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As 10 marcas de uma Igreja Poderosa
digg
Meus amados e queridos irmãos em Cristo Jesus, a
Paz do Senhor!
Nesta oportunidade estaremos desenvolvendo um tema de
extrema atualidade que é as marcas que caracterizam uma
Igreja genuína que é o poder de Deus.
Sem a vitalidade e o dinamismo aqueles que são “tirados
para fora” não pode fazer jus ao seu significado
etimológico ( Igreja).
1- SERVIÇO - “Vós bem sabeis como foi que me conduzi
entre vós em todo o tempo, desde o primeiro dia em que
entrei na Ásia, servindo ao Senhor com toda a humildade,
lágrimas e provações que, pelas ciladas dos judeus, me
sobrevieram,”.
O maior exemplo e a melhor definição sobre serviço foram dados por Jesus, quando disse: “Pois o Filho do
homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.
” (Mc 10.45) O pecado destruiu esta característica natural e espontânea dos seres humanos. O que deveria ser
algo prazeroso e desejável, tornou-se uma atitude a ser conquistada com muito esforço.
Pela fé e fortalecido pelo poder do Espírito Santo de Deus somos chamados a servir às pessoas e à obra de
Deus, servindo ao Senhor com toda humildade, lágrimas e provações. Há um grande preço a ser pago, mas
também há uma grande recompensa.
Vejamos agora “As 10 marcas de uma Igreja poderosa”
2 - PREGAÇÃO - “jamais deixando de vos anunciar cousa alguma proveitosa e de vo-la ensinar publicamente e
também de casa em casa,…Agora, eu sei que todos vós, em cujo meio passei pregando o reino, não vereis mais
o meu rosto. Portanto, eu vos protesto, no dia de hoje, que estou limpo do sangue de todos; porque jamais deixei
de vos anunciar todo o desígnio de Deus.” (At 20.20,12,25-27). “E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação,
pela palavra de Cristo.” (Rm 10.17) A pregação é o alicerce sobre o qual a Igreja é edificada. Qualquer ação ou
serviço, sem uma doutrina correta, torna-se um trabalho em vão e até mesmo uma heresia.
3 - MANIFESTAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO - “E, agora, constrangido em meu espírito, vou para Jerusalém, não
sabendo o que ali me acontecerá, senão que o Espírito Santo, de cidade em cidade, me assegura que me
esperam cadeias e tribulações.” ( At 20.22-23). “Ora, os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo. E há
também diversidade nos serviços, mas o Senhor é o mesmo. E há diversidade nas realizações, mas o mesmo
Deus é quem opera tudo em todos. A manifestação é concedida a cada um visando um fim proveitoso.” (1 Co
12.4-7). Sem a presença e as manifestações do Espírito Santo a Igreja não passa de um corpo sem vida, inútil.
4 - COMPROMISSO - “Porém em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a
minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus.” (At
20.24) O Apóstolo Paulo expressa diante dos presbíteros de Éfeso, reunidos no “Retiro Espiritual de Mileto”, do
seu compromisso com a causa que ele um dia abraçou no Caminho de Damasco. A Igreja depende para o seu
desenvolvimento do Compromisso de sua Liderança e de seus membros. “Ninguém que, tendo posto a mão no
arado, olha para trás é apto para o reino de Deus.” (Lc 9.62)
5 - PASTOREIO - “Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para
pastoreardes a Igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue.” (At 20.28) “Tende cuidado,
irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus
vivo; pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum
de vós seja endurecido pelo engano do pecado.” (Hb 3.12,13) A saúde espiritual da Igreja depende da
mutualidade de seus membros. A Liderança tem o papel de ser modelo do rebanho, mas não de exercer sozinha
o pastoreio.
6 - PERSEGUIÇÃO - “Eu sei que, depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes, que não
pouparão o rebanho. E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando cousas pervertidas para arrastar
os discípulos atrás deles.” (At 20.29,30) “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor,
como leão que ruge procurando alguém para devorar.” (1 Pe 5.7) A perseguição é conseqüência da ação da
Igreja. Não devemos desejar ser perseguidos, mas temos que obrigatoriamente nos preparar para ela.
7 – ORAÇÃO - “Portanto, vigiai, lembrando-vos de que, por três anos, noite e dia, não cessei de admoestar, com
lágrimas, a cada um…Tendo dito estas cousas, ajoelhando-se, orou com todos eles.” (At 20.31,36) A oração é
como a fiação que liga a fonte de energia à lâmpada. Há um grande poder disponível para a Igreja usar e cumprir
a sua missão, mas por si mesma, nada conseguirá realizar, porque não tem o poder está no Senhor da Igreja,
em quem a Igreja precisa estar ligada pelo instrumento da oração.
8 - DOAÇÃO - “De ninguém cobicei prata, nem ouro, vós mesmos sabeis que estas mãos serviram para o que
me era necessário a mim e aos que estavam comigo. Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é
mister socorrer os necessitados e recordar as palavras do próprio Senhor Jesus: Mais bem-aventurado é dar do
que receber.” (At 20. 32-35) A Igreja está no mundo como luz e sal. A doação é o meio que a Igreja usa para criar
vínculos com as pessoas, para ganhar, assim, a autoridade de poder anunciar a mensagem do Evangelho do
Senhor Jesus.
9 – EMOÇÃO - “Então, houve grande pranto entre todos, e, abraçando afetuosamente a Paulo, o beijavam,
entristecidos especialmente pela palavra que ele dissera: que não mais veriam o seu rosto. E acompanharam-no
até ao navio.” (At 20.37,38) O medo das emoções tem levado o povo de Deus cair no extremo da religiosidade.
Há uma aparência de emoção, às vezes há até um teatro em cima das emoções, mas o que rege
verdadeiramente os relacionamentos é uma frieza que alguém poderia chamar de “lágrimas de crocodilo”.
Liturgia que é sinônimo de vida, tem se tornado muitas vezes, um forma de se domar as emoções. Emoção não
pode ser causa, mas também não pode deixar de ser efeito.
10. Dinamismo.
O ponto para começar a falar sobre as marcas da igreja saudável é onde Deus começa conosco – o modo como
Ele fala conosco. Foi por aí que a nossa própria saúde espiritual veio, e é por esse caminho que a saúde de
nossas igrejas virá também. Especialmente importante para qualquer um que esteja na liderança de uma igreja,
mas particularmente para o pastor, é um compromisso com a pregação expositiva, um dos mais antigos métodos
de pregação.
Trata-se da pregação cujo objetivo é expor o que é dito em uma passagem particular da Bíblia, explicando
cuidadosamente seu significado e aplicando-o à congregação ( Ne 8:8).
Existem, evidentemente, muitos outros tipos de pregação. Sermões tópicos, por exemplo, coletam tudo o que a
Bíblia ensina sobre um único assunto, como a oração ou a contribuição. A pregação biográfica aborda a vida de
alguém na Bíblia e retrata-a como uma demonstração da graça de Deus e como um exemplo de esperança e
fidelidade. Mas a pregação expositiva é algo diferente – uma explicação e aplicação de uma porção particular da
Palavra de Deus.
os pregadores cristãos de hoje têm autoridade para falar da parte de Deus somente se proclamarem as palavras
dEle.”
A pregação expositiva presume uma convicção na autoridade da Bíblia, mas é algo mais. Um compromisso com a
pregação expositiva é um compromisso de ouvir a Palavra de Deus. Assim como os profetas do Antigo
Testamento e os apóstolos do Novo Testamento não receberam apenas uma ordem para ir e falar, mas uma
mensagem específica, os pregadores cristãos de hoje têm autoridade para falar da parte de Deus somente se
proclamarem as palavras dEle.
Assim, a autoridade do pregador expositivo começa e termina com as Escrituras. Às vezes as pessoas podem
confundir pregação expositiva com o estilo de um pregador expositivo predileto, mas não é fundamentalmente
uma questão de estilo. Como outros já observaram a pregação expositiva não é tanto sobre como nós dizemos o
que dizemos, mas sobre como nós decidimos o que dizer. Não é marcada por uma forma particular, mas por um
conteúdo bíblico.
Pode-se aceitar alegremente a autoridade da Palavra de Deus e até mesmo professar a convicção na inerrância
da Bíblia; ainda assim se na prática (propositalmente ou não) alguém não prega expositivamente, nunca pregará
além do que já sabe. Um pregador pode tomar um trecho das Escrituras e exortar a congregação em um tópico
que é importante sem que ele realmente pregue o ponto abordado na passagem. Quando isso acontece, o
pregador e a congregação só ouvem nas Escrituras o que eles já sabiam.
“Como outros já observaram a pregação expositiva não é tanto sobre como nós dizemos o que dizemos, mas
sobre como nós decidimos o que dizer.”
Em contrapartida, quando pregamos uma passagem das Escrituras no contexto, expositivamente – tomando o
ponto da passagem como o ponto da mensagem – nós ouvimos de Deus coisas que nós não pretendíamos ouvir
quando começamos. Desde a chamada inicial ao arrependimento até a área de nossas vidas em que o Espírito
nos condenou recentemente, a nossa salvação inteira consiste em ouvir a Deus de modos que nós, antes de
ouvi-lO, nunca teríamos adivinhado. Esta submissão extremamente prática à Palavra de Deus deve ser evidente
no ministério de um pregador. Não se deixe enganar: em última instância, é responsabilidade da congregação
assegurar que as coisas sejam assim (observe a responsabilidade que Jesus põe sobre a congregação em
Mateus 18, ou Paulo em 2 Timóteo
4). Uma igreja jamais pode colocar como supervisor espiritual do rebanho uma pessoa que não demonstra na
prática um compromisso claro em ouvir e ensinar a Palavra de Deus. Agir assim é impedir inevitavelmente o
crescimento da igreja, praticamente encorajando-a a só crescer até o nível do pastor. Se assim for, a igreja será
conformada lentamente à mente dele, em vez de ser conformada à mente de Deus.
O povo de Deus sempre foi criado pela Palavra de Deus. Da criação em Gênesis 1 até a chamada de Abraão em
Gênesis 12, da visão do vale dos ossos secos em Ezequiel 37 até a vinda da Palavra Viva, Deus sempre criou o
Seu povo através da Sua Palavra. Como Paulo escreveu aos romanos, “a fé vem pela pregação, e a pregação,
pela palavra de Cristo” (10:17). Ou, como ele escreveu aos coríntios, “Visto como, na sabedoria de Deus, o
mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura da
pregação” (1 Co 1:21).
“Uma igreja construída sobre a música – seja qual for o estilo – é uma igreja construída sobre a areia.”
A pregação expositiva sadia freqüentemente é o manancial de crescimento em uma igreja. Na experiência de
Martinho Lutero, tal atenção cuidadosa para com a Palavra de Deus foi o princípio da reforma. Nós também
precisamos estar comprometidos em sermos igrejas que sempre estão sendo reformadas de acordo com a
Palavra de Deus.
Certa vez, quando eu estava ensinando em um seminário sobre puritanismo em uma igreja de Londres, eu
mencionei que os sermões puritanos às vezes duravam duas horas. Diante disso, uma pessoa perguntou,
“Quanto tempo sobrava para a adoração?” A suposição era de que ouvir a palavra de Deus pregada não
constituía adoração. Eu respondi que muitos cristãos protestantes ingleses teriam considerado a possibilidade de
ouvir a palavra de Deus no seu próprio idioma e de responder a ela nas suas vidas como a parte essencial da
sua adoração. Se eles teriam tempo para cantar juntos seria comparativamente de pouca importância.
Nossas igrejas têm que recuperar a centralidade da Palavra na nossa adoração. Ouvir a Palavra de Deus e
responder a ela pode incluir louvor e ações de graças, confissão e proclamação, e qualquer destas coisas pode
vir na forma de canções, mas nenhuma delas precisa ter essa forma. Uma igreja construída sobre a música –
seja qual for o estilo – é uma igreja construída sobre a areia.
Pregar é o componente fundamental do pastorado. Ore por seu pastor, para que ele se dedique a estudar Bíblia
rigorosa, cuidadosa e seriamente, e para que Deus o conduza na compreensão da Palavra, na aplicação dela à
sua própria vida, e na aplicação dela à Igreja (veja Lucas 24:27; Atos 6:4; Ef. 6:19-20).
Se você é um pastor, ore por estas coisas para si mesmo. Ore também por outros que pregam e ensinam a
Palavra de Deus. Finalmente, ore para que nossas igrejas assumam um compromisso de ouvir a Palavra de
Deus pregada expositivamente, de forma que os rumos de cada igreja sejam crescentemente moldados pela
agenda de Deus expressa nas Escrituras. O compromisso com a pregação expositiva é uma marca de uma igreja
saudável.
As Marcas de uma Igreja Viva e Relevante têm tudo a ver com a seu dinamismo, evidenciado pelos seus
Ministérios. O que parece às vezes é que o que caracteriza uma Comunidade Cristã é a quantidade de suas
reuniões. Se as Marcas, como as 9 que relatamos acima, não estiverem evidentes numa Igreja Local, ou ela vai
assumir dentro de algum tempo o que realmente ela representa, ou vai deixar de existir, o que aconteceu com a
própria Igreja de Éfeso, que hoje não existe mais.

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As 10 marcas de uma igreja poderosa

  • 1. inst it ut ogamaliel.com http://www.institutogamaliel.com/portaldateologia/as-10-marcas-de-uma-igreja-poderosa/teologia As 10 marcas de uma Igreja Poderosa digg Meus amados e queridos irmãos em Cristo Jesus, a Paz do Senhor! Nesta oportunidade estaremos desenvolvendo um tema de extrema atualidade que é as marcas que caracterizam uma Igreja genuína que é o poder de Deus. Sem a vitalidade e o dinamismo aqueles que são “tirados para fora” não pode fazer jus ao seu significado etimológico ( Igreja). 1- SERVIÇO - “Vós bem sabeis como foi que me conduzi entre vós em todo o tempo, desde o primeiro dia em que entrei na Ásia, servindo ao Senhor com toda a humildade, lágrimas e provações que, pelas ciladas dos judeus, me sobrevieram,”. O maior exemplo e a melhor definição sobre serviço foram dados por Jesus, quando disse: “Pois o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos. ” (Mc 10.45) O pecado destruiu esta característica natural e espontânea dos seres humanos. O que deveria ser algo prazeroso e desejável, tornou-se uma atitude a ser conquistada com muito esforço. Pela fé e fortalecido pelo poder do Espírito Santo de Deus somos chamados a servir às pessoas e à obra de Deus, servindo ao Senhor com toda humildade, lágrimas e provações. Há um grande preço a ser pago, mas também há uma grande recompensa. Vejamos agora “As 10 marcas de uma Igreja poderosa” 2 - PREGAÇÃO - “jamais deixando de vos anunciar cousa alguma proveitosa e de vo-la ensinar publicamente e também de casa em casa,…Agora, eu sei que todos vós, em cujo meio passei pregando o reino, não vereis mais o meu rosto. Portanto, eu vos protesto, no dia de hoje, que estou limpo do sangue de todos; porque jamais deixei de vos anunciar todo o desígnio de Deus.” (At 20.20,12,25-27). “E, assim, a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo.” (Rm 10.17) A pregação é o alicerce sobre o qual a Igreja é edificada. Qualquer ação ou serviço, sem uma doutrina correta, torna-se um trabalho em vão e até mesmo uma heresia. 3 - MANIFESTAÇÃO DO ESPÍRITO SANTO - “E, agora, constrangido em meu espírito, vou para Jerusalém, não sabendo o que ali me acontecerá, senão que o Espírito Santo, de cidade em cidade, me assegura que me esperam cadeias e tribulações.” ( At 20.22-23). “Ora, os dons são diversos, mas o Espírito é o mesmo. E há também diversidade nos serviços, mas o Senhor é o mesmo. E há diversidade nas realizações, mas o mesmo Deus é quem opera tudo em todos. A manifestação é concedida a cada um visando um fim proveitoso.” (1 Co 12.4-7). Sem a presença e as manifestações do Espírito Santo a Igreja não passa de um corpo sem vida, inútil. 4 - COMPROMISSO - “Porém em nada considero a vida preciosa para mim mesmo, contanto que complete a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus para testemunhar o evangelho da graça de Deus.” (At 20.24) O Apóstolo Paulo expressa diante dos presbíteros de Éfeso, reunidos no “Retiro Espiritual de Mileto”, do
  • 2. seu compromisso com a causa que ele um dia abraçou no Caminho de Damasco. A Igreja depende para o seu desenvolvimento do Compromisso de sua Liderança e de seus membros. “Ninguém que, tendo posto a mão no arado, olha para trás é apto para o reino de Deus.” (Lc 9.62) 5 - PASTOREIO - “Atendei por vós e por todo o rebanho sobre o qual o Espírito Santo vos constituiu bispos, para pastoreardes a Igreja de Deus, a qual ele comprou com o seu próprio sangue.” (At 20.28) “Tende cuidado, irmãos, jamais aconteça haver em qualquer de vós perverso coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo; pelo contrário, exortai-vos mutuamente cada dia, durante o tempo que se chama Hoje, a fim de que nenhum de vós seja endurecido pelo engano do pecado.” (Hb 3.12,13) A saúde espiritual da Igreja depende da mutualidade de seus membros. A Liderança tem o papel de ser modelo do rebanho, mas não de exercer sozinha o pastoreio. 6 - PERSEGUIÇÃO - “Eu sei que, depois da minha partida, entre vós penetrarão lobos vorazes, que não pouparão o rebanho. E que, dentre vós mesmos, se levantarão homens falando cousas pervertidas para arrastar os discípulos atrás deles.” (At 20.29,30) “Sede sóbrios e vigilantes. O diabo, vosso adversário, anda em derredor, como leão que ruge procurando alguém para devorar.” (1 Pe 5.7) A perseguição é conseqüência da ação da Igreja. Não devemos desejar ser perseguidos, mas temos que obrigatoriamente nos preparar para ela. 7 – ORAÇÃO - “Portanto, vigiai, lembrando-vos de que, por três anos, noite e dia, não cessei de admoestar, com lágrimas, a cada um…Tendo dito estas cousas, ajoelhando-se, orou com todos eles.” (At 20.31,36) A oração é como a fiação que liga a fonte de energia à lâmpada. Há um grande poder disponível para a Igreja usar e cumprir a sua missão, mas por si mesma, nada conseguirá realizar, porque não tem o poder está no Senhor da Igreja, em quem a Igreja precisa estar ligada pelo instrumento da oração. 8 - DOAÇÃO - “De ninguém cobicei prata, nem ouro, vós mesmos sabeis que estas mãos serviram para o que me era necessário a mim e aos que estavam comigo. Tenho-vos mostrado em tudo que, trabalhando assim, é mister socorrer os necessitados e recordar as palavras do próprio Senhor Jesus: Mais bem-aventurado é dar do que receber.” (At 20. 32-35) A Igreja está no mundo como luz e sal. A doação é o meio que a Igreja usa para criar vínculos com as pessoas, para ganhar, assim, a autoridade de poder anunciar a mensagem do Evangelho do Senhor Jesus. 9 – EMOÇÃO - “Então, houve grande pranto entre todos, e, abraçando afetuosamente a Paulo, o beijavam, entristecidos especialmente pela palavra que ele dissera: que não mais veriam o seu rosto. E acompanharam-no até ao navio.” (At 20.37,38) O medo das emoções tem levado o povo de Deus cair no extremo da religiosidade. Há uma aparência de emoção, às vezes há até um teatro em cima das emoções, mas o que rege verdadeiramente os relacionamentos é uma frieza que alguém poderia chamar de “lágrimas de crocodilo”. Liturgia que é sinônimo de vida, tem se tornado muitas vezes, um forma de se domar as emoções. Emoção não pode ser causa, mas também não pode deixar de ser efeito. 10. Dinamismo. O ponto para começar a falar sobre as marcas da igreja saudável é onde Deus começa conosco – o modo como Ele fala conosco. Foi por aí que a nossa própria saúde espiritual veio, e é por esse caminho que a saúde de nossas igrejas virá também. Especialmente importante para qualquer um que esteja na liderança de uma igreja, mas particularmente para o pastor, é um compromisso com a pregação expositiva, um dos mais antigos métodos de pregação. Trata-se da pregação cujo objetivo é expor o que é dito em uma passagem particular da Bíblia, explicando cuidadosamente seu significado e aplicando-o à congregação ( Ne 8:8). Existem, evidentemente, muitos outros tipos de pregação. Sermões tópicos, por exemplo, coletam tudo o que a Bíblia ensina sobre um único assunto, como a oração ou a contribuição. A pregação biográfica aborda a vida de
  • 3. alguém na Bíblia e retrata-a como uma demonstração da graça de Deus e como um exemplo de esperança e fidelidade. Mas a pregação expositiva é algo diferente – uma explicação e aplicação de uma porção particular da Palavra de Deus. os pregadores cristãos de hoje têm autoridade para falar da parte de Deus somente se proclamarem as palavras dEle.” A pregação expositiva presume uma convicção na autoridade da Bíblia, mas é algo mais. Um compromisso com a pregação expositiva é um compromisso de ouvir a Palavra de Deus. Assim como os profetas do Antigo Testamento e os apóstolos do Novo Testamento não receberam apenas uma ordem para ir e falar, mas uma mensagem específica, os pregadores cristãos de hoje têm autoridade para falar da parte de Deus somente se proclamarem as palavras dEle. Assim, a autoridade do pregador expositivo começa e termina com as Escrituras. Às vezes as pessoas podem confundir pregação expositiva com o estilo de um pregador expositivo predileto, mas não é fundamentalmente uma questão de estilo. Como outros já observaram a pregação expositiva não é tanto sobre como nós dizemos o que dizemos, mas sobre como nós decidimos o que dizer. Não é marcada por uma forma particular, mas por um conteúdo bíblico. Pode-se aceitar alegremente a autoridade da Palavra de Deus e até mesmo professar a convicção na inerrância da Bíblia; ainda assim se na prática (propositalmente ou não) alguém não prega expositivamente, nunca pregará além do que já sabe. Um pregador pode tomar um trecho das Escrituras e exortar a congregação em um tópico que é importante sem que ele realmente pregue o ponto abordado na passagem. Quando isso acontece, o pregador e a congregação só ouvem nas Escrituras o que eles já sabiam. “Como outros já observaram a pregação expositiva não é tanto sobre como nós dizemos o que dizemos, mas sobre como nós decidimos o que dizer.” Em contrapartida, quando pregamos uma passagem das Escrituras no contexto, expositivamente – tomando o ponto da passagem como o ponto da mensagem – nós ouvimos de Deus coisas que nós não pretendíamos ouvir quando começamos. Desde a chamada inicial ao arrependimento até a área de nossas vidas em que o Espírito nos condenou recentemente, a nossa salvação inteira consiste em ouvir a Deus de modos que nós, antes de ouvi-lO, nunca teríamos adivinhado. Esta submissão extremamente prática à Palavra de Deus deve ser evidente no ministério de um pregador. Não se deixe enganar: em última instância, é responsabilidade da congregação assegurar que as coisas sejam assim (observe a responsabilidade que Jesus põe sobre a congregação em Mateus 18, ou Paulo em 2 Timóteo 4). Uma igreja jamais pode colocar como supervisor espiritual do rebanho uma pessoa que não demonstra na prática um compromisso claro em ouvir e ensinar a Palavra de Deus. Agir assim é impedir inevitavelmente o crescimento da igreja, praticamente encorajando-a a só crescer até o nível do pastor. Se assim for, a igreja será conformada lentamente à mente dele, em vez de ser conformada à mente de Deus. O povo de Deus sempre foi criado pela Palavra de Deus. Da criação em Gênesis 1 até a chamada de Abraão em Gênesis 12, da visão do vale dos ossos secos em Ezequiel 37 até a vinda da Palavra Viva, Deus sempre criou o Seu povo através da Sua Palavra. Como Paulo escreveu aos romanos, “a fé vem pela pregação, e a pregação, pela palavra de Cristo” (10:17). Ou, como ele escreveu aos coríntios, “Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria, aprouve a Deus salvar os que crêem pela loucura da pregação” (1 Co 1:21). “Uma igreja construída sobre a música – seja qual for o estilo – é uma igreja construída sobre a areia.” A pregação expositiva sadia freqüentemente é o manancial de crescimento em uma igreja. Na experiência de Martinho Lutero, tal atenção cuidadosa para com a Palavra de Deus foi o princípio da reforma. Nós também
  • 4. precisamos estar comprometidos em sermos igrejas que sempre estão sendo reformadas de acordo com a Palavra de Deus. Certa vez, quando eu estava ensinando em um seminário sobre puritanismo em uma igreja de Londres, eu mencionei que os sermões puritanos às vezes duravam duas horas. Diante disso, uma pessoa perguntou, “Quanto tempo sobrava para a adoração?” A suposição era de que ouvir a palavra de Deus pregada não constituía adoração. Eu respondi que muitos cristãos protestantes ingleses teriam considerado a possibilidade de ouvir a palavra de Deus no seu próprio idioma e de responder a ela nas suas vidas como a parte essencial da sua adoração. Se eles teriam tempo para cantar juntos seria comparativamente de pouca importância. Nossas igrejas têm que recuperar a centralidade da Palavra na nossa adoração. Ouvir a Palavra de Deus e responder a ela pode incluir louvor e ações de graças, confissão e proclamação, e qualquer destas coisas pode vir na forma de canções, mas nenhuma delas precisa ter essa forma. Uma igreja construída sobre a música – seja qual for o estilo – é uma igreja construída sobre a areia. Pregar é o componente fundamental do pastorado. Ore por seu pastor, para que ele se dedique a estudar Bíblia rigorosa, cuidadosa e seriamente, e para que Deus o conduza na compreensão da Palavra, na aplicação dela à sua própria vida, e na aplicação dela à Igreja (veja Lucas 24:27; Atos 6:4; Ef. 6:19-20). Se você é um pastor, ore por estas coisas para si mesmo. Ore também por outros que pregam e ensinam a Palavra de Deus. Finalmente, ore para que nossas igrejas assumam um compromisso de ouvir a Palavra de Deus pregada expositivamente, de forma que os rumos de cada igreja sejam crescentemente moldados pela agenda de Deus expressa nas Escrituras. O compromisso com a pregação expositiva é uma marca de uma igreja saudável. As Marcas de uma Igreja Viva e Relevante têm tudo a ver com a seu dinamismo, evidenciado pelos seus Ministérios. O que parece às vezes é que o que caracteriza uma Comunidade Cristã é a quantidade de suas reuniões. Se as Marcas, como as 9 que relatamos acima, não estiverem evidentes numa Igreja Local, ou ela vai assumir dentro de algum tempo o que realmente ela representa, ou vai deixar de existir, o que aconteceu com a própria Igreja de Éfeso, que hoje não existe mais.