O documento discute a plataforma eterni.me, que permite a criação de avatares digitais de pessoas falecidas, possibilitando uma forma de tele-existência em interações sociais após a morte. Ele examina as implicações filosóficas, socioculturais e tecnológicas desse sistema, que busca minimizar a ausência causada pela morte através da construção de uma presença virtual. A pesquisa também revela preocupações éticas e existenciais dos usuários em relação à superexposição e a construção da identidade no contexto das redes sociais.