O documento discute a superexposição midiática da igreja evangélica, abordando os riscos associados à busca por audiência e à sensationalização da fé. A autora enfatiza a importância de usar os meios de comunicação de forma sábia e prudente, mantendo a essência do evangelho sem recorrer ao sensacionalismo. Também é destacado que a reputação da igreja deve ser construída com base em ações positivas e na pregação responsável da mensagem de Cristo.