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A SIMPLICIDADE DO MAPA DE RISCOS
◼ Mapa e
Mapeamento
de Riscos
Ambientais
Histórico
◼  O MAPEAMENTO DE RISCO no Brasil,
surgiu através da portaria nº 05 de
20/08/92, modificada pelas portarias nº
25 de 29/12/94 e portaria 08 de
23/02/99, tornando obrigatória a
elaboração de MAPAS DE RISCO pelas
CIPA´s.
◼ NR 05 – Item 5.16 Atribuições: a) Identificar os
riscos do processo de trabalho e elaborar o mapa
de riscos, com a participação do maior número de
trabalhadores…
Definições
Mapa de riscos:
◼ Representação
gráfica do
mapeamento
de riscos
ambientais
Definições
Mapeamento de Riscos ambientais:
 O MAPEAMENTO DE RISCO é um
levantamento dos locais de trabalho
apontando os riscos que são
sentidos e observados pelos próprios
trabalhadores de acordo com a sua
sensibilidade.
Riscos Ambientais:
◼ Considera-se como riscos ambientais
os agentes físicos, químicos e
biológicos , além de riscos
ergonômicos e riscos de
acidentes, existentes nos locais de
trabalho e que venham a causar
danos à saúde dos trabalhadores.
Riscos Ambientais:
Classificação
◼ Riscos Físicos: (Verde)
◼ Riscos Químicos: (Vermelho)
◼ Riscos Biológicos: (Marron)
◼ Riscos Ergonômicos: (Amarelo)
◼ Riscos de Acidentes: (Azul)
◼ Riscos Elétricos: (Laranja)*
Riscos Ambientais
Riscos físicos:
◼ Ruído, Vibrações,
radiação ionizantes
(raio-x, alfa , gama)
radiação não-
ionizantes (radiação do
sol, radiação de solda),
temperaturas extremas
(frio / calor), pressões
anormais e umidade.
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RUÍDO
◼ O ruído é definido como um som
indesejável, produto das
atividades diárias da comunidade.
O som representa as vibrações
mecânicas da matéria através do
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forma de ondas sonoras.
RUÍDO
CONSEQUÊNCIAS
◼ Cansaço, irritação, dores de
cabeça, diminuição da audição,
problemas do aparelho digestivo,
taquicardia, perigo de infarto.
Riscos Físicos
VIBRAÇÃO
◼ É qualquer movimento
que o corpo executa em
torno de um ponto fixo.
Esse movimento pode
ser regular, do tipo
senoidal ou irregular,
quando não segue um
padrão determinado
VIBRAÇÃO
CONSEQUÊNCIAS
◼ Cansaço, irritação, dores nos
membros, dores na coluna,
doença do movimento, artrite,
problemas digestivos, lesões
ósseas, lesões dos tecidos.
Riscos Físicos
RADIAÇÃO IONIZANTE
◼ São emissões de energia em
diversos níveis, desde a fixa do
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violeta, raio-X, raio gama e
partículas alfa e beta, capazes de
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átomo, retirando-as, provocando
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◼ A ionização ocorre
quando existe um
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átomo. Esse desequilíbrio é
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em íons. (danos fisiológicos)
RADIAÇÃO IONIZANTE
CONSEQUÊNCIAS
◼ Alterações celulares, câncer,
fadiga, problemas visuais,
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Riscos físicos
Radiação
Não-Ionizante
◼ Ao contrário da anterior, não
tem poder de ionização. Apenas
podem ativar todo o conjunto de
átomos que recebem esta carga
de energia. São classificadas
pelo comprimento de onda de
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Radiação Não-Ionizante
◼ Conforme a sua frequência
podem ser apenas refletidas,
absorvidas sem consequências, a
medida que aumentam fazem
contrações cardíacas, debilitação
do sistema nervoso central e
como efeitos agudos causam
catarata ou até mesmo a morte.
Fator determinante é o tempo de
exposição.
RADIAÇÃO NÃO IONIZANTE
CONSEQUÊNCIAS
Queimaduras, lesões nos olhos, na
pele e em outros órgãos
Riscos Físicos
Temperaturas extremas
◼FRIO
◼CALOR
FRIO E CALOR
CONSEQUÊNCIAS
◼ Taquicardia, aumento da pulsação,
cansaço, irritação, intermação,
prostração térmica, choque térmico,
fadiga térmica, Perturbação das
funções digestivas, hipertensão etc.
Riscos físicos
Pressões Anormais
◼ Hipobárica: quando o homem está
sujeito a pressões menores que a
pressão atmosférica. Estas situações
ocorrem a elevadas altitudes. (coceira
na pele, dores musculares, vômitos,
hemorragias pelo ouvido e ruptura do
tímpano)
◼ Hiperbárica: quando o homem fica
sujeito a pressões maiores
que a atmosférica. (mergulho e
uso de ar comprimido).
Riscos físicos
Umidade
◼ Faixa de
conforto a que
corresponde à
temperatura de
22 a 26 º C e
umidade relativa
do ar entre 45 e
50 %.
UMIDADE
CONSEQUÊNCIAS
◼ Doenças do aparelho
respiratório, quedas, doenças
da pele, doenças circulatórias.
Riscos Ambientais
Riscos Químicos
Riscos químicos
são: poeiras,
fumos, névoas,
neblinas, gases,
vapores , etc.
Riscos Químicos
◼ Podem ser encontrados na forma
de gases e vapores, ou na forma de
partículas. As partículas quando
dispersas na atmosfera possuem
estabilidade de suspensão e
dividem-se em:
◼ Poeiras Fumos
◼ Névoas Neblinas
Poeiras
◼ Formados por desagregação
mecânica de corpos sólidos. As
partículas geradas tem em geral
diâmetros maiores que um mícron
◼ Poeiras minerais
◼ Poeiras de madeira
◼ Poeira em geral
POEIRAS
CONSEQUÊNCIAS
minerais
vegetais
alcalinas
incômodas
silicose, asbestose
bissinose, bagaçose
enfizema pulmonar
potencializa nocividade
Fumos
◼ Formados por
condensação de vapores,
geralmente metálicos. As
partículas geradas tem
em geral diâmetros
maiores que um mícron
◼ Fumos de solda
FUMOS
CONSEQUÊNCIAS
Intoxicação específica de acordo com
o metal, febre dos fumos metálicos,
doença pulmonar obstrutiva.
Névoas
◼ Constituídos
por partículas líquidas, independente
da natureza e do diâmetro das
partículas, formadas por
desagregação mecânica de corpos
líquidos.
◼ Névoa de tinta
Neblina
◼Aerosóis
líquidos,
formados por
condensação
de vapores.
Vapores
◼ São substâncias que
se encontram no
estado gasoso como
resultado de algum
tipo de alteração no
seu estado normal e
temperatura ambiente.
Gases
◼ Não possuem formas e
volumes próprios e tendem a
se expandir indefinidamente.
À temperatura ordinária,
mesmo sujeitos à pressão
fortes, não podem ser total
ou parcialmente reduzidos ao
estado líquido.
◼ GLP, oxigênio
CONSEQUÊNCIAS
◼ Irritantes: irritação das vias aéreas superiores.
Ac. Clorídrico, Soda Cáustica, Ac.Sulfúrico etc.
◼ Asfixiantes: dor de cabeça, náuseas, sonolência, convulsões,
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◼ Anestésicos: ação depressiva sobre o sistema nervoso, danos
aos diversos órgãos, ao sistema formador do sangue.
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Riscos ambientais
Riscos biológicos
◼ Microorganismos
indesejáveis:
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RISCOS BIOLÓGICOS
• Vírus: Hepatite, poliomielite, herpes,
varíola, febre amarela, raiva (hidrofobia),
rubéola, aids, dengue, meningite.
• Bactérias/ Bacilos: Hanseniese,
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pneumonia, difteria, cólera, leptospirose,
disenterias.
• Protozoários: Malária, mal de chagas,
toxoplasmose, disenterias.
• Fungos: Alergias, micoses.
Riscos ambientais
Riscos ergonômicos
◼ Esforço físico intenso;
◼ Levantamento e transporte manual de peso;
◼ Exigência de postura inadequada;
◼ Controle rígido de produtividade;
◼ Imposição de ritmos excessivos;
◼ Trabalho em turno ou noturno;
◼ Jornada prolongada de trabalho;
◼ Monotonia e repetitividade;
◼ Outras situações causadoras de “stress” físico e/ou
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Riscos ambientais
Riscos de acidentes
◼ Variados (falta de iluminação,
probabilidade de incêndio,
explosão, piso escorregadio,
armazenamento, arranjo
físico e ferramenta
inadequados, máquina
defeituosa, mordida de cobra,
aranha, escorpião).
Mapeamento dos riscos ambientais
Por Que Fazer ?
 Estes riscos podem prejudicar
o bom andamento da seção,
portanto, devem ser
identificados, avaliados e
controlados de
forma correta.
Dificuldade ?
A maior dificuldade das empresas no
mapeamento dos riscos ambientais,
está na falta de capacidade,
informação e subsídios técnicos para
identificar, avaliar e controlar os riscos
existentes dentro de seus processo
produtivos.
Os MAPAS DE RISCO, devem ser
refeitos a cada gestão da CIPA.
Benefícios
Para a empresa:
Facilita a administração da
prevenção de acidentes e de
doenças do trabalho;
Ganho da qualidade e produtividade;
Aumento de lucros diretamente;
Informa os riscos aos quais o trabalhador está
expostos, cumprindo assim dispositivos legais.
Benefícios
Para os trabalhadores
Propicia o conhecimento dos
riscos que podem estar
sujeitos os colaboradores;
Fornece dados importantes
relativos a sua saúde;
Conscientiza quanto ao uso dos
EPIs.
Informações ?
 Os MAPAS DE RISCO
contém, ainda informações
como o número de
trabalhadores expostos ao
risco e especificação do
agente.
 (Ex.Local laboratório: químico - ácido clorídrico -
5 colaboradores).
Representação gráfica
do MAPA DE RISCOS
O mapa de riscos é
representado graficamente,
através de círculos de cores
(conforme tabela anexa) e
tamanhos
proporcionalmente
diferentes (riscos pequeno
médio e grande), sobre o
Lay-Out da empresa e deve
ficar afixado em local visível
a todos os trabalhadores.
MAPA DE RISCOS AMBIENTAIS O QUE É ?
APRESENTAÇÃO GRÁFICA DO RECONHECIMENTO
DOS RISCOS EXISTENTES NO LOCALDE TRABALHO
TRÁFEGO
MANUTENÇÃO
QUÍMICO
BIOLÓGICO
ERGONÔMICO
FÍSICO
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•COR •RISCO
•DADOS DA EMPRESA
•DADOS DA CIPA
ERGONÔMICO
POSTURA
INCORRETA
ACIDENTE
ASSALTO
E
COLISÕES
FÍSICO
RUIDO
QUÍMICO
POEIRAS
FUMOS
SOLVENTE
TINTAS
EXIGÊNCIA
DE
POSTURA
INADEQUADA
FÍSICO
RUIDO
MAPA DE RISCOS AMBIENTAIS O SIGNIFICADO
PEQUENO MÉDIO GRANDE
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  • 1. A SIMPLICIDADE DO MAPA DE RISCOS ◼ Mapa e Mapeamento de Riscos Ambientais
  • 2. Histórico ◼  O MAPEAMENTO DE RISCO no Brasil, surgiu através da portaria nº 05 de 20/08/92, modificada pelas portarias nº 25 de 29/12/94 e portaria 08 de 23/02/99, tornando obrigatória a elaboração de MAPAS DE RISCO pelas CIPA´s. ◼ NR 05 – Item 5.16 Atribuições: a) Identificar os riscos do processo de trabalho e elaborar o mapa de riscos, com a participação do maior número de trabalhadores…
  • 3. Definições Mapa de riscos: ◼ Representação gráfica do mapeamento de riscos ambientais
  • 4. Definições Mapeamento de Riscos ambientais:  O MAPEAMENTO DE RISCO é um levantamento dos locais de trabalho apontando os riscos que são sentidos e observados pelos próprios trabalhadores de acordo com a sua sensibilidade.
  • 5. Riscos Ambientais: ◼ Considera-se como riscos ambientais os agentes físicos, químicos e biológicos , além de riscos ergonômicos e riscos de acidentes, existentes nos locais de trabalho e que venham a causar danos à saúde dos trabalhadores.
  • 6. Riscos Ambientais: Classificação ◼ Riscos Físicos: (Verde) ◼ Riscos Químicos: (Vermelho) ◼ Riscos Biológicos: (Marron) ◼ Riscos Ergonômicos: (Amarelo) ◼ Riscos de Acidentes: (Azul) ◼ Riscos Elétricos: (Laranja)*
  • 7. Riscos Ambientais Riscos físicos: ◼ Ruído, Vibrações, radiação ionizantes (raio-x, alfa , gama) radiação não- ionizantes (radiação do sol, radiação de solda), temperaturas extremas (frio / calor), pressões anormais e umidade.
  • 8. Riscos Físicos RUÍDO ◼ O ruído é definido como um som indesejável, produto das atividades diárias da comunidade. O som representa as vibrações mecânicas da matéria através do qual ocorre o fluxo de energia na forma de ondas sonoras.
  • 9. RUÍDO CONSEQUÊNCIAS ◼ Cansaço, irritação, dores de cabeça, diminuição da audição, problemas do aparelho digestivo, taquicardia, perigo de infarto.
  • 10. Riscos Físicos VIBRAÇÃO ◼ É qualquer movimento que o corpo executa em torno de um ponto fixo. Esse movimento pode ser regular, do tipo senoidal ou irregular, quando não segue um padrão determinado
  • 11. VIBRAÇÃO CONSEQUÊNCIAS ◼ Cansaço, irritação, dores nos membros, dores na coluna, doença do movimento, artrite, problemas digestivos, lesões ósseas, lesões dos tecidos.
  • 12. Riscos Físicos RADIAÇÃO IONIZANTE ◼ São emissões de energia em diversos níveis, desde a fixa do visível, passando pelo ultra- violeta, raio-X, raio gama e partículas alfa e beta, capazes de contato com elétrons de um átomo, retirando-as, provocando a ionização dos mesmos.
  • 13. Saiba Mais ! ◼ A ionização ocorre quando existe um desequilíbrio eletrônico dentro do átomo. Esse desequilíbrio é originado quando o n.º de prótons (+) se torna diferente do número de elétrons (-), transformando átomos em íons. (danos fisiológicos)
  • 14. RADIAÇÃO IONIZANTE CONSEQUÊNCIAS ◼ Alterações celulares, câncer, fadiga, problemas visuais, acidente do trabalho.
  • 15. Riscos físicos Radiação Não-Ionizante ◼ Ao contrário da anterior, não tem poder de ionização. Apenas podem ativar todo o conjunto de átomos que recebem esta carga de energia. São classificadas pelo comprimento de onda de nanômetros a quilômetros.
  • 16. Saiba Mais! Radiação Não-Ionizante ◼ Conforme a sua frequência podem ser apenas refletidas, absorvidas sem consequências, a medida que aumentam fazem contrações cardíacas, debilitação do sistema nervoso central e como efeitos agudos causam catarata ou até mesmo a morte. Fator determinante é o tempo de exposição.
  • 17. RADIAÇÃO NÃO IONIZANTE CONSEQUÊNCIAS Queimaduras, lesões nos olhos, na pele e em outros órgãos
  • 19. FRIO E CALOR CONSEQUÊNCIAS ◼ Taquicardia, aumento da pulsação, cansaço, irritação, intermação, prostração térmica, choque térmico, fadiga térmica, Perturbação das funções digestivas, hipertensão etc.
  • 20. Riscos físicos Pressões Anormais ◼ Hipobárica: quando o homem está sujeito a pressões menores que a pressão atmosférica. Estas situações ocorrem a elevadas altitudes. (coceira na pele, dores musculares, vômitos, hemorragias pelo ouvido e ruptura do tímpano) ◼ Hiperbárica: quando o homem fica sujeito a pressões maiores que a atmosférica. (mergulho e uso de ar comprimido).
  • 21. Riscos físicos Umidade ◼ Faixa de conforto a que corresponde à temperatura de 22 a 26 º C e umidade relativa do ar entre 45 e 50 %.
  • 22. UMIDADE CONSEQUÊNCIAS ◼ Doenças do aparelho respiratório, quedas, doenças da pele, doenças circulatórias.
  • 23. Riscos Ambientais Riscos Químicos Riscos químicos são: poeiras, fumos, névoas, neblinas, gases, vapores , etc.
  • 24. Riscos Químicos ◼ Podem ser encontrados na forma de gases e vapores, ou na forma de partículas. As partículas quando dispersas na atmosfera possuem estabilidade de suspensão e dividem-se em: ◼ Poeiras Fumos ◼ Névoas Neblinas
  • 25. Poeiras ◼ Formados por desagregação mecânica de corpos sólidos. As partículas geradas tem em geral diâmetros maiores que um mícron ◼ Poeiras minerais ◼ Poeiras de madeira ◼ Poeira em geral
  • 27. Fumos ◼ Formados por condensação de vapores, geralmente metálicos. As partículas geradas tem em geral diâmetros maiores que um mícron ◼ Fumos de solda
  • 28. FUMOS CONSEQUÊNCIAS Intoxicação específica de acordo com o metal, febre dos fumos metálicos, doença pulmonar obstrutiva.
  • 29. Névoas ◼ Constituídos por partículas líquidas, independente da natureza e do diâmetro das partículas, formadas por desagregação mecânica de corpos líquidos. ◼ Névoa de tinta
  • 31. Vapores ◼ São substâncias que se encontram no estado gasoso como resultado de algum tipo de alteração no seu estado normal e temperatura ambiente.
  • 32. Gases ◼ Não possuem formas e volumes próprios e tendem a se expandir indefinidamente. À temperatura ordinária, mesmo sujeitos à pressão fortes, não podem ser total ou parcialmente reduzidos ao estado líquido. ◼ GLP, oxigênio
  • 33. CONSEQUÊNCIAS ◼ Irritantes: irritação das vias aéreas superiores. Ac. Clorídrico, Soda Cáustica, Ac.Sulfúrico etc. ◼ Asfixiantes: dor de cabeça, náuseas, sonolência, convulsões, coma e morte Ex.: Hidrogênio, Nitrogênio,Hélio, Acetileno, Metano, Dióxido de Carbono, Monóxido de Carbono etc. ◼ Anestésicos: ação depressiva sobre o sistema nervoso, danos aos diversos órgãos, ao sistema formador do sangue. Ex.: Butano, Propano, Aldeídos, Cetonas, Cloreto de Carbono, Tricloroetileno, Benzeno, Tolueno, Álcoois, Percloroetileno, Xileno etc.
  • 34. Riscos ambientais Riscos biológicos ◼ Microorganismos indesejáveis: bactérias (antraz), fungos (parasitas), protozoários, bacilos (bacilo de Kock)
  • 35. RISCOS BIOLÓGICOS • Vírus: Hepatite, poliomielite, herpes, varíola, febre amarela, raiva (hidrofobia), rubéola, aids, dengue, meningite. • Bactérias/ Bacilos: Hanseniese, tuberculose, tétano, febre tifóide, pneumonia, difteria, cólera, leptospirose, disenterias. • Protozoários: Malária, mal de chagas, toxoplasmose, disenterias. • Fungos: Alergias, micoses.
  • 36. Riscos ambientais Riscos ergonômicos ◼ Esforço físico intenso; ◼ Levantamento e transporte manual de peso; ◼ Exigência de postura inadequada; ◼ Controle rígido de produtividade; ◼ Imposição de ritmos excessivos; ◼ Trabalho em turno ou noturno; ◼ Jornada prolongada de trabalho; ◼ Monotonia e repetitividade; ◼ Outras situações causadoras de “stress” físico e/ou psíquico.
  • 37. Riscos ambientais Riscos de acidentes ◼ Variados (falta de iluminação, probabilidade de incêndio, explosão, piso escorregadio, armazenamento, arranjo físico e ferramenta inadequados, máquina defeituosa, mordida de cobra, aranha, escorpião).
  • 38. Mapeamento dos riscos ambientais Por Que Fazer ?  Estes riscos podem prejudicar o bom andamento da seção, portanto, devem ser identificados, avaliados e controlados de forma correta.
  • 39. Dificuldade ? A maior dificuldade das empresas no mapeamento dos riscos ambientais, está na falta de capacidade, informação e subsídios técnicos para identificar, avaliar e controlar os riscos existentes dentro de seus processo produtivos. Os MAPAS DE RISCO, devem ser refeitos a cada gestão da CIPA.
  • 40. Benefícios Para a empresa: Facilita a administração da prevenção de acidentes e de doenças do trabalho; Ganho da qualidade e produtividade; Aumento de lucros diretamente; Informa os riscos aos quais o trabalhador está expostos, cumprindo assim dispositivos legais.
  • 41. Benefícios Para os trabalhadores Propicia o conhecimento dos riscos que podem estar sujeitos os colaboradores; Fornece dados importantes relativos a sua saúde; Conscientiza quanto ao uso dos EPIs.
  • 42. Informações ?  Os MAPAS DE RISCO contém, ainda informações como o número de trabalhadores expostos ao risco e especificação do agente.  (Ex.Local laboratório: químico - ácido clorídrico - 5 colaboradores).
  • 43. Representação gráfica do MAPA DE RISCOS O mapa de riscos é representado graficamente, através de círculos de cores (conforme tabela anexa) e tamanhos proporcionalmente diferentes (riscos pequeno médio e grande), sobre o Lay-Out da empresa e deve ficar afixado em local visível a todos os trabalhadores.
  • 44. MAPA DE RISCOS AMBIENTAIS O QUE É ? APRESENTAÇÃO GRÁFICA DO RECONHECIMENTO DOS RISCOS EXISTENTES NO LOCALDE TRABALHO TRÁFEGO MANUTENÇÃO QUÍMICO BIOLÓGICO ERGONÔMICO FÍSICO ACIDENTES •COR •RISCO •DADOS DA EMPRESA •DADOS DA CIPA ERGONÔMICO POSTURA INCORRETA ACIDENTE ASSALTO E COLISÕES FÍSICO RUIDO QUÍMICO POEIRAS FUMOS SOLVENTE TINTAS EXIGÊNCIA DE POSTURA INADEQUADA FÍSICO RUIDO
  • 45. MAPA DE RISCOS AMBIENTAIS O SIGNIFICADO PEQUENO MÉDIO GRANDE CIRCULO = GRAU DE INTENSIDADE COR = TIPO DO RISCO VERDE FÍSICO VERMELHO QUÍMICO MARROM BIOLÓGICO AMARELO ERGONÔMICO AZUL ACIDENTE
  • 46. MONTAGEM DO MAPA DE RISCO
  • 47. MONTAGEM DO MAPA DE RISCO