Zonas Costeiras Ocupação Antrópica
“ O mar está a «comer» grande parte da costa portuguesa e a colocar em risco muitas populações, que há alguns anos construíram ou compraram habitações a alguns metros da praia e, algumas delas, têm apenas um muro a dividi-las das ondas do mar.” Imagine o que aconteceria se o nível médio das águas do mar subisse repentinamente, apanhando a população de surpresa -  Como prevenir este tipo de situações? Situação-problema
Ocupação Antrópica  consiste na ocupação de grandes zonas da superfície terrestre pelo Homem com consequente modificação das paisagens naturais.   Zonas Costeiras   ou   Zonas de Orla Marinha  caracterizam-se por uma intensa actividade geológica estimulada pelo mar. A evolução do litoral (avanço do mar, e consequente recuo da linha de costa) tanto pode ter causas  naturais , como  antrópicas , sendo estas últimas as mais significativas.
A alternância entre períodos de glaciação  e interglaciação; A deformação das margens continentais provocada por movimentos tectónicos. Causas Naturais
Agravamento do efeito de estufa provocado pelo excesso de produção de CO 2  e consequente aumento do nível médio da água do mar; Diminuição da quantidade de sedimentos devido à construção de barragens nos rios; Destruição de dunas; Extracção de inertes para a construção civil. Causas Antrópicas
Por vezes, há um desgaste do material da superfície continental em determinadas zonas costeiras e a sua deposição noutros locais, provocado por: -  movimentação das ondas; -  subida e a descida das marés; -  correntes marinhas.
A  erosão  e a  deposição  dos sedimentos originam formas de relevo, das quais de salientam as: Praias, que resultam da acumulação de sedimentos; Arribas, resultantes da intensa erosão marinha.
zonas baixas onde ocorre a acumulação de sedimentos de varias dimensões. grande maioria delas é de origem fluvial.  Praias Em algumas, existem dunas litorais que impedem o avanço do mar para o interior e que constituem ecossistemas únicos de grande biodiversidade.
O efeito da erosão marinha faz-se sentir de uma forma notável. são faixas de litoral escarpado, muito  íngreme; constituídas por material rochoso  consolidado; com escassa cobertura vegetal. Arribas
Na faixa litoral, em especial nas arribas, ocorrem fenómenos de   abrasão marinha . E na base das arribas, existem por vezes,   plataformas   de   abrasão .
Exemplo: É o desgaste provocado pelo constante rebentamento das ondas (transportam sobretudo partículas sólidas) nas rochas.   No Algarve, na praia de Benagil, existia uma gruta onde hoje é a praia, caiu em 1987 por fenómenos de abrasão marinha.   Abrasão Marinha
Exemplo: Plataforma de erosão marinha adjacente (parcialmente coberta de areias). A sul da Praia de S. Paio, Labruge, Vila do Conde .   São superfícies relativamente planas e próximas do nível do mar onde se encontram sedimentos de grandes dimensões que resultam do desmoronamento das arribas.  Plataformas de Abrasão
A geologia avalia a natureza das rochas e sedimentos criando uma classificação baseada no comportamento e escala de dureza dos minerais que a compõem.   Natureza das Rochas
A energia trazida por estas, é dissipada não só contra as rochas, mas também na turbulência e fricção causada no fundo e no movimento de sedimentos que são colocados em suspensão.   A linha de costa está em constante alteração, devido a acção continua de erosão, provocada pelas ondas.  O resultado final da constante inter-relação entre as forças erosiva e forças deposicionais é uma grande variedade de linhas de costa e formas costeiras.   Transporte e deposição de sedimentos
Em Portugal, a linha de costa está a recuar em praticamente toda a sua extensão, ameaçando construções, colocando em risco a vida e os bens das populações e provocando desequilíbrios nos ecossistemas. Ordenamento do território; Construção de paredões, esporões e quebra-mares; Estabilização de arribas; Alimentação artificial das praias com inertes;  Recuperação de dunas. Medidas que ajudam a combater a erosão do litoral:
Paredões ,  estruturas paralelas à linha de costa, destinam-se a evitar o efeito abrasivo sobre a linha de costa.   Esporões ,  estruturas transversais, destinam-se a evitar o arrastamento de sedimentos e areias.  Citamos um exemplo da sua utilização:   Têm sido construídos sistematicamente para protecção da costa ocidental norte de Portugal. Esmoriz é uma pequena cidade piscatória do concelho de Ovar onde estas protecções se têm manifestado ineficazes perante o avanço do mar.  Quebra-mares , estruturas aderentes ou destacadas.
Baseia-se, num conjunto de processos integrados de organização do espaço biofísico, tendo como objectivo a sua ocupação, utilização e transformação de acordo com as capacidades do referido espaço.  Ordenamento do território
Integra-se num conceito mais vasto que é o de risco natural. Outros termos como risco ambiental e risco tecnológico estão também interligados, havendo situações em que estes conceitos se sobrepõem parcialmente. Para ilustrar a relação entre estes diferentes conceitos, apenas a título de exemplo, as chuvas torrenciais podem levar a situações de cheias numa determinada região e devem ser consideradas um risco natural .   Risco Geologico
Martins, J. Apontamentos 06/07 – 20/02/07 http://pt.wikipedia.org/wiki/Abras%C3%A3o_marinha   -20/02/08 http://www.ipv.pt/millenium/ect7_hmsp.htm - 21/02/08 ___________
Trabalho realizado por: Juliana Nº 9 Janete Nº8 Hugo Nº7 Sandra Nº17 Susana Nº23 11ºC

ApresentaçãO1

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    “ O marestá a «comer» grande parte da costa portuguesa e a colocar em risco muitas populações, que há alguns anos construíram ou compraram habitações a alguns metros da praia e, algumas delas, têm apenas um muro a dividi-las das ondas do mar.” Imagine o que aconteceria se o nível médio das águas do mar subisse repentinamente, apanhando a população de surpresa - Como prevenir este tipo de situações? Situação-problema
  • 3.
    Ocupação Antrópica consiste na ocupação de grandes zonas da superfície terrestre pelo Homem com consequente modificação das paisagens naturais. Zonas Costeiras ou Zonas de Orla Marinha caracterizam-se por uma intensa actividade geológica estimulada pelo mar. A evolução do litoral (avanço do mar, e consequente recuo da linha de costa) tanto pode ter causas naturais , como antrópicas , sendo estas últimas as mais significativas.
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    A alternância entreperíodos de glaciação e interglaciação; A deformação das margens continentais provocada por movimentos tectónicos. Causas Naturais
  • 5.
    Agravamento do efeitode estufa provocado pelo excesso de produção de CO 2 e consequente aumento do nível médio da água do mar; Diminuição da quantidade de sedimentos devido à construção de barragens nos rios; Destruição de dunas; Extracção de inertes para a construção civil. Causas Antrópicas
  • 6.
    Por vezes, háum desgaste do material da superfície continental em determinadas zonas costeiras e a sua deposição noutros locais, provocado por: - movimentação das ondas; - subida e a descida das marés; - correntes marinhas.
  • 7.
    A erosão e a deposição dos sedimentos originam formas de relevo, das quais de salientam as: Praias, que resultam da acumulação de sedimentos; Arribas, resultantes da intensa erosão marinha.
  • 8.
    zonas baixas ondeocorre a acumulação de sedimentos de varias dimensões. grande maioria delas é de origem fluvial. Praias Em algumas, existem dunas litorais que impedem o avanço do mar para o interior e que constituem ecossistemas únicos de grande biodiversidade.
  • 9.
    O efeito daerosão marinha faz-se sentir de uma forma notável. são faixas de litoral escarpado, muito íngreme; constituídas por material rochoso consolidado; com escassa cobertura vegetal. Arribas
  • 10.
    Na faixa litoral,em especial nas arribas, ocorrem fenómenos de abrasão marinha . E na base das arribas, existem por vezes, plataformas de abrasão .
  • 11.
    Exemplo: É odesgaste provocado pelo constante rebentamento das ondas (transportam sobretudo partículas sólidas) nas rochas. No Algarve, na praia de Benagil, existia uma gruta onde hoje é a praia, caiu em 1987 por fenómenos de abrasão marinha. Abrasão Marinha
  • 12.
    Exemplo: Plataforma deerosão marinha adjacente (parcialmente coberta de areias). A sul da Praia de S. Paio, Labruge, Vila do Conde . São superfícies relativamente planas e próximas do nível do mar onde se encontram sedimentos de grandes dimensões que resultam do desmoronamento das arribas. Plataformas de Abrasão
  • 13.
    A geologia avaliaa natureza das rochas e sedimentos criando uma classificação baseada no comportamento e escala de dureza dos minerais que a compõem. Natureza das Rochas
  • 14.
    A energia trazidapor estas, é dissipada não só contra as rochas, mas também na turbulência e fricção causada no fundo e no movimento de sedimentos que são colocados em suspensão. A linha de costa está em constante alteração, devido a acção continua de erosão, provocada pelas ondas. O resultado final da constante inter-relação entre as forças erosiva e forças deposicionais é uma grande variedade de linhas de costa e formas costeiras. Transporte e deposição de sedimentos
  • 15.
    Em Portugal, alinha de costa está a recuar em praticamente toda a sua extensão, ameaçando construções, colocando em risco a vida e os bens das populações e provocando desequilíbrios nos ecossistemas. Ordenamento do território; Construção de paredões, esporões e quebra-mares; Estabilização de arribas; Alimentação artificial das praias com inertes; Recuperação de dunas. Medidas que ajudam a combater a erosão do litoral:
  • 16.
    Paredões , estruturas paralelas à linha de costa, destinam-se a evitar o efeito abrasivo sobre a linha de costa. Esporões , estruturas transversais, destinam-se a evitar o arrastamento de sedimentos e areias. Citamos um exemplo da sua utilização: Têm sido construídos sistematicamente para protecção da costa ocidental norte de Portugal. Esmoriz é uma pequena cidade piscatória do concelho de Ovar onde estas protecções se têm manifestado ineficazes perante o avanço do mar. Quebra-mares , estruturas aderentes ou destacadas.
  • 17.
    Baseia-se, num conjuntode processos integrados de organização do espaço biofísico, tendo como objectivo a sua ocupação, utilização e transformação de acordo com as capacidades do referido espaço. Ordenamento do território
  • 18.
    Integra-se num conceitomais vasto que é o de risco natural. Outros termos como risco ambiental e risco tecnológico estão também interligados, havendo situações em que estes conceitos se sobrepõem parcialmente. Para ilustrar a relação entre estes diferentes conceitos, apenas a título de exemplo, as chuvas torrenciais podem levar a situações de cheias numa determinada região e devem ser consideradas um risco natural .  Risco Geologico
  • 19.
    Martins, J. Apontamentos06/07 – 20/02/07 http://pt.wikipedia.org/wiki/Abras%C3%A3o_marinha -20/02/08 http://www.ipv.pt/millenium/ect7_hmsp.htm - 21/02/08 ___________
  • 20.
    Trabalho realizado por:Juliana Nº 9 Janete Nº8 Hugo Nº7 Sandra Nº17 Susana Nº23 11ºC