O documento discute o fenômeno da judicialização da saúde e educação no Brasil, onde os cidadãos precisam recorrer aos tribunais para garantir o acesso a esses direitos. A constituição garante esses direitos sociais, mas na prática eles são negados ou inexistentes devido à má gestão pública e interesses pessoais de políticos. Isso gera desigualdades, já que políticos tem acesso a planos de saúde privados enquanto a população depende do SUS.