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UNIVERSIDADE
FEDERAL
DO
MARANHÃO
PROF. DR. HERMÍNIO MENDES
Introdução a Anatomia
Humana
Visões e Interpretações
EM ANATOMIA, O ALUNO PRECISA VER, PARA NÃO ESQUECER...
DIFERENCIAR O QUE VER PARA ENTENDER...
COMPREENDER O QUE VER PARA CONHECER...
...SENÃO VERÁ COISAS QUE NÃO EXISTE ... E FICARÁ MALUCO!!!!
PORTANTO...
ESTUDA-SE ANATOMIA DEZ VEZES PARA, LOGO EM SEGUIDA, ESQUECER;
ESTUDA-SE MAIS DEZ VEZES E TORNA-SE A ESQUECÊ-LA PARA ESTUDAR
MAIS DEZ VEZES.... ASSIM É O ESTUDO DA ANATOMIA, UMA CIÊNCIA QUE
SURGIU COM OS HUMANOS EM SEUS PRIMÓRDIOS EVOLUTIVOS.
MILHARES DE ANOS APÓS ÀS PRIMEIRAS OBSERVAÇÕES ANATÔMICAS
NENHUM HOMEM AINDA A DOMINA POR COMPLETO !
ANATOMIA RADIOLÓGICA
ANATOMIA COMPARADA
ANATOMIA BIOLÓGICA
ANATOMIA PALEOANTROPOLÓGICA
ANATOMIA ULTRAESTRUTURAL
ANATOMIA LEGAL
ANATOMIA CADAVÉRICA
ANATOMIA DO SER VIVO
ANATOMIA TOPOGRÁFICA
ANATOMIA SISTÊMICA
ANATOMIA DE SUPERFÍCIE
ANATOMIA APLICADA
ANATOMIA ENDOSCÓPICA
ANATOMIA PATOLÓGICA
Introdução ao Estudo da Anatomia
Considerações gerais
A Anatomia é a ciência que estuda, macro e
microscopicamente, a constituição e o desenvolvimento dos
seres organizados.
Ramos da Anatomia
- Citologia – estudo das células,
- Histologia – estudo dos tecidos,
- Embriologia – estudo do desenvolvimento do indivíduo,
- Anatomia radiológica – estuda os órgãos por meio de Raios X,
- Anatomia Antropológica – tipos de raciais.
Anatomia (ana = em partes; tomein = cortar)
Os sistemas que compõem o organismo do individuo
Sistema Tegumentar
Sistema Esquelético
Sistema Muscular
Sistema Nervoso
Sistema Circulatório
Sistema Respiratório
Sistema Digestório
Sistema Urinário
Sistema Genital
Sistema Endócrino
Sistema Sensorial
Alguns Sistemas podem ser
agrupados formando os
aparelhos:
-Aparelho Locomotor ( sistema
esquelético e Muscular).
- Aparelho Urogenital ( Sistema
Urinário e Genital).
Conceito de variação Anatômica e Normal
Uma vez que a Anatomia utiliza como material de estudo
o corpo humano, torna-se necessário fazer alguns comentários.
A simples observação de um grupamento humano
evidencia de imediato diferenças morfológicas entre elementos
que compõem o grupo. Estas diferenças morfológicas são
denominadas variações anatômicas e podem apresentar-se
externamente ou em qualquer dos sistemas do organismo, sem
que isto traga prejuízo funcional para indivíduo.
É evidente que a conformação externa e interna. No
entanto, este fato não prejudica o funcionamento fisiológico.
Anomalia e Monstruosidade
Na variação anatômica não há prejuízo da função.
Entretanto, podem ocorrer variações morfológicas que
determinam perturbação funcional. Ex. o indivíduo pode
nascer com um dedo a menos na mão. Quando o desvio do
padrão anatômico perturba a função, diz-se que se trata de
uma anormalidade e não uma variação. Se a normalidade for
tão acentuada de modo a deformar profundamente a
construção do corpo do indivíduo, sendo em geral,
Incompatível com a vida, denomina-se monstruosidade.
Ex. agenesia ( não formação) do encéfalo.
Anomalia
Monstruosidade
Fatores Gerais de Variação
Às variações anatômicas ditas individuais, devem-se
acrescentar aquelas decorrentes da idade, sexo, raça, do tipo
constitucional e da evolução.
Nome do período Humano
Fase intra-uterina
 Ovo – quinze primeiros dias,
 Embrião – até o fim do 2º mês
 feto – até o 9º mês.
Fase extra-uterina
 Recém nascido – até 1 mês após o nascimento
 Infante – até o fim do 2º ano
 Menino – até o fim do 10º ano
 Pré-púbere – até a puberdade
 Púbere – dos 12 aos 14 anos
 Jovem – até 21 anos
 Adulto – até 60 anos
 idoso ou velho – além do 60 anos.
Nomenclatura Anatômica
Como toda ciência, a Anatomia tem sua linguagem
própria. Ao conjunto de termos empregados para designar e
descrever o organismo ou suas partes dá-se o nome de
Nomenclatura Anatômica.
Foram abolidos os epônimos (nome de pessoas para
designar coisas) e os termos indicam a forma, a sua posição
ou situação ou seu trajeto.
Abreviaturas para os termos gerais de Anatomia
a. – artéria aa. – artérias
fasc. – fascículo gl. – glândula
lig. – ligamento ligg. – ligamentos
m. – músculo mm. – músculos
n. – nervo nn. – nervos
r. – ramo rr. – ramos
v. – veia vv. – veias
Divisão do Corpo Humano
O corpo humano divide-se em cabeça, pescoço,
tronco e membros. A cabeça corresponde à extremidade
superior do corpo entendo unida ao tronco por uma porção
estreitada, o pescoço.
O tronco compreende o tórax e o abdome.
Dos membros, dois são superiores e dois inferiores.
Cada membro apresenta uma raiz, pela qual está ligado ao
tronco, e uma parte livre.
Na transição entre o braço e o antebraço há o
cotovelo; entre o antebraço e a mão, o punho; entre a coxa
e a perna, o joelho, entre a perna e o pé, o tornozelo.
Corpo
Humano
Cabeça
Crânio
Face
Pescoço
Tronco
Tórax
Abdome
Membros
Raiz Ombro
Superior
Parte livre
Braço
Antebraço
Mão
Inferior
Raiz Quadril
Parte livre
Coxa
Perna
Pé
Posição Anatômica
Para evitar o uso de termos diferentes nas descrições
anatômica, optou-se por uma posição padrão, denominada
posição de descrição anatômica.
O corpo está numa postura ereta (em
pé, posição ortostática ou bípede)
com os membros superiores
estendidos ao lado do tronco e as
palmas das mãos voltadas para a
frente. A cabeça e pés também estão
apontados para frente e o olhar para
o horizonte.
Planos de delimitação e secção do corpo humano
Na posição anatômica o corpo humano pode ser delimitado por
planos. Assim, temos os seguintes planos correspondentes:
Delimitação do Corpo Humano
 Plano Ventral ou Anterior
 Plano Dorsal ou Posterior
 Plano Lateral Direito e Esquerdo
 Plano Cranial ou Superior
 Plano Podálico ou Inferior
Plano de secção
 Plano Mediano – divide o corpo humano em metade direita e
esquerdo.
 Plano Frontal – divide o corpo humano em anterior e
posterior.
Plano Transverso – divide o corpo em superior e inferior.
Eixos do Corpo Humano
São linhas imaginárias traçadas no individuo.
 Eixo Ântero-posterior – unindo o centro do Plano
ventral ao centro do Plano Dorsal.
 Eixo Longitudinal – unindo o centro do Plano cranial ao
centro do Plano podálico.
 Eixo Transversal – unindo o centro do Plano lateral
direito ao Plano lateral esquerdo.
Mediano
Frontal
Transverso
DECÚBITO DORSAL
DECÚBITO VENTRAL
DECÚBITO LATERAL
POSIÇÃO DE LITOTOMIA
POSIÇÃO DE TRENDELEMBURG
Termos de Posição e Direção do Corpo Humano
A linha XY corresponde ao
Plano Mediano.
As estruturas d e f:
consideradas em conjunto, a
estrutura f é a que se coloca
mais próxima do plano
mediano.
As estruturas g h i consideradas em conjunto, a i é a que
coloca mais próxima do Plano ventral.
Os números 1 e 2 são externa e interna
Termos de Relação:
•Anterior / Ventral / Frontal: na direção da
frente do corpo.
•Posterior / Dorsal: na direção das costas
(traseiro).
•Superior / Cranial: na direção da parte
superior do corpo.
•Inferior / Caudal: na direção da parte
inferior do corpo.
•Medial: mais próximo do plano
sagital mediano (linha sagital
mediana).
•Lateral: mais afastado do plano
sagital mediano (linha sagital
mediana).
•Proximal: próximo da raiz do
membro. Na direção do tronco.
•Distal: afastado da raiz do
membro. Longe do tronco ou do
ponto de inserção.
Termos de Movimento
•Flexão: curvatura ou diminuição
do ângulo entre os ossos ou
partes do corpo.
•Extensão: endireitar ou aumentar
o ângulo entre os ossos ou partes
do corpo.
•Adução: movimento na direção do plano mediano em um
plano coronal.
•Abdução: afastar-se do plano mediano no plano coronal.
• Rotação Medial: traz a face anterior de um membro para
mais perto do plano mediano.
Rotação Lateral: leva a face anterior para longe do plano
mediano.
•Retrusão: movimento de retração (para
trás) como ocorre na retrusão da
mandíbula e no ombro.
• Protrusão: movimento dianteiro (para
frente) como ocorre na protrusão da
mandíbula e no ombro.
•Pronação: movimento do antebraço e mão que
gira o rádio medialmente em torno de seu eixo
longitudinal de modo que a palma da mão olha
posteriormente. e no ombro.
•Supinação: movimento do antebraço e mão que
gira o rádio lateralmente em torno de seu eixo
longitudinal de modo que a palma da mão olha
anteriormente. e no ombro.
•Inversão: movimento da sola do pé em
direção ao plano mediano. Quando o pé
está totalmente invertido, ele também está
plantifletido.
•Eversão: movimento da sola do pé para
longe do plano mediano. Quando o pé
está totalmente evertido, ele também está
dorsifletido.
•Dorsi-flexão (flexão dorsal):
movimento de flexão na articulação
do tornozelo, como acontece
quando se caminha morro acima ou
se levantam os dedos do solo.
•Planti-flexão (flexão plantar): dobra
o pé ou dedos em direção à face
plantar, quando se fica em pé na
ponta dos dedos.
Sistema Esquelético
Conceito de Ossos: Ossos são órgãos esbranquiçados,
muito duros, que unindos-se aos outros, por intermédio das
junturas ou articulações constituem o esqueleto. É uma
forma especializada de tecido conjuntivo cuja a principal
característica é a mineralização (cálcio) de sua matriz óssea
(fibras colágenas e proteoglicanas).
Funções do Sistema Esquelético
 Sustentação do organismo (apoio para o corpo)
 Proteção de estruturas vitais (coração, pulmões, cérebro)
 Base mecânica para o movimento
 Armazenamento de sais (cálcio, por exemplo)
 Hematopoiética (suprimento contínuo de células
sangüíneas novas)
Divisão do Esqueleto
Número dos ossos
No indivíduo adulto, idade na qual se considera
completado o desenvolvimento orgânico, o número de ossos
é de 206. este número, todavia, varia, se levarmos em
consideração os seguintes fatores:
Fatores Etários:
Do nascimento à senilidade há uma diminuição do
número de ossos. Isto deve-se ao fato de que, certos ossos,
no recém-nascido, são formados de partes ósseas que se
soldam durante o desenvolvimento do indivíduo para
constituir um osso único no adulto. Assim, o osso frontal é
formado por duas porções, separadas no plano mediano.
Cabeça = 22
Crânio = 08
Face = 14
Ossículos do ouvido = 3+3
Osso hióide = 1
Coluna vertebral = 26
Cervical = 7
Torácica = 12
Lombar = 5
Sacro = 1
Cóccix = 1
Tórax = 25
Costelas = 12+12
Osso esterno = 1
Cíngulo superior ou
Cintura escapular = 4
Escápula = 2
Clavícula = 2
Cíngulo superior ou Cintura
escapular = 4
Escápula = 2
Clavícula = 2
Cíngulo inferior ou Cintura pelve
Osso íleo = 1+1
Membros superiores = 60
Braço = 1+1
Antebraço = 2+2
Mão = 27+27
Membros inferiores = 60
Coxa = 1+1
Perna = 2+2
Pé = 26+26
Osso patela = 1+1
Classificação dos Ossos
Há várias maneiras de classificar os ossos. Eles
podem, por exemplo, ser classificados pela sua posição
topográfica, reconhecendo-se ossos axiais (que pertencem
ao esqueleto axial) e apendiculares (que fazem parte do
esqueleto apendicular). Entretanto, a classificação mais
difundida é aquela que leva em consideração a forma dos
ossos, classificando-os segundo a predominância de uma
das dimensões (comprimento, largura ou espessura) sobre
as outras duas.
Osso Longo: È aquele que
apresenta um comprimento
consideravelmente maior que a
largura e a espessura. Exemplos
típicos são os ossos do
esqueleto apendicular: fêmur,
úmero, rádio, ulna, tíbia, fíbula,
falanges.
Osso Laminar: Também chamado
(impropriamente) plano, é o que
apresenta comprimento e largura
equivalentes, predominando
sobre a espessura. Ossos do
crânio, como o parietal, frontal,
occipital e outros.
Osso Curto: È aquele que
apresenta equivalência das três
dimensões. Os ossos do carpo e
do tarso são excelentes exemplos.
Existem ossos que não podem ser
classificados em nenhum dos
tipos descritos acima e são, por
esta razão e por características
que lhe são peculiares, colocados
dentro de uma das categorias
seguintes:
Osso Irregular: Apresenta uma
morfologia complexa que não
encontra correspondência em
formas geométricas conhecidas.
Osso Pneumático: Apresenta
uma ou mais cavidades, de
volume variável, revestidos de
mucosa e contendo ar. Estas
cavidades recebem o nome de
sinus ou seio. Os ossos
pneumáticos estão situados no
crânio: frontal, maxilar, temporal,
etmóide e esfenóide.
Ossos Sesamóides: Desenvolvem-
se na substância de certos
tendões ou da cápsula fibrosa que
envolve certas articulações. Os
primeiro são chamados
intratendíneos e os segundos peri-
articulares. A patela é um exemplo
típico de osso sesamóide
intratendíneo.
Tipos de Substância Óssea
O estudo microscópico do tecido ósseo distingue a
substância óssea compacta e a esponjosa. Embora os
elementos constituintes sejam os mesmos nos dois tipos de
substância óssea, eles dispõem-se diferentemente conforme o
tipo considerado e seu aspecto macroscópico também difere.
Na substância óssea compacta, as lamínulas de tecido ósseo
encontram-se fortemente unidas umas às outras pelas suas
fases, sem que haja espaço livre interposto. Por esta razão,
este tipo é mais denso e rijo. Na substância óssea esponjosa
as lamínulas ósseas, mas irregulares em forma e tamanho, se
arranjam de forma a deixar entre si espaços ou lacunas que se
comunicam umas com as outras. As ilustrações abaixo
mostram os dois tipos de substância óssea num osso longo,
em corte frontal e em corte transversal.
Observe nas duas ilustrações a presença do canal
medular que aloja a medula óssea. Esta também e encontrada
nos espaços existentes entre as trabéculas de substância
óssea esponjosa.
Características
dos ossos longos
Elementos Descritivos da Superfície dos Ossos
Os ossos apresentam na sua superfície, depressões,
saliências e aberturas que constituem elementos descritivos.
As saliências servem para articular os ossos entre si ou para
a fixação de músculos, ligamentos, cartilagens etc. As
superfícies que se destinam à articulação com outra (s) peça
(s) esquelética (s) são ditas articulares; são lisas e revestidas
de cartilagem, comumente hialina. Entre as saliências
reconhecem-se: cabeças, côndilos, cristas, eminências,
tubérculos, tuberosidades, processos, linhas, espinhas,
trócleas etc. As depressões podem, como as saliências, ser
articulares ou não, e entre elas citam-se as fossas, fossetas,
impressões, sulcos, recessos, etc. Entre as aberturas, em
geral destinadas á passagem de nervos ou vasos, encontram-
se os forames, meatos, óstios, poros, etc. Impõe-se uma
ressalva: os critérios para estas denominações nem sempre
são lógicos, sendo conservadas pela consagração do uso.
Periósteo
O osso se encontra sempre revestido por delicada
membrana conjuntiva, com exceção das superfícies
articulares. Esta membrana é denominada periósteo e
apresenta dois folhetos: um superficial e outro profundo, este
em contato direto com a superfície óssea. A camada profunda
é chamada osteogênica pelo fato de suas células se
transformarem em células ósseas, que são incorporadas à
superfície do osso, promovendo assim o seu espessamento.
Nutrição
Os ossos, seja devido à sua função hemopoiética, seja
pelo fato de se apresentarem com um desenvolvimento lento e
contínuo, são altamente vascularizados.
As artérias do periósteo penetram no osso, irrigando-o e
distribuindo-se na medula óssea. Por esta razão, desprovido
do seu periósteo o osso deixa de ser nutrido e morre.
JUNTURAS
Conceito
Os ossos unem-se uns aos outros para constituir o
esqueleto. Esta união não tem a finalidade exclusiva de
colocar os ossos em contato, mas também a de permitir
mobilidade. Por outro lado, como esta união não se faz da
mesma maneira entre todos os ossos, a maior ou menor
possibilidade de movimento varia com o tipo de união. Para
designar a conexão existente entre quaisquer partes rígidas do
esqueleto, quer sejam ossos, quer cartilagens, empregamos os
termos juntura ou articulação.
Classificação das Junturas
Embora apresentem consideráveis variações entre elas,
as junturas possuem certos aspectos estruturais e funcionais
em comum que permitem classificá-las em três grandes
grupos: fibrosas, cartilaginosas e sinoviais. O critério para
esta divisão é o da natureza do elemento que se impõem às
peças que se articulam.
Junturas Fibrosas
As junturas nas quais o elemento que se interpõe às
peças que se articulam é o tecido conjuntivo fibroso são
ditas fibrosas, e a grande maioria delas se apresenta no
crânio. A mobilidade nestas junturas é extremamente
reduzida.
Há dois tipos de junturas fibrosas:
Suturas – Os ossos do crânio.
suturas escamosas – (união em bisel) e suturas serreadas
(união em linha "denteada").
No crânio do feto e recém-
nascido, onde a ossificação
ainda é incompleta, a
quantidade de tecido conjuntivo
fibroso interposto é muito
maior, explicando a grande
separação entre os ossos e uma
maior mobilidade. É isto que
permite, no momento do parto,
uma redução bastante
apreciável do volume da cabeça
fetal, digamos assim, dos ossos
do crânio. Esta redução de
volume facilita a expulsão do
feto para o meio exterior
Sindesmoses – Nestas junturas o tecido interposto é também
o conjuntivo fibroso, mas não ocorrem entre os ossos do
crânio. Na verdade, a Nomenclatura Anatômica só registra um
exemplo: Síndrome tíbio-fibular, isto é, a que se faz entre as
extremidades distais da tíbia e da fíbula.
Junturas Cartilaginosas – Neste grupo de junturas o tecido
que se interpõe é cartilaginoso. Quando se trata de
cartilagem hialina, temos as sincondroses; nas sínfises a
cartilagem é fibrosa. Em ambas a mobilidade é reduzida.
Exemplos de sínfise encontram na união, no plano mediano,
entre as porções púbicas dos ossos do quadril, constituindo
a sínfise púbica.
Também as junturas que se fazem entre os corpos das
vértebras podem ser consideradas como sínfise, uma vez
que se interpõe entre eles um disco de fibrocartilagem – o
disco intervertebral.
Junturas Sinoviais – A mobilidade exige livre deslizamento de
uma superfície óssea contra outra e isto é impossível quando
entre elas interpõe-se um meio de ligação, seja conjuntivo
fibroso ou cartilagíneo. Para que haja o grau desejável de
movimento, em muitas junturas, o elemento que se interpõe às
peças que se articulam é um líquido denominado sinóvia ou
líquido sinovial. Deste modo, os meios de união entre as peças
esqueléticas articuladas não se prendem nas superfícies de
articulação, como ocorre nas junturas fibrosas e
cartilaginosas: nas junturas sinoviais o principal meio de união
é representado pela cápsula articular, espécie de manguito que
envolve a articulação prendendo-se nos ossos que se
articulam.
Conceito de Músculos:
São estruturas individualizadas que cruzam uma ou mais
articulações e pela sua contração são capazes de transmitir-
lhes movimento. Este é efetuado por células especializadas
denominadas fibras musculares, cuja energia latente é ou
pode ser controlada pelo sistema nervoso. Os músculos são
capazes de transformar energia química em energia
mecânica.
Funções dos Músculos:
a) Produção dos movimentos corporais.
b) Estabilização das Posições Corporais.
c) Regulação do Volume dos Órgãos.
d) Movimento de Substâncias dentro do Corpo.
e) Produção de Calor: Quando o tecido muscular se contrai
ele produz calor e grande parte desse calor liberado pelo
músculo é usado na manutenção da temperatura corporal.
Quanto à Forma:
Longos: São encontrados especialmente nos
membros. Os mais superficiais são os mais
longos, podendo passar duas ou mais
articulações.
Curtos: Encontram-se nas articulações cujos
movimentos tem pouca amplitude, o que não
exclui força nem especialização.
Largos: Caracterizam-se por serem laminares.
São encontrados nas paredes das grandes
cavidades (tórax e abdome).
Tipos de Músculos
Músculos Estriados Esqueléticos: Contraem-se por
influência da nossa vontade, ou seja, são voluntários. O
tecido muscular esquelético é chamado de estriado porque
faixas alternadas claras e escuras (estriações) podem ser
vistas no microscópio óptico.
Músculos Lisos: Localizado nos vasos sangüíneos, vias
aéreas e maioria dos órgãos da cavidade abdômino-pélvica.
Ação involuntária controlada pelo sistema nervoso
autônomo.
Músculo Estriado Cardíaco: Representa a arquitetura
cardíaca. É um músculo estriado, porém involuntário.
OSSOS DA CABEÇA
O crânio é o esqueleto da cabeça; vários ossos formam
suas duas partes: o Neurocrânio e o Esqueleto da Face.
O crânio possui um teto semelhante a uma abóbada – a
calvária – e um assoalho ou base do crânio que é
composta do etmóide e partes do occipital e do temporal.
O esqueleto da face consiste em ossos que circundam a
boca e o nariz e contribuem para as órbitas.
Frontal - Vista Anterior
Frontal - Cavidades Orbitais e Nasais
Occipital - Vista Interna
Região que compreende as cinturas e os membros.
Cintura Escapular
Essa região refere – se a junção entre os membros superiores
e o tronco, ou esqueleto apendicular e axial. Constituído pela
escápula e pela clavícula, a primeira encontra – se a parte
dorsal do tórax, envolta por musculatura que impede o contato
direto com o gradil costal, enquanto que a clavícula se
encontra na parte ventral do tórax, superior ao gradil costal.
Clavícula
Osso longo, que se estende da borda superior do manúbrio
esternal ao acrômio da escápula, ligando dessa forma o
tronco ao membro superior indiretamente através da
escápula. Seus dois terços mediais são convexos
anteriormente; seu terço lateral é côncavo; sua extremidade
acromial é achatada; sua extremidade esternal é levemente
arredondada; possui uma face rugosa voltada inferiormente e
sua face lisa esta voltada superiormente.
Principais acidentes ósseos:
Extremidade esternal.
Extremidade acromial.
Corpo da clavícula.
Escápula
Ligada ao osso esterno pela clavícula, articula – se com o
úmero pela cavidade glenóide e está situada na parede
póstero – superior do tórax. Para observar sua posição
anatômica, observe que sua face côncava (fossa
subescapular), é anterior; sua espinha é posterior; o acrômio
e a cavidade glenóide são laterais. Possui ainda bordas
superior, medial e lateral e ângulos superior, inferior, lateral e
acromial.
Principais acidentes ósseos:
Acrômio.
Fossa supra – espinhal.
Fossa infra – espinhal.
Espinha da escápula.
Processo coracóide.
Fossa subescapular.
Cavidade glenóide
Osso do braço
Úmero
Osso longo, articula-se superiormente com a cavidade
glenóide da escápula, e inferior ou distalmente, com o rádio
lateralmente; e com a ulna medialmente. Para e obter a posição
anatômica quando o osso esta desarticulado, preste atenção
na cabeça, deve estar superior com a face articular voltada
medialmente, com os tubérculos anteriores separados pelo
sulco intertubercular.
Principais acidentes ósseos:
Cabeça do úmero.
Tubérculo maior.
Tubérculo menor.
Sulco intertubercular.
Colos anatômicos e
cirúrgicos.
Tuberosidade deltóidea.
Capitulo.
Tróclea.
Fossa do olécrano.
Face lateral.
Epicôndilo medial.
Fossa coronóide.
Fossa radial
Ossos do Antebraço
Rádio
Também osso longo, encontrado lateralmente no antebraço,
articula-se proximalmente pela concavidade da cabeça do
rádio, com o capítulo do úmero, a circunferência articular
da cabeça do rádio articula – se com a incisura radial da
ulna. Distalmente articula – se com os ossos do carpo por
meio da face articular do carpo e com a ulna por incisura
ulnar. Sua extremidade maior é colocada distalmente, com
sua face côncava e lisa voltada anteriormente e o processo
estilóide distal e lateral. A tuberosidade radial deve ser
colocada medialmente.
Principais acidentes ósseos:
•Cabeça do rádio.
•Circunferência articular da cabeça do rádio.
•Tuberosidade radial.
•Margem ou borda interóssea.
•Face anterior, lateral e posterior.
•Incisura ulnar (medial).
•Face articular do carpo.
•Processo estilóide (lateral).
•Colo do rádio.
Ulna
Osso localizado medialmente no antebraço, proximalmente,
articula-se com a tróclea, do úmero pela estrutura denominada
incisura troclear. Ainda proximalmente , articula – se com o
rádio, por meio da incisura radial, na qual gira a circunferência
da cabeça do rádio (movimentos de pronação e supinação).
Distalmente, a face inferior da cabeça da ulna articula – se
com o disco articular, que a separa dos ossos do carpo. A
porção lateral da cabeça (circunferência articular da cabeça),
articula –se com a incisura ulna do rádio (movimentos de
pronação e supinação). Par achar sua posição anatômica
coloca – se a grande incisura voltada anteriormente e a borda
interóssea cortando o osso lateralmente. O processo estilóide
é posicionado distal e medialmente.
Principais acidentes ósseos:
•Processo coronóide.
•Incisura troclear.
•Incisura radial. Olécrano.
•Borda interóssea.
•Cabeça da ulna.
•Circunferência articular da cabeça da ulna.
•Processo estilóide.
Ossos das Mãos
Carpos
A região denominada carpo é composta por oito ossos
dispostos em duas fileiras.
Primeira fileira ou fileira proximal (de lateral para medial) –
escafóide, semilunar, piramidal, pisiforme.
Segunda fileira ou fileira distal ( de lateral para medial) –
trapézio,trapézio, trapezóide, capitato e hamato.
METACARPOS
Numerados de I a V de lateral para medial
FALANGES
Cada dedo possui três falanges, com exceção do polegar, que
possui apenas duas. As falanges são ditas proximais, médias
e distais
Articulação Gleno-umeral
Articulação do cotovelo
Membro Inferior
O membro inferior é especializado para sustentar o peso do corpo
e a locomoção, a capacidade de mover-se de um lugar para outro
e manter o equilíbrio, a condição de estar uniformemente
balanceado. Os membros inferior são conectados ao tronco pelo
cíngulo do membro inferior (ossos do quadril e sacro).
Prof. Dr. Hermínio Benítez
Prof. Dr. Hermínio Benítez
UNIVERSIDADE
FEDERAL
DO
MARANHÃO

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  • 7. PORTANTO... ESTUDA-SE ANATOMIA DEZ VEZES PARA, LOGO EM SEGUIDA, ESQUECER; ESTUDA-SE MAIS DEZ VEZES E TORNA-SE A ESQUECÊ-LA PARA ESTUDAR MAIS DEZ VEZES.... ASSIM É O ESTUDO DA ANATOMIA, UMA CIÊNCIA QUE SURGIU COM OS HUMANOS EM SEUS PRIMÓRDIOS EVOLUTIVOS. MILHARES DE ANOS APÓS ÀS PRIMEIRAS OBSERVAÇÕES ANATÔMICAS NENHUM HOMEM AINDA A DOMINA POR COMPLETO !
  • 8. ANATOMIA RADIOLÓGICA ANATOMIA COMPARADA ANATOMIA BIOLÓGICA ANATOMIA PALEOANTROPOLÓGICA ANATOMIA ULTRAESTRUTURAL ANATOMIA LEGAL ANATOMIA CADAVÉRICA ANATOMIA DO SER VIVO ANATOMIA TOPOGRÁFICA ANATOMIA SISTÊMICA ANATOMIA DE SUPERFÍCIE ANATOMIA APLICADA ANATOMIA ENDOSCÓPICA ANATOMIA PATOLÓGICA
  • 9. Introdução ao Estudo da Anatomia Considerações gerais A Anatomia é a ciência que estuda, macro e microscopicamente, a constituição e o desenvolvimento dos seres organizados. Ramos da Anatomia - Citologia – estudo das células, - Histologia – estudo dos tecidos, - Embriologia – estudo do desenvolvimento do indivíduo, - Anatomia radiológica – estuda os órgãos por meio de Raios X, - Anatomia Antropológica – tipos de raciais. Anatomia (ana = em partes; tomein = cortar)
  • 10. Os sistemas que compõem o organismo do individuo Sistema Tegumentar Sistema Esquelético Sistema Muscular Sistema Nervoso Sistema Circulatório Sistema Respiratório Sistema Digestório Sistema Urinário Sistema Genital Sistema Endócrino Sistema Sensorial Alguns Sistemas podem ser agrupados formando os aparelhos: -Aparelho Locomotor ( sistema esquelético e Muscular). - Aparelho Urogenital ( Sistema Urinário e Genital).
  • 11. Conceito de variação Anatômica e Normal Uma vez que a Anatomia utiliza como material de estudo o corpo humano, torna-se necessário fazer alguns comentários. A simples observação de um grupamento humano evidencia de imediato diferenças morfológicas entre elementos que compõem o grupo. Estas diferenças morfológicas são denominadas variações anatômicas e podem apresentar-se externamente ou em qualquer dos sistemas do organismo, sem que isto traga prejuízo funcional para indivíduo. É evidente que a conformação externa e interna. No entanto, este fato não prejudica o funcionamento fisiológico.
  • 12.
  • 13. Anomalia e Monstruosidade Na variação anatômica não há prejuízo da função. Entretanto, podem ocorrer variações morfológicas que determinam perturbação funcional. Ex. o indivíduo pode nascer com um dedo a menos na mão. Quando o desvio do padrão anatômico perturba a função, diz-se que se trata de uma anormalidade e não uma variação. Se a normalidade for tão acentuada de modo a deformar profundamente a construção do corpo do indivíduo, sendo em geral, Incompatível com a vida, denomina-se monstruosidade. Ex. agenesia ( não formação) do encéfalo.
  • 15. Fatores Gerais de Variação Às variações anatômicas ditas individuais, devem-se acrescentar aquelas decorrentes da idade, sexo, raça, do tipo constitucional e da evolução. Nome do período Humano Fase intra-uterina  Ovo – quinze primeiros dias,  Embrião – até o fim do 2º mês  feto – até o 9º mês. Fase extra-uterina  Recém nascido – até 1 mês após o nascimento  Infante – até o fim do 2º ano  Menino – até o fim do 10º ano  Pré-púbere – até a puberdade  Púbere – dos 12 aos 14 anos  Jovem – até 21 anos  Adulto – até 60 anos  idoso ou velho – além do 60 anos.
  • 16. Nomenclatura Anatômica Como toda ciência, a Anatomia tem sua linguagem própria. Ao conjunto de termos empregados para designar e descrever o organismo ou suas partes dá-se o nome de Nomenclatura Anatômica. Foram abolidos os epônimos (nome de pessoas para designar coisas) e os termos indicam a forma, a sua posição ou situação ou seu trajeto. Abreviaturas para os termos gerais de Anatomia a. – artéria aa. – artérias fasc. – fascículo gl. – glândula lig. – ligamento ligg. – ligamentos m. – músculo mm. – músculos n. – nervo nn. – nervos r. – ramo rr. – ramos v. – veia vv. – veias
  • 17. Divisão do Corpo Humano O corpo humano divide-se em cabeça, pescoço, tronco e membros. A cabeça corresponde à extremidade superior do corpo entendo unida ao tronco por uma porção estreitada, o pescoço. O tronco compreende o tórax e o abdome. Dos membros, dois são superiores e dois inferiores. Cada membro apresenta uma raiz, pela qual está ligado ao tronco, e uma parte livre. Na transição entre o braço e o antebraço há o cotovelo; entre o antebraço e a mão, o punho; entre a coxa e a perna, o joelho, entre a perna e o pé, o tornozelo.
  • 19. Posição Anatômica Para evitar o uso de termos diferentes nas descrições anatômica, optou-se por uma posição padrão, denominada posição de descrição anatômica. O corpo está numa postura ereta (em pé, posição ortostática ou bípede) com os membros superiores estendidos ao lado do tronco e as palmas das mãos voltadas para a frente. A cabeça e pés também estão apontados para frente e o olhar para o horizonte.
  • 20. Planos de delimitação e secção do corpo humano Na posição anatômica o corpo humano pode ser delimitado por planos. Assim, temos os seguintes planos correspondentes: Delimitação do Corpo Humano  Plano Ventral ou Anterior  Plano Dorsal ou Posterior  Plano Lateral Direito e Esquerdo  Plano Cranial ou Superior  Plano Podálico ou Inferior Plano de secção  Plano Mediano – divide o corpo humano em metade direita e esquerdo.  Plano Frontal – divide o corpo humano em anterior e posterior. Plano Transverso – divide o corpo em superior e inferior.
  • 21. Eixos do Corpo Humano São linhas imaginárias traçadas no individuo.  Eixo Ântero-posterior – unindo o centro do Plano ventral ao centro do Plano Dorsal.  Eixo Longitudinal – unindo o centro do Plano cranial ao centro do Plano podálico.  Eixo Transversal – unindo o centro do Plano lateral direito ao Plano lateral esquerdo.
  • 23. DECÚBITO DORSAL DECÚBITO VENTRAL DECÚBITO LATERAL POSIÇÃO DE LITOTOMIA POSIÇÃO DE TRENDELEMBURG
  • 24. Termos de Posição e Direção do Corpo Humano A linha XY corresponde ao Plano Mediano. As estruturas d e f: consideradas em conjunto, a estrutura f é a que se coloca mais próxima do plano mediano. As estruturas g h i consideradas em conjunto, a i é a que coloca mais próxima do Plano ventral. Os números 1 e 2 são externa e interna
  • 25. Termos de Relação: •Anterior / Ventral / Frontal: na direção da frente do corpo. •Posterior / Dorsal: na direção das costas (traseiro). •Superior / Cranial: na direção da parte superior do corpo. •Inferior / Caudal: na direção da parte inferior do corpo.
  • 26. •Medial: mais próximo do plano sagital mediano (linha sagital mediana). •Lateral: mais afastado do plano sagital mediano (linha sagital mediana). •Proximal: próximo da raiz do membro. Na direção do tronco. •Distal: afastado da raiz do membro. Longe do tronco ou do ponto de inserção.
  • 27.
  • 28. Termos de Movimento •Flexão: curvatura ou diminuição do ângulo entre os ossos ou partes do corpo. •Extensão: endireitar ou aumentar o ângulo entre os ossos ou partes do corpo. •Adução: movimento na direção do plano mediano em um plano coronal. •Abdução: afastar-se do plano mediano no plano coronal. • Rotação Medial: traz a face anterior de um membro para mais perto do plano mediano. Rotação Lateral: leva a face anterior para longe do plano mediano.
  • 29. •Retrusão: movimento de retração (para trás) como ocorre na retrusão da mandíbula e no ombro. • Protrusão: movimento dianteiro (para frente) como ocorre na protrusão da mandíbula e no ombro. •Pronação: movimento do antebraço e mão que gira o rádio medialmente em torno de seu eixo longitudinal de modo que a palma da mão olha posteriormente. e no ombro. •Supinação: movimento do antebraço e mão que gira o rádio lateralmente em torno de seu eixo longitudinal de modo que a palma da mão olha anteriormente. e no ombro.
  • 30. •Inversão: movimento da sola do pé em direção ao plano mediano. Quando o pé está totalmente invertido, ele também está plantifletido. •Eversão: movimento da sola do pé para longe do plano mediano. Quando o pé está totalmente evertido, ele também está dorsifletido. •Dorsi-flexão (flexão dorsal): movimento de flexão na articulação do tornozelo, como acontece quando se caminha morro acima ou se levantam os dedos do solo. •Planti-flexão (flexão plantar): dobra o pé ou dedos em direção à face plantar, quando se fica em pé na ponta dos dedos.
  • 31. Sistema Esquelético Conceito de Ossos: Ossos são órgãos esbranquiçados, muito duros, que unindos-se aos outros, por intermédio das junturas ou articulações constituem o esqueleto. É uma forma especializada de tecido conjuntivo cuja a principal característica é a mineralização (cálcio) de sua matriz óssea (fibras colágenas e proteoglicanas). Funções do Sistema Esquelético  Sustentação do organismo (apoio para o corpo)  Proteção de estruturas vitais (coração, pulmões, cérebro)  Base mecânica para o movimento  Armazenamento de sais (cálcio, por exemplo)  Hematopoiética (suprimento contínuo de células sangüíneas novas)
  • 33.
  • 34. Número dos ossos No indivíduo adulto, idade na qual se considera completado o desenvolvimento orgânico, o número de ossos é de 206. este número, todavia, varia, se levarmos em consideração os seguintes fatores: Fatores Etários: Do nascimento à senilidade há uma diminuição do número de ossos. Isto deve-se ao fato de que, certos ossos, no recém-nascido, são formados de partes ósseas que se soldam durante o desenvolvimento do indivíduo para constituir um osso único no adulto. Assim, o osso frontal é formado por duas porções, separadas no plano mediano.
  • 35. Cabeça = 22 Crânio = 08 Face = 14 Ossículos do ouvido = 3+3 Osso hióide = 1 Coluna vertebral = 26 Cervical = 7 Torácica = 12 Lombar = 5 Sacro = 1 Cóccix = 1 Tórax = 25 Costelas = 12+12 Osso esterno = 1 Cíngulo superior ou Cintura escapular = 4 Escápula = 2 Clavícula = 2 Cíngulo superior ou Cintura escapular = 4 Escápula = 2 Clavícula = 2 Cíngulo inferior ou Cintura pelve Osso íleo = 1+1 Membros superiores = 60 Braço = 1+1 Antebraço = 2+2 Mão = 27+27 Membros inferiores = 60 Coxa = 1+1 Perna = 2+2 Pé = 26+26 Osso patela = 1+1
  • 36.
  • 37. Classificação dos Ossos Há várias maneiras de classificar os ossos. Eles podem, por exemplo, ser classificados pela sua posição topográfica, reconhecendo-se ossos axiais (que pertencem ao esqueleto axial) e apendiculares (que fazem parte do esqueleto apendicular). Entretanto, a classificação mais difundida é aquela que leva em consideração a forma dos ossos, classificando-os segundo a predominância de uma das dimensões (comprimento, largura ou espessura) sobre as outras duas.
  • 38. Osso Longo: È aquele que apresenta um comprimento consideravelmente maior que a largura e a espessura. Exemplos típicos são os ossos do esqueleto apendicular: fêmur, úmero, rádio, ulna, tíbia, fíbula, falanges. Osso Laminar: Também chamado (impropriamente) plano, é o que apresenta comprimento e largura equivalentes, predominando sobre a espessura. Ossos do crânio, como o parietal, frontal, occipital e outros.
  • 39. Osso Curto: È aquele que apresenta equivalência das três dimensões. Os ossos do carpo e do tarso são excelentes exemplos. Existem ossos que não podem ser classificados em nenhum dos tipos descritos acima e são, por esta razão e por características que lhe são peculiares, colocados dentro de uma das categorias seguintes: Osso Irregular: Apresenta uma morfologia complexa que não encontra correspondência em formas geométricas conhecidas.
  • 40. Osso Pneumático: Apresenta uma ou mais cavidades, de volume variável, revestidos de mucosa e contendo ar. Estas cavidades recebem o nome de sinus ou seio. Os ossos pneumáticos estão situados no crânio: frontal, maxilar, temporal, etmóide e esfenóide. Ossos Sesamóides: Desenvolvem- se na substância de certos tendões ou da cápsula fibrosa que envolve certas articulações. Os primeiro são chamados intratendíneos e os segundos peri- articulares. A patela é um exemplo típico de osso sesamóide intratendíneo.
  • 41. Tipos de Substância Óssea O estudo microscópico do tecido ósseo distingue a substância óssea compacta e a esponjosa. Embora os elementos constituintes sejam os mesmos nos dois tipos de substância óssea, eles dispõem-se diferentemente conforme o tipo considerado e seu aspecto macroscópico também difere. Na substância óssea compacta, as lamínulas de tecido ósseo encontram-se fortemente unidas umas às outras pelas suas fases, sem que haja espaço livre interposto. Por esta razão, este tipo é mais denso e rijo. Na substância óssea esponjosa as lamínulas ósseas, mas irregulares em forma e tamanho, se arranjam de forma a deixar entre si espaços ou lacunas que se comunicam umas com as outras. As ilustrações abaixo mostram os dois tipos de substância óssea num osso longo, em corte frontal e em corte transversal.
  • 42. Observe nas duas ilustrações a presença do canal medular que aloja a medula óssea. Esta também e encontrada nos espaços existentes entre as trabéculas de substância óssea esponjosa.
  • 44. Elementos Descritivos da Superfície dos Ossos Os ossos apresentam na sua superfície, depressões, saliências e aberturas que constituem elementos descritivos. As saliências servem para articular os ossos entre si ou para a fixação de músculos, ligamentos, cartilagens etc. As superfícies que se destinam à articulação com outra (s) peça (s) esquelética (s) são ditas articulares; são lisas e revestidas de cartilagem, comumente hialina. Entre as saliências reconhecem-se: cabeças, côndilos, cristas, eminências, tubérculos, tuberosidades, processos, linhas, espinhas, trócleas etc. As depressões podem, como as saliências, ser articulares ou não, e entre elas citam-se as fossas, fossetas, impressões, sulcos, recessos, etc. Entre as aberturas, em geral destinadas á passagem de nervos ou vasos, encontram- se os forames, meatos, óstios, poros, etc. Impõe-se uma ressalva: os critérios para estas denominações nem sempre são lógicos, sendo conservadas pela consagração do uso.
  • 45. Periósteo O osso se encontra sempre revestido por delicada membrana conjuntiva, com exceção das superfícies articulares. Esta membrana é denominada periósteo e apresenta dois folhetos: um superficial e outro profundo, este em contato direto com a superfície óssea. A camada profunda é chamada osteogênica pelo fato de suas células se transformarem em células ósseas, que são incorporadas à superfície do osso, promovendo assim o seu espessamento. Nutrição Os ossos, seja devido à sua função hemopoiética, seja pelo fato de se apresentarem com um desenvolvimento lento e contínuo, são altamente vascularizados. As artérias do periósteo penetram no osso, irrigando-o e distribuindo-se na medula óssea. Por esta razão, desprovido do seu periósteo o osso deixa de ser nutrido e morre.
  • 46. JUNTURAS Conceito Os ossos unem-se uns aos outros para constituir o esqueleto. Esta união não tem a finalidade exclusiva de colocar os ossos em contato, mas também a de permitir mobilidade. Por outro lado, como esta união não se faz da mesma maneira entre todos os ossos, a maior ou menor possibilidade de movimento varia com o tipo de união. Para designar a conexão existente entre quaisquer partes rígidas do esqueleto, quer sejam ossos, quer cartilagens, empregamos os termos juntura ou articulação.
  • 47. Classificação das Junturas Embora apresentem consideráveis variações entre elas, as junturas possuem certos aspectos estruturais e funcionais em comum que permitem classificá-las em três grandes grupos: fibrosas, cartilaginosas e sinoviais. O critério para esta divisão é o da natureza do elemento que se impõem às peças que se articulam. Junturas Fibrosas As junturas nas quais o elemento que se interpõe às peças que se articulam é o tecido conjuntivo fibroso são ditas fibrosas, e a grande maioria delas se apresenta no crânio. A mobilidade nestas junturas é extremamente reduzida. Há dois tipos de junturas fibrosas: Suturas – Os ossos do crânio. suturas escamosas – (união em bisel) e suturas serreadas (união em linha "denteada").
  • 48. No crânio do feto e recém- nascido, onde a ossificação ainda é incompleta, a quantidade de tecido conjuntivo fibroso interposto é muito maior, explicando a grande separação entre os ossos e uma maior mobilidade. É isto que permite, no momento do parto, uma redução bastante apreciável do volume da cabeça fetal, digamos assim, dos ossos do crânio. Esta redução de volume facilita a expulsão do feto para o meio exterior
  • 49. Sindesmoses – Nestas junturas o tecido interposto é também o conjuntivo fibroso, mas não ocorrem entre os ossos do crânio. Na verdade, a Nomenclatura Anatômica só registra um exemplo: Síndrome tíbio-fibular, isto é, a que se faz entre as extremidades distais da tíbia e da fíbula. Junturas Cartilaginosas – Neste grupo de junturas o tecido que se interpõe é cartilaginoso. Quando se trata de cartilagem hialina, temos as sincondroses; nas sínfises a cartilagem é fibrosa. Em ambas a mobilidade é reduzida. Exemplos de sínfise encontram na união, no plano mediano, entre as porções púbicas dos ossos do quadril, constituindo a sínfise púbica. Também as junturas que se fazem entre os corpos das vértebras podem ser consideradas como sínfise, uma vez que se interpõe entre eles um disco de fibrocartilagem – o disco intervertebral.
  • 50. Junturas Sinoviais – A mobilidade exige livre deslizamento de uma superfície óssea contra outra e isto é impossível quando entre elas interpõe-se um meio de ligação, seja conjuntivo fibroso ou cartilagíneo. Para que haja o grau desejável de movimento, em muitas junturas, o elemento que se interpõe às peças que se articulam é um líquido denominado sinóvia ou líquido sinovial. Deste modo, os meios de união entre as peças esqueléticas articuladas não se prendem nas superfícies de articulação, como ocorre nas junturas fibrosas e cartilaginosas: nas junturas sinoviais o principal meio de união é representado pela cápsula articular, espécie de manguito que envolve a articulação prendendo-se nos ossos que se articulam.
  • 51.
  • 52. Conceito de Músculos: São estruturas individualizadas que cruzam uma ou mais articulações e pela sua contração são capazes de transmitir- lhes movimento. Este é efetuado por células especializadas denominadas fibras musculares, cuja energia latente é ou pode ser controlada pelo sistema nervoso. Os músculos são capazes de transformar energia química em energia mecânica. Funções dos Músculos: a) Produção dos movimentos corporais. b) Estabilização das Posições Corporais. c) Regulação do Volume dos Órgãos. d) Movimento de Substâncias dentro do Corpo. e) Produção de Calor: Quando o tecido muscular se contrai ele produz calor e grande parte desse calor liberado pelo músculo é usado na manutenção da temperatura corporal.
  • 53. Quanto à Forma: Longos: São encontrados especialmente nos membros. Os mais superficiais são os mais longos, podendo passar duas ou mais articulações. Curtos: Encontram-se nas articulações cujos movimentos tem pouca amplitude, o que não exclui força nem especialização. Largos: Caracterizam-se por serem laminares. São encontrados nas paredes das grandes cavidades (tórax e abdome).
  • 54. Tipos de Músculos Músculos Estriados Esqueléticos: Contraem-se por influência da nossa vontade, ou seja, são voluntários. O tecido muscular esquelético é chamado de estriado porque faixas alternadas claras e escuras (estriações) podem ser vistas no microscópio óptico. Músculos Lisos: Localizado nos vasos sangüíneos, vias aéreas e maioria dos órgãos da cavidade abdômino-pélvica. Ação involuntária controlada pelo sistema nervoso autônomo. Músculo Estriado Cardíaco: Representa a arquitetura cardíaca. É um músculo estriado, porém involuntário.
  • 55.
  • 56. OSSOS DA CABEÇA O crânio é o esqueleto da cabeça; vários ossos formam suas duas partes: o Neurocrânio e o Esqueleto da Face. O crânio possui um teto semelhante a uma abóbada – a calvária – e um assoalho ou base do crânio que é composta do etmóide e partes do occipital e do temporal. O esqueleto da face consiste em ossos que circundam a boca e o nariz e contribuem para as órbitas.
  • 57. Frontal - Vista Anterior
  • 58. Frontal - Cavidades Orbitais e Nasais
  • 59.
  • 60. Occipital - Vista Interna
  • 61. Região que compreende as cinturas e os membros. Cintura Escapular Essa região refere – se a junção entre os membros superiores e o tronco, ou esqueleto apendicular e axial. Constituído pela escápula e pela clavícula, a primeira encontra – se a parte dorsal do tórax, envolta por musculatura que impede o contato direto com o gradil costal, enquanto que a clavícula se encontra na parte ventral do tórax, superior ao gradil costal.
  • 62.
  • 63. Clavícula Osso longo, que se estende da borda superior do manúbrio esternal ao acrômio da escápula, ligando dessa forma o tronco ao membro superior indiretamente através da escápula. Seus dois terços mediais são convexos anteriormente; seu terço lateral é côncavo; sua extremidade acromial é achatada; sua extremidade esternal é levemente arredondada; possui uma face rugosa voltada inferiormente e sua face lisa esta voltada superiormente. Principais acidentes ósseos: Extremidade esternal. Extremidade acromial. Corpo da clavícula.
  • 64. Escápula Ligada ao osso esterno pela clavícula, articula – se com o úmero pela cavidade glenóide e está situada na parede póstero – superior do tórax. Para observar sua posição anatômica, observe que sua face côncava (fossa subescapular), é anterior; sua espinha é posterior; o acrômio e a cavidade glenóide são laterais. Possui ainda bordas superior, medial e lateral e ângulos superior, inferior, lateral e acromial. Principais acidentes ósseos: Acrômio. Fossa supra – espinhal. Fossa infra – espinhal. Espinha da escápula. Processo coracóide. Fossa subescapular. Cavidade glenóide
  • 65.
  • 66.
  • 67. Osso do braço Úmero Osso longo, articula-se superiormente com a cavidade glenóide da escápula, e inferior ou distalmente, com o rádio lateralmente; e com a ulna medialmente. Para e obter a posição anatômica quando o osso esta desarticulado, preste atenção na cabeça, deve estar superior com a face articular voltada medialmente, com os tubérculos anteriores separados pelo sulco intertubercular.
  • 68. Principais acidentes ósseos: Cabeça do úmero. Tubérculo maior. Tubérculo menor. Sulco intertubercular. Colos anatômicos e cirúrgicos. Tuberosidade deltóidea. Capitulo. Tróclea. Fossa do olécrano. Face lateral. Epicôndilo medial. Fossa coronóide. Fossa radial
  • 69.
  • 70.
  • 71. Ossos do Antebraço Rádio Também osso longo, encontrado lateralmente no antebraço, articula-se proximalmente pela concavidade da cabeça do rádio, com o capítulo do úmero, a circunferência articular da cabeça do rádio articula – se com a incisura radial da ulna. Distalmente articula – se com os ossos do carpo por meio da face articular do carpo e com a ulna por incisura ulnar. Sua extremidade maior é colocada distalmente, com sua face côncava e lisa voltada anteriormente e o processo estilóide distal e lateral. A tuberosidade radial deve ser colocada medialmente.
  • 72. Principais acidentes ósseos: •Cabeça do rádio. •Circunferência articular da cabeça do rádio. •Tuberosidade radial. •Margem ou borda interóssea. •Face anterior, lateral e posterior. •Incisura ulnar (medial). •Face articular do carpo. •Processo estilóide (lateral). •Colo do rádio.
  • 73.
  • 74. Ulna Osso localizado medialmente no antebraço, proximalmente, articula-se com a tróclea, do úmero pela estrutura denominada incisura troclear. Ainda proximalmente , articula – se com o rádio, por meio da incisura radial, na qual gira a circunferência da cabeça do rádio (movimentos de pronação e supinação). Distalmente, a face inferior da cabeça da ulna articula – se com o disco articular, que a separa dos ossos do carpo. A porção lateral da cabeça (circunferência articular da cabeça), articula –se com a incisura ulna do rádio (movimentos de pronação e supinação). Par achar sua posição anatômica coloca – se a grande incisura voltada anteriormente e a borda interóssea cortando o osso lateralmente. O processo estilóide é posicionado distal e medialmente.
  • 75. Principais acidentes ósseos: •Processo coronóide. •Incisura troclear. •Incisura radial. Olécrano. •Borda interóssea. •Cabeça da ulna. •Circunferência articular da cabeça da ulna. •Processo estilóide.
  • 76. Ossos das Mãos Carpos A região denominada carpo é composta por oito ossos dispostos em duas fileiras. Primeira fileira ou fileira proximal (de lateral para medial) – escafóide, semilunar, piramidal, pisiforme. Segunda fileira ou fileira distal ( de lateral para medial) – trapézio,trapézio, trapezóide, capitato e hamato. METACARPOS Numerados de I a V de lateral para medial FALANGES Cada dedo possui três falanges, com exceção do polegar, que possui apenas duas. As falanges são ditas proximais, médias e distais
  • 77.
  • 78.
  • 80.
  • 82.
  • 83.
  • 84.
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  • 87.
  • 89. O membro inferior é especializado para sustentar o peso do corpo e a locomoção, a capacidade de mover-se de um lugar para outro e manter o equilíbrio, a condição de estar uniformemente balanceado. Os membros inferior são conectados ao tronco pelo cíngulo do membro inferior (ossos do quadril e sacro).
  • 90.
  • 91.
  • 92. Prof. Dr. Hermínio Benítez Prof. Dr. Hermínio Benítez UNIVERSIDADE FEDERAL DO MARANHÃO