Segundo a definição da Organização Mundial de Saúde (OMS) apud Laura
(2002), substâncias psicoativas são todas aquelas de origem natural ou sintética, que
uma vez utilizadas modificam as percepções sensoriais, ou seja, um conjunto de
drogas , medicamentos ou toxinas, que segundo Pereira, ao serem consumidas podem
trazer agravos a saúde. Ele as divide em 11 classes: álcool, anfetaminas ou
simpaticomiméticos de ação similar; cafeína; canabinóides; cocaína; alucinógenos;
inalantes; nicotina; opióides; fenciclidina; sedativos; hipnóticos ou ansiolíticos".

        Pereira afirma que o uso ou experimentação de psicoativos ocorre na freqüência
de até cinco vezes na vida (uso na vida) e, portanto, não apresenta conseqüências nas
diversas dimensões da vida do indivíduo. O uso freqüente é considerado quando
acontece mais de seis vezes no mês. O abuso pode acontecer em pessoas que recém
iniciaram o seu uso com repercussões a longo prazo. O abuso pode evoluir para a
dependência. Para identificar se ocorre à dependência, devem-se avaliar as repercussões
do consumo na qualidade de vida dos indivíduos.

       Segundo Stempliuk apud Lemos, Neves, Kuwano, Tedesqui, Bitencourt, Serra,
Guimaraes, Rebello, Bacellar e Lima (2006), estudos realizados no Brasil nos últimos
25 anos, verificaram que o uso de álcool e drogas e outras substancias é maior entre
universitários de diversas instituições quando comparado à população geral e a
estudantes do Ensino Médio.

       Souza, Landim e Perdigão apud Pereira, Souza e Siqueira(2008), afirmam que o
consumo de drogas causa impacto na vida acadêmica , resultando em falta de atenção
durante as aulas, ausências, atrasos e maior sonolência.

          Portanto, ciente do alto número de jovens brasileiros usuários, o presente
trabalho visa avaliar através de instrumentos quali-quantitativos a percepção e o nível de
consumo de substâncias psicoativas entre os acadêmicos da Universidade Tiradentes,
pois, conhecer-se-á mais profundamente as características dos usuários e assim
facilitará a compreensão das motivações e quais as políticas publicas adequadas para
mudar essa realidade.

Introdução de substancias psicoativas

  • 1.
    Segundo a definiçãoda Organização Mundial de Saúde (OMS) apud Laura (2002), substâncias psicoativas são todas aquelas de origem natural ou sintética, que uma vez utilizadas modificam as percepções sensoriais, ou seja, um conjunto de drogas , medicamentos ou toxinas, que segundo Pereira, ao serem consumidas podem trazer agravos a saúde. Ele as divide em 11 classes: álcool, anfetaminas ou simpaticomiméticos de ação similar; cafeína; canabinóides; cocaína; alucinógenos; inalantes; nicotina; opióides; fenciclidina; sedativos; hipnóticos ou ansiolíticos". Pereira afirma que o uso ou experimentação de psicoativos ocorre na freqüência de até cinco vezes na vida (uso na vida) e, portanto, não apresenta conseqüências nas diversas dimensões da vida do indivíduo. O uso freqüente é considerado quando acontece mais de seis vezes no mês. O abuso pode acontecer em pessoas que recém iniciaram o seu uso com repercussões a longo prazo. O abuso pode evoluir para a dependência. Para identificar se ocorre à dependência, devem-se avaliar as repercussões do consumo na qualidade de vida dos indivíduos. Segundo Stempliuk apud Lemos, Neves, Kuwano, Tedesqui, Bitencourt, Serra, Guimaraes, Rebello, Bacellar e Lima (2006), estudos realizados no Brasil nos últimos 25 anos, verificaram que o uso de álcool e drogas e outras substancias é maior entre universitários de diversas instituições quando comparado à população geral e a estudantes do Ensino Médio. Souza, Landim e Perdigão apud Pereira, Souza e Siqueira(2008), afirmam que o consumo de drogas causa impacto na vida acadêmica , resultando em falta de atenção durante as aulas, ausências, atrasos e maior sonolência. Portanto, ciente do alto número de jovens brasileiros usuários, o presente trabalho visa avaliar através de instrumentos quali-quantitativos a percepção e o nível de consumo de substâncias psicoativas entre os acadêmicos da Universidade Tiradentes, pois, conhecer-se-á mais profundamente as características dos usuários e assim facilitará a compreensão das motivações e quais as políticas publicas adequadas para mudar essa realidade.