Política Nacional de
   Resíduos Sólidos
Situação atual de negociações com
o governo e as implicações futuras.

                  José Quadrelli Neto – CNI



   Blumenau-SC, 27 de outubro de 2011
PNRS e sua Regulamentação


                           Princípios
•     Poluidor-pagador e protetor-recebedor;
•     Cooperação entre as diferentes esferas do Poder público,
      o setor empresarial e outros segmentos da sociedade;
•     Respeito as diversidades regionais e locais;
•     Controle social e o direito à informação;
•     Responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos
      produtos;
•     Razoabilidade e proporcionalidade.
PNRS e sua Regulamentação



Responsabilidade Compartilhada pelo ciclo de vida dos
                              produtos
   Conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos
    fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, dos
    consumidores e dos titulares dos serviços públicos de limpeza
    urbana e de manejo dos resíduos sólidos, para minimizar o
    volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, bem como para
    reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade
    ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos
PNRS e sua Regulamentação


                                Objetivos
•     A não-geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento e
      disposição final de resíduos sólidos;
•     Gestão integrada dos resíduos sólidos;
•     Incentivo à indústria de reciclagem;
•     Articulação entre o Poder Público e o setor empresarial para
      cooperação técnica-financeira;
•     Prioridade nas compras públicas de materiais recicláveis ou contendo
      reciclados;
•     Integração dos catadores nas ações que envolvam a
      responsabilidade compartilhada.
PNRS e sua Regulamentação


                             Instrumentos
•     Os planos de resíduos sólidos;
•     A coleta seletiva*;
•     A Logística reversa;
•     Os acordos setoriais;
•     A educação ambiental*;
•     Os incentivos fiscais, financeiros e creditícios;
•     Os sistemas de informações ambientais (SINIR, SINISA,
      SINIMA, CTF);
•     Licenciamento ambiental*.
PNRS e sua Regulamentação



5 Grandes Pontos de Implementação da PNRS
 •   Plano de Resíduos (Nacional, Estaduais, Microrregionais,
     Intermunicipais, Municipais e de Gerenciamento das
     empresas)

 •   Logística Reversa;

 •   Acordos Setoriais;

 •   Instrumentos Econômicos;

 •   Sistemas de informação sobre Resíduos Sólidos – SINIR.
Regulamentação dos Instrumentos da PNRS
Regulamentação dos Instrumentos
Comitê Interministerial
• Criado pelo Decreto 7404/2010

• Formado por 12 Ministérios: MMA, MDIC, MS, MAPA, MFaz,
  CASA CIVIL, MCidades, MDS, MPOG, MCTI e SRI

• Início dos Trabalhos dos GTs: GT1: 21 de junho de 2011

• Lançamento de minuta do Plano Nacional: 31 de agosto de 2011
Regulamentação dos Instrumentos
Comitê Interministerial
• GT1 Investimentos e Planos de Resíduos – MMA (instalado)

• GT2 Recuperação Energética - MDIC

• GT3 Desoneração e incentivos econômicos - MDIC

• GT4 Resíduos Perigosos - MS

• GT5 SINIR - MMA
Regulamentação dos Instrumentos
                 Logística reversa
Comitê Orientador
• Criado pelo Decreto 7.404/2010
• Formado por Ministros de Estado: MMA, MDIC, MS, MAPA e
  Mfaz;
• Apoiado pelo Grupo Técnico Assessor – GTA;
• O GTA criou os Grupos Técnicos Temáticos - GTT para tratar da
  logística reversa;
• Trabalhos do GTT começaram em 05 de Maio;
• Prazo para conclusão dos trabalhos de 6 meses podendo ser
  prorrogado por mais 6 meses.
Materiais Sujeitos a Logística Reversa.

• Agrotóxicos, seus resíduos e embalagens;
• Pneumáticos;
• Pilhas e Baterias;
• Óleos Lubrificantes Usados, seus resíduos e embalagens;
• Lâmpadas contendo mercúrio;
• Produtos eletroeletrônicos e seus componentes;
• Produtos cujas embalagens constituam resíduos perigosos.
Extensão da Logística Reversa.


• Embalagens: plásticas, metálicas e de vidro;


• Demais embalagens e produtos.


Condição: Viabilidade técnica e econômica.
Regulamentação dos Instrumentos
               Logística reversa
Comitê Orientador
• GTT Eletroeletrônicos: ABINEE e ELETROS
• GTT Lâmpadas Mercuriais: ABILUX e ABILUMI
• GTT Embalagens: ABRE, ABIPLAST, ABIPET, ABRALATAS,
  ABEAÇO, ABIVIDRO, ABIR, ABIPLA, ABRAFATI, ABIA,
  ABIHPEC, ABRABE, BRACELPA, ABPO, ABAL
• GTT Óleos Lubrificantes e suas embalagens: SINDICON,
  SINDIREPA/SP
• GTT Descarte de Medicamentos: SINDUSFARMA
Obrigações da Logística Reversa – Art. 33
• Consumidores: deverão efetuar a devolução após o uso, aos
  comerciantes ou distribuidores, dos produtos e das embalagens
  objeto de logística reversa;
• Comerciantes e distribuidores: deverão efetuar a devolução aos
  fabricantes ou aos importadores dos produtos e embalagens
  reunidos ou devolvidos;
• Fabricantes e os importadores: darão destinação ambientalmente
  adequada aos produtos e às embalagens reunidos ou devolvidos.
Premissas CNI sobre Logística Reversa
• Todos os Sistemas de LR devem atender as seguintes
  premissas:
    Não afetar a competitividade;
    Serem transparentes em sua governança;
    Participativos;
    Ter prazos adequados para implementação;
    Implementação em etapas;
    Gerar benefícios sociais e econômicos;
    Ter o menor impacto ambiental possível;
    Oferecer segurança jurídica aos participantes.
Situação atual de
negociações com o governo
 e as implicações futuras.
Plano Nacional de Resíduos Sólidos
Audiências Públicas
•   13 e 14/9 – Campo Grande/MS

•   4 e 5/10 – Curitiba/PR

•   10 e 11/10 – São Paulo/SP

•   13 e 14/10 – Recife/PE

•   18 e 19/10 – Belém/PA

•   30/11 e 1º/12 – Brasília/DF (Audiência Nacional)
Plano Nacional de Resíduos Sólidos
Principais pontos de preocupação
•   Falta de consolidação de informações sobre a geração de
    resíduos, principalmente para os industriais;

•   Uso de instrumentos inadequados para avaliação da geração
    de resíduos (inventários);

•   Estabelecimento de metas nacionais irrealizáveis que
    influenciarão as metas estaduais, municipais e dos planos de
    gerenciamento.
Plano Nacional de Resíduos Sólidos
Principais pontos de interesse
•   Uso das informações contidas nos planos de gerenciamento para
    elaborar um inventário nacional de geração de resíduos sólidos
    industriais;

•   As metas contidas no Plano Nacional devem ser orientadoras para
    os demais planos não condicionando as metas contidas nos
    planos de gerenciamento;

•   As metas devem ser individuais e estabelecidas pelas empresas
    no licenciamento.
Planos de Gerenciamento das Empresas
Necessidade de Regulamentação
•   Necessidade de prazos para adequação
•   Elaboração de Termos de Referência - TR
•   Elaboração de Formulário Simplificado - MPEs
•   Elaboração de regras para dispensa para geradoras de
    resíduos sólidos domiciliares ou equiparados – MPEs
•   Elaboração de regras para conceituação de geradores e
    operadores de resíduos perigosos
Instrumentos Econômicos

•   Será discutido pelo Comitê Interministerial da PNRS (GT3
    - Financeiro) e pelo CORI

•   Criar medidas gerais para incentivar a reciclagem

•   Criar medidas específicas de desoneração para cada
    setor

•   Observar a Lei de Responsabilidade Fiscal
Sistemas de Documentação e Informação
•   Sistema Nacional de Informações sobre Gestão dos Resíduos Sólidos
    (Sinir)
•   Sistema Nacional de Informação sobre Meio Ambiente (Sinima)
•   Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa)
•   Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa
    Ambiental
•   Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras
    ou Utilizadoras de Recursos Ambientais (CTF)
•   Inventários de Resíduos e Sistema Declaratório Anual
•   Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos
Sistemas de Documentação e Informação

•   Será implementado num prazo máximo de 2 anos (2012);
•   Alimentação de informações dos planos de
    gerenciamento ao SINIR deve ser feito usando-se o CTF;
•   Necessidade de articulação com os órgãos integrantes do
    SISNAMA;
•   Sistemas devem ser simplificados e inteligentes.
Logística Reversa
Etapas para Implantação
•   Estabelecimento do Modelo de Governança;

•   Elaboração do Estudo de Viabilidade Técnica-econômica;

•   Aprovação do estudo pelo GTA e pelo CORI;

•   Publicação do Edital de Chamamento;

•   Elaboração do Acordo Setorial pelos interessados (fabricantes,
    importadores e comércio);

•   Aprovação dos Acordos Setoriais pelo GTT, GTA e CORI e sua
    publicação.
Logística Reversa
Embalagens de Óleos Lubrificantes Usados
•   Estudo de Viabilidade técnica-econômica aprovado;

•   Aguarda publicação do Edital de Chamamento;

•   Impasse no estabelecimento de metas (governo exige metas
    quantitativas).
Logística Reversa
Embalagens de Óleos Lubrificantes Usados
•   Modelo de governança prevê a logística reversa somente para as
    embalagens plásticas de óleos lubrificantes;

•   Não fará parte deste acordo setorial a logística reversa para
    embalagens metálicas de óleos lubrificantes usados, filtros de óleos
    lubrificantes e demais resíduos contaminados com óleos lubrificantes;

•   O acordo setorial será implementado primeiramente para os estados
    da Região Sul, Sudeste e parte do Nordeste (excluídos o Piaui e
    Maranhão)
Logística Reversa
Embalagens de Óleos Lubrificantes Usados
•   Para atendimento aos demais Estados do país, será necessária a
    finalização de estudos técnicos detalhados em até 18 meses;

•   A logística reversa não atenderá pessoas jurídicas;

•   Os fabricantes/importadores de óleos lubrificantes recolherão as
    embalagens em postos de venda atendidos diretamente por eles e
    das centrais de recebimento dos distribuidores;

•   Não há recicladores na Região Nordeste e em Minas Gerais.
Logística Reversa
Lâmpadas contendo Mercúrio
•   Modelo de Governança e Estudo de Viabilidade técnica-econômica
    aprovado pelo GTA e CORI;

•   Aguarda publicação do Edital de Chamamento;

•   A logística reversa não atenderá pessoas jurídicas;

•   O recolhimento começará pelos grandes centros urbanos do País;

•   Não fará parte da logística reversa as lâmpadas incandescentes,
    halógenas e de LEDs;
Logística Reversa
Lâmpadas contendo Mercúrio
•   Impasse no estabelecimento de metas (governo exige metas
    quantitativas);

•   O setor propôs a realização de um estudo após três anos da
    implementação da logística reversa para análise sobre a viabilidade
    de estabelecer metas quantitativas;

•   Dificuldades para reciclagem nas regiões Norte, Nordeste e Centro-
    Oeste.
Logística Reversa
Eletroeletrônicos e seus Componentes
•   Previsão de apresentação e aprovação do Modelo de Governança e
    do Estudo de viabilidade técnica-econômica para o final de 2011 ou
    no primeiro trimestre de 2012;

•   A logística reversa poderá ser implementada inicialmente para alguns
    produtos (os mais comercializados e de maior obsolecência);

•   Dificuldade na implementação da LR para cerca de 30% dos produtos
    vendidos no País (produtos piratas, contrabandeados e
    comercializados por sacoleiros).
Logística Reversa
Eletroeletrônicos e seus Componentes
•   Poucas empresas de reciclagem de REEEs no País;



•   Falta de soluções baratas e acessíveis para reciclagem no País
    e em alguns casos até mesmo no mundo.
Logística Reversa
Embalagens em Geral
•       A logística reversa será para todos os tipos de embalagens contidos
        na fração seca do lixo urbano;

•       O modelo de governança ainda está em construção:
    –      O CEMPRE será o Secretário Executivo do Grupo Empresarial responsável pelos
           investimentos nas cooperativas de catadores para separação das embalagens;

    –      A coleta seletiva em fração seca e úmida será executada pelos municípios;

    –      A fração seca coletada será levada para uma central de triagem operada
           preferencialmente por catadores organizados.
Obrigado!

Gerência Executiva de Meio Ambiente e Sustentabilidade
SBN – Quadra 1 – Bloco C, Brasília – DF
Tel: 55 (61) 3317-9884
E-mail: jneto@cni.org.br

Ambiental - CNI

  • 1.
    Política Nacional de Resíduos Sólidos Situação atual de negociações com o governo e as implicações futuras. José Quadrelli Neto – CNI Blumenau-SC, 27 de outubro de 2011
  • 2.
    PNRS e suaRegulamentação Princípios • Poluidor-pagador e protetor-recebedor; • Cooperação entre as diferentes esferas do Poder público, o setor empresarial e outros segmentos da sociedade; • Respeito as diversidades regionais e locais; • Controle social e o direito à informação; • Responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos; • Razoabilidade e proporcionalidade.
  • 3.
    PNRS e suaRegulamentação Responsabilidade Compartilhada pelo ciclo de vida dos produtos  Conjunto de atribuições individualizadas e encadeadas dos fabricantes, importadores, distribuidores e comerciantes, dos consumidores e dos titulares dos serviços públicos de limpeza urbana e de manejo dos resíduos sólidos, para minimizar o volume de resíduos sólidos e rejeitos gerados, bem como para reduzir os impactos causados à saúde humana e à qualidade ambiental decorrentes do ciclo de vida dos produtos
  • 4.
    PNRS e suaRegulamentação Objetivos • A não-geração, redução, reutilização, reciclagem, tratamento e disposição final de resíduos sólidos; • Gestão integrada dos resíduos sólidos; • Incentivo à indústria de reciclagem; • Articulação entre o Poder Público e o setor empresarial para cooperação técnica-financeira; • Prioridade nas compras públicas de materiais recicláveis ou contendo reciclados; • Integração dos catadores nas ações que envolvam a responsabilidade compartilhada.
  • 5.
    PNRS e suaRegulamentação Instrumentos • Os planos de resíduos sólidos; • A coleta seletiva*; • A Logística reversa; • Os acordos setoriais; • A educação ambiental*; • Os incentivos fiscais, financeiros e creditícios; • Os sistemas de informações ambientais (SINIR, SINISA, SINIMA, CTF); • Licenciamento ambiental*.
  • 6.
    PNRS e suaRegulamentação 5 Grandes Pontos de Implementação da PNRS • Plano de Resíduos (Nacional, Estaduais, Microrregionais, Intermunicipais, Municipais e de Gerenciamento das empresas) • Logística Reversa; • Acordos Setoriais; • Instrumentos Econômicos; • Sistemas de informação sobre Resíduos Sólidos – SINIR.
  • 7.
  • 8.
    Regulamentação dos Instrumentos ComitêInterministerial • Criado pelo Decreto 7404/2010 • Formado por 12 Ministérios: MMA, MDIC, MS, MAPA, MFaz, CASA CIVIL, MCidades, MDS, MPOG, MCTI e SRI • Início dos Trabalhos dos GTs: GT1: 21 de junho de 2011 • Lançamento de minuta do Plano Nacional: 31 de agosto de 2011
  • 9.
    Regulamentação dos Instrumentos ComitêInterministerial • GT1 Investimentos e Planos de Resíduos – MMA (instalado) • GT2 Recuperação Energética - MDIC • GT3 Desoneração e incentivos econômicos - MDIC • GT4 Resíduos Perigosos - MS • GT5 SINIR - MMA
  • 10.
    Regulamentação dos Instrumentos Logística reversa Comitê Orientador • Criado pelo Decreto 7.404/2010 • Formado por Ministros de Estado: MMA, MDIC, MS, MAPA e Mfaz; • Apoiado pelo Grupo Técnico Assessor – GTA; • O GTA criou os Grupos Técnicos Temáticos - GTT para tratar da logística reversa; • Trabalhos do GTT começaram em 05 de Maio; • Prazo para conclusão dos trabalhos de 6 meses podendo ser prorrogado por mais 6 meses.
  • 11.
    Materiais Sujeitos aLogística Reversa. • Agrotóxicos, seus resíduos e embalagens; • Pneumáticos; • Pilhas e Baterias; • Óleos Lubrificantes Usados, seus resíduos e embalagens; • Lâmpadas contendo mercúrio; • Produtos eletroeletrônicos e seus componentes; • Produtos cujas embalagens constituam resíduos perigosos.
  • 12.
    Extensão da LogísticaReversa. • Embalagens: plásticas, metálicas e de vidro; • Demais embalagens e produtos. Condição: Viabilidade técnica e econômica.
  • 13.
    Regulamentação dos Instrumentos Logística reversa Comitê Orientador • GTT Eletroeletrônicos: ABINEE e ELETROS • GTT Lâmpadas Mercuriais: ABILUX e ABILUMI • GTT Embalagens: ABRE, ABIPLAST, ABIPET, ABRALATAS, ABEAÇO, ABIVIDRO, ABIR, ABIPLA, ABRAFATI, ABIA, ABIHPEC, ABRABE, BRACELPA, ABPO, ABAL • GTT Óleos Lubrificantes e suas embalagens: SINDICON, SINDIREPA/SP • GTT Descarte de Medicamentos: SINDUSFARMA
  • 14.
    Obrigações da LogísticaReversa – Art. 33 • Consumidores: deverão efetuar a devolução após o uso, aos comerciantes ou distribuidores, dos produtos e das embalagens objeto de logística reversa; • Comerciantes e distribuidores: deverão efetuar a devolução aos fabricantes ou aos importadores dos produtos e embalagens reunidos ou devolvidos; • Fabricantes e os importadores: darão destinação ambientalmente adequada aos produtos e às embalagens reunidos ou devolvidos.
  • 15.
    Premissas CNI sobreLogística Reversa • Todos os Sistemas de LR devem atender as seguintes premissas:  Não afetar a competitividade;  Serem transparentes em sua governança;  Participativos;  Ter prazos adequados para implementação;  Implementação em etapas;  Gerar benefícios sociais e econômicos;  Ter o menor impacto ambiental possível;  Oferecer segurança jurídica aos participantes.
  • 16.
    Situação atual de negociaçõescom o governo e as implicações futuras.
  • 17.
    Plano Nacional deResíduos Sólidos Audiências Públicas • 13 e 14/9 – Campo Grande/MS • 4 e 5/10 – Curitiba/PR • 10 e 11/10 – São Paulo/SP • 13 e 14/10 – Recife/PE • 18 e 19/10 – Belém/PA • 30/11 e 1º/12 – Brasília/DF (Audiência Nacional)
  • 18.
    Plano Nacional deResíduos Sólidos Principais pontos de preocupação • Falta de consolidação de informações sobre a geração de resíduos, principalmente para os industriais; • Uso de instrumentos inadequados para avaliação da geração de resíduos (inventários); • Estabelecimento de metas nacionais irrealizáveis que influenciarão as metas estaduais, municipais e dos planos de gerenciamento.
  • 19.
    Plano Nacional deResíduos Sólidos Principais pontos de interesse • Uso das informações contidas nos planos de gerenciamento para elaborar um inventário nacional de geração de resíduos sólidos industriais; • As metas contidas no Plano Nacional devem ser orientadoras para os demais planos não condicionando as metas contidas nos planos de gerenciamento; • As metas devem ser individuais e estabelecidas pelas empresas no licenciamento.
  • 20.
    Planos de Gerenciamentodas Empresas Necessidade de Regulamentação • Necessidade de prazos para adequação • Elaboração de Termos de Referência - TR • Elaboração de Formulário Simplificado - MPEs • Elaboração de regras para dispensa para geradoras de resíduos sólidos domiciliares ou equiparados – MPEs • Elaboração de regras para conceituação de geradores e operadores de resíduos perigosos
  • 21.
    Instrumentos Econômicos • Será discutido pelo Comitê Interministerial da PNRS (GT3 - Financeiro) e pelo CORI • Criar medidas gerais para incentivar a reciclagem • Criar medidas específicas de desoneração para cada setor • Observar a Lei de Responsabilidade Fiscal
  • 22.
    Sistemas de Documentaçãoe Informação • Sistema Nacional de Informações sobre Gestão dos Resíduos Sólidos (Sinir) • Sistema Nacional de Informação sobre Meio Ambiente (Sinima) • Sistema Nacional de Informações em Saneamento Básico (Sinisa) • Cadastro Técnico Federal de Atividades e Instrumentos de Defesa Ambiental • Cadastro Técnico Federal de Atividades Potencialmente Poluidoras ou Utilizadoras de Recursos Ambientais (CTF) • Inventários de Resíduos e Sistema Declaratório Anual • Cadastro Nacional de Operadores de Resíduos Perigosos
  • 23.
    Sistemas de Documentaçãoe Informação • Será implementado num prazo máximo de 2 anos (2012); • Alimentação de informações dos planos de gerenciamento ao SINIR deve ser feito usando-se o CTF; • Necessidade de articulação com os órgãos integrantes do SISNAMA; • Sistemas devem ser simplificados e inteligentes.
  • 24.
    Logística Reversa Etapas paraImplantação • Estabelecimento do Modelo de Governança; • Elaboração do Estudo de Viabilidade Técnica-econômica; • Aprovação do estudo pelo GTA e pelo CORI; • Publicação do Edital de Chamamento; • Elaboração do Acordo Setorial pelos interessados (fabricantes, importadores e comércio); • Aprovação dos Acordos Setoriais pelo GTT, GTA e CORI e sua publicação.
  • 25.
    Logística Reversa Embalagens deÓleos Lubrificantes Usados • Estudo de Viabilidade técnica-econômica aprovado; • Aguarda publicação do Edital de Chamamento; • Impasse no estabelecimento de metas (governo exige metas quantitativas).
  • 26.
    Logística Reversa Embalagens deÓleos Lubrificantes Usados • Modelo de governança prevê a logística reversa somente para as embalagens plásticas de óleos lubrificantes; • Não fará parte deste acordo setorial a logística reversa para embalagens metálicas de óleos lubrificantes usados, filtros de óleos lubrificantes e demais resíduos contaminados com óleos lubrificantes; • O acordo setorial será implementado primeiramente para os estados da Região Sul, Sudeste e parte do Nordeste (excluídos o Piaui e Maranhão)
  • 27.
    Logística Reversa Embalagens deÓleos Lubrificantes Usados • Para atendimento aos demais Estados do país, será necessária a finalização de estudos técnicos detalhados em até 18 meses; • A logística reversa não atenderá pessoas jurídicas; • Os fabricantes/importadores de óleos lubrificantes recolherão as embalagens em postos de venda atendidos diretamente por eles e das centrais de recebimento dos distribuidores; • Não há recicladores na Região Nordeste e em Minas Gerais.
  • 28.
    Logística Reversa Lâmpadas contendoMercúrio • Modelo de Governança e Estudo de Viabilidade técnica-econômica aprovado pelo GTA e CORI; • Aguarda publicação do Edital de Chamamento; • A logística reversa não atenderá pessoas jurídicas; • O recolhimento começará pelos grandes centros urbanos do País; • Não fará parte da logística reversa as lâmpadas incandescentes, halógenas e de LEDs;
  • 29.
    Logística Reversa Lâmpadas contendoMercúrio • Impasse no estabelecimento de metas (governo exige metas quantitativas); • O setor propôs a realização de um estudo após três anos da implementação da logística reversa para análise sobre a viabilidade de estabelecer metas quantitativas; • Dificuldades para reciclagem nas regiões Norte, Nordeste e Centro- Oeste.
  • 30.
    Logística Reversa Eletroeletrônicos eseus Componentes • Previsão de apresentação e aprovação do Modelo de Governança e do Estudo de viabilidade técnica-econômica para o final de 2011 ou no primeiro trimestre de 2012; • A logística reversa poderá ser implementada inicialmente para alguns produtos (os mais comercializados e de maior obsolecência); • Dificuldade na implementação da LR para cerca de 30% dos produtos vendidos no País (produtos piratas, contrabandeados e comercializados por sacoleiros).
  • 31.
    Logística Reversa Eletroeletrônicos eseus Componentes • Poucas empresas de reciclagem de REEEs no País; • Falta de soluções baratas e acessíveis para reciclagem no País e em alguns casos até mesmo no mundo.
  • 32.
    Logística Reversa Embalagens emGeral • A logística reversa será para todos os tipos de embalagens contidos na fração seca do lixo urbano; • O modelo de governança ainda está em construção: – O CEMPRE será o Secretário Executivo do Grupo Empresarial responsável pelos investimentos nas cooperativas de catadores para separação das embalagens; – A coleta seletiva em fração seca e úmida será executada pelos municípios; – A fração seca coletada será levada para uma central de triagem operada preferencialmente por catadores organizados.
  • 33.
    Obrigado! Gerência Executiva deMeio Ambiente e Sustentabilidade SBN – Quadra 1 – Bloco C, Brasília – DF Tel: 55 (61) 3317-9884 E-mail: jneto@cni.org.br