SlideShare uma empresa Scribd logo
O que entendemos por grupo??
   Qualquer grupo de pessoas constitui um
    grupo?
   O que seria preciso para ser um grupo?
   Quais elementos essenciais?
Grupo é...
   A cada encontro: imprevisível
   A cada interrupção da rotina: algo inusitado
   A cada elemento novo: surpresas.
   A cada elemento já conhecido: aspectos desconhecidos.
   A cada encontro: novo desafio, mesmo supostamente já
    vivido.
   A cada tempo: novo parto, novo compromisso fazendo a
    história.
   A cada conflito: rompimento do estabelecido para a
    construção da mudança.
   A cada emoção: insuspeitável.
   A cada encontro: descobrimentos de terras ainda não
    desbravadas...
A vida em grupo tem...
   alegrias, riso aberto, contentamento, folia,
    concentração.
   medo, dor, choro
   entendimentos, diferenças, brigas, busca, conforto
   silêncio, fala escondida, gritos...
   generosidade, escuta, olhar atento...
   ódio, decepção, raiva...
   amor, bem-querer, gratidão, afago...,
   A vida em grupo tem vários sabores...
Algumas características...
   facilitam a criação de laços profundos de
    fraternidade (cada um é reconhecido como pessoa
    e valorizado como tal).
   partilha de critérios, valores, visões e pontos de
    vista.
   ajudam a enfrentar os desafios dessa etapa de
    vida, tão decisiva para o amadurecimento da fé e
    integração social.
   educam para olhar a realidade junto com os
    outros, partilha de experiências.
   permitem encontrar Jesus de Nazaré, o único
    libertador, aderir a ele e a seu projeto de vida,
    alimentando-se da palavra e rezando em comum.
   impulsionam a renovação permanente do
    compromisso de serviço e de colaboração com a
    Igreja e a sociedade, na construção de um futuro
    digno.
O seguimento de Jesus em suas atitudes,
mensagem e missão, a celebração de sua
presença na vivencia do grupo e nos sinais
 litúrgicos e acolhida profunda do Espirito:
    elementos vitais da vida comunitária.
1º comunhão dinâmica
  entre as pessoas, na
amizade e na integração,
aderindo a constância do
grupo e se sentindo com
   pertença no grupo.
 Dessa mediação gera
solidariedade, o diálogo,
   o olhar a vida com
        otimismo.

                            É nesse dinamismo
                                que vai se
                              consolidando a
                                maturidade
                              humana. Vai se
                               construindo a
                                 liberdade


   2º presença ativa do
  Espirito do Senhor no
    dinamismo grupal.
Através do amor fraterno,
      perdoando-se
 mutuamente, cuidando-
se. É o Espirito quem vai
congregando, ajudando a
  superar as angustias.
Nascimento ....
Etapas...
        o grupo nasce como pessoa..
        com grande dificuldade como a
        vida começa. Sem cuidados
        necessários há o risco de morte
        pré-matura.
Primeira infância...
Ainda não há conhecimento interpessoal...existe o apego com o assessor... afã
imediatista de querer tudo logo...cresce o desejo de se conhecer mais... período de
grande imaginação... sonhos... imitação de outros grupos...
Adolescência...
Tomada a consciência grupal, da crise de integração, da busca
de sentido, da inserção do grupo na realidade contextual.
Tempo de crescimento... incertezas... avanços e recuos... o
diálogo é fundamental.
Juventude...
superada a crise, o grupo alcança maior estabilidade...
com uma personalidade grupal...já possui objetivos e
um “ethos” definidos...
Fase adulta: é uma comunidade sincera... sem
barreiras... com objetivos claros e específicos.. é
decidido continuar juntos...correção fraterna... é
necessário crescer... multiplicar...
Dimensão da formação integral.
Relação
            com Deus




           Relação
Relação
 com a
          do Jovem     Relação
                        com o
 Igreja    consigo      grupo

           mesmo

            Relação
             com a
           sociedade
Documento de Santo
Domingo...
     Que anuncie nos compromissos assumidos e na vida cotidiano que o
     Deus da vida ama aos jovens e quer para eles um futuro diferente
     sem frustrações nem marginalizações, onde a vida plena seja fruto
     acessível a todos.


     Que abra aos adolescentes e jovens espaços da participação na
     Igreja. Que o processo educativo se realize através de uma
     pedagogia experiencial, participativa e transformadora. Que promova
     o protagonismo através da metodologia do ver, julgar, agir, revisar e
     celebrar. Tal pedagogia tem de integrar o cresci-mento da fé no
     processo de crescimento humano, tendo em conta os diversos
     elementos, como o esporte, a festa, a música, o teatro. Cuidará
     especialmente de dar relevância à pastoral juvenil de meios
     específicos, onde vivem e atuam os adolescentes e os jovens
A Igreja, com sua palavra e seu testemunho, deve antes de tudo apresentar
Jesus Cristo aos adolescentes e aos jovens de modo atrativo e motivador, de
modo que seja para eles o caminho, a verdade e a vida que responda a seus
anseios de realização pessoal e a suas necessidades de encontrar sentido na
mesma vida.
Para responder à realidade cultural atual, a pastoral juvenil deverá apresentar,
com força e de um modo atraente e acessível à vida dos jovens, os ideais
evangélicos. Deverá favorecer a criação e animação de grupos, comunidades
juvenis vigorosas e evangélicas, que assegurem a continuidade e
perseverança dos processos educativos dos adolescentes e jovens, e os
sensibilizem e comprometam a responder aos desafios da promoção humana,
da solidariedade e da construção da civilização do amor.
Algumas pistas
metodológicas...
   ser coerente com a pedagogia de Jesus, sua
    realidade e experiência, ajudando os jovens a
    serem protagonistas da própria história.
   assumir a vida dos jovens, na sua realidade e
    experiência.
   levar ao confronto de suas vidas com a
    Palavra de Deus e possibilitar o encontro
    pessoal e comunitário com Jesus Cristo.
   favorecer     a     experiência     comunitária,
    participativa e dialogal, crescimento do
    sentimento de pertença a Igreja Local.
   criar consciência missionária... anuncio
    explícito de Jesus n a vida cotidiana.
Projeto de Vida
Por Onde Começar
Mas por onde devia começar?
O mundo é tão vasto...
Por meu país que é o que é
Conheço melhor.
Mas, meu país é tão grande...
Seria melhor começar por minha
cidade
Mas minha cidade também é grande
Seria melhor começar com minha rua
Não. Minha casa.
Não. Minha família.
Não importa.
Começarei por mim mesmo.
Elie Wiesel

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Documento 85 - Sintese 3
Documento 85 - Sintese 3Documento 85 - Sintese 3
Documento 85 - Sintese 3
LEANDRO DE SOUZA RAMOS
 
Roteiro de encontros da cf2012 para grupos de jovens
Roteiro de encontros da cf2012 para grupos de jovensRoteiro de encontros da cf2012 para grupos de jovens
Roteiro de encontros da cf2012 para grupos de jovens
pastoraldajuventudedors
 
Documento 85 da cnbb
Documento 85 da cnbbDocumento 85 da cnbb
Documento 85 da cnbb
frmarquescj
 
Cifa 2013
Cifa 2013Cifa 2013
Apresentação do documento 85 da cnbb
Apresentação do  documento 85 da cnbbApresentação do  documento 85 da cnbb
Apresentação do documento 85 da cnbb
Bernadetecebs .
 
Documento 85 cnbb_
Documento 85 cnbb_Documento 85 cnbb_
Documento 85 cnbb_
Flávia Renata
 
Documento 85 CNBB - Evangelização da Juventude
Documento 85 CNBB - Evangelização da JuventudeDocumento 85 CNBB - Evangelização da Juventude
Documento 85 CNBB - Evangelização da Juventude
Reinaldo Oliveira Do Carmo
 
Abrangencia Evangelizacao
Abrangencia EvangelizacaoAbrangencia Evangelizacao
Abrangencia Evangelizacao
josyespirita
 
O que é PJ? Pastoral da juventude 2016 (Caapiranga-AM)
O que é PJ? Pastoral da juventude 2016 (Caapiranga-AM)O que é PJ? Pastoral da juventude 2016 (Caapiranga-AM)
O que é PJ? Pastoral da juventude 2016 (Caapiranga-AM)
Stanley Hall
 
De nada vale a fé sem obras
De nada vale a fé sem obrasDe nada vale a fé sem obras
De nada vale a fé sem obras
Helio Cruz
 
A Educação da Criança e do Adolescente para a Prática das Virtudes no Lar e n...
A Educação da Criança e do Adolescente para a Prática das Virtudes no Lar e n...A Educação da Criança e do Adolescente para a Prática das Virtudes no Lar e n...
A Educação da Criança e do Adolescente para a Prática das Virtudes no Lar e n...
Arlete Laenzlinger
 
Adolescência a complexidade do ser na visão espírita
Adolescência a complexidade do ser na visão espíritaAdolescência a complexidade do ser na visão espírita
Adolescência a complexidade do ser na visão espírita
Silvânio Barcelos
 
Evangelizacao Da Juventude
Evangelizacao Da JuventudeEvangelizacao Da Juventude
Evangelizacao Da Juventude
Marciel de Oliveira Rocha
 
Agir no bem: mensagens cotidianas
Agir no bem: mensagens cotidianasAgir no bem: mensagens cotidianas
Agir no bem: mensagens cotidianas
EducadorCriativo
 
A importancia da evangelizacao parte ii - o exercicio do amor
A importancia da evangelizacao   parte ii - o exercicio do amorA importancia da evangelizacao   parte ii - o exercicio do amor
A importancia da evangelizacao parte ii - o exercicio do amor
Alice Lirio
 
Grupo de jovens
Grupo de jovensGrupo de jovens
Grupo de jovens
Vítor Domingos
 
A importância da Evangelização Infanto-Juvenil para a Transformação da Humani...
A importância da Evangelização Infanto-Juvenil para a Transformação da Humani...A importância da Evangelização Infanto-Juvenil para a Transformação da Humani...
A importância da Evangelização Infanto-Juvenil para a Transformação da Humani...
igmateus
 
Porque Somos Evangelizadores Ii
Porque Somos Evangelizadores IiPorque Somos Evangelizadores Ii
Porque Somos Evangelizadores Ii
Dalila Melo
 
Apresentação Grupo Jovem
Apresentação Grupo JovemApresentação Grupo Jovem
Apresentação Grupo Jovem
capelasantacruzdecacupe
 
Apostila RETIRO E FORMAÇÃO OFS SUL 2 2016
Apostila RETIRO E FORMAÇÃO OFS SUL 2 2016Apostila RETIRO E FORMAÇÃO OFS SUL 2 2016
Apostila RETIRO E FORMAÇÃO OFS SUL 2 2016
jessicabiopires
 

Mais procurados (20)

Documento 85 - Sintese 3
Documento 85 - Sintese 3Documento 85 - Sintese 3
Documento 85 - Sintese 3
 
Roteiro de encontros da cf2012 para grupos de jovens
Roteiro de encontros da cf2012 para grupos de jovensRoteiro de encontros da cf2012 para grupos de jovens
Roteiro de encontros da cf2012 para grupos de jovens
 
Documento 85 da cnbb
Documento 85 da cnbbDocumento 85 da cnbb
Documento 85 da cnbb
 
Cifa 2013
Cifa 2013Cifa 2013
Cifa 2013
 
Apresentação do documento 85 da cnbb
Apresentação do  documento 85 da cnbbApresentação do  documento 85 da cnbb
Apresentação do documento 85 da cnbb
 
Documento 85 cnbb_
Documento 85 cnbb_Documento 85 cnbb_
Documento 85 cnbb_
 
Documento 85 CNBB - Evangelização da Juventude
Documento 85 CNBB - Evangelização da JuventudeDocumento 85 CNBB - Evangelização da Juventude
Documento 85 CNBB - Evangelização da Juventude
 
Abrangencia Evangelizacao
Abrangencia EvangelizacaoAbrangencia Evangelizacao
Abrangencia Evangelizacao
 
O que é PJ? Pastoral da juventude 2016 (Caapiranga-AM)
O que é PJ? Pastoral da juventude 2016 (Caapiranga-AM)O que é PJ? Pastoral da juventude 2016 (Caapiranga-AM)
O que é PJ? Pastoral da juventude 2016 (Caapiranga-AM)
 
De nada vale a fé sem obras
De nada vale a fé sem obrasDe nada vale a fé sem obras
De nada vale a fé sem obras
 
A Educação da Criança e do Adolescente para a Prática das Virtudes no Lar e n...
A Educação da Criança e do Adolescente para a Prática das Virtudes no Lar e n...A Educação da Criança e do Adolescente para a Prática das Virtudes no Lar e n...
A Educação da Criança e do Adolescente para a Prática das Virtudes no Lar e n...
 
Adolescência a complexidade do ser na visão espírita
Adolescência a complexidade do ser na visão espíritaAdolescência a complexidade do ser na visão espírita
Adolescência a complexidade do ser na visão espírita
 
Evangelizacao Da Juventude
Evangelizacao Da JuventudeEvangelizacao Da Juventude
Evangelizacao Da Juventude
 
Agir no bem: mensagens cotidianas
Agir no bem: mensagens cotidianasAgir no bem: mensagens cotidianas
Agir no bem: mensagens cotidianas
 
A importancia da evangelizacao parte ii - o exercicio do amor
A importancia da evangelizacao   parte ii - o exercicio do amorA importancia da evangelizacao   parte ii - o exercicio do amor
A importancia da evangelizacao parte ii - o exercicio do amor
 
Grupo de jovens
Grupo de jovensGrupo de jovens
Grupo de jovens
 
A importância da Evangelização Infanto-Juvenil para a Transformação da Humani...
A importância da Evangelização Infanto-Juvenil para a Transformação da Humani...A importância da Evangelização Infanto-Juvenil para a Transformação da Humani...
A importância da Evangelização Infanto-Juvenil para a Transformação da Humani...
 
Porque Somos Evangelizadores Ii
Porque Somos Evangelizadores IiPorque Somos Evangelizadores Ii
Porque Somos Evangelizadores Ii
 
Apresentação Grupo Jovem
Apresentação Grupo JovemApresentação Grupo Jovem
Apresentação Grupo Jovem
 
Apostila RETIRO E FORMAÇÃO OFS SUL 2 2016
Apostila RETIRO E FORMAÇÃO OFS SUL 2 2016Apostila RETIRO E FORMAÇÃO OFS SUL 2 2016
Apostila RETIRO E FORMAÇÃO OFS SUL 2 2016
 

Destaque

A juventude do século XXI
A juventude do século XXIA juventude do século XXI
A juventude do século XXI
Jonathan Reis
 
Juventude!
Juventude!Juventude!
Juventude!
Dalila Melo
 
Sociologia da juventude
Sociologia da juventudeSociologia da juventude
Sociologia da juventude
Lorredana Pereira
 
Palestra para a Juventude
Palestra para a JuventudePalestra para a Juventude
Palestra para a Juventude
ManuelDantas1976
 
Juventude e participação política no século xxi
Juventude e participação política no século xxiJuventude e participação política no século xxi
Juventude e participação política no século xxi
Jonas Araújo
 
A importância do jovem na politica (revisado)
A importância do jovem na politica (revisado)A importância do jovem na politica (revisado)
A importância do jovem na politica (revisado)
poponapolitica
 
Juventudes
Juventudes Juventudes
Juventudes
Henrique Dias
 
O perfil do jovem de hoje slides
O perfil do jovem de hoje    slidesO perfil do jovem de hoje    slides
O perfil do jovem de hoje slides
Marcia Barreto
 
Juventude contemporânea (2)
Juventude contemporânea (2)Juventude contemporânea (2)
Juventude contemporânea (2)
Helena Quarti
 
O Jovem e a Sociedade
O Jovem e a SociedadeO Jovem e a Sociedade
O Jovem e a Sociedade
Aniervson Santos
 
Papel do jovem na sociedade.
Papel do jovem na sociedade.Papel do jovem na sociedade.
Papel do jovem na sociedade.
Yago Nogueira
 
Sistema de status e papeis sociais
Sistema de status e papeis sociaisSistema de status e papeis sociais
Sistema de status e papeis sociais
Rick Harley Mesquita
 
Papéis sociais, conflitos de papéis e as relações sociais no trabalho
Papéis sociais, conflitos de papéis e as relações sociais no trabalhoPapéis sociais, conflitos de papéis e as relações sociais no trabalho
Papéis sociais, conflitos de papéis e as relações sociais no trabalho
Cristiano Bodart
 
Os movimentos sociais contemporâneos
Os movimentos sociais contemporâneosOs movimentos sociais contemporâneos
Os movimentos sociais contemporâneos
Edenilson Morais
 
Introdução Bíblica
Introdução BíblicaIntrodução Bíblica
Introdução Bíblica
Pastoral da Juventude
 
3ª gincana pj_sao_mateus
3ª gincana pj_sao_mateus3ª gincana pj_sao_mateus
3ª gincana pj_sao_mateus
Uliane Ribeiro
 
Civilização do amor tarefa e esperança
Civilização do amor tarefa e esperançaCivilização do amor tarefa e esperança
Civilização do amor tarefa e esperança
Pejota2015
 
Campanha Contra o Extermínio da Juventude
Campanha Contra o Extermínio da JuventudeCampanha Contra o Extermínio da Juventude
Campanha Contra o Extermínio da Juventude
Marciel de Oliveira Rocha
 
A Juventude Quer Viver
A Juventude Quer ViverA Juventude Quer Viver
A Juventude Quer Viver
Marciel de Oliveira Rocha
 
Estudos da CNBB 103 Pastoral Juvenil no Brasil
Estudos da CNBB 103 Pastoral Juvenil no BrasilEstudos da CNBB 103 Pastoral Juvenil no Brasil
Estudos da CNBB 103 Pastoral Juvenil no Brasil
Sebastian Gomes Silva
 

Destaque (20)

A juventude do século XXI
A juventude do século XXIA juventude do século XXI
A juventude do século XXI
 
Juventude!
Juventude!Juventude!
Juventude!
 
Sociologia da juventude
Sociologia da juventudeSociologia da juventude
Sociologia da juventude
 
Palestra para a Juventude
Palestra para a JuventudePalestra para a Juventude
Palestra para a Juventude
 
Juventude e participação política no século xxi
Juventude e participação política no século xxiJuventude e participação política no século xxi
Juventude e participação política no século xxi
 
A importância do jovem na politica (revisado)
A importância do jovem na politica (revisado)A importância do jovem na politica (revisado)
A importância do jovem na politica (revisado)
 
Juventudes
Juventudes Juventudes
Juventudes
 
O perfil do jovem de hoje slides
O perfil do jovem de hoje    slidesO perfil do jovem de hoje    slides
O perfil do jovem de hoje slides
 
Juventude contemporânea (2)
Juventude contemporânea (2)Juventude contemporânea (2)
Juventude contemporânea (2)
 
O Jovem e a Sociedade
O Jovem e a SociedadeO Jovem e a Sociedade
O Jovem e a Sociedade
 
Papel do jovem na sociedade.
Papel do jovem na sociedade.Papel do jovem na sociedade.
Papel do jovem na sociedade.
 
Sistema de status e papeis sociais
Sistema de status e papeis sociaisSistema de status e papeis sociais
Sistema de status e papeis sociais
 
Papéis sociais, conflitos de papéis e as relações sociais no trabalho
Papéis sociais, conflitos de papéis e as relações sociais no trabalhoPapéis sociais, conflitos de papéis e as relações sociais no trabalho
Papéis sociais, conflitos de papéis e as relações sociais no trabalho
 
Os movimentos sociais contemporâneos
Os movimentos sociais contemporâneosOs movimentos sociais contemporâneos
Os movimentos sociais contemporâneos
 
Introdução Bíblica
Introdução BíblicaIntrodução Bíblica
Introdução Bíblica
 
3ª gincana pj_sao_mateus
3ª gincana pj_sao_mateus3ª gincana pj_sao_mateus
3ª gincana pj_sao_mateus
 
Civilização do amor tarefa e esperança
Civilização do amor tarefa e esperançaCivilização do amor tarefa e esperança
Civilização do amor tarefa e esperança
 
Campanha Contra o Extermínio da Juventude
Campanha Contra o Extermínio da JuventudeCampanha Contra o Extermínio da Juventude
Campanha Contra o Extermínio da Juventude
 
A Juventude Quer Viver
A Juventude Quer ViverA Juventude Quer Viver
A Juventude Quer Viver
 
Estudos da CNBB 103 Pastoral Juvenil no Brasil
Estudos da CNBB 103 Pastoral Juvenil no BrasilEstudos da CNBB 103 Pastoral Juvenil no Brasil
Estudos da CNBB 103 Pastoral Juvenil no Brasil
 

Semelhante a Juventude

Grupo de Jovens Missionários CSA.pptx
Grupo de Jovens Missionários CSA.pptxGrupo de Jovens Missionários CSA.pptx
Grupo de Jovens Missionários CSA.pptx
AntonioCesarBurnat1
 
Say-Yes-.-apresentação-do-projeto-Diocese-do-PORTO.ppt
Say-Yes-.-apresentação-do-projeto-Diocese-do-PORTO.pptSay-Yes-.-apresentação-do-projeto-Diocese-do-PORTO.ppt
Say-Yes-.-apresentação-do-projeto-Diocese-do-PORTO.ppt
alessandraoliveira324
 
Diretrizes evangelização Arquidiocese de Manaus
Diretrizes evangelização Arquidiocese de ManausDiretrizes evangelização Arquidiocese de Manaus
Diretrizes evangelização Arquidiocese de Manaus
Paróquia Nossa Senhora das Mercês
 
Evangelização e educação reflexões visita pastoral
Evangelização e educação reflexões visita pastoralEvangelização e educação reflexões visita pastoral
Evangelização e educação reflexões visita pastoral
Antonio De Assis Ribeiro
 
O caminho iniciático com crianças, Jovens e Adultos.pptx
O caminho iniciático com crianças, Jovens e Adultos.pptxO caminho iniciático com crianças, Jovens e Adultos.pptx
O caminho iniciático com crianças, Jovens e Adultos.pptx
LuizHonorio4
 
Psicopedagogia da catequese
Psicopedagogia da catequesePsicopedagogia da catequese
Psicopedagogia da catequese
SuBia Lage
 
Campanha da Fraternidade 2013 apresentacao-3-parte
Campanha da Fraternidade 2013 apresentacao-3-parteCampanha da Fraternidade 2013 apresentacao-3-parte
Campanha da Fraternidade 2013 apresentacao-3-parte
Bernadetecebs .
 
Campanha da Fraternidade 2013 apresentação - 3ª parte = AGIR
Campanha da Fraternidade 2013 apresentação - 3ª parte = AGIRCampanha da Fraternidade 2013 apresentação - 3ª parte = AGIR
Campanha da Fraternidade 2013 apresentação - 3ª parte = AGIR
Wilmar Santin
 
Cristo Vive 7,8,9 (portuguese).pptx
Cristo Vive 7,8,9 (portuguese).pptxCristo Vive 7,8,9 (portuguese).pptx
Cristo Vive 7,8,9 (portuguese).pptx
Martin M Flynn
 
Roteiro para Encontro de Grupos de Jovens - subsídio
Roteiro para Encontro de Grupos de Jovens - subsídio Roteiro para Encontro de Grupos de Jovens - subsídio
Roteiro para Encontro de Grupos de Jovens - subsídio
Bernadetecebs .
 
Unidos Pela Missão
Unidos Pela MissãoUnidos Pela Missão
Unidos Pela Missão
Unidos Pela Missão
 
Semeando outubro 2011
Semeando outubro 2011Semeando outubro 2011
Semeando outubro 2011
conceicaoborges
 
Comunidade Cristã Grito de Alerta - 2010
Comunidade Cristã Grito de Alerta - 2010Comunidade Cristã Grito de Alerta - 2010
Comunidade Cristã Grito de Alerta - 2010
andreduarte
 
Comunidade Cristã Grito de Alerta - 2010
Comunidade Cristã Grito de Alerta - 2010Comunidade Cristã Grito de Alerta - 2010
Comunidade Cristã Grito de Alerta - 2010
andreduarte
 
Boletim Informativo Março/Abril 2015
Boletim Informativo Março/Abril 2015Boletim Informativo Março/Abril 2015
Boletim Informativo Março/Abril 2015
Biel Ferreira
 
livreto Campanha da Fraternidade 2018
livreto Campanha da Fraternidade 2018 livreto Campanha da Fraternidade 2018
livreto Campanha da Fraternidade 2018
Bernadetecebs .
 
Pj revisa sou p_joteiro 5ªedição
Pj  revisa sou p_joteiro 5ªediçãoPj  revisa sou p_joteiro 5ªedição
Pj revisa sou p_joteiro 5ªedição
Dias Albert
 
O papel do serviço assistencial no atendimento integral
O papel do serviço assistencial no atendimento integralO papel do serviço assistencial no atendimento integral
O papel do serviço assistencial no atendimento integral
USE Jabaquara
 
Psicologia das idades catequese
Psicologia das idades   catequesePsicologia das idades   catequese
Psicologia das idades catequese
Maria José Gonçalves
 
Estudo do livro Roteiro lição 33
Estudo do livro Roteiro lição 33Estudo do livro Roteiro lição 33
Estudo do livro Roteiro lição 33
Candice Gunther
 

Semelhante a Juventude (20)

Grupo de Jovens Missionários CSA.pptx
Grupo de Jovens Missionários CSA.pptxGrupo de Jovens Missionários CSA.pptx
Grupo de Jovens Missionários CSA.pptx
 
Say-Yes-.-apresentação-do-projeto-Diocese-do-PORTO.ppt
Say-Yes-.-apresentação-do-projeto-Diocese-do-PORTO.pptSay-Yes-.-apresentação-do-projeto-Diocese-do-PORTO.ppt
Say-Yes-.-apresentação-do-projeto-Diocese-do-PORTO.ppt
 
Diretrizes evangelização Arquidiocese de Manaus
Diretrizes evangelização Arquidiocese de ManausDiretrizes evangelização Arquidiocese de Manaus
Diretrizes evangelização Arquidiocese de Manaus
 
Evangelização e educação reflexões visita pastoral
Evangelização e educação reflexões visita pastoralEvangelização e educação reflexões visita pastoral
Evangelização e educação reflexões visita pastoral
 
O caminho iniciático com crianças, Jovens e Adultos.pptx
O caminho iniciático com crianças, Jovens e Adultos.pptxO caminho iniciático com crianças, Jovens e Adultos.pptx
O caminho iniciático com crianças, Jovens e Adultos.pptx
 
Psicopedagogia da catequese
Psicopedagogia da catequesePsicopedagogia da catequese
Psicopedagogia da catequese
 
Campanha da Fraternidade 2013 apresentacao-3-parte
Campanha da Fraternidade 2013 apresentacao-3-parteCampanha da Fraternidade 2013 apresentacao-3-parte
Campanha da Fraternidade 2013 apresentacao-3-parte
 
Campanha da Fraternidade 2013 apresentação - 3ª parte = AGIR
Campanha da Fraternidade 2013 apresentação - 3ª parte = AGIRCampanha da Fraternidade 2013 apresentação - 3ª parte = AGIR
Campanha da Fraternidade 2013 apresentação - 3ª parte = AGIR
 
Cristo Vive 7,8,9 (portuguese).pptx
Cristo Vive 7,8,9 (portuguese).pptxCristo Vive 7,8,9 (portuguese).pptx
Cristo Vive 7,8,9 (portuguese).pptx
 
Roteiro para Encontro de Grupos de Jovens - subsídio
Roteiro para Encontro de Grupos de Jovens - subsídio Roteiro para Encontro de Grupos de Jovens - subsídio
Roteiro para Encontro de Grupos de Jovens - subsídio
 
Unidos Pela Missão
Unidos Pela MissãoUnidos Pela Missão
Unidos Pela Missão
 
Semeando outubro 2011
Semeando outubro 2011Semeando outubro 2011
Semeando outubro 2011
 
Comunidade Cristã Grito de Alerta - 2010
Comunidade Cristã Grito de Alerta - 2010Comunidade Cristã Grito de Alerta - 2010
Comunidade Cristã Grito de Alerta - 2010
 
Comunidade Cristã Grito de Alerta - 2010
Comunidade Cristã Grito de Alerta - 2010Comunidade Cristã Grito de Alerta - 2010
Comunidade Cristã Grito de Alerta - 2010
 
Boletim Informativo Março/Abril 2015
Boletim Informativo Março/Abril 2015Boletim Informativo Março/Abril 2015
Boletim Informativo Março/Abril 2015
 
livreto Campanha da Fraternidade 2018
livreto Campanha da Fraternidade 2018 livreto Campanha da Fraternidade 2018
livreto Campanha da Fraternidade 2018
 
Pj revisa sou p_joteiro 5ªedição
Pj  revisa sou p_joteiro 5ªediçãoPj  revisa sou p_joteiro 5ªedição
Pj revisa sou p_joteiro 5ªedição
 
O papel do serviço assistencial no atendimento integral
O papel do serviço assistencial no atendimento integralO papel do serviço assistencial no atendimento integral
O papel do serviço assistencial no atendimento integral
 
Psicologia das idades catequese
Psicologia das idades   catequesePsicologia das idades   catequese
Psicologia das idades catequese
 
Estudo do livro Roteiro lição 33
Estudo do livro Roteiro lição 33Estudo do livro Roteiro lição 33
Estudo do livro Roteiro lição 33
 

Juventude

  • 1.
  • 2. O que entendemos por grupo??  Qualquer grupo de pessoas constitui um grupo?  O que seria preciso para ser um grupo?  Quais elementos essenciais?
  • 3. Grupo é...  A cada encontro: imprevisível  A cada interrupção da rotina: algo inusitado  A cada elemento novo: surpresas.  A cada elemento já conhecido: aspectos desconhecidos.  A cada encontro: novo desafio, mesmo supostamente já vivido.  A cada tempo: novo parto, novo compromisso fazendo a história.  A cada conflito: rompimento do estabelecido para a construção da mudança.  A cada emoção: insuspeitável.  A cada encontro: descobrimentos de terras ainda não desbravadas...
  • 4. A vida em grupo tem...  alegrias, riso aberto, contentamento, folia, concentração.  medo, dor, choro  entendimentos, diferenças, brigas, busca, conforto  silêncio, fala escondida, gritos...  generosidade, escuta, olhar atento...  ódio, decepção, raiva...  amor, bem-querer, gratidão, afago...,  A vida em grupo tem vários sabores...
  • 5.
  • 6. Algumas características...  facilitam a criação de laços profundos de fraternidade (cada um é reconhecido como pessoa e valorizado como tal).  partilha de critérios, valores, visões e pontos de vista.  ajudam a enfrentar os desafios dessa etapa de vida, tão decisiva para o amadurecimento da fé e integração social.
  • 7. educam para olhar a realidade junto com os outros, partilha de experiências.  permitem encontrar Jesus de Nazaré, o único libertador, aderir a ele e a seu projeto de vida, alimentando-se da palavra e rezando em comum.  impulsionam a renovação permanente do compromisso de serviço e de colaboração com a Igreja e a sociedade, na construção de um futuro digno.
  • 8. O seguimento de Jesus em suas atitudes, mensagem e missão, a celebração de sua presença na vivencia do grupo e nos sinais litúrgicos e acolhida profunda do Espirito: elementos vitais da vida comunitária.
  • 9. 1º comunhão dinâmica entre as pessoas, na amizade e na integração, aderindo a constância do grupo e se sentindo com pertença no grupo. Dessa mediação gera solidariedade, o diálogo, o olhar a vida com otimismo. É nesse dinamismo que vai se consolidando a maturidade humana. Vai se construindo a liberdade 2º presença ativa do Espirito do Senhor no dinamismo grupal. Através do amor fraterno, perdoando-se mutuamente, cuidando- se. É o Espirito quem vai congregando, ajudando a superar as angustias.
  • 10. Nascimento .... Etapas... o grupo nasce como pessoa.. com grande dificuldade como a vida começa. Sem cuidados necessários há o risco de morte pré-matura.
  • 11. Primeira infância... Ainda não há conhecimento interpessoal...existe o apego com o assessor... afã imediatista de querer tudo logo...cresce o desejo de se conhecer mais... período de grande imaginação... sonhos... imitação de outros grupos...
  • 12. Adolescência... Tomada a consciência grupal, da crise de integração, da busca de sentido, da inserção do grupo na realidade contextual. Tempo de crescimento... incertezas... avanços e recuos... o diálogo é fundamental.
  • 13. Juventude... superada a crise, o grupo alcança maior estabilidade... com uma personalidade grupal...já possui objetivos e um “ethos” definidos...
  • 14. Fase adulta: é uma comunidade sincera... sem barreiras... com objetivos claros e específicos.. é decidido continuar juntos...correção fraterna... é necessário crescer... multiplicar...
  • 16. Relação com Deus Relação Relação com a do Jovem Relação com o Igreja consigo grupo mesmo Relação com a sociedade
  • 17. Documento de Santo Domingo... Que anuncie nos compromissos assumidos e na vida cotidiano que o Deus da vida ama aos jovens e quer para eles um futuro diferente sem frustrações nem marginalizações, onde a vida plena seja fruto acessível a todos. Que abra aos adolescentes e jovens espaços da participação na Igreja. Que o processo educativo se realize através de uma pedagogia experiencial, participativa e transformadora. Que promova o protagonismo através da metodologia do ver, julgar, agir, revisar e celebrar. Tal pedagogia tem de integrar o cresci-mento da fé no processo de crescimento humano, tendo em conta os diversos elementos, como o esporte, a festa, a música, o teatro. Cuidará especialmente de dar relevância à pastoral juvenil de meios específicos, onde vivem e atuam os adolescentes e os jovens
  • 18. A Igreja, com sua palavra e seu testemunho, deve antes de tudo apresentar Jesus Cristo aos adolescentes e aos jovens de modo atrativo e motivador, de modo que seja para eles o caminho, a verdade e a vida que responda a seus anseios de realização pessoal e a suas necessidades de encontrar sentido na mesma vida. Para responder à realidade cultural atual, a pastoral juvenil deverá apresentar, com força e de um modo atraente e acessível à vida dos jovens, os ideais evangélicos. Deverá favorecer a criação e animação de grupos, comunidades juvenis vigorosas e evangélicas, que assegurem a continuidade e perseverança dos processos educativos dos adolescentes e jovens, e os sensibilizem e comprometam a responder aos desafios da promoção humana, da solidariedade e da construção da civilização do amor.
  • 19. Algumas pistas metodológicas...  ser coerente com a pedagogia de Jesus, sua realidade e experiência, ajudando os jovens a serem protagonistas da própria história.  assumir a vida dos jovens, na sua realidade e experiência.  levar ao confronto de suas vidas com a Palavra de Deus e possibilitar o encontro pessoal e comunitário com Jesus Cristo.
  • 20. favorecer a experiência comunitária, participativa e dialogal, crescimento do sentimento de pertença a Igreja Local.  criar consciência missionária... anuncio explícito de Jesus n a vida cotidiana.
  • 21. Projeto de Vida Por Onde Começar Mas por onde devia começar? O mundo é tão vasto... Por meu país que é o que é Conheço melhor. Mas, meu país é tão grande... Seria melhor começar por minha cidade Mas minha cidade também é grande Seria melhor começar com minha rua Não. Minha casa. Não. Minha família. Não importa. Começarei por mim mesmo. Elie Wiesel