SlideShare uma empresa Scribd logo
EVANGELIZAÇÃO DA JUVENTUDE: Desafios e Perspectivas Pastorais Estudo da CNBB - 93
 
O documento  procura destacar elementos principais que podem servir de diretrizes para todo o trabalho com a juventude no Brasil.  A diversidade de experiências e a riqueza de tantas iniciativas não nos permitem determinar um único modelo (ou metodologia) de evangelização.  CONSIDERAÇÕES GERAIS:
Portanto, a preocupação não foi a de descobrir um único MODELO de evangelização da juventude. Mas a partir das experiências, história e riquezas, pontuar o que parece essencial para se estabelecer um verdadeiro processo de evangelização que orientaria todos os meios de atuação com jovens.
querer descobrir e determinar uma fórmula mágica,  promover projetos passageiros desconectados com um  processo mais amplo, esquecer da história e das riquezas já existentes, enxergar o jovem somente como objeto de evangelização desconsiderando sua potencialidade como sujeito de evangelização,   Diante dos grandes desafios...
não acreditar na sua capacidade de crer e de se entregar por uma causa sublime, mesmo que exigente, pensar somente no/a jovem que se encontra ‘dentro’ de nossas igrejas e esquecer daqueles/as que estão nas ‘esquinas’ ou do ‘outro lado da calçada’, apoiar-se numa metodologia que prescinda da realidade juvenil e suas aspirações.
Os bispos do Brasil na carta para a juventude dizem: “ Convocamos toda Igreja no Brasil  a renovar sua opção pelos jovens, e dar o melhor de si no empenho pela sua Evangelização, através da Escuta, Compreensão, Amizade e Orientação.”
 
Evangelização e sujeitos Cada um de nós carrega um imaginário de juventude. Como definimos a geração atual de Jovens? De que juventude estamos falando?
INTRODUÇÃO Considerando que: a Igreja existe para Evangelizar (EN 14): a Evangelização implica no testemunho, anúncio, adesão a Jesus Cristo e a Igreja,  a Juventude é fonte perene de renovação da Igreja e da Sociedade. ainda temos muito a realizar ...
Introdução ... a reflexão deste tema e a construção deste texto querem ser uma oportunidade especial para que a nossa Igreja renove a sua opção afetiva e efetiva pelos/as jovens.  Com isto buscam-se orientações que possam animar, iluminar e motivar a todos no trabalho com a juventude.
Evangelização e método  Doc. n.º 93 “ Conhecer os jovens é condição prévia para evangelizá-los. Não se pode amar e nem evangelizar a quem não se conhece”.
I – ELEMENTOS PARA O CONHECIMENTO DA REALIDADE DOS JOVENS. Não se pode amar nem evangelizar a quem não se conhece. Pluralidade das realidades juvenis. Variedade de comportamentos; situações da juventude hoje. A Igreja –  como canal do dom da Graça (EN 14)  – necessita conhecer sempre o mundo juvenil para poder desenvolver com eficiência a sua missão.
Para a Evangelização dos jovens é preciso saber ouvi-los, querer conhecê-los, amá-los, conquistá-los, oferecer-lhes propostas  que atendam suas necessidades . A  1ª parte  desta redação analisa alguns aspectos do contexto em que se encontra a juventude:
 
“ Uma evangelização que não dialoga com os sistemas culturais é uma evangelização de verniz que não resiste aos ventos contrários.” As  transformações culturais  exercem influência na mentalidade, nos valores, no comportamento das pessoas e, de um modo todo particular, dos jovens. Entre os muitos elementos deste tempo atual destacamos:  a  subjetividade  como valor central, as novas expressões da vivência do  sagrado ,  a centralidade das  emoções . 1 -  As transformações culturais
A Subjetividade Eu” – Busca de necessidades pessoais. Busca de sensações e emoções passage i ras. Justiça social e Auto-realização, duas realidades que tem que andarem juntas.
As novas expressões da vivência do Sagrado. Religião mais individual. Outras expressões fora das instituições. Facilidade de trabalhar a questão do sagrado, uma vez que vivemos um outro paradigma da religiosidade, diferente dos anos 80. Cuidado para não cair no erro dos eventos de massas para se conseguir apenas quantidade e não qualidade.
A centralidade das emoções Saída da Razão, entrada da Emoção. Tendência a alienação (fundamentalismo). Necessidade de desenvolver uma metodologia pastoral que considere as duas tendências (razão e emoção).
2 – Perfil da Juventude Brasileira Outro aspecto é a constatação de uma  situação sócio-econômico  que impõe uma série de  dificuldades  aos jovens no campo da educação, do trabalho, da cultura e lazer, das drogas, da violência. É preciso considerar, também, as  diferenciações existentes  entre os jovens (gênero, raça, classe...). Dentro desta situação encontramos uma minoria que participa formalmente de atividades associativas e comunitárias tradicionais.
Perfil socioeconômico 34 Milhões, 20% da população (de 15 a 24 anos de idade). Extrema diversidade manifestada nas diferenças e desigualdades sociais. Necessidade de investimentos que garantam os direitos básicos do/a jovem. Enriquecimento exagerado de poucos à custa do empobrecimento crescente de muitos.
Principais problemas disparidade de renda; acesso restrito à educação de qualidade; frágeis condições para permanência nos sistemas escolares;  desemprego e a inserção no mercado de trabalho; falta de qualificação para o mundo do trabalho; envolvimento com drogas lícitas e ilícitas; gravidez na adolescência; violência no campo e na cidade; intensa migração; mortes por causas externas (homicídio, acidentes de trânsito, suicídios); o ilimitado acesso a atividades esportivas, lúdicas e culturais.
Protagonismo / participação social Duas imagens da juventude: Mídia:  (“moda” e “relaxamento”) Noticiários:  (“problema” e “violência”)  Pesquisas apontam para um número mínimo de jovens que participam de grupos ou atividades sociais, mas esse número tem crescido consideravelmente.
Novas formas de participação juvenil hoje no Brasil: pertença a grupos  (pastorais, movimentos eclesiais, redes, ONGs e outras organizações juvenis)  que atuam para transformar o espaço local, participação em grupos que trabalham nos espaços de cultura e lazer; mobilização em torno de uma causa e/ou campanha; grupos reunidos em tornos de identidades específicas.
Constata-se que o perfil religioso do jovem brasileiro é semelhante ao da população. Busca contínua por uma expressão de fé que dê sentido às suas vidas  Atração por manifestações religiosas exóticas;  Religiosidade holística (sínteses de crenças e práticas de vários sistemas religiosos  O perfil religioso dos jovens nos mostra que, apesar de seu distanciamento da religião institucional, eles continuam acreditando em Deus.   O perfil religioso
3 – Valor da experiência acumulada Por fim, constatamos que a Igreja no Brasil sempre procurou desenvolver a evangelização no meio da juventude. Portanto, a Igreja  não está começando  do zero, existe uma rica herança:  Recordamos o trabalho das Congregações Marianas e Vicentinas,  Ação Católica  e Especializada (década 50 e 60),  Movimentos (década de 70),  Pastoral Orgânica da Juventude - Setor Juventude- CNBB (década de 80),  A partir da década de 90, expansão dos Movimentos no meio dos jovens e a coexistência de todas estas formas de evangelização.
 
A 2ª parte o texto nos lembra que qualquer orientação para o trabalho com a juventude deve estar em sintonia com o Objetivo Geral da Ação Evangelizadora da Igreja do Brasil e deve contemplar um processo que motive o/a jovem a  conhecer  Jesus Cristo e seu Projeto,  segui-Lo , a viver em  Comunidade  (Igreja) e a se sentir co-responsável na  construção do Reino. II – UM OLHAR DE FÉ A PARTIR DA PALAVRA DE DEUS E DO MAGISTÉRIO
apresentar Jesus Cristo de modo atraente a tal ponto que conduza o/a jovem ao seguimento e à missionariedade, mostrar a importância da vivência comunitária entre aqueles que partilham do mesmo projeto, a partir do modelo apresentado no Novo Testamento despertar o/a jovem para a dimensão política-social da fé em vista da construção de uma sociedade solidária A Igreja nos convoca...
Pronunciamentos do magistério Os pronunciamentos do Magistério, principalmente com  João Paulo II e as Conferências  do Episcopado Latino-Americano constantemente se referem à Evangelização da Juventude.
Desafios: 1º DESAFIO: Formação para o Discipulado 2º DESAFIO: Espiritualidade Juvenil 3º DESAFIO: Pedagogia de Formação 4º DESAFIO: Discípulos para a missão 5º DESAFIO: Estruturas de acompanhamento 6º DESAFIO: Ministério da Assessoria 7º DESAFIO: Garantir aos jovens o Direito à Vida
1º DESAFIO:  Formação para o Discipulado Um grande desafio da ação evangelizadora é a promoção de um processo de evangelização dos/as jovens que leva em conta as diferentes  dimensões da formação integral.   O conceito de  formação integral  é importante para  considerar o jovem como um todo, evitando assim  reducionismos  que distorcem a proposta de educação na fé, reduzindo a fé a uma proposta psicologisante, espiritualista ou politizante.
2º DESAFIO:  Espiritualidade Juvenil Ajudar o/a jovem a viver uma  espiritualidade consistente  e sem distorções, segundo a sua medida, e capaz de alimentá-lo/a cotidianamente no seguimento a Jesus Cristo. Numa sociedade  na qual se  incentiva o comodismo, o individualismo e o hedonismo torna-se difícil provocar nas pessoas, especialmente no/a jovem, o desejo por uma vida cristã autêntica.
3º DESAFIO:  Pedagogia de Formação Há necessidade de desenvolver uma  pedagogia de formação  que conquiste e envolva os/as jovens num itinerário que os/as leve ao amadurecimento na fé. Trata-se de uma geração formada pela imagem,  acostumada com estímulos  constantes para manter sua atenção, para quem o “sentir” é mais importante do que o “pensar”, que, à vezes, tem um “eu” muito fragilizado, que tem aversão a compromissos a longo prazo e que está aberta à dimensão espiritual da vida e freqüentemente rejeita a religião institucionalizada.
4º DESAFIO:   Discípulos/as para a missão Estar atento/a ao conjunto da população jovem e não se restringir apenas àqueles/as que já são atingidos/as pela Ação Pastoral da Igreja.  Trabalhar a dimensão social da fé  com os/as jovens como um elemento da missão  cristã. A luta pela justiça é um elemento constitutivo da Evangelização.
5º DESAFIO:   Estruturas de Acompanhamento A organização da evangelização da juventude apresenta  dois desafios : O desafio de fortalecer as estruturas organizativas  que acompanham os processos de educação na fé dos/as jovens.  O desafio de organizar uma coordenação mais ampla  de todas as forças que trabalham com jovens.
6º DESAFIO:   Ministério da Assessoria Elaborar e stratégias para conquistar e envolver  assessores/as adultos/as para acompanhar os processos de educação na fé dos/as jovens.  Nestas estratégias é importante envolver os/as próprios/as jovens que têm um jeito especial de conquistar pessoas com carisma e vocação para este trabalho.
7º DESAFIO:   Garantir aos/as jovens o Direito à Vida Garantir que todos/as os/as jovens tenham acesso aos direitos fundamentais, numa sociedade como a nossa, marcada por profundas desigualdades sociais, regionais, raciais e de gênero.   Buscar a colaboração com outras organizações da sociedade civil, movimentos juvenis, ONGs, órgãos governamentais, parlamentos, universidades, outras igrejas e grupos religiosos. Comprometimento dos diferentes segmentos da Igreja com a realização do debate público e promoção de ações que visem garantir os direitos fundamentais dos/as jovens.
Um grande desafio... “  A juventude tem algo a dizer à Igreja e muito a contribuir a partir daquilo que lhe é peculiar. ” “ Cabe à Igreja abrir-se às interpelações da juventude”  (D. José Mauro). Re-encantar os bispos e clero pela juventude.
A Igreja,  ciente da realidade juvenil atual   e da  missão que tem de ser portadora da Boa Nova de Jesus Cristo ,  detecta os desafios e busca enfrentá-los.  Portanto,  para responder  de maneira qualificada aos anseios da juventude, às necessidades da Igreja e aos sinais dos tempos, o presente texto aponta 8 Linhas de Ação. III – LINHAS DE AÇÃO: PRINCÍPIOS, ORIENTADORES E PISTAS DE AÇÃO
As linhas de ação...   uma complementa a outra;  não há uma mais importante do que a outra, nem significam necessariamente que estão em ordem de prioridade; as 8 linhas parecem garantir um processo consistente de evangelização; são linhas de ação para todos aqueles que trabalham com jovens;  mas são também para a Igreja como um todo; As linhas de ação contém: princípios, orientadores e algumas pistas concretas.
FORMAÇÃO  INTEGRAL DO DISCÍPULO  ESPIRITUALIDADE PEDAGOGIA DE FORMAÇÃO DISCÍPULOS PARA A MISSÃO ESTRUTURAS DE ACOMPANHAMENTO MINISTÉRIO DA ASSESSORIA DIÁLOGO FÉ E RAZÃO 8.  O DIREITO À VIDA Linhas de Ação
1º) FORMAÇÃO  integral do discípulo 5 dimensões que precisam ser contempladas: Psico-afetiva (personalização),  Psico-social (integração),  Mística (teológico-espiritual),  Político (participação-conscientização),  capacitação técnica (capacitação-metodologia). O/A seguidor/a de Jesus Cristo necessita que a Igreja lhe ofereça oportunidades para a sua formação integral - todas as dimensões do ser humano devem ser contempladas, isto é, considerar o jovem como um todo, evitando assim reducionismos.
2ª) ESPIRITUALIDADE É a própria espiritualidade cristã traduzida em linguagem e experiências juvenis; Jesus Cristo e seu Projeto (centro!); Vida e Cotidiano: dever, alegria, otimismo, contato com Deus; Experiência Comunitária; Maria; Reino.
MEIOS  para o crescimento na fé oração pessoal e comunitária; participação na comunidade eclesial; leitura orante da Bíblia; vivência dos Sacramentos (Eucaristia, Reconciliação,...); devoção a Nossa Senhora; outros encontros (experiências) espirituais das leituras e reflexões.
3ª) PEDAGOGIA de formação É necessário uma adequada pedagogia diante deste/a jovem que tem medo, é sensível, possui potencialidades, é egocêntrico, inserido neste contexto marcado por valores e contra-valores...  Portanto: Prioridade da experiência (envolvimento) sobre a teoria (a teoria ilumina a experiência); Pequenos grupos e eventos de massa (articular os dois; complementares); Níveis de evolução no processo de acompanhamento (serviços, grupo, rede, projeto, consciência das etapas).
4º) Discípulos para a MISSÃO O/A Jovem como evangelizador/a:  ‘jovens como apóstolos de outros/as jovens’   (dimensão da missão) Missão na sociedade (transformação social; dimensão da cidadania).
5ª)  ESTRUTURAS de acompanhamento Fortalecer  as estruturas organizativas que acompanham os processos de educação na fé dos jovens. Garantir estas estruturas em todas as instâncias; envolvendo, inclusive, os/as jovens nestas estruturas organizativas. Organizar uma coordenação mais ampla - SETOR JUVENTUDE - com todas as forças que trabalham com jovens. Algo que reúna todas as forças: PJs, Movimentos, Congregações, SAV, Educação, Pastorais afins...  Esta coordenação ampla deve  garantir a unidade  de todas as forças ao redor de algumas metas, prioridades, diretrizes comuns, respeitando-se as diferenças de carismas e metodologias.
6ª) Ministério da ASSESSORIA É importância o acompanhamento para que se garanta um verdadeiro processo de evangelização, planejamento; definir bem as pessoas que são responsáveis pela juventude na paróquia, na diocese, no regional. diversos tipos de assessores/as: adulto-leigo/a, religioso/a, jovem. quanto à assessoria deve-se: priorizar, determinar, investir, formar, valorizar...
7ª) Diálogo FÉ e RAZÃO Na medida em que cresce a escolaridade, mais a fé do/a jovem entra em conflito com a razão. A ação evangelizadora, principalmente no meio universitário, precisa considerar os valores do discurso e do método científico. Conciliar o desenvolvimento da ciência e da tecnologia com o respeito à vida e à dignidade humana.
8ª) DIREITO À VIDA Frente à situação de extrema vulnerabilidade a que está submetida a imensa maioria dos/as jovens brasileiros/as, é necessária uma firme atuação de todos os segmentos da Igreja no sentido de garantir o direito dos/as jovens à vida digna e ao pleno desenvolvimento de suas potencialidades. Isso se desdobra e concretiza no direito à educação, ao trabalho e à renda, à cultura e ao lazer, à segurança, à assistência social, à saúde e à participação social.  É preciso combater as estruturas produtoras de desigualdade social e proporcionar formação do povo de Deus para o exercício da cidadania.
CONCLUSÃO Juventude:  momento de grandes decisões... encontrar uma pedagogia para evangelizar. convocar toda a Igreja: ser  SEMEADORA  (parábola): preparar o terreno e cuidar.
PROTAGONISTAS DA EVANGELIZAÇÃO
“ Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante” (Saint Exupéry) ”  A Igreja de Jesus Cristo ou é missionária ou não é Igreja dEle. A Igreja nasce para o mundo, para evangelizar”.  (D. José Mauro – Acampamento da Juventude)

Mais conteúdo relacionado

Mais procurados

Discipulado - EBO Bauru/SP - Palestra 03
Discipulado - EBO Bauru/SP - Palestra 03Discipulado - EBO Bauru/SP - Palestra 03
Discipulado - EBO Bauru/SP - Palestra 03
Joary Jossué Carlesso
 
Diretrizes da Igreja no Brasil 2019 a 2023
Diretrizes da Igreja no Brasil 2019 a 2023Diretrizes da Igreja no Brasil 2019 a 2023
Diretrizes da Igreja no Brasil 2019 a 2023
José Vieira Dos Santos
 
Curso de-ministros
Curso de-ministrosCurso de-ministros
Curso de-ministros
Wesley Mallbross
 
Formação em Liturgia
Formação em LiturgiaFormação em Liturgia
Formação em Liturgia
iaymesobrino
 
A espiritualidade do catequista
A espiritualidade do catequistaA espiritualidade do catequista
A espiritualidade do catequista
fagundes_daniel
 
FORMAÇÃO DO DÍZIMO
FORMAÇÃO DO DÍZIMOFORMAÇÃO DO DÍZIMO
FORMAÇÃO DO DÍZIMO
Paulo David
 
Paróquia comunidade de comunidades
Paróquia comunidade de comunidadesParóquia comunidade de comunidades
Paróquia comunidade de comunidades
Bernadetecebs .
 
Santas Missões Populares
Santas Missões Populares Santas Missões Populares
Santas Missões Populares
Bernadetecebs .
 
RECICLAGEM DE DIÁCONOS 22/07/2013
RECICLAGEM DE DIÁCONOS 22/07/2013RECICLAGEM DE DIÁCONOS 22/07/2013
RECICLAGEM DE DIÁCONOS 22/07/2013
P Valter De Almeida Gomes
 
Círculos Bíblicos/Grupos de Reflexão
Círculos Bíblicos/Grupos de ReflexãoCírculos Bíblicos/Grupos de Reflexão
Círculos Bíblicos/Grupos de Reflexão
leituraorante
 
Capítulo 1 identidade da rcc
Capítulo 1   identidade da rccCapítulo 1   identidade da rcc
Capítulo 1 identidade da rcc
Klaus Newman
 
Eucaristia Ceia do Senhor
Eucaristia Ceia do SenhorEucaristia Ceia do Senhor
Eucaristia Ceia do Senhor
José Vieira Dos Santos
 
Apostila Culto de Missões - Volume 2
Apostila Culto de Missões - Volume 2Apostila Culto de Missões - Volume 2
Apostila Culto de Missões - Volume 2
Sammis Reachers
 
Liturgia
LiturgiaLiturgia
Liturgia
Samuel Elanio
 
Sacramento da eucaristia
Sacramento da eucaristiaSacramento da eucaristia
Sacramento da eucaristia
Jorge Pereira
 
Os sacramentos-de-iniciação-cristã-salesianos
Os sacramentos-de-iniciação-cristã-salesianosOs sacramentos-de-iniciação-cristã-salesianos
Os sacramentos-de-iniciação-cristã-salesianos
Presentepravoce SOS
 
Catequese renovada
Catequese renovadaCatequese renovada
Catequese renovada
Luiz Vicente Gargiulo
 
Igreja
IgrejaIgreja
Documento 85 CNBB - Evangelização da Juventude
Documento 85 CNBB - Evangelização da JuventudeDocumento 85 CNBB - Evangelização da Juventude
Documento 85 CNBB - Evangelização da Juventude
Reinaldo Oliveira Do Carmo
 
Catequistas: missão na comunidade
Catequistas: missão na comunidadeCatequistas: missão na comunidade
Catequistas: missão na comunidade
Fábio Vasconcelos
 

Mais procurados (20)

Discipulado - EBO Bauru/SP - Palestra 03
Discipulado - EBO Bauru/SP - Palestra 03Discipulado - EBO Bauru/SP - Palestra 03
Discipulado - EBO Bauru/SP - Palestra 03
 
Diretrizes da Igreja no Brasil 2019 a 2023
Diretrizes da Igreja no Brasil 2019 a 2023Diretrizes da Igreja no Brasil 2019 a 2023
Diretrizes da Igreja no Brasil 2019 a 2023
 
Curso de-ministros
Curso de-ministrosCurso de-ministros
Curso de-ministros
 
Formação em Liturgia
Formação em LiturgiaFormação em Liturgia
Formação em Liturgia
 
A espiritualidade do catequista
A espiritualidade do catequistaA espiritualidade do catequista
A espiritualidade do catequista
 
FORMAÇÃO DO DÍZIMO
FORMAÇÃO DO DÍZIMOFORMAÇÃO DO DÍZIMO
FORMAÇÃO DO DÍZIMO
 
Paróquia comunidade de comunidades
Paróquia comunidade de comunidadesParóquia comunidade de comunidades
Paróquia comunidade de comunidades
 
Santas Missões Populares
Santas Missões Populares Santas Missões Populares
Santas Missões Populares
 
RECICLAGEM DE DIÁCONOS 22/07/2013
RECICLAGEM DE DIÁCONOS 22/07/2013RECICLAGEM DE DIÁCONOS 22/07/2013
RECICLAGEM DE DIÁCONOS 22/07/2013
 
Círculos Bíblicos/Grupos de Reflexão
Círculos Bíblicos/Grupos de ReflexãoCírculos Bíblicos/Grupos de Reflexão
Círculos Bíblicos/Grupos de Reflexão
 
Capítulo 1 identidade da rcc
Capítulo 1   identidade da rccCapítulo 1   identidade da rcc
Capítulo 1 identidade da rcc
 
Eucaristia Ceia do Senhor
Eucaristia Ceia do SenhorEucaristia Ceia do Senhor
Eucaristia Ceia do Senhor
 
Apostila Culto de Missões - Volume 2
Apostila Culto de Missões - Volume 2Apostila Culto de Missões - Volume 2
Apostila Culto de Missões - Volume 2
 
Liturgia
LiturgiaLiturgia
Liturgia
 
Sacramento da eucaristia
Sacramento da eucaristiaSacramento da eucaristia
Sacramento da eucaristia
 
Os sacramentos-de-iniciação-cristã-salesianos
Os sacramentos-de-iniciação-cristã-salesianosOs sacramentos-de-iniciação-cristã-salesianos
Os sacramentos-de-iniciação-cristã-salesianos
 
Catequese renovada
Catequese renovadaCatequese renovada
Catequese renovada
 
Igreja
IgrejaIgreja
Igreja
 
Documento 85 CNBB - Evangelização da Juventude
Documento 85 CNBB - Evangelização da JuventudeDocumento 85 CNBB - Evangelização da Juventude
Documento 85 CNBB - Evangelização da Juventude
 
Catequistas: missão na comunidade
Catequistas: missão na comunidadeCatequistas: missão na comunidade
Catequistas: missão na comunidade
 

Destaque

Catalogo de Peças Full
Catalogo de Peças FullCatalogo de Peças Full
Catalogo de Peças Full
Jotta Castro
 
41949428 mercedez-pld
41949428 mercedez-pld41949428 mercedez-pld
41949428 mercedez-pld
Alfredo Gracida
 
MB - Om 926 LA
MB - Om 926 LAMB - Om 926 LA
MB - Om 926 LA
Jotta Castro
 
volvo wiring diagram vm
volvo wiring diagram vmvolvo wiring diagram vm
volvo wiring diagram vm
Sergio Andres Aburto
 
Euro 5 entenda como funciona essa nova tecnologia
Euro 5 entenda como funciona essa nova tecnologiaEuro 5 entenda como funciona essa nova tecnologia
Euro 5 entenda como funciona essa nova tecnologia
LM Frotas
 
Uso de biogás em frotas de veículos
Uso de biogás em frotas de veículosUso de biogás em frotas de veículos
Uso de biogás em frotas de veículos
Embaixada da República Federal da Alemanha no Brasil
 
Case The Group - Man Top Vendas
Case The Group - Man Top VendasCase The Group - Man Top Vendas
Case The Group - Man Top Vendas
The Group Comunicação
 
1938 s
1938 s 1938 s
Manual Atego
Manual AtegoManual Atego
manual de motor iveco cursor
manual de motor iveco cursormanual de motor iveco cursor
manual de motor iveco cursor
Tomas Cisterna
 
Curso basico de evangelismo
Curso basico de evangelismoCurso basico de evangelismo
Curso basico de evangelismo
Antonio Rodrigues
 
LIÇÃO 1 - O QUE É EVANGELIZAÇÃO
LIÇÃO 1 - O QUE É EVANGELIZAÇÃOLIÇÃO 1 - O QUE É EVANGELIZAÇÃO
LIÇÃO 1 - O QUE É EVANGELIZAÇÃO
Polícia Militar do Estado do Tocantins
 
Evangelismo Criativo
Evangelismo CriativoEvangelismo Criativo
Evangelismo Criativo
Michele L D Pain
 
1 coríntios 4
1 coríntios 41 coríntios 4
1 coríntios 4
Dalila Melo
 
é Hora De Evangelizar
é Hora De Evangelizaré Hora De Evangelizar
é Hora De Evangelizar
wagner souza
 
2Co Capítulo 4 - Vasos de Barro
2Co Capítulo 4 - Vasos de Barro2Co Capítulo 4 - Vasos de Barro
2Co Capítulo 4 - Vasos de Barro
Márcio Pereira
 
LIÇÃO 5 - A EVANGELIZAÇÃO URBANA E SUAS ESTRATÉGIAS
LIÇÃO 5 - A EVANGELIZAÇÃO URBANA E SUAS ESTRATÉGIASLIÇÃO 5 - A EVANGELIZAÇÃO URBANA E SUAS ESTRATÉGIAS
LIÇÃO 5 - A EVANGELIZAÇÃO URBANA E SUAS ESTRATÉGIAS
Polícia Militar do Estado do Tocantins
 
Missiologia
MissiologiaMissiologia
Missiologia
Hebert Balieiro
 
Evangelismo conteúdo, método e motivação.
Evangelismo   conteúdo, método e motivação.Evangelismo   conteúdo, método e motivação.
Evangelismo conteúdo, método e motivação.
Rodrigo Ribeiro
 
Os desafios da evangelização na era digital
Os desafios da evangelização na era digitalOs desafios da evangelização na era digital
Os desafios da evangelização na era digital
Aline Amaro da Silva
 

Destaque (20)

Catalogo de Peças Full
Catalogo de Peças FullCatalogo de Peças Full
Catalogo de Peças Full
 
41949428 mercedez-pld
41949428 mercedez-pld41949428 mercedez-pld
41949428 mercedez-pld
 
MB - Om 926 LA
MB - Om 926 LAMB - Om 926 LA
MB - Om 926 LA
 
volvo wiring diagram vm
volvo wiring diagram vmvolvo wiring diagram vm
volvo wiring diagram vm
 
Euro 5 entenda como funciona essa nova tecnologia
Euro 5 entenda como funciona essa nova tecnologiaEuro 5 entenda como funciona essa nova tecnologia
Euro 5 entenda como funciona essa nova tecnologia
 
Uso de biogás em frotas de veículos
Uso de biogás em frotas de veículosUso de biogás em frotas de veículos
Uso de biogás em frotas de veículos
 
Case The Group - Man Top Vendas
Case The Group - Man Top VendasCase The Group - Man Top Vendas
Case The Group - Man Top Vendas
 
1938 s
1938 s 1938 s
1938 s
 
Manual Atego
Manual AtegoManual Atego
Manual Atego
 
manual de motor iveco cursor
manual de motor iveco cursormanual de motor iveco cursor
manual de motor iveco cursor
 
Curso basico de evangelismo
Curso basico de evangelismoCurso basico de evangelismo
Curso basico de evangelismo
 
LIÇÃO 1 - O QUE É EVANGELIZAÇÃO
LIÇÃO 1 - O QUE É EVANGELIZAÇÃOLIÇÃO 1 - O QUE É EVANGELIZAÇÃO
LIÇÃO 1 - O QUE É EVANGELIZAÇÃO
 
Evangelismo Criativo
Evangelismo CriativoEvangelismo Criativo
Evangelismo Criativo
 
1 coríntios 4
1 coríntios 41 coríntios 4
1 coríntios 4
 
é Hora De Evangelizar
é Hora De Evangelizaré Hora De Evangelizar
é Hora De Evangelizar
 
2Co Capítulo 4 - Vasos de Barro
2Co Capítulo 4 - Vasos de Barro2Co Capítulo 4 - Vasos de Barro
2Co Capítulo 4 - Vasos de Barro
 
LIÇÃO 5 - A EVANGELIZAÇÃO URBANA E SUAS ESTRATÉGIAS
LIÇÃO 5 - A EVANGELIZAÇÃO URBANA E SUAS ESTRATÉGIASLIÇÃO 5 - A EVANGELIZAÇÃO URBANA E SUAS ESTRATÉGIAS
LIÇÃO 5 - A EVANGELIZAÇÃO URBANA E SUAS ESTRATÉGIAS
 
Missiologia
MissiologiaMissiologia
Missiologia
 
Evangelismo conteúdo, método e motivação.
Evangelismo   conteúdo, método e motivação.Evangelismo   conteúdo, método e motivação.
Evangelismo conteúdo, método e motivação.
 
Os desafios da evangelização na era digital
Os desafios da evangelização na era digitalOs desafios da evangelização na era digital
Os desafios da evangelização na era digital
 

Semelhante a Evangelização da Juventude

Dúvidas frequentes da Pastoral de Juventude
Dúvidas frequentes da Pastoral de Juventude Dúvidas frequentes da Pastoral de Juventude
Dúvidas frequentes da Pastoral de Juventude
Pejota2015
 
Campanha da Fraternidade 2013 apresentacao-3-parte
Campanha da Fraternidade 2013 apresentacao-3-parteCampanha da Fraternidade 2013 apresentacao-3-parte
Campanha da Fraternidade 2013 apresentacao-3-parte
Bernadetecebs .
 
Campanha da Fraternidade 2013 apresentação - 3ª parte = AGIR
Campanha da Fraternidade 2013 apresentação - 3ª parte = AGIRCampanha da Fraternidade 2013 apresentação - 3ª parte = AGIR
Campanha da Fraternidade 2013 apresentação - 3ª parte = AGIR
Wilmar Santin
 
Campanha da fraternidade 2013
Campanha da fraternidade 2013Campanha da fraternidade 2013
Campanha da fraternidade 2013
Rinaldo Santos
 
Diretrizes evangelização Arquidiocese de Manaus
Diretrizes evangelização Arquidiocese de ManausDiretrizes evangelização Arquidiocese de Manaus
Diretrizes evangelização Arquidiocese de Manaus
Paróquia Nossa Senhora das Mercês
 
Documento 85 - Sintese 1
Documento 85 - Sintese 1Documento 85 - Sintese 1
Documento 85 - Sintese 1
LEANDRO DE SOUZA RAMOS
 
Evangelização e educação reflexões visita pastoral
Evangelização e educação reflexões visita pastoralEvangelização e educação reflexões visita pastoral
Evangelização e educação reflexões visita pastoral
Antonio De Assis Ribeiro
 
O processo de educação na fé PJ
O processo de educação na fé PJO processo de educação na fé PJ
O processo de educação na fé PJ
Manoel Nerys de Almeida
 
A Juventude Quer Viver
A Juventude Quer ViverA Juventude Quer Viver
A Juventude Quer Viver
Marciel de Oliveira Rocha
 
Documento 85 cnbb_
Documento 85 cnbb_Documento 85 cnbb_
Documento 85 cnbb_
Flávia Renata
 
Cf2013 apresentacao-1-parte
Cf2013 apresentacao-1-parteCf2013 apresentacao-1-parte
Cf2013 apresentacao-1-parte
Antonia Santos
 
Campanha da Fraternidade 2013 apresentacao-1-parte
Campanha da Fraternidade 2013 apresentacao-1-parteCampanha da Fraternidade 2013 apresentacao-1-parte
Campanha da Fraternidade 2013 apresentacao-1-parte
Bernadetecebs .
 
Campanha da Fraternidade 2013 apresentação - 1ª parte = VER
Campanha da Fraternidade 2013 apresentação - 1ª parte = VERCampanha da Fraternidade 2013 apresentação - 1ª parte = VER
Campanha da Fraternidade 2013 apresentação - 1ª parte = VER
Wilmar Santin
 
Uma Visão da Juventude a partir da Ação Católica
Uma Visão da Juventude a partir da Ação CatólicaUma Visão da Juventude a partir da Ação Católica
Uma Visão da Juventude a partir da Ação Católica
Aniervson Santos
 
Cristo Vive 7,8,9 (portuguese).pptx
Cristo Vive 7,8,9 (portuguese).pptxCristo Vive 7,8,9 (portuguese).pptx
Cristo Vive 7,8,9 (portuguese).pptx
Martin M Flynn
 
Processo de educação na fé
Processo de educação na féProcesso de educação na fé
Processo de educação na fé
Fábio de Nazaré
 
Cifa 2013
Cifa 2013Cifa 2013
Texto do projeto de capelania escolar 2ª edição
Texto do projeto de capelania escolar 2ª ediçãoTexto do projeto de capelania escolar 2ª edição
Texto do projeto de capelania escolar 2ª edição
ElianXamar
 
Texto do projeto de capelania escolar 2ª edição
Texto do projeto de capelania escolar 2ª ediçãoTexto do projeto de capelania escolar 2ª edição
Texto do projeto de capelania escolar 2ª edição
ElianXamar
 
Libanio e a juventude (Tendencias e sugestões pastorais)
Libanio e a juventude (Tendencias e sugestões pastorais)Libanio e a juventude (Tendencias e sugestões pastorais)
Libanio e a juventude (Tendencias e sugestões pastorais)
Afonso Murad (FAJE)
 

Semelhante a Evangelização da Juventude (20)

Dúvidas frequentes da Pastoral de Juventude
Dúvidas frequentes da Pastoral de Juventude Dúvidas frequentes da Pastoral de Juventude
Dúvidas frequentes da Pastoral de Juventude
 
Campanha da Fraternidade 2013 apresentacao-3-parte
Campanha da Fraternidade 2013 apresentacao-3-parteCampanha da Fraternidade 2013 apresentacao-3-parte
Campanha da Fraternidade 2013 apresentacao-3-parte
 
Campanha da Fraternidade 2013 apresentação - 3ª parte = AGIR
Campanha da Fraternidade 2013 apresentação - 3ª parte = AGIRCampanha da Fraternidade 2013 apresentação - 3ª parte = AGIR
Campanha da Fraternidade 2013 apresentação - 3ª parte = AGIR
 
Campanha da fraternidade 2013
Campanha da fraternidade 2013Campanha da fraternidade 2013
Campanha da fraternidade 2013
 
Diretrizes evangelização Arquidiocese de Manaus
Diretrizes evangelização Arquidiocese de ManausDiretrizes evangelização Arquidiocese de Manaus
Diretrizes evangelização Arquidiocese de Manaus
 
Documento 85 - Sintese 1
Documento 85 - Sintese 1Documento 85 - Sintese 1
Documento 85 - Sintese 1
 
Evangelização e educação reflexões visita pastoral
Evangelização e educação reflexões visita pastoralEvangelização e educação reflexões visita pastoral
Evangelização e educação reflexões visita pastoral
 
O processo de educação na fé PJ
O processo de educação na fé PJO processo de educação na fé PJ
O processo de educação na fé PJ
 
A Juventude Quer Viver
A Juventude Quer ViverA Juventude Quer Viver
A Juventude Quer Viver
 
Documento 85 cnbb_
Documento 85 cnbb_Documento 85 cnbb_
Documento 85 cnbb_
 
Cf2013 apresentacao-1-parte
Cf2013 apresentacao-1-parteCf2013 apresentacao-1-parte
Cf2013 apresentacao-1-parte
 
Campanha da Fraternidade 2013 apresentacao-1-parte
Campanha da Fraternidade 2013 apresentacao-1-parteCampanha da Fraternidade 2013 apresentacao-1-parte
Campanha da Fraternidade 2013 apresentacao-1-parte
 
Campanha da Fraternidade 2013 apresentação - 1ª parte = VER
Campanha da Fraternidade 2013 apresentação - 1ª parte = VERCampanha da Fraternidade 2013 apresentação - 1ª parte = VER
Campanha da Fraternidade 2013 apresentação - 1ª parte = VER
 
Uma Visão da Juventude a partir da Ação Católica
Uma Visão da Juventude a partir da Ação CatólicaUma Visão da Juventude a partir da Ação Católica
Uma Visão da Juventude a partir da Ação Católica
 
Cristo Vive 7,8,9 (portuguese).pptx
Cristo Vive 7,8,9 (portuguese).pptxCristo Vive 7,8,9 (portuguese).pptx
Cristo Vive 7,8,9 (portuguese).pptx
 
Processo de educação na fé
Processo de educação na féProcesso de educação na fé
Processo de educação na fé
 
Cifa 2013
Cifa 2013Cifa 2013
Cifa 2013
 
Texto do projeto de capelania escolar 2ª edição
Texto do projeto de capelania escolar 2ª ediçãoTexto do projeto de capelania escolar 2ª edição
Texto do projeto de capelania escolar 2ª edição
 
Texto do projeto de capelania escolar 2ª edição
Texto do projeto de capelania escolar 2ª ediçãoTexto do projeto de capelania escolar 2ª edição
Texto do projeto de capelania escolar 2ª edição
 
Libanio e a juventude (Tendencias e sugestões pastorais)
Libanio e a juventude (Tendencias e sugestões pastorais)Libanio e a juventude (Tendencias e sugestões pastorais)
Libanio e a juventude (Tendencias e sugestões pastorais)
 

Mais de pjest

Dia Nacional da Juventude, caminhada pela paz.
Dia Nacional da Juventude, caminhada pela paz.Dia Nacional da Juventude, caminhada pela paz.
Dia Nacional da Juventude, caminhada pela paz.
pjest
 
XI Missão Jovem Estigmatina
XI Missão Jovem EstigmatinaXI Missão Jovem Estigmatina
XI Missão Jovem Estigmatina
pjest
 
Avaliação da Pastoral da Juventude Estigmatina
Avaliação da Pastoral da Juventude EstigmatinaAvaliação da Pastoral da Juventude Estigmatina
Avaliação da Pastoral da Juventude Estigmatina
pjest
 
V Heavens Party Guarapuava, Pr
V Heavens Party   Guarapuava, PrV Heavens Party   Guarapuava, Pr
V Heavens Party Guarapuava, Pr
pjest
 
Missão Jovem em Praia Grande
Missão Jovem em Praia GrandeMissão Jovem em Praia Grande
Missão Jovem em Praia Grande
pjest
 
Missão em Praia Grande
Missão em Praia GrandeMissão em Praia Grande
Missão em Praia Grande
pjest
 
CDL em Campinas 2009
CDL em Campinas 2009CDL em Campinas 2009
CDL em Campinas 2009
pjest
 
Juventude de Ituaçu, Bahia
Juventude de Ituaçu, BahiaJuventude de Ituaçu, Bahia
Juventude de Ituaçu, Bahia
pjest
 
Oficina de Internet eEvangelização
Oficina de Internet eEvangelizaçãoOficina de Internet eEvangelização
Oficina de Internet eEvangelização
pjest
 
Fotos do DNJ de Piracicaba, SP
Fotos do DNJ de Piracicaba, SPFotos do DNJ de Piracicaba, SP
Fotos do DNJ de Piracicaba, SP
pjest
 
DNJ de Barretos
DNJ de BarretosDNJ de Barretos
DNJ de Barretos
pjest
 
Dia de integração em Barretos
Dia de integração em BarretosDia de integração em Barretos
Dia de integração em Barretos
pjest
 
Fotos da pré-missão em Livramento, BA
Fotos da pré-missão em Livramento, BAFotos da pré-missão em Livramento, BA
Fotos da pré-missão em Livramento, BA
pjest
 
Heavens Party Guarapuava
Heavens Party   GuarapuavaHeavens Party   Guarapuava
Heavens Party Guarapuava
pjest
 
Treinamento do DNL 2007
Treinamento do  DNL  2007Treinamento do  DNL  2007
Treinamento do DNL 2007
pjest
 
Fotos Encontro Movimentos CongregaçOes
Fotos Encontro Movimentos CongregaçOesFotos Encontro Movimentos CongregaçOes
Fotos Encontro Movimentos CongregaçOes
pjest
 
Exaltação da Santa Cruz
Exaltação da Santa CruzExaltação da Santa Cruz
Exaltação da Santa Cruz
pjest
 
Perfil da Juventude Brasileira
Perfil da Juventude BrasileiraPerfil da Juventude Brasileira
Perfil da Juventude Brasileira
pjest
 

Mais de pjest (18)

Dia Nacional da Juventude, caminhada pela paz.
Dia Nacional da Juventude, caminhada pela paz.Dia Nacional da Juventude, caminhada pela paz.
Dia Nacional da Juventude, caminhada pela paz.
 
XI Missão Jovem Estigmatina
XI Missão Jovem EstigmatinaXI Missão Jovem Estigmatina
XI Missão Jovem Estigmatina
 
Avaliação da Pastoral da Juventude Estigmatina
Avaliação da Pastoral da Juventude EstigmatinaAvaliação da Pastoral da Juventude Estigmatina
Avaliação da Pastoral da Juventude Estigmatina
 
V Heavens Party Guarapuava, Pr
V Heavens Party   Guarapuava, PrV Heavens Party   Guarapuava, Pr
V Heavens Party Guarapuava, Pr
 
Missão Jovem em Praia Grande
Missão Jovem em Praia GrandeMissão Jovem em Praia Grande
Missão Jovem em Praia Grande
 
Missão em Praia Grande
Missão em Praia GrandeMissão em Praia Grande
Missão em Praia Grande
 
CDL em Campinas 2009
CDL em Campinas 2009CDL em Campinas 2009
CDL em Campinas 2009
 
Juventude de Ituaçu, Bahia
Juventude de Ituaçu, BahiaJuventude de Ituaçu, Bahia
Juventude de Ituaçu, Bahia
 
Oficina de Internet eEvangelização
Oficina de Internet eEvangelizaçãoOficina de Internet eEvangelização
Oficina de Internet eEvangelização
 
Fotos do DNJ de Piracicaba, SP
Fotos do DNJ de Piracicaba, SPFotos do DNJ de Piracicaba, SP
Fotos do DNJ de Piracicaba, SP
 
DNJ de Barretos
DNJ de BarretosDNJ de Barretos
DNJ de Barretos
 
Dia de integração em Barretos
Dia de integração em BarretosDia de integração em Barretos
Dia de integração em Barretos
 
Fotos da pré-missão em Livramento, BA
Fotos da pré-missão em Livramento, BAFotos da pré-missão em Livramento, BA
Fotos da pré-missão em Livramento, BA
 
Heavens Party Guarapuava
Heavens Party   GuarapuavaHeavens Party   Guarapuava
Heavens Party Guarapuava
 
Treinamento do DNL 2007
Treinamento do  DNL  2007Treinamento do  DNL  2007
Treinamento do DNL 2007
 
Fotos Encontro Movimentos CongregaçOes
Fotos Encontro Movimentos CongregaçOesFotos Encontro Movimentos CongregaçOes
Fotos Encontro Movimentos CongregaçOes
 
Exaltação da Santa Cruz
Exaltação da Santa CruzExaltação da Santa Cruz
Exaltação da Santa Cruz
 
Perfil da Juventude Brasileira
Perfil da Juventude BrasileiraPerfil da Juventude Brasileira
Perfil da Juventude Brasileira
 

Evangelização da Juventude

  • 1. EVANGELIZAÇÃO DA JUVENTUDE: Desafios e Perspectivas Pastorais Estudo da CNBB - 93
  • 2.  
  • 3. O documento procura destacar elementos principais que podem servir de diretrizes para todo o trabalho com a juventude no Brasil. A diversidade de experiências e a riqueza de tantas iniciativas não nos permitem determinar um único modelo (ou metodologia) de evangelização. CONSIDERAÇÕES GERAIS:
  • 4. Portanto, a preocupação não foi a de descobrir um único MODELO de evangelização da juventude. Mas a partir das experiências, história e riquezas, pontuar o que parece essencial para se estabelecer um verdadeiro processo de evangelização que orientaria todos os meios de atuação com jovens.
  • 5. querer descobrir e determinar uma fórmula mágica, promover projetos passageiros desconectados com um processo mais amplo, esquecer da história e das riquezas já existentes, enxergar o jovem somente como objeto de evangelização desconsiderando sua potencialidade como sujeito de evangelização, Diante dos grandes desafios...
  • 6. não acreditar na sua capacidade de crer e de se entregar por uma causa sublime, mesmo que exigente, pensar somente no/a jovem que se encontra ‘dentro’ de nossas igrejas e esquecer daqueles/as que estão nas ‘esquinas’ ou do ‘outro lado da calçada’, apoiar-se numa metodologia que prescinda da realidade juvenil e suas aspirações.
  • 7. Os bispos do Brasil na carta para a juventude dizem: “ Convocamos toda Igreja no Brasil a renovar sua opção pelos jovens, e dar o melhor de si no empenho pela sua Evangelização, através da Escuta, Compreensão, Amizade e Orientação.”
  • 8.  
  • 9. Evangelização e sujeitos Cada um de nós carrega um imaginário de juventude. Como definimos a geração atual de Jovens? De que juventude estamos falando?
  • 10. INTRODUÇÃO Considerando que: a Igreja existe para Evangelizar (EN 14): a Evangelização implica no testemunho, anúncio, adesão a Jesus Cristo e a Igreja, a Juventude é fonte perene de renovação da Igreja e da Sociedade. ainda temos muito a realizar ...
  • 11. Introdução ... a reflexão deste tema e a construção deste texto querem ser uma oportunidade especial para que a nossa Igreja renove a sua opção afetiva e efetiva pelos/as jovens. Com isto buscam-se orientações que possam animar, iluminar e motivar a todos no trabalho com a juventude.
  • 12. Evangelização e método Doc. n.º 93 “ Conhecer os jovens é condição prévia para evangelizá-los. Não se pode amar e nem evangelizar a quem não se conhece”.
  • 13. I – ELEMENTOS PARA O CONHECIMENTO DA REALIDADE DOS JOVENS. Não se pode amar nem evangelizar a quem não se conhece. Pluralidade das realidades juvenis. Variedade de comportamentos; situações da juventude hoje. A Igreja – como canal do dom da Graça (EN 14) – necessita conhecer sempre o mundo juvenil para poder desenvolver com eficiência a sua missão.
  • 14. Para a Evangelização dos jovens é preciso saber ouvi-los, querer conhecê-los, amá-los, conquistá-los, oferecer-lhes propostas que atendam suas necessidades . A 1ª parte desta redação analisa alguns aspectos do contexto em que se encontra a juventude:
  • 15.  
  • 16. “ Uma evangelização que não dialoga com os sistemas culturais é uma evangelização de verniz que não resiste aos ventos contrários.” As transformações culturais exercem influência na mentalidade, nos valores, no comportamento das pessoas e, de um modo todo particular, dos jovens. Entre os muitos elementos deste tempo atual destacamos: a subjetividade como valor central, as novas expressões da vivência do sagrado , a centralidade das emoções . 1 - As transformações culturais
  • 17. A Subjetividade Eu” – Busca de necessidades pessoais. Busca de sensações e emoções passage i ras. Justiça social e Auto-realização, duas realidades que tem que andarem juntas.
  • 18. As novas expressões da vivência do Sagrado. Religião mais individual. Outras expressões fora das instituições. Facilidade de trabalhar a questão do sagrado, uma vez que vivemos um outro paradigma da religiosidade, diferente dos anos 80. Cuidado para não cair no erro dos eventos de massas para se conseguir apenas quantidade e não qualidade.
  • 19. A centralidade das emoções Saída da Razão, entrada da Emoção. Tendência a alienação (fundamentalismo). Necessidade de desenvolver uma metodologia pastoral que considere as duas tendências (razão e emoção).
  • 20. 2 – Perfil da Juventude Brasileira Outro aspecto é a constatação de uma situação sócio-econômico que impõe uma série de dificuldades aos jovens no campo da educação, do trabalho, da cultura e lazer, das drogas, da violência. É preciso considerar, também, as diferenciações existentes entre os jovens (gênero, raça, classe...). Dentro desta situação encontramos uma minoria que participa formalmente de atividades associativas e comunitárias tradicionais.
  • 21. Perfil socioeconômico 34 Milhões, 20% da população (de 15 a 24 anos de idade). Extrema diversidade manifestada nas diferenças e desigualdades sociais. Necessidade de investimentos que garantam os direitos básicos do/a jovem. Enriquecimento exagerado de poucos à custa do empobrecimento crescente de muitos.
  • 22. Principais problemas disparidade de renda; acesso restrito à educação de qualidade; frágeis condições para permanência nos sistemas escolares; desemprego e a inserção no mercado de trabalho; falta de qualificação para o mundo do trabalho; envolvimento com drogas lícitas e ilícitas; gravidez na adolescência; violência no campo e na cidade; intensa migração; mortes por causas externas (homicídio, acidentes de trânsito, suicídios); o ilimitado acesso a atividades esportivas, lúdicas e culturais.
  • 23. Protagonismo / participação social Duas imagens da juventude: Mídia: (“moda” e “relaxamento”) Noticiários: (“problema” e “violência”) Pesquisas apontam para um número mínimo de jovens que participam de grupos ou atividades sociais, mas esse número tem crescido consideravelmente.
  • 24. Novas formas de participação juvenil hoje no Brasil: pertença a grupos (pastorais, movimentos eclesiais, redes, ONGs e outras organizações juvenis) que atuam para transformar o espaço local, participação em grupos que trabalham nos espaços de cultura e lazer; mobilização em torno de uma causa e/ou campanha; grupos reunidos em tornos de identidades específicas.
  • 25. Constata-se que o perfil religioso do jovem brasileiro é semelhante ao da população. Busca contínua por uma expressão de fé que dê sentido às suas vidas Atração por manifestações religiosas exóticas; Religiosidade holística (sínteses de crenças e práticas de vários sistemas religiosos O perfil religioso dos jovens nos mostra que, apesar de seu distanciamento da religião institucional, eles continuam acreditando em Deus. O perfil religioso
  • 26. 3 – Valor da experiência acumulada Por fim, constatamos que a Igreja no Brasil sempre procurou desenvolver a evangelização no meio da juventude. Portanto, a Igreja não está começando do zero, existe uma rica herança: Recordamos o trabalho das Congregações Marianas e Vicentinas, Ação Católica e Especializada (década 50 e 60), Movimentos (década de 70), Pastoral Orgânica da Juventude - Setor Juventude- CNBB (década de 80), A partir da década de 90, expansão dos Movimentos no meio dos jovens e a coexistência de todas estas formas de evangelização.
  • 27.  
  • 28. A 2ª parte o texto nos lembra que qualquer orientação para o trabalho com a juventude deve estar em sintonia com o Objetivo Geral da Ação Evangelizadora da Igreja do Brasil e deve contemplar um processo que motive o/a jovem a conhecer Jesus Cristo e seu Projeto, segui-Lo , a viver em Comunidade (Igreja) e a se sentir co-responsável na construção do Reino. II – UM OLHAR DE FÉ A PARTIR DA PALAVRA DE DEUS E DO MAGISTÉRIO
  • 29. apresentar Jesus Cristo de modo atraente a tal ponto que conduza o/a jovem ao seguimento e à missionariedade, mostrar a importância da vivência comunitária entre aqueles que partilham do mesmo projeto, a partir do modelo apresentado no Novo Testamento despertar o/a jovem para a dimensão política-social da fé em vista da construção de uma sociedade solidária A Igreja nos convoca...
  • 30. Pronunciamentos do magistério Os pronunciamentos do Magistério, principalmente com João Paulo II e as Conferências do Episcopado Latino-Americano constantemente se referem à Evangelização da Juventude.
  • 31. Desafios: 1º DESAFIO: Formação para o Discipulado 2º DESAFIO: Espiritualidade Juvenil 3º DESAFIO: Pedagogia de Formação 4º DESAFIO: Discípulos para a missão 5º DESAFIO: Estruturas de acompanhamento 6º DESAFIO: Ministério da Assessoria 7º DESAFIO: Garantir aos jovens o Direito à Vida
  • 32. 1º DESAFIO: Formação para o Discipulado Um grande desafio da ação evangelizadora é a promoção de um processo de evangelização dos/as jovens que leva em conta as diferentes dimensões da formação integral. O conceito de formação integral é importante para considerar o jovem como um todo, evitando assim reducionismos que distorcem a proposta de educação na fé, reduzindo a fé a uma proposta psicologisante, espiritualista ou politizante.
  • 33. 2º DESAFIO: Espiritualidade Juvenil Ajudar o/a jovem a viver uma espiritualidade consistente e sem distorções, segundo a sua medida, e capaz de alimentá-lo/a cotidianamente no seguimento a Jesus Cristo. Numa sociedade na qual se incentiva o comodismo, o individualismo e o hedonismo torna-se difícil provocar nas pessoas, especialmente no/a jovem, o desejo por uma vida cristã autêntica.
  • 34. 3º DESAFIO: Pedagogia de Formação Há necessidade de desenvolver uma pedagogia de formação que conquiste e envolva os/as jovens num itinerário que os/as leve ao amadurecimento na fé. Trata-se de uma geração formada pela imagem, acostumada com estímulos constantes para manter sua atenção, para quem o “sentir” é mais importante do que o “pensar”, que, à vezes, tem um “eu” muito fragilizado, que tem aversão a compromissos a longo prazo e que está aberta à dimensão espiritual da vida e freqüentemente rejeita a religião institucionalizada.
  • 35. 4º DESAFIO: Discípulos/as para a missão Estar atento/a ao conjunto da população jovem e não se restringir apenas àqueles/as que já são atingidos/as pela Ação Pastoral da Igreja. Trabalhar a dimensão social da fé com os/as jovens como um elemento da missão cristã. A luta pela justiça é um elemento constitutivo da Evangelização.
  • 36. 5º DESAFIO: Estruturas de Acompanhamento A organização da evangelização da juventude apresenta dois desafios : O desafio de fortalecer as estruturas organizativas que acompanham os processos de educação na fé dos/as jovens. O desafio de organizar uma coordenação mais ampla de todas as forças que trabalham com jovens.
  • 37. 6º DESAFIO: Ministério da Assessoria Elaborar e stratégias para conquistar e envolver assessores/as adultos/as para acompanhar os processos de educação na fé dos/as jovens. Nestas estratégias é importante envolver os/as próprios/as jovens que têm um jeito especial de conquistar pessoas com carisma e vocação para este trabalho.
  • 38. 7º DESAFIO: Garantir aos/as jovens o Direito à Vida Garantir que todos/as os/as jovens tenham acesso aos direitos fundamentais, numa sociedade como a nossa, marcada por profundas desigualdades sociais, regionais, raciais e de gênero. Buscar a colaboração com outras organizações da sociedade civil, movimentos juvenis, ONGs, órgãos governamentais, parlamentos, universidades, outras igrejas e grupos religiosos. Comprometimento dos diferentes segmentos da Igreja com a realização do debate público e promoção de ações que visem garantir os direitos fundamentais dos/as jovens.
  • 39. Um grande desafio... “ A juventude tem algo a dizer à Igreja e muito a contribuir a partir daquilo que lhe é peculiar. ” “ Cabe à Igreja abrir-se às interpelações da juventude” (D. José Mauro). Re-encantar os bispos e clero pela juventude.
  • 40. A Igreja, ciente da realidade juvenil atual e da missão que tem de ser portadora da Boa Nova de Jesus Cristo , detecta os desafios e busca enfrentá-los. Portanto, para responder de maneira qualificada aos anseios da juventude, às necessidades da Igreja e aos sinais dos tempos, o presente texto aponta 8 Linhas de Ação. III – LINHAS DE AÇÃO: PRINCÍPIOS, ORIENTADORES E PISTAS DE AÇÃO
  • 41. As linhas de ação... uma complementa a outra; não há uma mais importante do que a outra, nem significam necessariamente que estão em ordem de prioridade; as 8 linhas parecem garantir um processo consistente de evangelização; são linhas de ação para todos aqueles que trabalham com jovens; mas são também para a Igreja como um todo; As linhas de ação contém: princípios, orientadores e algumas pistas concretas.
  • 42. FORMAÇÃO INTEGRAL DO DISCÍPULO ESPIRITUALIDADE PEDAGOGIA DE FORMAÇÃO DISCÍPULOS PARA A MISSÃO ESTRUTURAS DE ACOMPANHAMENTO MINISTÉRIO DA ASSESSORIA DIÁLOGO FÉ E RAZÃO 8. O DIREITO À VIDA Linhas de Ação
  • 43. 1º) FORMAÇÃO integral do discípulo 5 dimensões que precisam ser contempladas: Psico-afetiva (personalização), Psico-social (integração), Mística (teológico-espiritual), Político (participação-conscientização), capacitação técnica (capacitação-metodologia). O/A seguidor/a de Jesus Cristo necessita que a Igreja lhe ofereça oportunidades para a sua formação integral - todas as dimensões do ser humano devem ser contempladas, isto é, considerar o jovem como um todo, evitando assim reducionismos.
  • 44. 2ª) ESPIRITUALIDADE É a própria espiritualidade cristã traduzida em linguagem e experiências juvenis; Jesus Cristo e seu Projeto (centro!); Vida e Cotidiano: dever, alegria, otimismo, contato com Deus; Experiência Comunitária; Maria; Reino.
  • 45. MEIOS para o crescimento na fé oração pessoal e comunitária; participação na comunidade eclesial; leitura orante da Bíblia; vivência dos Sacramentos (Eucaristia, Reconciliação,...); devoção a Nossa Senhora; outros encontros (experiências) espirituais das leituras e reflexões.
  • 46. 3ª) PEDAGOGIA de formação É necessário uma adequada pedagogia diante deste/a jovem que tem medo, é sensível, possui potencialidades, é egocêntrico, inserido neste contexto marcado por valores e contra-valores... Portanto: Prioridade da experiência (envolvimento) sobre a teoria (a teoria ilumina a experiência); Pequenos grupos e eventos de massa (articular os dois; complementares); Níveis de evolução no processo de acompanhamento (serviços, grupo, rede, projeto, consciência das etapas).
  • 47. 4º) Discípulos para a MISSÃO O/A Jovem como evangelizador/a: ‘jovens como apóstolos de outros/as jovens’ (dimensão da missão) Missão na sociedade (transformação social; dimensão da cidadania).
  • 48. 5ª) ESTRUTURAS de acompanhamento Fortalecer as estruturas organizativas que acompanham os processos de educação na fé dos jovens. Garantir estas estruturas em todas as instâncias; envolvendo, inclusive, os/as jovens nestas estruturas organizativas. Organizar uma coordenação mais ampla - SETOR JUVENTUDE - com todas as forças que trabalham com jovens. Algo que reúna todas as forças: PJs, Movimentos, Congregações, SAV, Educação, Pastorais afins... Esta coordenação ampla deve garantir a unidade de todas as forças ao redor de algumas metas, prioridades, diretrizes comuns, respeitando-se as diferenças de carismas e metodologias.
  • 49. 6ª) Ministério da ASSESSORIA É importância o acompanhamento para que se garanta um verdadeiro processo de evangelização, planejamento; definir bem as pessoas que são responsáveis pela juventude na paróquia, na diocese, no regional. diversos tipos de assessores/as: adulto-leigo/a, religioso/a, jovem. quanto à assessoria deve-se: priorizar, determinar, investir, formar, valorizar...
  • 50. 7ª) Diálogo FÉ e RAZÃO Na medida em que cresce a escolaridade, mais a fé do/a jovem entra em conflito com a razão. A ação evangelizadora, principalmente no meio universitário, precisa considerar os valores do discurso e do método científico. Conciliar o desenvolvimento da ciência e da tecnologia com o respeito à vida e à dignidade humana.
  • 51. 8ª) DIREITO À VIDA Frente à situação de extrema vulnerabilidade a que está submetida a imensa maioria dos/as jovens brasileiros/as, é necessária uma firme atuação de todos os segmentos da Igreja no sentido de garantir o direito dos/as jovens à vida digna e ao pleno desenvolvimento de suas potencialidades. Isso se desdobra e concretiza no direito à educação, ao trabalho e à renda, à cultura e ao lazer, à segurança, à assistência social, à saúde e à participação social. É preciso combater as estruturas produtoras de desigualdade social e proporcionar formação do povo de Deus para o exercício da cidadania.
  • 52. CONCLUSÃO Juventude: momento de grandes decisões... encontrar uma pedagogia para evangelizar. convocar toda a Igreja: ser SEMEADORA (parábola): preparar o terreno e cuidar.
  • 54. “ Foi o tempo que perdeste com tua rosa que fez tua rosa tão importante” (Saint Exupéry) ” A Igreja de Jesus Cristo ou é missionária ou não é Igreja dEle. A Igreja nasce para o mundo, para evangelizar”. (D. José Mauro – Acampamento da Juventude)