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Leucemia mielobástica Aguda
 A leucemia mieloblastica ou mieloide Aguda  é um tipo de leucemia  que resulta da formação de Blastos (granulócitos ou monócitos ) na medula óssea . É de rápido desenvolvimento (dai a designação aguda), afecta varias partes do corpo (ex: baço e fígado) é o tipo mais comum e com maior incidência em adultos , ocorre principalmente nos homens. Divide-se em varias subtipos.  LMA
Factores  de risco A causa exacta da Leucemia está ainda por descobrir mas a exposição a determinados factores aumenta o risco. O s factores mais conhecidos são : Tabagismo  Exposição a  radiações ou químicos (benzeno)   Disfunções genéticas (translocaçoes ou delecçao  )  Histórico de desordem sanguínea   Ser homem
Como qualquer cancro, acarreta alguns sintomas, os mais frequentes são :   ,[object Object]
Dor nos ossos e articulações
 Esplenomegalia
Leucopénia
TrombocitopeniaSintomas
Após a demonstração  por microscopia electrónica (ME) e imunofenotipagem, conclui-se que certas leucemias aparentemente indiferenciadas, tinham origem na linhagem megacarioblástica. O grupo Franco-Americano-Britânico FAB em 1985 acrescentou 8 subtipos de Leucemia Mieloblastica Aguda, desde M0 a M7.  FAB e os subtipos
 Leucemia   megacarioblástica aguda M7 Leucemia monoblástica aguda  ou Leucemia monocítica aguda M5  Leucemia promielocítica aguda M3  Leucemia mielomonocítica aguda M4 Subtipos de LMA  Leucemia eritróide aguda ou Eritroleucemia M6 Leucemia mieloblástica aguda sem diferenciação M1 Leucemia mieloblástica aguda com maturação M2
Mais de 90% das células mielóides da medula óssea são de células blásticas. O componente granulocítico/monocítico em maturação não excede a 10%  Os blastos têm tamanho médio ou grande, com um ou mais nucléolos, ocasionais bastonetes de Auer e raros grânulos citoplasmáticos LMA-M1
30 a 89% das células mielóides da medula óssea são blastos.  componente monocítico é menor do que 20%. tem maturação granulocítica  Os bastonetes de Auer são mais numerosos e a MPO e SBB mais intensas e positivas em maior número de blastos LMA-M2
A célula predominante é o promielócito   Os promielócitos são hipergranulares.  há inúmeros bastonetes de auer que se dispõem em feixes. LPA-M3
 Os granulocítico em maturação é maior do que 20% das células mielóides da medula óssea.  O componente monocítico, desde mono blastos a monócitos, é maior do que 20% na medula Óssea. LMA-M4
O componente monocítico da medula óssea corresponde a pelo menos 80% das células não eritróides.  Os monoblastos têm citoplasma volumoso e basofílico, com um ou mais nucléolos proeminentes e cromatina delicada,  As células do sangue periférico costumam ser mais maduras que as da medula óssea. LMA-M5
Os blastos eritróides representam mais  de 50% das células nucleadas da medula óssea     Pelo menos 30% das células não eritróides são blásticas.  Podem existir eritroblastos multinucleados fragmentação nuclear e vacuolização citoplasmática. LEA-M6
LMA-M7 Os mega-carioblastos leucêmicos são altamente polimórficos. A origem mega-carioblástica é confirmada com base na morfologia ultra-estrutural ou demonstração da peroxidase plaquetária. O padrão cito químico é de negatividade para MPO, SBB e ANBE
A LMA apresenta sintomas semelhantes a de outras doenças, o que torna difícil o seu diagnostico. O Mielograma é um exame muito importante para determinar a presença de células leucémicas na medula. Consiste na aspiração da medula óssea para observação microscópica . Diagnóstico
Tratamento  Existem vários métodos de tratamento para a leucemia, o mais usuais na LMA são a   Quimioterapia, Radioterapia e terapia biológica. Ambos com objectivo de atingir a remissão e apresentam alguns efeitos secundários e organiza-se em  fases. Durante o tratamento e fundamental a realização de exames a medula óssea  de modo a conhecer a evolução do tratamento.
Consiste na utilização de medicamentos (por via oral ou intravenosa )para eliminar as células cancerígenas, tem a duração de um ano ou menos, aumenta o risco de o paciente contrair infecções. Divide-se em duas fases: indução e  pos-induçao (etapas constituintes - consolidação; re-induçao e manutenção ). Quimioterapia
Indução -tem a finalidade de atingir a remissão completa, que se obtém após a poliquimioterapia (associação de várias drogas cito tóxicas)  Pos-induçao com objectivo de eliminar células não detectáveis pelos exames disponíveis. Utilizam-se medicamentos utilizados na primeira fase de forma intensiva e branda durante três anos, de forma ininterrupta .

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Leucemia Mieloblastica Aguda

  • 2. A leucemia mieloblastica ou mieloide Aguda é um tipo de leucemia que resulta da formação de Blastos (granulócitos ou monócitos ) na medula óssea . É de rápido desenvolvimento (dai a designação aguda), afecta varias partes do corpo (ex: baço e fígado) é o tipo mais comum e com maior incidência em adultos , ocorre principalmente nos homens. Divide-se em varias subtipos. LMA
  • 3. Factores de risco A causa exacta da Leucemia está ainda por descobrir mas a exposição a determinados factores aumenta o risco. O s factores mais conhecidos são : Tabagismo Exposição a radiações ou químicos (benzeno) Disfunções genéticas (translocaçoes ou delecçao ) Histórico de desordem sanguínea Ser homem
  • 4.
  • 5. Dor nos ossos e articulações
  • 9. Após a demonstração por microscopia electrónica (ME) e imunofenotipagem, conclui-se que certas leucemias aparentemente indiferenciadas, tinham origem na linhagem megacarioblástica. O grupo Franco-Americano-Britânico FAB em 1985 acrescentou 8 subtipos de Leucemia Mieloblastica Aguda, desde M0 a M7. FAB e os subtipos
  • 10. Leucemia megacarioblástica aguda M7 Leucemia monoblástica aguda ou Leucemia monocítica aguda M5 Leucemia promielocítica aguda M3 Leucemia mielomonocítica aguda M4 Subtipos de LMA Leucemia eritróide aguda ou Eritroleucemia M6 Leucemia mieloblástica aguda sem diferenciação M1 Leucemia mieloblástica aguda com maturação M2
  • 11. Mais de 90% das células mielóides da medula óssea são de células blásticas. O componente granulocítico/monocítico em maturação não excede a 10% Os blastos têm tamanho médio ou grande, com um ou mais nucléolos, ocasionais bastonetes de Auer e raros grânulos citoplasmáticos LMA-M1
  • 12. 30 a 89% das células mielóides da medula óssea são blastos. componente monocítico é menor do que 20%. tem maturação granulocítica Os bastonetes de Auer são mais numerosos e a MPO e SBB mais intensas e positivas em maior número de blastos LMA-M2
  • 13. A célula predominante é o promielócito Os promielócitos são hipergranulares. há inúmeros bastonetes de auer que se dispõem em feixes. LPA-M3
  • 14. Os granulocítico em maturação é maior do que 20% das células mielóides da medula óssea. O componente monocítico, desde mono blastos a monócitos, é maior do que 20% na medula Óssea. LMA-M4
  • 15. O componente monocítico da medula óssea corresponde a pelo menos 80% das células não eritróides. Os monoblastos têm citoplasma volumoso e basofílico, com um ou mais nucléolos proeminentes e cromatina delicada, As células do sangue periférico costumam ser mais maduras que as da medula óssea. LMA-M5
  • 16. Os blastos eritróides representam mais de 50% das células nucleadas da medula óssea Pelo menos 30% das células não eritróides são blásticas. Podem existir eritroblastos multinucleados fragmentação nuclear e vacuolização citoplasmática. LEA-M6
  • 17. LMA-M7 Os mega-carioblastos leucêmicos são altamente polimórficos. A origem mega-carioblástica é confirmada com base na morfologia ultra-estrutural ou demonstração da peroxidase plaquetária. O padrão cito químico é de negatividade para MPO, SBB e ANBE
  • 18. A LMA apresenta sintomas semelhantes a de outras doenças, o que torna difícil o seu diagnostico. O Mielograma é um exame muito importante para determinar a presença de células leucémicas na medula. Consiste na aspiração da medula óssea para observação microscópica . Diagnóstico
  • 19. Tratamento Existem vários métodos de tratamento para a leucemia, o mais usuais na LMA são a Quimioterapia, Radioterapia e terapia biológica. Ambos com objectivo de atingir a remissão e apresentam alguns efeitos secundários e organiza-se em fases. Durante o tratamento e fundamental a realização de exames a medula óssea de modo a conhecer a evolução do tratamento.
  • 20. Consiste na utilização de medicamentos (por via oral ou intravenosa )para eliminar as células cancerígenas, tem a duração de um ano ou menos, aumenta o risco de o paciente contrair infecções. Divide-se em duas fases: indução e pos-induçao (etapas constituintes - consolidação; re-induçao e manutenção ). Quimioterapia
  • 21. Indução -tem a finalidade de atingir a remissão completa, que se obtém após a poliquimioterapia (associação de várias drogas cito tóxicas) Pos-induçao com objectivo de eliminar células não detectáveis pelos exames disponíveis. Utilizam-se medicamentos utilizados na primeira fase de forma intensiva e branda durante três anos, de forma ininterrupta .
  • 22. E geralmente utilizada antes de um transplante de medula óssea ou células estaminais, aplica radiação de alta energia para eliminar células cancerígenas. Feixes exteriores de radiação, emitidos por uma máquina, são direccionados para o local a tratar. Radioterapia
  • 23. Tem objectivo de restaurar ou estimular a capacidade do sistema imunológico do paciente. baseia-se no uso de substâncias produzidas pelo corpo do paciente ou criadas em laboratório para reforçar, dirigir ou restaurar as defesas naturais do corpo contra a doença. A terapia biológica denomina-se por vezes de terapia modificadora da resposta biológica ou imunoterapia. Terapia Biológica
  • 24. Após o tratamento são necessários exames de rotina frequentes durante vários anos, para observação de efeitos secundários a curto ou a longo prazo. Na LMA não é usual uma recaída se não houver sinais da doença 5 anos depois do tratamento. Depois do tratamento
  • 25. Escola Básica 2,3/s Michel Giacometti Leucemia Arwiler Armando