Aula 12 - Romanos

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Aula 12 - Romanos, novo testamento

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Aula 12 - Romanos

  1. 1. Romanos INTRODUÇÃO DIVISÃO FATOS IMPORTANTES
  2. 2. Romanos A autoria de Paulo ao livro de Romanos é universalmente aceita, não existindo contestação relevante, seja do ponto de vista documental, seja da alta crítica. Não somente ela vem declarada na sua costumeira saudação (cf. 1:1) como vem amparada por fatos históricos, tais como sua pretensão de ir a Roma (1:15, 15:24) em caminho para a Espanha, ou a referência à coleta feita em favor da igrejas empobrecidas de Jerusalém (15: 26-33), como ainda por referências próprias características, tais como a de ser apóstolo entre os gentios .
  3. 3. Romanos Estima-se que este texto tenha sido escrito no inverno de 57-58 d.C., estando Paulo em Corinto, na casa de seu amigo Gaio, ao final de sua terceira viagem missionária aos territórios que margeiam o Mar Egeu e às vésperas de partir para Jerusalém, levando a oferta para os crentes pobres (15:22-27). O portador é uma senhora chamada Febe, de Cencréia, subúrbio de Corinto, que estava de saída para Roma (16: 1-2). Como não havia serviço postal particular no Império Romano da época, as cartas eram enviadas por viajantes de confiança.
  4. 4. DESTINATÁRIOS Entendendo que concluíra seu trabalho evangelístico na região da Galácia, da Macedônia, da Acaia e da Ásia, com a fundação e estabelecimento de muitas igrejas; e entregues essas a seus pastores e líderes, Paulo planeja ampliar seu horizonte de evangelização. Queria campos novos para evangelizar para Cristo. Não querendo “edificar sobre fundamento alheio” (Rm 15:20), decidiu ir à Espanha, a mais antiga colônia romana do Ocidente. Mas a ida à Espanha também lhe daria a oportunidade de realizar um antigo sonho. Como cidadão romano, por direito de nascença (At. 22:28) ele ainda não conhecia Roma.
  5. 5. DESTINATÁRIOS O núcleo dessa igreja formara-se, provavelmente, dos romanos que haviam estado em Jerusalém no dia de Pentecostes (At. 2:10). Nesse período de 28 anos a igreja cresceu, com cristãos provindos de vários lugares, sendo alguns deles amigos e discípulos de Paulo. A carta serve, portanto, como uma carta de apresentação, na qual o Apóstolo expõe, de forma sistemática sua compreensão do evangelho de Cristo, do qual se chamava apóstolo.
  6. 6. PROPÓSITO Como em todas as epístolas de Paulo às igrejas, o seu propósito em escrevê-las foi proclamar a glória do Senhor Jesus Cristo através do ensino da doutrina, assim como edificar e encorajar os crentes que receberiam a carta. De particular preocupação para Paulo foram aqueles a quem esta carta foi escrita – aqueles em Roma que foram "amados de Deus, chamados para serdes santos" (Romanos 1:7). Porque ele próprio era um cidadão romano, ele tinha uma paixão única por aqueles na assembleia dos crentes em Roma. Já que Paulo não tinha, até este ponto, visitado a igreja de Roma, esta carta também serviu como sua introdução para eles.
  7. 7. A MENSAGEM O texto desta epístola nos apresenta, de forma progressiva, a compreensão que seu autor tem da expressão de Habacuque 2:4: “O justo viverá pela sua fé”. A carta de Paulo aos Romanos, como um todo, pode ser dividida nas duas partes: uma parte doutrinária (capítulos 1 a 11) e outra prática (capítulos 12 a 16).
  8. 8. VERSICULOS – CHAVE 1:16: “Pois não me envergonho do evangelho, porque é o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê, primeiro do judeu e também do grego.” 3:21: “Mas agora, sem lei, se manifestou a justiça de Deus testemunhada pela lei e pelos profetas.” 3:23: “pois todos pecaram e carecem da glória de Deus.” 10:9-10: “Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo. Porque com o coração se crê para justiça e com a boca se confessa a respeito da salvação.”
  9. 9. PONTOS IMPORTANTES: 1:1 - Servo - Escravo. O termo tem conotações chocantes para a cultura da época. Dizer-se servo de alguém, trazia conotações muito fortes do contexto escravocrata em que viviam. Quer dizer que Paulo está inteiramente à disposição de seu Senhor, para atendê-lo a qualquer hora, em qualquer circunstância.
  10. 10. Qual era o evangelho que Paulo pregava? Rm 1:16,17. 1. Porque é poder de Deus para salvação do judeu para salvação do grego para salvação de todos nós 2. Porque revela o modo concebido por Deus para nos salvar não é o nosso modo de nos salvar não aceita outras modalidades inventadas pelos homens a nós, judeus e gregos
  11. 11. A Justificação pela Fé 1. Não há obras que nos tornem quites de Deus (3: 20) 2. Não há nacionalidade que nos tornem quites de Deus (3:29) 3. Não há rito que nos tornem quites de Deus (4:10) 4. Não há herança espiritual que nos tornem quites de Deus (4:14) 5. A obra é o Perdão: Romanos 4:16 - Portanto, é pela fé, para que seja segundo a graça, a fim de que a promessa seja firme a toda a posteridade, não somente à que é da lei, mas também à que é da fé que teve Abraão, o qual é pai de todos nós,
  12. 12. QUAL É O PRECESSO DESTA FÉ? Embora nossa morte com Cristo seja descrita como um fato consumado, mediante a nossa fé, há a necessidade de que nos apropriemos dessa verdade, a cada dia. O primeiro segmento da argumentação do capítulo 6. 1-10 - descreve algo; o segundo (v. 11-14) prescreve uma resposta. Os Dois Senhores 1. Há dois senhores sobre nossa vida (6:16) 1.1. Não podemos servir aos dois 1.2. Não podemos deixar de servir os dois 2. Um, é senhor natural, porque vem escondido na nossa natureza (6:16)
  13. 13. QUAL É O PRECESSO DESTA FÉ? 3. Outro, é senhor opcional, porque nos oferecemos como servos a ele (6:16, 19) 4. O primeiro nos faz colher tristezas e vergonhas e finalmente a morte (6:21) 5. O segundo nos oferece um dom gratuito: a vida eterna (6:23)
  14. 14. A GRANDE MISSÃO 10:13 a 15 - Porque todo aquele que invocar o nome do SENHOR será salvo. Como, pois, invocarão aquele em quem não creram? e como crerão naquele de quem não ouviram? e como ouvirão, se não há quem pregue? E como pregarão, se não forem enviados? como está escrito: Quão formosos os pés dos que anunciam o evangelho de paz; dos que trazem alegres novas de boas coisas.
  15. 15. A GRANDE MISSÃO Os Quatro Comos do Evangelho 1. Como se propaga o evangelho? • pelo envio dos irmãos. 2. Como é recebido o evangelho? • pela pregação dos irmãos. 3. Como surge a fé no evangelho? • pela fé no que foi ouvido. 4. Como o Senhor passa a ser invocado? • pela fé naquele sobre quem ouviram.
  16. 16. O livro de Romanos é essencialmente um trabalho de doutrina e pode ser dividido em quatro seções: a justiça necessária, 1:18-3:20; a justiça providenciada, 3:21-8:39; a justiça vindicada, 9:1-11:36; a justiça praticada, 12:1-15:13. O tema central desta carta é bem óbvio — a justiça. Guiado pelo Espírito Santo, Paulo primeiro condena todos os homens de seus pecados. Ele expressa seu desejo de pregar a verdade da Palavra de Deus para aqueles em Roma. Era a sua esperança que eles permanecessem no caminho certo. Paulo então salienta fortemente que não se envergonha do evangelho (Romanos 1:16) porque é o poder pelo qual todos são salvos.
  17. 17. O livro de Romanos nos diz sobre Deus, quem Ele é e o que tem feito. Ele nos fala de Jesus Cristo, o que sua morte alcançou. Ele nos diz sobre nós mesmos, o que éramos sem Cristo e quem somos depois de termos confiado em Cristo. Paulo recorda que Deus não exige que os homens endireitem suas vidas antes de virem a Cristo. Enquanto éramos ainda pecadores, Cristo morreu na cruz por nossos pecados. Conexões: Paulo usa várias pessoas e eventos do Antigo Testamento como ilustrações das gloriosas verdades encontradas no livro de Romanos. Abraão acreditou e justiça foi-lhe imputada por sua fé, e não por suas obras (Romanos 4:1-5).
  18. 18. Em Romanos 4:6-9, Paulo refere-se a Davi, o qual reiterou a mesma verdade: “Bem-aventurados aqueles cujas iniquidades são perdoadas, e cujos pecados são cobertos; bem-aventurado o homem a quem o Senhor jamais imputará pecado.” Paulo usa Adão para explicar aos Romanos a doutrina do pecado herdado e usa a história de Sara e Isaque, o filho da promessa, para ilustrar o princípio dos cristãos sendo os filhos da promessa da graça divina através de Cristo. Nos capítulos 9-11, Paulo narra a história da nação de Israel e declara que Deus não os rejeitou completamente e definitivamente (Romanos 11:11-12), mas permitiu-lhes “tropeçar” somente até que o número total dos gentios seja trazido à salvação.
  19. 19. APLICAÇÃO PRATICA O livro de Romanos deixa claro que não há nada que possamos fazer para nos salvar. Toda "boa" obra que já fizemos é como um trapo imundo diante de Deus. Tão mortos em nossos delitos e pecados estamos que apenas a graça e a misericórdia de Deus podem nos salvar. Deus expressou sua graça e misericórdia ao enviar o Seu Filho, Jesus Cristo, para morrer na cruz em nosso lugar. Quando entregamos nossas vidas a Cristo, não somos mais controlados por nossa natureza pecaminosa, mas pelo Espírito. Se fizermos a confissão de que Jesus é o Senhor, e crermos que Ele ressuscitou dos mortos, somos salvos, nascidos de novo. Precisamos viver uma vida oferecida a Deus como sacrifício vivo para Ele. A adoração do Deus que nos salvou deve ser o nosso maior desejo. Talvez a melhor aplicação de Romanos seria aplicar Romanos 1:16 e não nos envergonharmos do evangelho. Em vez disso, vamos todos ser fiéis em proclamá-lo!
  20. 20. 16:27 Ao único Deus, sábio, seja dada glória por Jesus Cristo para todo o sempre. Amém.

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