizadas ou não).
XI
Desenvolvimento de embaíamentos formados pela presença de correntes de retorno concentradas e de zona de barlamar ou
centros de divergência de células de deriva litorânea localizados em local(s) mais ou menos fixo(s) da linha de costa.
I
Pós-praia muito estreita ou
inexistente devido à
inundação pelas preamares
de sizígia (praias
urbanizadas ou não)
Pr. Gonzaguinha
Pr. Barra Seca (jan/2016) Ponta da Praia (Santos,
nov/2013)
II
Retração ou recuo
geral da linha de costa
nas últimas décadas,
com franca diminuição
da largura da praia
(praias urbanizadas ou
não)
1910
2010
Fotografias
Aéreas
Área (m²) Retração
(m)
1962 53,680
1994 53,162 13,94
2001 50,397 11,07
39 anos 3,283 24,96
Taxa de Recuo Pr. Gonzaguinha (1962-2001): 0,64 m/ano
Se tudo continuar como estava até 2001... Desapareceria até 2100 !!
Q
ENTRE 1962-2009:
 Tx Recuo (praia toda) =
-0,14 m/ano
 Tx Recuo Stos-23 = -0,35
m/ano
Ponta da Praia de Santos
Pr. Itaguaré
Foz do R. Itaguaré
III
Erosão progressiva de depósitos
marinhos e/ou eólicos
pleistocênicos a atuais que
bordejam as praias, sem o
desenvolvimento de falésias
(praias urbanizadas ou não)
IV
Intensa erosão de depósitos
marinhos e/ou eólicos
pleistocênicos a atuais que
bordejam as praias, provocando
o desenvolvimento de falésias
com alturas de vários metros
(praias urbanizadas ou não)
Pr. Juréia (Iguape)
V
Destruição de faixas
frontais de vegetação de
restinga ou de manguezal,
presença de raízes e
troncos em posição de
vida soterrados na praia
VI
Exumação e erosão de
terraços marinhos
holocênicos e
pleistocênicos, depósitos
paleolagunares-estuarinos
sobre o estirâncio e/ou a
face litorânea atuais
Pr. Juréia (Iguape)
Pr. Enseada (Caraguatatuba)
VIII
Destruição de estruturas
artificiais construídas sobre
os depósitos marinhos ou
eólicos holocênicos, a pós-
praia, o estirâncio, a face
litorânea e/ou a zona de
surfe
Pr. Itanhaém
Pr. Massaguaçu
Pr. Enseada(Guarujá)
VII
Frequente exposição de “terraços ou falésias artificiais”,
apresentando pacotes de espessura até métrica, formados
por camadas sucessivas de aterros erodidos, soterradas
por camadas de areias praiais/eólicas.
Pr. Itanhaém
Pr. Maresias
IX
Retomada erosiva de antigas plataformas de abrasão
marinha, elevadas de +2 a +6 m, formadas sobre rochas do
embasamento ígneo-metamórfico précambriano a
mesozóico, em épocas em que o nível do mar encontrava-se
acima do atual, durante o Holoceno e o final do Pleistoceno
X
Presença de concentrações de minerais pesados em
determinados trechos da praia, em associação com outras
evidências erosivas
Pr. Juréia (Iguape)
Pr. Iperoig
XI
Desenvolvimento de embaíamentos formados
pela presença de correntes de retorno
concentradas e de zona de barlamar ou centros
de divergência de células de deriva litorânea
localizados em local(s) mais ou menos fixo(s) da
linha de costa
Após fortes ressacas em 2007...
Pr. Maresias
R = Nº Indicadores de Erosão Costeira x Distribuição Espacial na Praia
Risco = Probabilidade x Consequências ou Danos Potenciais
Considerando que o NM está subindo, NÃO HÁ PRAIAS SEM RISCO!
Mapa de Risco à Erosão Costeira
MA = 28,3% A = 23,2%
M = 26,3% B = 21,2%
MB = 1%
Em relação a 2012, 15 praias mudaram
de estado:
9 aumentaram o grau de risco em até
dois patamares (1 - Ubatuba, 5 – S.
Sebastião, 1 - Cananéia);
6 diminuíram em um patamar (3 -
Ubatuba, 1 – S. Sebastião, 2 - Guarujá).
Mapa de Risco à Erosão Costeira:
Variação Temporal
nº Praias 99 90 87 79
ANO 2017 2012 2007 2002
Classificação % % % %
MA 28,3 33,0 33,3 22,8
A 23,2 19,0 20,7 19,0
M 26,3 29,0 25,3 30,4
B 21,2 17,0 18,4 22,8
MB 1,0 2,0 2,3 5,0
TODO
LITORAL
Risco à Erosão Costeira: Litoral Norte
67 praias
(8 novas):
MA = 22,4%
A = 23,9%
M = 25,4%
B = 26,9
MB = 1,5%
Em relação a 2012...
➢ 6 aumentaram o grau de risco
em até dois patamares: 1 em
Ubatuba e 5 em S. Sebastião
➢ 4 diminuíram o grau de risco
em um patamar: 3 em
Ubatuba, 1 em S. Sebastião
ANO 2017 2012 2007 2002
MA + A 46,3% 46,5% 40,3% 30%
Pr. Barra Seca
(Tx Recuo = 0,78 m/ano)
Risco à Erosão Costeira: Baixada Santista
23 praias (1 nova):
MA = 37,5%
A = 25%
M = 25%
B = 12,5%
MB = 0%
Em relação a 2012...
➢ 2 diminuíram o grau de risco
em um patamar: Guarujá
ANO 2017 2012 2007 2002
MA + A 62,5% 65% 68,2% 52,4%
Pr. Gonzaguinha
Tx Recuo = 0,64 m/ano
Risco à Erosão Costeira: Litoral Sul
Em relação a 2012...
1 aumentou o grau de risco em até dois
patamares: Cananéia
ANO 2017 2012 2007 2002
MA + A 62,5% 62,5% 62,5% 52,4%
8 praias:
MA = 50%
A = 12,5%
M = 37,5%
B = 0%
MB = 0%
PPDC para Erosão Costeira, Inundações Costeiras e
Enchentes/Alagamentos causados por Eventos Meteorológicos-
Oceanográficos Extremos, como Ressacas e Marés Altas

Mapa Risco - Erosão Costeira 2017

  • 1.
    Celia Regina deGouveia Souza Instituto Geológico-SMA/SP e Programa de Pós-Graduação em Geografia Física-FFLCH/USP celiagouveia@gamil.com; celia@sp.gov.br XVI Congresso da ABEQUA, Bertioga/SP – 21 a 26/10/2017
  • 2.
    Erosão Costeira ✓ AErosão Costeira/Praial (processo natural) pode ser classificada como Crônica ou Aguda (e.g. Mangor et al. 2017). ✓ Erosão Crônica: normalmente se desenvolve de forma progressiva e constante ao longo dos anos e se dá devido ao déficit no balanço sedimentar em determinada célula costeira. ✓ Erosão Aguda: resultado de eventos extremos, como ressacas (ondas com alturas superiores às predominantemente incidentes) e marés meteorológicas positivas (sobrelevações do nível do mar de curto período), cujo efeito é a migração do perfil praial no sentido do continente e a remoção de grandes quantidades de areia para o perfil emerso da praia (e.g. Souza 2009, 2012).
  • 3.
    Praias com Indíciosde Erosão Costeira Crônica (Souza & Suguio, 1996)
  • 4.
    Indicadores de ErosãoCosteira: 11 tipos I Pós-praia muito estreita ou inexistente devido à inundação pelas preamares de sizígia (praias urbanizadas ou não). II Retrogradação geral da linha de costa nas últimas décadas, com franca diminuição da largura da praia, em toda a sua extensão ou mais acentuadamente em determinados locais dela (praias urbanizadas ou não). III Erosão progressiva de depósitos marinhos e/ou eólicos pleistocênicos a atuais que bordejam as praias, sem o desenvolvimento de falésias (praias urbanizadas ou não). IV Intensa erosão de depósitos marinhos e/ou eólicos pleistocênicos a atuais que bordejam as praias, provocando o desenvolvimento de falésias com alturas de até dezenas de metros (praias urbanizadas ou não). V Destruição de faixas frontais de vegetação de “restinga” ou de manguezal e/ou presença de raízes e troncos em posição de vida soterrados na praia, causados pela erosão acentuada ou o soterramento da vegetação devido à retrogradação/migração da linha de costa sobre o continente. VI Exumação e erosão de depósitos paleolagunares, turfeiras, arenitos de praia, depósitos marinhos holocênicos e pleistocênicos, ou embasamento sobre o estirâncio e/ou a face litorânea atuais, devido à remoção das areias praiais por erosão costeira e déficit sedimentar extremamente negativo (praias urbanizadas ou não). VII Freqüente exposição de “terraços ou falésias artificiais”, apresentando pacotes de espessura até métrica de camadas sucessivas de aterro erodido e soterrado por camadas de areias praiais/eólicas, no contato entre a praia e a área urbanizada. VIII Destruição de estruturas artificiais construídas sobre os depósitos marinhos ou eólicos holocênicos, a pós-praia, o estirâncio, as faces praial e litorânea, a zona de surfe/arrebentação e/ou ao largo. IX Retomada erosiva de antigas plataformas de abrasão marinha, elevadas de +2 a +6 m, formadas sobre rochas do embasamento ígneo-metamórfico précambriano a mesozóico, em épocas em que o nível do mar encontrava-se acima do atual, durante o Holoceno e o final do Pleistoceno (praias urbanizadas ou não). X Presença de concentrações de minerais pesados em determinados trechos da praia, em associação com outros indicadores erosivos (praias urbanizadas ou não). XI Desenvolvimento de embaíamentos formados pela presença de correntes de retorno concentradas e de zona de barlamar ou centros de divergência de células de deriva litorânea localizados em local(s) mais ou menos fixo(s) da linha de costa.
  • 5.
    I Pós-praia muito estreitaou inexistente devido à inundação pelas preamares de sizígia (praias urbanizadas ou não) Pr. Gonzaguinha Pr. Barra Seca (jan/2016) Ponta da Praia (Santos, nov/2013)
  • 6.
    II Retração ou recuo geralda linha de costa nas últimas décadas, com franca diminuição da largura da praia (praias urbanizadas ou não) 1910 2010
  • 7.
    Fotografias Aéreas Área (m²) Retração (m) 196253,680 1994 53,162 13,94 2001 50,397 11,07 39 anos 3,283 24,96 Taxa de Recuo Pr. Gonzaguinha (1962-2001): 0,64 m/ano Se tudo continuar como estava até 2001... Desapareceria até 2100 !!
  • 8.
    Q ENTRE 1962-2009:  TxRecuo (praia toda) = -0,14 m/ano  Tx Recuo Stos-23 = -0,35 m/ano Ponta da Praia de Santos
  • 9.
    Pr. Itaguaré Foz doR. Itaguaré III Erosão progressiva de depósitos marinhos e/ou eólicos pleistocênicos a atuais que bordejam as praias, sem o desenvolvimento de falésias (praias urbanizadas ou não) IV Intensa erosão de depósitos marinhos e/ou eólicos pleistocênicos a atuais que bordejam as praias, provocando o desenvolvimento de falésias com alturas de vários metros (praias urbanizadas ou não) Pr. Juréia (Iguape)
  • 10.
    V Destruição de faixas frontaisde vegetação de restinga ou de manguezal, presença de raízes e troncos em posição de vida soterrados na praia VI Exumação e erosão de terraços marinhos holocênicos e pleistocênicos, depósitos paleolagunares-estuarinos sobre o estirâncio e/ou a face litorânea atuais Pr. Juréia (Iguape) Pr. Enseada (Caraguatatuba)
  • 11.
    VIII Destruição de estruturas artificiaisconstruídas sobre os depósitos marinhos ou eólicos holocênicos, a pós- praia, o estirâncio, a face litorânea e/ou a zona de surfe Pr. Itanhaém Pr. Massaguaçu Pr. Enseada(Guarujá)
  • 12.
    VII Frequente exposição de“terraços ou falésias artificiais”, apresentando pacotes de espessura até métrica, formados por camadas sucessivas de aterros erodidos, soterradas por camadas de areias praiais/eólicas. Pr. Itanhaém Pr. Maresias
  • 13.
    IX Retomada erosiva deantigas plataformas de abrasão marinha, elevadas de +2 a +6 m, formadas sobre rochas do embasamento ígneo-metamórfico précambriano a mesozóico, em épocas em que o nível do mar encontrava-se acima do atual, durante o Holoceno e o final do Pleistoceno
  • 14.
    X Presença de concentraçõesde minerais pesados em determinados trechos da praia, em associação com outras evidências erosivas Pr. Juréia (Iguape) Pr. Iperoig
  • 15.
    XI Desenvolvimento de embaíamentosformados pela presença de correntes de retorno concentradas e de zona de barlamar ou centros de divergência de células de deriva litorânea localizados em local(s) mais ou menos fixo(s) da linha de costa Após fortes ressacas em 2007... Pr. Maresias
  • 16.
    R = NºIndicadores de Erosão Costeira x Distribuição Espacial na Praia Risco = Probabilidade x Consequências ou Danos Potenciais Considerando que o NM está subindo, NÃO HÁ PRAIAS SEM RISCO!
  • 17.
    Mapa de Riscoà Erosão Costeira MA = 28,3% A = 23,2% M = 26,3% B = 21,2% MB = 1% Em relação a 2012, 15 praias mudaram de estado: 9 aumentaram o grau de risco em até dois patamares (1 - Ubatuba, 5 – S. Sebastião, 1 - Cananéia); 6 diminuíram em um patamar (3 - Ubatuba, 1 – S. Sebastião, 2 - Guarujá).
  • 18.
    Mapa de Riscoà Erosão Costeira: Variação Temporal nº Praias 99 90 87 79 ANO 2017 2012 2007 2002 Classificação % % % % MA 28,3 33,0 33,3 22,8 A 23,2 19,0 20,7 19,0 M 26,3 29,0 25,3 30,4 B 21,2 17,0 18,4 22,8 MB 1,0 2,0 2,3 5,0 TODO LITORAL
  • 19.
    Risco à ErosãoCosteira: Litoral Norte 67 praias (8 novas): MA = 22,4% A = 23,9% M = 25,4% B = 26,9 MB = 1,5% Em relação a 2012... ➢ 6 aumentaram o grau de risco em até dois patamares: 1 em Ubatuba e 5 em S. Sebastião ➢ 4 diminuíram o grau de risco em um patamar: 3 em Ubatuba, 1 em S. Sebastião ANO 2017 2012 2007 2002 MA + A 46,3% 46,5% 40,3% 30% Pr. Barra Seca (Tx Recuo = 0,78 m/ano)
  • 20.
    Risco à ErosãoCosteira: Baixada Santista 23 praias (1 nova): MA = 37,5% A = 25% M = 25% B = 12,5% MB = 0% Em relação a 2012... ➢ 2 diminuíram o grau de risco em um patamar: Guarujá ANO 2017 2012 2007 2002 MA + A 62,5% 65% 68,2% 52,4% Pr. Gonzaguinha Tx Recuo = 0,64 m/ano
  • 21.
    Risco à ErosãoCosteira: Litoral Sul Em relação a 2012... 1 aumentou o grau de risco em até dois patamares: Cananéia ANO 2017 2012 2007 2002 MA + A 62,5% 62,5% 62,5% 52,4% 8 praias: MA = 50% A = 12,5% M = 37,5% B = 0% MB = 0%
  • 22.
    PPDC para ErosãoCosteira, Inundações Costeiras e Enchentes/Alagamentos causados por Eventos Meteorológicos- Oceanográficos Extremos, como Ressacas e Marés Altas