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Lição 01 - Cenário Histórico.pptx
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
• Ao estudar esta epístola, por exemplo, o Reformador
Martinho Lutero descobriu uma mensagem libertadora: a
justificação somente pela fé.
• Esta mensagem possibilitou a eclosão da Reforma
Protestante, em 31 de Outubro de 1517 (há quinhentos
anos), quando o monge agostiniano fixou suas 95 teses
contra as indulgências na Catedral do Castelo de
Wittenberg, na Alemanha.
• Este fato mudou completamente a história de todo o
mundo Ocidental.
ORIENTAÇÃO PEDAGÓGICA
• Entender a contextualização histórica do
ministério de Paulo e da sua carta aos romanos.
• Perceber o perfil dos cristãos romanos.
• Estabelecer uma comparação entre Paulo e a
igreja em Roma.
OBJETIVOS
TEXTO DO DIA
•“Pois não me envergonho do Evangelho, porque é o
poder de Deus para a salvação de todo aquele que
crê, primeiro do judeu etambém do grego.” Rm 1.16
TEXTO ÁUREO
• O Evangelho deve ser anunciado a todos,
indistintamente, pois é o poder de Deus para a
salvação dos perdidos.
VERDADE PRáTIcA
VERDADE PRáTIcA
Romanos 1.13-17
13 Porque não quero, irmãos, que ignoreis que, muitas
vezes, me propus ir ter convosco (no que tenho sido, até
agora, impedido), para conseguir igualmente entre vós
algum fruto, como também entre os outros gentios.
LEITURA BÍBLICA
• 14 Pois sou devedor tanto a gregos como a bárbaros,
tanto a sábios como a ignorantes;
• 15 por isso, quanto está em mim, estou pronto a
anunciar o evangelho também a vós outros, em Roma.
• 16 Pois não me envergonho do evangelho, porque é o
poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê,
primeiro do judeu e também do grego;
• 17 visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de
fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé.
• A Epístola aos Romanos ocupa um destaque de honra
entre as demais do Novo Testamento. Ela não foi a
primeira a ser escrita. As cartas aos Tessalonicenses, aos
Coríntios e aos Gálatas são anteriores, e alguns dos
temas dessas cartas são retomados em Romanos.
• Esta epístola revela o apóstolo Paulo prestes a partir
para Jerusalém (Rm 15.25,26). Ele encarrega Febe,
diaconisa de Cencreia, de levar a carta aos destinatários.
INTRODUÇÃO
•1 • I. APÓSTOLO
AOS GENTIOS
1. Uma etapa encerrada.
• Paulo julgava encerrada sua obra na bacia oriental do
Mediterrâneo.
• As Boas Novas foram anunciadas e recebidas de bom
grado, e o senhorio de Cristo, proclamado em todos os
recantos (Rm 15.20).
• Com a consciência do dever cumprido, Paulo fez uma
avaliação retrospectiva de seu ministério.
• Ele tinha convicção de que Deus o chamara para
proclamar a mensagem de Cristo entre os gentios.
2. O autor e a carta.
• O autor da carta foi Paulo, o apóstolo cristão designado
aos gentios; chamado outrora de Saulo, o benjamita,
natural de Tarso, na Ásia Menor. Ele era fariseu, educado
em Jerusalém aos pés de Gamaliel. Era também cidadão
romano e perseguidor dos cristãos. Convertido a Cristo,
tornou-se prega- dor e escritor (Rm 1.1-6).
• Pela ordem de colocação, Romanos é o quadragésimo
quinto livro da Bíblia, tem 16 capítulos, 433 versículos, 87
perguntas, 19 profecias do Antigo Testamento, 4 novas
profecias, 382 versículos de história, 29 versículos de
profecias cumpridas e 16 de profecias não cumpridas.
3. O tema da carta.
• O grande tema de Romanos é a revelação de Deus
contra o pecado e a justiça pela fé como base da
justificação. Romanos mostra que todos são culpados
diante de Deus e necessitam de salvação por meio de
Jesus Cristo. A característica predominante é o longo
trecho doutrinário (Rm 1.17 – 8.39).
• O método de Deus em lidar com judeus e gentios,
individual- mente, é ilustrado nesse trecho doutrinário
e sua relação na dispensação é apresentada a seguir
(Rm 9.1 a 11.36).
•2 • CRISTÃOS NA
CAPITAL
1. Santos romanos.
• Paulo era desconhecido da Igreja em Roma.
Apresentou-se com o duplo aposto de “servo de Jesus
Cristo” e “apóstolo” (Rm 1.1). O termo “servo” desse
designativo evoca humildade, e o segundo, “apóstolo”,
autoridade.
• Os cristãos de Roma eram também alvo do amor de
Deus. Crentes cujo amor para com Deus ecoava alto.
Eram “santos”, não em termos de santidade adquirida
por sua conduta irrepreensível, mas porque a vocação
divina os separou para que brilhem no mundo.
2. Boa reputação.
• Não se conhece a origem da comunidade cristã de
Roma. Não existem indícios de que foi estabelecida por
Pedro, pois não está historicamente comprovado que
Pedro tenha visitado a capital do Império.
• Podemos assegurar que não foi Paulo, como se
depreende de Romanos 15.20 e dos cuidados que o
apóstolo pareceu tomar para não melindrar ninguém,
quando tratou com essa igreja (Rm 1.8).
• Judeus da diáspora mantinham-se em conexão
emocional com a mãe-pátria.
3. Uma oração sincera.
• Quando se ora de contínuo por causa de alguma
inquietação, não se deve surpreender diante do modo
como Deus venha a responder.
• Paulo orou com o desejo de que pudesse visitar Roma e
ensinar aos cristãos que lá estavam, mas, quando
finalmente chegou àquela cidade, era um prisioneiro
(Rm 1.9; At 28.16).
• Ele orou por uma viagem segura. Embora realmente
chegasse em segurança a Roma, foi preso, teve o rosto
esbofeteado, naufragou e foi picado por uma víbora.
•3 • O APÓSTOLO E A
IGREJA
1. Um desejo frustrado.
• Paulo queria muito ir a Roma, mas até aquele
momento não lhe fora permitido por Deus. O único
impedimento à paixão evangelizadora do apóstolo era
o próprio Senhor do Evangelho. Todos os outros
impedimentos ele buscara contornar. Os exemplos são
inúmeros: se o dinheiro estava curto, ele fazia tendas;
se o templo se fechava, ele ia para a rua; se a multidão
o chamava para falar no estádio, ele ia sem medo.
• Nisso, há uma lição para nós, hoje. Quem tem nos
impedido de pregar? Deus ou os homens? Se Deus nos
impede de pregar, então não adianta insistir.
2. Bênçãos da fé comum.
• Paulo orou a fim de visitar os cristãos em Roma,
encorajá-los na fé e ser por eles encorajado. Como
enviado de Deus, ele podia ajudá-los a entender melhor
o significado do Evangelho e a respeito da pessoa de
Jesus. Como um povo dedicado a Deus, os fiéis de
Roma podiam oferecer ao apóstolo comunhão e
conforto.
• Isso prova que, quando os crentes em Jesus se reúnem,
o amor fraternal os constrange a dar e receber. A fé em
comum proporciona um vínculo entre eles, o que é uma
bênção e um estímulo para todos.
3. O poder do Evangelho
• Qual era o dever de Paulo? De- pois do encontro com
Cristo na estrada para Damasco, Paulo consagrou toda
a sua vida à tarefa de levar o Evangelho a todos os
gentios. Assim, a obrigação dele era com os povos do
mundo inteiro, e ele a cumpriu ao proclamar Cristo
como Salvador das pessoas de todas as etnias, culturas
e classes sócio econômicas de então, fossem judias ou
gentílicas (Rm 1 14-16).
• Desta maneira, Paulo estava pronto para pregar o
Evangelho em Roma, um lugar onde certa- mente sua
mensagem seria “atro- pelada” por aqueles que se
chamavam sábios.
• Fomos chamados para viver em santidade, para o
inteiro agrado de Deus, enquanto proclamamos o
Evangelho de Cristo com nosso exemplo e palavras.
• Busquemos cumprir o nosso dever.
APLICAÇÃO PESSOAL
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  • 3. • Entender a contextualização histórica do ministério de Paulo e da sua carta aos romanos. • Perceber o perfil dos cristãos romanos. • Estabelecer uma comparação entre Paulo e a igreja em Roma. OBJETIVOS
  • 4. TEXTO DO DIA •“Pois não me envergonho do Evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu etambém do grego.” Rm 1.16 TEXTO ÁUREO
  • 5. • O Evangelho deve ser anunciado a todos, indistintamente, pois é o poder de Deus para a salvação dos perdidos. VERDADE PRáTIcA VERDADE PRáTIcA
  • 6. Romanos 1.13-17 13 Porque não quero, irmãos, que ignoreis que, muitas vezes, me propus ir ter convosco (no que tenho sido, até agora, impedido), para conseguir igualmente entre vós algum fruto, como também entre os outros gentios. LEITURA BÍBLICA
  • 7. • 14 Pois sou devedor tanto a gregos como a bárbaros, tanto a sábios como a ignorantes; • 15 por isso, quanto está em mim, estou pronto a anunciar o evangelho também a vós outros, em Roma. • 16 Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego; • 17 visto que a justiça de Deus se revela no evangelho, de fé em fé, como está escrito: O justo viverá por fé.
  • 8. • A Epístola aos Romanos ocupa um destaque de honra entre as demais do Novo Testamento. Ela não foi a primeira a ser escrita. As cartas aos Tessalonicenses, aos Coríntios e aos Gálatas são anteriores, e alguns dos temas dessas cartas são retomados em Romanos. • Esta epístola revela o apóstolo Paulo prestes a partir para Jerusalém (Rm 15.25,26). Ele encarrega Febe, diaconisa de Cencreia, de levar a carta aos destinatários. INTRODUÇÃO
  • 9. •1 • I. APÓSTOLO AOS GENTIOS
  • 10. 1. Uma etapa encerrada.
  • 11. • Paulo julgava encerrada sua obra na bacia oriental do Mediterrâneo. • As Boas Novas foram anunciadas e recebidas de bom grado, e o senhorio de Cristo, proclamado em todos os recantos (Rm 15.20). • Com a consciência do dever cumprido, Paulo fez uma avaliação retrospectiva de seu ministério. • Ele tinha convicção de que Deus o chamara para proclamar a mensagem de Cristo entre os gentios.
  • 12. 2. O autor e a carta.
  • 13. • O autor da carta foi Paulo, o apóstolo cristão designado aos gentios; chamado outrora de Saulo, o benjamita, natural de Tarso, na Ásia Menor. Ele era fariseu, educado em Jerusalém aos pés de Gamaliel. Era também cidadão romano e perseguidor dos cristãos. Convertido a Cristo, tornou-se prega- dor e escritor (Rm 1.1-6). • Pela ordem de colocação, Romanos é o quadragésimo quinto livro da Bíblia, tem 16 capítulos, 433 versículos, 87 perguntas, 19 profecias do Antigo Testamento, 4 novas profecias, 382 versículos de história, 29 versículos de profecias cumpridas e 16 de profecias não cumpridas.
  • 14. 3. O tema da carta.
  • 15. • O grande tema de Romanos é a revelação de Deus contra o pecado e a justiça pela fé como base da justificação. Romanos mostra que todos são culpados diante de Deus e necessitam de salvação por meio de Jesus Cristo. A característica predominante é o longo trecho doutrinário (Rm 1.17 – 8.39). • O método de Deus em lidar com judeus e gentios, individual- mente, é ilustrado nesse trecho doutrinário e sua relação na dispensação é apresentada a seguir (Rm 9.1 a 11.36).
  • 16. •2 • CRISTÃOS NA CAPITAL
  • 18. • Paulo era desconhecido da Igreja em Roma. Apresentou-se com o duplo aposto de “servo de Jesus Cristo” e “apóstolo” (Rm 1.1). O termo “servo” desse designativo evoca humildade, e o segundo, “apóstolo”, autoridade. • Os cristãos de Roma eram também alvo do amor de Deus. Crentes cujo amor para com Deus ecoava alto. Eram “santos”, não em termos de santidade adquirida por sua conduta irrepreensível, mas porque a vocação divina os separou para que brilhem no mundo.
  • 20. • Não se conhece a origem da comunidade cristã de Roma. Não existem indícios de que foi estabelecida por Pedro, pois não está historicamente comprovado que Pedro tenha visitado a capital do Império. • Podemos assegurar que não foi Paulo, como se depreende de Romanos 15.20 e dos cuidados que o apóstolo pareceu tomar para não melindrar ninguém, quando tratou com essa igreja (Rm 1.8). • Judeus da diáspora mantinham-se em conexão emocional com a mãe-pátria.
  • 21. 3. Uma oração sincera.
  • 22. • Quando se ora de contínuo por causa de alguma inquietação, não se deve surpreender diante do modo como Deus venha a responder. • Paulo orou com o desejo de que pudesse visitar Roma e ensinar aos cristãos que lá estavam, mas, quando finalmente chegou àquela cidade, era um prisioneiro (Rm 1.9; At 28.16). • Ele orou por uma viagem segura. Embora realmente chegasse em segurança a Roma, foi preso, teve o rosto esbofeteado, naufragou e foi picado por uma víbora.
  • 23. •3 • O APÓSTOLO E A IGREJA
  • 24. 1. Um desejo frustrado.
  • 25. • Paulo queria muito ir a Roma, mas até aquele momento não lhe fora permitido por Deus. O único impedimento à paixão evangelizadora do apóstolo era o próprio Senhor do Evangelho. Todos os outros impedimentos ele buscara contornar. Os exemplos são inúmeros: se o dinheiro estava curto, ele fazia tendas; se o templo se fechava, ele ia para a rua; se a multidão o chamava para falar no estádio, ele ia sem medo. • Nisso, há uma lição para nós, hoje. Quem tem nos impedido de pregar? Deus ou os homens? Se Deus nos impede de pregar, então não adianta insistir.
  • 26. 2. Bênçãos da fé comum.
  • 27. • Paulo orou a fim de visitar os cristãos em Roma, encorajá-los na fé e ser por eles encorajado. Como enviado de Deus, ele podia ajudá-los a entender melhor o significado do Evangelho e a respeito da pessoa de Jesus. Como um povo dedicado a Deus, os fiéis de Roma podiam oferecer ao apóstolo comunhão e conforto. • Isso prova que, quando os crentes em Jesus se reúnem, o amor fraternal os constrange a dar e receber. A fé em comum proporciona um vínculo entre eles, o que é uma bênção e um estímulo para todos.
  • 28. 3. O poder do Evangelho
  • 29. • Qual era o dever de Paulo? De- pois do encontro com Cristo na estrada para Damasco, Paulo consagrou toda a sua vida à tarefa de levar o Evangelho a todos os gentios. Assim, a obrigação dele era com os povos do mundo inteiro, e ele a cumpriu ao proclamar Cristo como Salvador das pessoas de todas as etnias, culturas e classes sócio econômicas de então, fossem judias ou gentílicas (Rm 1 14-16). • Desta maneira, Paulo estava pronto para pregar o Evangelho em Roma, um lugar onde certa- mente sua mensagem seria “atro- pelada” por aqueles que se chamavam sábios.
  • 30. • Fomos chamados para viver em santidade, para o inteiro agrado de Deus, enquanto proclamamos o Evangelho de Cristo com nosso exemplo e palavras. • Busquemos cumprir o nosso dever. APLICAÇÃO PESSOAL